segunda-feira, agosto 31, 2009

Turismo virtual pelo celular


Nele já é possível ver imagens - do passado e do presente - de monumentos históricos e obras de arte.


Basta ter um telefone celular à mão para que se possa fazer um passeio turístico e histórico pelo tempo e conhecer em detalhes como era um determinado monumento, por exemplo, na Idade Média - época em que nem o maior visionário de todos os visionários teria a premonição do advento da internet.
Mas os dias atuais são marcados cada vez mais por essa ferramenta tecnológica da informática e, por meio dela, aplicativos como o iTacitus e o Google Earth acabam de disponibilizar o chamado turismo virtual. Ou seja: é possível visualizar na tela do celular uma edificação histórica e suas ruínas em diferentes momentos de sua existência, ou, então, experimentar a comodidade de "entrar" em uma galeria de arte e observar os mínimos detalhes de algumas obras, sem se levantar do sofá de casa.
Sabe-se que o escritor Machado de Assis descreveu como ninguém e com inimaginável rigor e precisão os museus da Europa, sem nunca ter saído do Rio de Janeiro. Machado devorava livros. Dá para imaginar o que ele faria com esse recurso atual sobre a sua escrivaninha.

Desenvolvidos por um consórcio de empresas europeias, tanto o iTacitus quanto o Google Earth se valem da mesma tecnologia: satélites. Ocorre, porém, que o primeiro se diferencia por um sistema digital inovador de reconhecimento de imagens para a identificação de diversos pontos turísticos.
Estando-se em Roma, por exemplo, é só mirar com o celular as ruínas do Coliseu para que a câmera do aparelho, com a tecnologia do aplicativo iTacitus, seja automaticamente ligada e exiba a edificação no ano 85 d.C. Ao lado da imagem, vem o texto: fica-se sabendo que naquele local havia combates entre gladiadores que eram recompensados por se exibirem.
As informações foram conferidas por equipes de historiadores que trabalham em parceria com o iTacitus. Outra atração está na região italiana do Piemonte. Nela o visitante poderá apontar o celular para o Reggia di Venaria Reale, um dos mais belos palácios da Europa, e verá na tela de seu aparelho a construção original de 1658, segundo desenho do arquiteto Amedeo di Castellamonte.
Saberá que o palácio foi erigido por encomenda do duque Carlos Emanuel II. Enquanto o iTacitus agrada aos turistas que rodam o mundo, o Google Earth é uma alternativa para quem deseja viajar sem sair de casa. Esse aplicativo pode ser baixado para smarthphone ou notebook. Acessandose a internet, ele fornece um campo de busca para o internauta digitar qualquer ponto turístico do planeta que deseje conhecer.
A mais recente atração é o Museu do Prado, em Madri: é possível contemplar, virtualmente, 15 obras-primas em altíssima resolução. No quadro "As Meninas" (Diego Velázquez) dá para admirar até mesmo a costura do lenço que está na tela - na tela pintada, no museu, e, agora, na tela escolhida no celular.

Internet ajuda a mudar rumo de pesquisas médicas



Depois que Amy Farber descobriu que tinha uma doença rara e fatal chamada LAM em 2005, ela decidiu lutar para aumentar e acelerar a pesquisa sobre sua doença, na esperança de encontrar uma cura ainda em vida. Farber, 39 anos, era uma estudante de direito com doutorado em antropologia e estava prestes a começar uma família. Ela largou a escola de direito e fundou a LAM Treatment Alliance com o intuito de arrecadar fundos e conectar uma rede de cientistas ao redor do mundo para a pesquisa dessa misteriosa doença, que destrói os pulmões de mulheres jovens. Mas para seu desalento, ela encontrou um sistema de pesquisa complicado e repleto de obstáculos para a colaboração e o progresso - que não enfocava as necessidades dos pacientes. "Podemos fazer melhor que isso", ela se lembra de ter pensado.
Ela levou suas frustrações ao doutor George Demetri, membro do comitê consultivo de sua organização. Demetri, professor e pesquisador de câncer da Escola Médica de Harvard, há tempos desejava usar a Internet para conectar pacientes ao redor do mundo e explorar sua sabedoria coletiva para novas descobertas sobre os cânceres raros que estuda.
Isso levou Farber a conhecer Frank Moss, diretor do Laboratório de Mídia do Instituto de Tecnologia de Massachusetts, e surgiu então uma nova colaboração entre o grupo de Farber e o laboratório: o LAMsight, um website que permite que os pacientes relatem informações sobre sua saúde, transformando os relatos em bancos de dados que podem ser explorados para observações sobre a doença.
Desde os primórdios da internet, pacientes usam a web para compartilhar experiências e aprender sobre doenças e tratamentos. Mas agora, pessoas como Farber dizem que comunidades online têm o potencial para transformar a pesquisa médica - especialmente para doenças raras como a dela, que não têm o número de pacientes necessário para estudos de grande escala e que raramente atraem financiamento da indústria farmacêutica para pesquisa.
Além disso, ela disse, isso dá aos pacientes a oportunidade de contribuir, fazer perguntas e ajudar a abrir caminho para descobertas. "Os pacientes têm sido um recurso muito subutilizado", ela disse.
Moss, que chegou ao laboratório em 2005, após deixar a indústria farmacêutica, concorda. As experiências cotidianas dos pacientes que convivem com a doença são uma fonte imensa de dados inexplorados, ele disse; agregados, esses dados poderiam gerar novas hipóteses e caminhos para pesquisa. "Estamos realmente transformando pacientes em cientistas e mudando o equilíbrio de poder entre médicos, cientistas e pacientes", ele afirma.
Cientistas e empreendedores estão cada vez mais explorando maneiras de utilizar esse potencial, e não apenas para doenças raras. Diversas empresas privadas estão coletando dados de pacientes e informações genéticas online com o intuito de recrutar pacientes para ensaios clínicos, conduzir pesquisa interna ou vender tais informações a empresas de medicamentos e biotecnologia. Aqueles que apoiam esse modelo - às vezes chamado de crowdsourcing ou pesquisa de código aberto - consideram o mesmo uma democratização da pesquisa e dizem que estão sendo pioneiros de novos modelos que colocam pacientes no controle de seus dados e constroem pontes entre pesquisadores, pacientes e seus médicos.
Eles dizem que esses métodos são muito mais baratos e rápidos do que a pesquisa tradicional, que possui custos iniciais altos e depende demasiadamente dos médicos.
Mesmo assim, alguns especialistas estão céticos. Há inúmeros questionamentos sobre como os sites irão garantir a privacidade dos pacientes e se essas pessoas realmente entendem o que significa compartilhar sua informação médica online. Também é discutido se as empresas privadas deveriam ter que seguir as mesmas regras rígidas de proteção a pacientes que regulam a maioria dos pesquisadores. Além disso, existe a questão sobre os problemas de qualidade dos dados gerados por usuários.
A web oferece muito potencial para alcançar um grande número de pacientes rapidamente, mas dados gerados por pacientes criam dilemas de pesquisa consideráveis, disse o doutor James Potash, professor-associado de psiquiatria da Escola de Medicina Johns Hopkins.
Potash citou dois estudos que examinaram a qualidade da informação relatada online por pacientes depressivos. Os pacientes relataram seu diagnóstico online; médicos então os entrevistaram para confirmá-lo. Em um estudo, apenas dois terços das respostas online foram validadas; em outro estudo, foram três quartos.
Esses números não são bons o bastante para uma pesquisa de alta qualidade, Potash disse. Sem a capacidade de garantir um diagnóstico correto e dados precisos de pacientes, geralmente obtidos por meio de entrevistas em pessoa, os pesquisadores podem acabar "recebendo e enviando lixo", ele disse.
"Rapidez é apenas melhor se o trabalho for bem feito", ele disse. "Não é desejável acelerar o trem e fazê-lo descarrilhar".
Demetri, de Harvard, reconhece os desafios de utilizar dados gerados por usuários online. "Todos temos ciência de que estamos fazendo as regras à medida que prosseguimos", ele disse. "Temo acabar voltando a observações de baixa qualidade e pouca relevância, e quero ser cuidadoso para evitar observações enganosas".
Ninguém espera que a pesquisa de observação utilizando dados online de pacientes substitua ensaios experimentais controlados, disse Ian Eslick, doutorando do MIT que desenvolve o projeto LAMsight.

Novo celular Sony Ericsson tem design com marca Dolce&Gabbana


A Sony Ericsson anunciou um novo celular que tem como principal característica o design. O Jalou tem formado de jóia, tem flip e visor externo. Os detalhes do aparelho são feitos em ouro 24 quilates.
A edição especial tem a marca Dolce&Gabbana e chega ao mercado no último trimestre do ano. Porém, essa data prevê os mercados dos EUA e dos principais países europeus apenas.
Quanto às especificações, o celular tem câmera de 3.2 megapixels, mp3 player, Bluetooth, A-GPS, que só funciona nos EUA, e 3G. Não há preço definido.

Apple descarta falha na fabricação de iPhones que explodiram

A Apple negou nesta sexta-feira passada que as várias explosões das telas de seu telefone iPhone registradas na França nas últimas semanas se devam a um defeito de fabricação e as atribuiu a uma "pressão externa" exercida sobre o aparelho.
Até hoje não houve qualquer incidente relacionado com um sobreaquecimento da bateria do iPhone 3GS e o número de casos que estamos investigando chega a menos de dez", explicou o grupo americano em um comunicado transmitido à AFP pelo diretor de comunicação da Apple na Europa.
"Os iPhone com a tela quebrada que analisamos mostra, no momento, em todos os casos, que as fissuras foram causadas por uma pressão externa exercida sobre o iPhone", acrescentou.
Na França foram registrados recentemente várias explosões da tela dos iPhone, o que motivou que as autoridades deste país a abrir uma investigação.
Segundo as cifras da Apple, foram vendidos no mundo 26 milhões de unidades de seu famoso telefone.

Fonte: www.terra.com.br

NEC, Casio e Hitachi podem fundir operações com celulares

As japonesas NEC, Hitachi e Casio Computer estão em negociações para unificar suas abatidas operações com celulares, na tentativa de reduzir custos de desenvolvimento em uma mercado saturado, disseram quatro fontes nesta sexta-feira.
Uma fusão ajudará Hitachi e Casio a diminuírem exposição dos grupos ao competitivo mercado de celulares e pode causar mais consolidação entre as fabricantes do Japão, que se arrastam em um mercado abarrotado e em retração.
Contudo, fusões entre negócios de celulares deficitários não significarão crescimento, alertou um analista.
"A consolidação significará na melhor das hipóteses que esses fabricantes de celulares continuarão em pé", disse Michito Kimura, analista da empresa de pesquisa IDC, que prevê que o mercado japonês de celulares despencará 20 por cento em 2009 pelo segundo ano consecutivo e permanecerá estável no próximo ano.
O jornal Yomiuri informou que a NEC, terceira maior fabricante de celulares do Japão, pode separar sua divisão de celulares para juntá-la com uma joint-venture existente entre a Hitachi e a Casio, assumindo uma fatia majoritária na nova instituição.
A fusão pode ser limitada às operações de desenvolvimento de celulares e não incluir produção, segundo fontes próximas do assunto.
As ações da Casio saltaram 8,5% nesta sexta-feira, atingindo o maior patamar em quase 11 meses, enquanto as da Hitachi subiram 1,6% e as da NEC 0,6%.
O mercado de celulares do Japão está despencando e fabricantes de aparelhos ainda precisam lutar com custos de desenvolvimento estimados em aproximadamente 10 bilhões de ienes (US$ 107 milhões) por nova unidade no mercado tecnologicamente mais competitivo do mundo.

Fonte: www.terra.com.br

Panasonic trará as melhores TVs do mundo para o Brasil.

Essa foto não faz justiça, mas acredite: o azul-radioativo do Dr. Manhattan nunca me pareceu tão azul quanto nessa TV da Panasonic, proclamada por quem entende do assunto como a melhor TV de todas com seus pretos pretos, tipo buraco-negro pretos. Fui convidado e testei em primeiríssima mão essa belezinha, conhecida carinhosamente por TH 65VX100, que chega ao mercado brasileiro (para poucos) até o fim do ano. A empresa japonesa, que com a saída da Pioneer do mercado virou a favorita absoluta dos videófilos, tem outra TV de Plasma na manga para o público mais exigente: a finíssima TC P54Z1, que além de consumir bem menos eletricidade e ter um painel anti-reflexivo, recebe o sinal de alta-definição sem fios. Tipo mágica, saca? Fotos e mais impressões em mais.
Antes que eu me esqueça e para quem não sabe: as boas TVs de Plasma (caso das duas) têm a melhor imagem e o melhor contraste (em resumo: são melhores), não importa o que aquele vendedor do Extra com seus truques de luzes diga. Então vamos direto às novidades dos dois modelos que a Panasonic quer trazer especificamente para o público de nicho.
A TH 65VX100 tem 65 polegadas e usa uma versão melhorada do painel das celebradas Pioneer Kuro. O contraste estático (real) é 60.000:1. Para efeito de comparação, um bom monitor de PC tem taxa de 3.000:1. Há um modo que simula muito bem os 24 fps de filmes em blu-ray e a qualidade de imagem, de forma geral, é absurdamente rica. Se você não gostar dos perfis de fábrica, há uma quantidade enorme de ajustes de cor possíveis. Dá para gravar na memória da TV 16 padrões diferentes, que você pode nomear, tipo paleta Speed Racer sem epilepsia.
Na parte de trás há um esquema que o dono pode escolher e trocar as conexões (que ficam viradas para baixo, ótimo para pregar na parede), então a TV pode ter 5 HDMIs, 2 entradas de PC, ou 3 vídeo-componentes, a gosto e necessidade do freguês (detalhe na galeria). A VX100 é um monitor, o que significa que ela não tem alto-falantes embutidos. Também, por R$ 32 mil (preço estimado quando vier), supõe-se que o dono tem um home-theater decente. É, pois é, ela custa R$ 32 mil. Pelo preço, pra mim e para muitos, é de fato a TV dos sonhos (do tipo que só fica nos sonhos).
Por R$ 24 mil, a TC P54 Z1, de 54 polegadas, é bem mais acessível. Comparativamente. Na real ela me deixou até mais impressionado. A assessoria da Panasonic me deixou levar coisas para testar, e como o PS3 não coube na mochila, levei o Blu-ray do Watchmen mesmo.

domingo, agosto 30, 2009

Confira modelos de smartphones básicos para iniciantes


Telefones celulares com teclado são cada vez mais populares, mas nem todo mundo tem dinheiro sobrando para comprar um aparelho topo de linha por R$ 2.399, como o recém-lançado Nokia N97, que tem tela sensível ao toque e um teclado integrado. Selecionamos alguns modelos que dão o pontapé inicial nessa categoria - ou pelo menos quebram o galho na hora de acessar e-mails de qualquer lugar.
Dois modelos são os que mais têm cara de "smartphone" nesta lista: Nokia E63 e Motorola Q11, ambos com design bastante parecido. O E63, da fabricante finlandesa, tem um modo de personalização da tela inicial, que se alterna em um modo "pessoal" e um de "escritório". Tem conectividade 3G, Wi-Fi e Bluetooth e integração com e-mails corporativos (Microsoft Exchange). O E63 é vendido pelo preço sugerido de R$ 999, em média.
Já o Q11 roda o sistema Windows Mobile, da Microsoft, não tem 3G (usa conectividade EDGE, mais lenta) e oferece GPS (consulte a operadora na questão dos mapas, já que existem duas versões desse aparelho à venda no mercado brasileiro) e uma câmera de 3 megapixels. O sistema tem integração com serviços da Microsoft, como Hotmail e Windows Live. Também sai pelo preço sugerido de R$ 999.
Os outros dois modelos são o que há de mais básico para acessar e-mails, mensagens instantâneas e internet no celular: LG GT360 (Messenger) e Samsung Scrapy. O LG Messenger é um aparelho GSM/EDGE com tela de de 2,4 polegadas (resolução 240 x 320) sensível ao toque para discagem (e apenas nessa função). Abaixo da tela se esconde o teclado QWERTY. Com câmera de 2 megapixels, tocador de MP3 e rádio FM, além de cartão de memória de 1 GB, o Messenger também acessa serviços da Microsoft, como o Live Messenger e Hotmail. Sai pelo preço sugerido de R$ 599.
O Scrapy segue um design parecido, com configurações similares: acesso à internet via EDGE, 512 MB de memória no cartão, tocador de música, Bluetooth e também acesso a serviços como Hotmail e Live Messenger, além de e-mails e internet. Está à venda por um preço médio de R$ 649.
Ainda na faixa dos "celulares básicos do teclado" entra o novo Motorola MotoCubo A45 Eco, que começa a ser vendido em setembro. O modelo EDGE, produzido com materiais reciclados, tem câmera de 2 megapixels, tocador de MP3 e FM, com cartão de memória de 2 GB.
Apesar de ser bastante básico, tem aplicativos nativos para redes sociais (Facebook e Orkut) e e-mails, mensagens instantâneas e SMS. Vai custar R$ 549, preço que pode variar de acordo com a operadora e o plano de dados escolhido.

Fonte: www.terra.com.br

Gizmodo testa celular Motocubo "feito para o Brasil"


Uma câmera de 2MP, sem 3G, sem Wi-Fi, sem GPS ou touchscreen. Esse é o Motocubo, lançado com toda pompa mundialmente pela Motorola hoje, aqui em São Paulo. E é nesse celular bem limitado que a empresa que precisa se reinventar aposta muitas fichas. Vai dar certo? Por R$ 549, desbloqueado, com uma interface incrivelmente amigável para redes sociais, truques para usar o mínimo de banda possível e teclado QWERTY, há uma boa chance de isso ser um sucesso. Porque, amiguinhos, estamos no Brasil. E às vezes faz bem olhar o que o público quer e está consumindo.

A grande sacada do Motocubo (que é outro poliedro, mas não um cubo) é melhorar a interface do usuário. Ele roda no OS proprietário da Motorola e tem botões dedicados ao SMS ou ao browser (o Opera pré-instalado). Aparentemente tudo foi pensado para que a pessoa dê o mínimo de cliques possíveis para conseguir o que quer.
A Motorola lançou o novo celular MotoCubo A45 Eco, modelo com teclado QWERTY deslizante e acesso rápido a rede sociais como Orkut e Facebook.
O aparelho, com design quadrado, é o segundo modelo da operadora feito com materiais reciclados. O MotoCubo vem com câmera de 2 megapixels, tocador de MP3 e rádio FM com RDS. O armazenamento de músicas e fotos pode ser feito no cartão de memória de 2GB que vem com o A45, expansível a 32 GB.
Além de atalhos para Facebook e Orkut, o MotoCubo A45 vem com aplicativos do Last.fm, Midomi, Google Maps e jogos (The Sims 2 e Spore). O aparelho será vendido a partir de setembro, pelo preço sugerido de R$ 549, que pode variar de acordo com a operadora.

Nokia lança o N900, seu novo internet tablet

A Nokia atualizou nesta quinta sua linha de internet tablets com o anúncio do modelo N900, o primeiro da linha com recursos de celular. Movido a Maemo, sistema operacional baseado em Linux, o N900 é definido pela fabricante como um equipamento portátil que "oferece a mesma experiência de um PC".
O N900 oferece uma configuração com processador ARM Cortex-A8, com 1 GB de memória e aceleração de vídeo OpenGL ES, câmera de 5 megapixels, GPS, rádio FM e 32 GB de armazenamento interno com possibilidade de expansão com cartões micro SD. Sua tela, sensível ao toque, tem resolução WVGA e esconde abaixo dela um teclado QWERTY completo.
Na parte de comunicações, o N900 também é um celular 3G e tem Wi-Fi e Bluetooth integrados. Os tablets anteriores da Nokia, como o N800 e o N810, tinham apenas Wi-Fi e não eram celulares.
O navegador de internet do N900 é baseado na tecnologia do browser Mozilla, com compatibilidade com Adobe Flash. O N900 será lançado, segundo a Nokia, em "mercados selecionados" a partir de outubro, pelo preço sugerido de 500 euros.


Sharp lança computador de bolso movido a Linux


Entre 2002 e 2006 a Sharp lançou uma linha de PDAs da família Zaurus baseados em Linux, com uma mistura do sistema operacional Embedix, da Lineo, e o ambiente gráfico Qtopia, da Trolltech. Apesar de despertar bastante interesse, especialmente entre os desenvolvedores e entusiastas do Software Livre, as máquinas não foram um sucesso de vendas e a linha foi descontinuada. Mas a Sharp não se esqueceu do Pinguim, e o mais novo produto anunciado no Japão é um flashback à primeira metade da década.
O NetWalker PC-Z1 é um MID (Mobile Internet Device) baseado em um processador Freescale i.mx51 (baseado na arquitetura ARM) rodando a 800 MHz, acompanhado por 512 MB de RAM e 4 GB de memória flash, com um monitor LCD de 5 polegadas com resolução de 1024 × 600 pixels, a mesma usada na maioria dos netbooks com telas de 9 ou 10 polegadas.
A diminuta máquina (mede 6,14×10,87×1,97 cm e pesa apenas 409 g) tem interface Wi-Fi 802.11 b/g e uma bateria (não removível) que segundo o fabricante tem autonomia de 10 horas. O sistema operacional é uma versão customizada do Ubuntu, com um "menu inicial" com ícones grandes na tela que facilitam o acesso aos programas mais comuns mesmo com o diminuto teclado. Um sistema de bolso movido a Linux com teclado QWERTY? Onde já vimos isso antes¿ claro, no Zaurus CL-3000, da própria Sharp.
Vale lembrar que o único MID de sucesso mundial, embora também possa ser classificado como netbook, é o Vaio P, da também japonesa e rival Sony, pesando 620g.
Infelizmente a Sharp não tem planos oficiais para lançar o NetWalker fora do Japão, onde o portátil chega às lojas em 25 de setembro com preço sugerido de 45 mil ienes, o equivalente a R$ 910.

Fonte: www.terra.com.br

Computador vai substituir nariz humano em usina nuclear

Muitos das centenas de trabalhadores na usina nuclear Shearon Harris, em New Hill, Carolina do Norte, se ocupam de tarefas de alta tecnologia como calibragem de equipamento, monitoração de campos radiativos ou controle do reator. Mas há três funcionários de plantão 24 horas ao dia para uma função que poderia ter vindo de outro século.
Eles farejam fumaça. Caminham quilômetros a cada dia, subindo e descendo escadas e percorrendo vastos corredores e passagens estreitas, visitando os pontos mais sensíveis pelo menos uma vez por hora para garantir que não tenha surgido um incêndio.
"Estou em ótima forma, talvez a melhor de minha vida", diz Timothy Baldwin, 33 anos, que é vigia de incêndio na usina há quatro anos e diz percorrer 20 km diários, incluindo 60 lances de escadas, e gastar as solas de três pares de tênis ao ano.
Mas a Shearon Harris deseja eliminar cargos como o de Baldwin, e a Comissão Regulatória Nuclear compartilha desse desejo. A comissão, que regulamenta todas as atividades nucleares dos Estados Unidos, recomendou que as usinas nucleares adotem método mais sistemático de avaliar riscos de incêndio - com o uso de um programa de computador.
O novo método permite avaliar todos os cantos da usina, centenas de quilômetros de cabos elétricos e dezenas de bombas e válvulas motorizadas.
A comissão quer que essa abordagem substitua suas regras originais, que dispõem procedimentos estritos sem abrir espaço a análise, disse John Grobe, diretor associado de sistemas de engenharia e segurança, na organização.
Grobe diz que a meta é criar regras "mais informadas" para o caso de incêndio, concentradas em locais e sistemas específicos e igualmente importantes para os funcionamentos dos outros 104 reatores nucleares para geração de eletricidade em uso nos Estados Unidos.
Em todo o país, as usinas agora podem escolher entre manter os padrões atuais de segurança contra incêndio da comissão ou adotar a nova abordagem de gestão de riscos. Até o momento, informa a comissão, 51 das 104 optaram pelo novo método. A Shearon Harris concluirá a transição em novembro de 2010, diz J. Anthony Maness, superintendente de grandes projetos na usina.
Antes de março de 1975, quando um incêndio no complexo nuclear de Browns Ferry, controlado pela Tennesse Valley Authority, ameaçou negar aos operadores todo o contato com as bombas e válvulas necessárias a controlar a usina, as autoridades regulatórias do setor nuclear não viam incêndios como séria preocupação.
Mas aquela conflagração, a única ocorrida até hoje no setor nuclear norte-americano, poderia ter resultado em derretimento do núcleo atômico da usina. Mesmo assim, nas décadas seguintes os avanços em termos de controle de incêndio foram modestos.
Uma das primeiras soluções foi instalar barreiras contra o fogo com resistência teórica de três horas. Mas posteriormente foi provado que elas falhavam antes do prazo suposto.
As usinas tentaram compensar usando vigias como Baldwin, e outros funcionários encarregados de correr a determinados postos e operar bombas e válvulas manualmente, caso os cabos elétricos que as conectam ao posto de controle se queimem em um incêndio.
"O problema nunca foi resolvido a contento", diz Gregory Jaczko, que assumiu em meio a presidência da Comissão Regulatória Nuclear e deu prioridade à proteção contra incêndio.
Nos anos posteriores ao incêndio em Browns Ferry, causado por um eletricista que estava usando uma vela para localizar um vazamento de ar, a comissão impôs algumas regras bastante específicas, As usinas já contam com sistemas duplicados, mas a comissão decidiu que os cabos da sala de controle às bombas alternativas teriam de seguir rotas diferenciadas, e ficar separados por uma determinada distância ou barreira antifogo.
Algumas usinas seguiram as regras à risca, e outras, como a Shearon Harris, foram autorizadas a continuar operando se adotassem medidas compensatórias, como patrulhas de incêndio ou formação de equipes para controle manual de válvulas e bombas, em caso de incêndio. A adoção do novo método de análise de risco é recebida positivamente pelo setor mas não por alguns de seus críticos.
Edwin Lyman, cientista sênior da Union of Concerned Scientists, grupo que protege a segurança ambiental, diz que os analistas poderiam nem sempre antecipar a gama plena de riscos em uma dada usina.
"A abordagem que a comissão deseja é usar a varinha de condão da análise de riscos, para remover muitas das regras atuais de segurança", afirma. Para ele, estimar o risco de um evento capaz de causar incêndio é difícil, porque o histórico de incidentes desse tipo é mínimo. "Precisamos de uma ¿defesa em profundidade¿ para compensar aquilo que não sabemos", ele afirmou, tomando de empréstimo a expressão que o setor nuclear emprega para promover suas regras padronizadas de segurança.
Mas Jaczko afirma que está encorajado por tantas usinas optarem pela análise de riscos, em lugar de se apegarem aos padrões atuais. A proteção contra incêndios "é uma daquelas questões perenes que precisam enfim ser resolvidas".

Fonte: www.terra.com.br

Nokia planeja lançar serviço móvel bancário em 2010

A Nokia anunciou nesta quarta-feira que deve lançar um serviço móvel bancário no próximo ano, com foco em consumidores, sobretudo de mercados emergentes, que têm um telefone mas não possuem conta corrente.
Conforme a Nokia, o serviço Nokia Money está baseado em uma plataforma móvel de pagamento da Obopay, empresa na qual a companhia efetuou um aporte no início do ano e que agora está construindo uma rede de agentes.
O anúncio corresponde à mais recente iniciativa da Nokia para diversificar seus negócios, à medida que as vendas globais de aparelhos passaram de fracas, nos últimos anos, para em contração devido à recessão.
De acordo com o centro de pesquisa americano Grupo Consultivo de Assistência aos Pobres (CGAP, na sigla em inglês), o mercado de serviços bancários móveis para pessoas pobres nos países emergentes deve passar de zero a US$ 5 bilhões até 2012.
A Nokia não anunciou qualquer parceria com instituições financeiras ou operadoras, afirmando apenas que o Nokia Money deve ser introduzido gradualmente para mercados selecionados já no início de 2010.
O sistema da Obopay, que utiliza mensagens de texto e acesso móvel à internet, cobra dos usuários uma tarifa para transferências de dinheiro.

Fonte: www.terra.com.br

sábado, agosto 29, 2009

Empresa confirma lançamento de netbook com tela de toque




Nós ouvimos falar que a MSI poderia lançar um netbook touchscreen com a nova geração da plataforma Pine Trail Atom da Intel, e ela vai mesmo. De acordo com a MSI, o novo chipset Atom está planejado para ser oficialmente lançado na CES.
No entanto, a Intel nos diz que ainda não bateu o martelo sobre o lançamento do Pine Trail, apenas mantendo que irá enviar os produtos aos clientes até o final do ano. A MSI espera ser a primeira a trazer netbooks Pine Trail ao mercado, incluindo o seu conversível U150 de 10" com Windows 7.
De qualquer modo, quanto antes ganharmos um novo Atom, melhor (tenha em mente que a próxima geração da popularíssima plataforma vai mesclar a CPU e o GPU no mesmo chip). De acordo com Andy Tung, da MSI, o Pine Trail está resultando em performance gráfica melhorada e ao menos 20% de melhoria no consumo de energia.
Nós esperamos que a máquina, com sua tela de toque resistiva, se saia melhor que o ASUS Eee PC T91. Se bem que o fato da tela não ser capacitiva e não ter multitouch significa que não haverá suporte aos truques bacanas do Windows 7 para interfaces de toque.
Antes de aceitar o seu toque, porém, a MSI vai lançar o Wind U210, de 12", que, assim como o recente Gateway LT3100, usa a plataforma Yukon da AMD em vez da Atom. A MSI vai oferecê-lo em dois pacotes diferentes, incluindo um com Windows XP, 1GB de RAM e 160GB de disco rígido por US$ 379 e outro com Vista Premium por US$ 429. O U210 estará disponível nos EUA nas primeiras semanas de setembro.

Fonte: www.terra.com.br

Lançado "PC verde" que gasta menos energia


Computadores pessoais por assinatura não são novidade, e nunca foram idéia popular, mas Gregoire Gentil e Alain Rossmann acrescentaram um toque ecológico ao conceito. Neste trimestre, os dois começaram a vender um computador acionado por uma versão simplificada do sistema operacional Linux, ao preço de US$ 99 e mais uma taxa mensal de US$ 12,295. Eles dizem que a oferta é melhor do que parece porque o computador de 15 watts pode resultar em até US$ 10 de economia na conta mensal de eletricidade, se comparado a um computador normal, de 20 watts.

A empresa que eles criaram se chama Zonbu, e o computador Zonbu será vendido por meio do site www.zonbu.com. Os criadores da empresa dizem que a máquina representou a melhor certificação possível do Green Electronics Council, uma organização sem fins lucrativos que criou um padrão de classificação de produtos conhecido como Electronic Product Environmental Assessment Tool (Epeat, ou ferramenta de avaliação ambiental de produtos).
A designação tem por objetivo ajudar os consumidores a realizar escolhas informadas na compra de equipamentos de computação, e encorajar os fabricantes de eletrônicos a construir produtos que propiciem maior eficiência energética e exerçam menor impacto sobre o meio-ambiente.
A Zonbu anunciou que seu produto seria o primeiro computador de mesa a receber a classificação ouro. O computador tem o tamanho de uma caixa de charuto e usa um microprocessador da VIA Technologies, de Taiwan. A máquina vem equipada com quatro gigabytes de memória flash em lugar de um disco rígido, uma peça mecânica giratória que consome boa parte da energia de um computador pessoal. O computador tampouco está equipado com um ventilador, outro componente que usa muita energia.
O computador Zonbu também usa uma versão Gentoo do sistema operacional Linux, e virá equipada com diversos aplicativos, como o browser Mozilla Firefox, o serviço Skype de telefonia via Internet, o pacote de escritório OpenOffice e muitos jogos. Outros 25 gigabytes de espaço online gratuito para armazenagem estão disponíveis, e os usuários poderão adquirir mais espaço caso necessitem.
Gentil, presidente-executivo da empresa e engenheiro de computação formado pela Universidade Stanford, disse que a idéia para a empresa lhe ocorreu devido à frustração que sentia quanto à necessidade de prover extensa assistência técnica aos vários computadores de sua família, em Paris.
"O Windows o computador do meu pai travava toda hora", disse Gentil. Isso fez com que ele e Rossmann, ex-executivo da Apple que participou da criação de diversas empresas no Vale do Silício, decidissem estudar a possibilidade de criar um computador com jeito de eletrodoméstico, dirigido a consumidores com parco conhecimento de computação.
Os dois acreditam que seja possível vender o computador da mesma maneira que celulares são comercializados, com subsídio ao custo do hardware a ser compensado com base na taxa mensal de serviço.
"O mercado que procuramos é o do segundo computador doméstico", disse Gentil. "Se você quer uma máquina para as crianças ou a cozinha, a nossa é boa candidata".
A Zonbu tem sede em Menlo Park, Califórnia. O sistema vem sem teclado, mouse e monitor, que a empresa venderá como opcionais. O grupo planeja vender uma versão sem taxa de serviço, dirigida a criadores de software para o Linux, por US$ 250, para que eles criem mais aplicativos dirigidos ao Zonbu.
O sistema operacional Linux, no passado domínio dos entusiastas da computação, amadureceu a ponto de se tornar alternativa comercial viável ao Windows e ao Macintosh, disse Gentil.


Chega ao mercado bateria para notebook mais durável e ecológica

HP comercializa baterias que duram três anos e recarregam em 30 minutos
Por Stella Dauer
Foram iniciadas as vendas da Sonata, bateria da empresa Hewlett-Packard que prometem manter sua capacidade total por três anos mesmo com recargas constantes, noticiou o site CNET . Baterias comuns têm um decréscimo em sua capacidade de carga com alguns meses de uso contínuo.
Além da alta durabilidade, as novas baterias também têm um tempo de recarga muito menor do que o das baterias convencionais disponíveis no mercado, estando prontas para uso em apenas 30 minutos. Pertencentes à série de produtos “Enviro” (redução de Environment, ambiente em Português), as baterias Sonata foram fabricadas pela empresa Boston Power.
E por estarem tão confiantes da capacidade de seu produto, a Boston Power está oferecendo três anos de garantia pelas baterias, muitas vezes um tempo maior do que a garantia do próprio notebook. Por serem mais duráveis, sua freqüência de substituição será muito menor, produzindo menos lixo eletrônico no planeta. O fato de utilizarem menos produtos químicos e aplicarem múltiplos controles protetores também tornam o produto mais “verde”, com selo de certificação ecológica.
A bateria está disponível para 10 modelos de notebooks da HP, mas os usuários de Mac também poderão comprar o produto, que será vendido como uma bateria externa para o MacBook e MacBook Pro. De acordo com o site TG Daily a Quickertek, distribuidora do produto para a Apple, informou que a Sonata permite entre oito e doze horas de independência para os notebook da empresa.
De acordo com o site Übergizmo , o preço inicial das baterias é de US$ 149,00, e podem ser encontradas no endereço tinyurl.com/hpsonata .
http://www.geek.com.br/

Fonte: www.yahoo.com.br

Tecnologia quer se tornar mais ecológica

A preocupação com o meio ambiente está crescendo, mas esse interesse nem sempre produz sistemas que identifiquem os produtos fabricados sob critérios ecológicos, como o baixo consumo de energia ou a fácil reciclagem ao final de sua vida útil. Os setores de bens eletrônicos de consumo e de informática são um exemplo do problema, e continua a ser difícil identificar de forma clara os produtos mais ecológicos. A sinalização é confusa e não existem etiquetas válidas para todo o setor e que ofereçam informação imparcial. Os consumidores que procuram a pista ecológica no enorme catálogo de produtos de tecnologia, como televisores, aparelhos de MP3 ou celulares, encontram muitos números, que podem resultar em confusão.
Fabricação. Por enquanto continua impossível fabricar de maneira completamente ecológica um produto de tecnologia. Mas ainda assim faltam etiquetas oficiais e de uso obrigatório que ofereçam informação realista sobre cada aparelho. ¿Não existe uma etiqueta que explique claramente ao consumidor até que ponto o processo de produção de um bem é ecológico. Não é um tema simples, mas será preciso tratar da questão, se desejamos consumo mais responsável¿, diz Gemma Lolins, professora de engenharia química e especialista em meio ambiente da Universitat Politècnica de Catalunya. O que existe de mais próximo a esse conceito são etiquetas como a "Ecolabel" e marcas assemelhadas.
O problema é que seu uso é voluntário, os níveis de exigência de cada uma delas são diferentes e ainda não conquistaram grande popularidade, porque cumpri-las e obter o certificado acarreta custo adicional para as empresas. Muitas companhias preferem substitui-las por etiquetas próprias, informando que as telas ou soldas não contêm chumbo, por exemplo. A informação tem valor, mas não é confirmada por organismos independentes. Da mesma forma, alguns fabricantes afirmam cumprir a norma ISSO 14.001, de gestão ambiental. É um bom cartão de visitas genérico para uma empresa, mas não significa que seus produtos sejam ecológicos.
Consumo de energia. Quanto a essa categoria de dados, há mais informação disponível, ainda que não em volume suficiente para garantir que os produtos comprados respeitem o meio ambiente. Alguns produtos de informática adotam o padrão Energy Star, mas outros aparelhos eletrônicos não dispõem de um indicador comum. O mesmo se aplica aos televisores de telas planas ¿mais de seis milhões deles foram vendidos na Espanha nos últimos três anos-, cujo consumo de energia é à priori superior, já que empregam telas muito maiores do que os aparelhos convencionais.
Alberto Sanz, responsável pela comunicação da Panasonic, explica que é difícil unificar os critérios. "Como se pode aplicar diversos métodos e padrões à medição do consumo de energia, cada produtor adota os que lhe sejam mais favoráveis. Existem esforços de unificação de critérios, mas o processo vai demorar".
A etiqueta Energy Star, que indica economia de energia, tem sido usada em computadores, impressoras e similares. "É um indicador útil, e o consumidor deve levá-lo em conta na aquisição. O padrão Energy Star analisa os equipamentos tanto em funcionamento quanto em standby, e isso é importante porque muitos equipamentos passam horas nessa segunda condição, e continuam consumindo ao fazê-lo", diz Anna Navarro, diretora de atendimento ao cliente da Epson.
Reciclagem. Outra causa de confusão, apesar da existência de um símbolo de identificação que é usado em quase todos os eletrônicos. O problema é que o símbolo significa apenas que os aparelhos são produtos de coleta seletiva. O usuário, na hora de descartar o aparelho, teria de levá-lo a um ponto de coleta ou à loja em que o adquiriu. O uso do símbolo não custa nada aos fabricantes, e não implica nenhuma obrigação da parte deles.
De acordo com Íñigo Nuñez, porta-voz da fundação Ecolec, "qualquer um pode usá-lo, e o símbolo não indica que o fabricante que o utiliza assume a responsabilidade econômica pela reciclagem do aparelho, como a lei dispõe. Alguns o fazem, outros não. Há empresas e importadores que usam o símbolo sistematicamente mas não cumprem essa obrigação".

Fonte: www.terra.com.br

sexta-feira, agosto 28, 2009

Barraca solar lidera lista de gadgets ecológicos


Uma barraca para acampamento que utiliza energia solar, um aspirador manual e um automóvel a hidrogênio são algumas das invenções ecológicas mais interessantes da atualidade, segundo a jornalista especializada em temas ambientais Lucy Siegle.

A britânica, que trabalha para a BBC, foi entrevista pela rede de notícias americana CNN sobre seu projeto "Eco Solutions". A jornalista listou os "gadgets mais verdes", de acordo com seus critérios.
Lucy destacou invenções como as barracas que utilizam energia solar. Trata-se de um conceito desenvolvido pela empresa Orange, que combina uma tela fotovoltaica e um sistema de regulação de calor. Além disso, as barracas possuem um sistema de localização por meio do celular. O usuário envia um SMS e a barraca se ilumina, evitando perder-se em uma área de camping.
Outro gadget destacado é o fit-PC2, um dos menores computadores de escritório já desenvolvidos e, segundo seus criadores, capaz de utilizar 90% menos energia do que uma máquina tradicional.
Um pequeno aspirador de mão também foi incluído na lista de Lucy. O aparelho, desenvolvido pela Dyson, possui alta tecnologia que permite limpar a poeira das superfícies e do ar com uma eficiência energética de 97%.
Outro produto destacado é o automóvel Riversimple, que funciona com hidrogênio. A tecnologia está sendo desenvolvida no Reino Unido e pretende ser uma alternativa para os motoristas.
O último item da lista é uma lâmpada de escritório da Ikea, carregada apenas com luz solar. Segundo Lucy, por cada unidade vendida, a empresa destina o mesmo valor a uma criança do terceiro mundo que precisa estudar à noite.


PC de papelão é finalista em concurso de gadgets "verdes"


Nova York a Green Gadgets Conference 2009, que vai reunir empresários, designers e visionários para dicutir o futuro da sustentabilidade para a indústria de eletrônicos de consumo. A conferência também vai premiar os melhores gadgets "verdes", escolhidos por internautas.

Serão escolhidos dez dos 50 finalistas, que podem ser votados no site da competição, disponível pelo atalho http://tiny.cc/gXsd3. Os premiados receberão US$ 3 mil. Os votos serão aceitos até o dia 20.
Um projeto que tem chamado bastante a atenção é o Recompute, do americano Brenden Macaluso. O PC é feito de 12 placas de papelão, que formam uma estrutura resistente e totalmente adaptável às saídas normais de um computador. São três componentes eletrônicos pincipais: uma placa-mãe com processador e memória, fonte de energia e disco rígido. A idéia é que o usuário aproveite hardware já existente, como um teclado de outro computador, por exemplo.
O designer tcheco Petr Novak apresenta a Move Your Energy, uma cadeira de balanço tecnológica com uma lâmpada LED, específica para leitura, integrada. Um mecanismo cinético faz com que o movimento da cadeira produza energia para acender a lâmpada.
Um projeto inusitado é o D.I.Y. Light Electric Vehicle, do americano Scott Gibson, tem propósito educacional e serve como inspiração para atitudes ecológicas. O sistema solar móvel é feito a partir de reboques para bicicletas e pode ser transportado facilmente para eventos que reúnem muitas pessoas.
Blight é uma persiana que converte luz solar em energia elétrica. O projeto, do designer belga Vincent Gerkens, consiste em absorver a luz durante o dia e liberá-la à noite.
Outra proposta é o BugPlug, da polonesa Kamil Jerzykowski. O gadget ajuda a economizar eletricidade prevenindo o consumo acidental ou desnecessário, com um sensor de movimento embutido que desliga todos os aparelhos conectados quando não detecta nenhum movimento.
Criada pelo alemão Felix Stark, a Bulb 2.0 é uma lâmpada fluorescente, que consome menos energia que as tradicionais, cujo diferencial para atrair os consumidores é o design.
Para votar ou apenas conhecer todos os finalistas, acesse http://tiny.cc/gXsd3.


Gigantes de computadores querem PC "verde"


O Google e a Intel estão apoiando uma iniciativa gigantesca para reduzir emissões de dióxido de carbono. O plano ambicioso cria uma meta para que indústrias do setor reduzam a quantidade de energia consumida por computadores até 2010. As expectativas são de que o esquema corte emissões em 54 milhões de toneladas por ano - o equivalente a 11 milhões de carros ou 20 usinas de energia movidas a carvão, dizem representantes das empresas envolvidas.

Entre as companhias que participam da campanha estão Hewlett-Packard, Lenovo, Dell e Microsoft. Acredita-se que o efeito provocado por computadores e equipamentos relacionados sobre o meio-ambiente seja comparável ao da indústria da aviação.
"Até 2010, vamos dar um passo significativo na direção de reduzir as emissões que afetam o nosso planeta", disse Pat Gelsinger, vice-presidente do grupo de empreendimentos digitais da Intel.
Preços Mais AltosEle calcula que usar tecnologias mais eficientes no gasto de energia tornaria computadores cerca de US$ 20 mais caros. Servidores custariam por volta de US$ 30 a mais.
Estes custos, no entanto, seriam compensados por cortes nas contas de luz. A idéia é que as autoridades sejam encorajadas a oferecer descontos a consumidores que comprarem os coputadores "verdes".
Fabricantes que concordaram em participar do programa vão desenhar, produzir e vender equipamentos que respeitem em até 80% o padrão Energy Star, estabelecido pela Environmental Protection Agency, a agência de proteção ambiental dos Estados Unidos. Esse porcentual deve subir para 90% em 2010.
A iniciativa é parte do programa ambiental Climate Savers, da entidade World Wildlife Fund, cujo objetivo é ajudar companhias a reduzir emissões de gases associados ao efeito estufa.
Outras empresas que deram apoio inicial ao projeto são Yahoo, Hitachi e Sun Microsystems.
Além dos benefícios ambientais, o co-fundador do Google, Larry Page, disse que a iniciativa poderia também melhorar os computadores, tornando-os mais confiáveis e silenciosos.
Nesse meio-tempo, na Grã-Bretanha, o governo criou um grupo que vai desenvolver computadores pessoais que usem 98% menos energia do que modelos convencionais.


Apple começa a vender novo sistema "Snow Leopard"


A Apple começa nesta semana a vender seu novo sistema operacional Mac OS X 10.6 "Snow Leopard". O sistema, uma atualização de performance para os Macs, já está disponível em sistema de pré-vendas na loja online da fabricante, com entrega prevista para o dia 28 de agosto.

O Snow Leopard (10.6) é considerado pela Apple como um novo sistema operacional com foco na melhoria no desempenho do Mac, em vez de oferecer inúmeros novos recursos. Será o primeiro sistema da Apple a funcionar apenas nos computadores da empresa que usam processadores Intel. Até a versão anterior, o Mac OS X era compatível com sistemas que usavam chips PowerPC, mais antigos.
Nos EUA, a atualização do Leopard (10.5) para o Snow Leopard vai custar US$ 29 (licença única) ou US$ 49 (licença familiar para até cinco máquinas). O sistema completo será vendido por YS$ 169 junto com os pacotes iLife'09 (multimídia) e iWork'09 (produtividade) em licença única ou por ou por US$ 229 com cinco licenças de uso. Preços para o mercado brasileiro não foram informados ainda pela Apple.
Entretanto, a Apple Brasil colocou no seu site as regras para o programa de atualização de compradores de novos Macs. Quem adquiriu um computador novo da empresa a partir de 8 de junho poderá atualizar o sistema operacional por R$ 25, e o programa de atualização vale até o dia 26 de dezembro (mais informações em www.apple.com/br/macosx/uptodate).


Google tem idiomas originais para quem cansou do básico

Para os que querem variar no modo como fazem pesquisa no site que se tornou referência em ambientes de busca na Internet, o Google tem várias soluções "esquisitas". Caso você não tenha observado a lista de idiomas do sistema (www.google.com.br/language_tools?hl=pt-BR), existem diversas brincadeiras no meio das línguas ditas "sérias".
Os aficionados pela série de ficção científica americana Star Trek (Jornada nas Estrelas), vulgo "trekkers", por exemplo, podem aproveitar e entrar de vez no mundo alienígena fazendo suas consultas em uma interface escrita em língua klingon (www.google.com/intl/xx-klingon/), idioma falado pela raça que pregava a guerra e a honra no seriado e que ganhou diversos adeptos capazes de falar este pseudo-idioma fluentemente.
Já os mais interessados em tecnologia podem trocar a interface "careta" em português pela interface hacker (www.google.com/intl/xx-hacker/), baseada na linguagem que mistura códigos a palavras normais, freqüentemente utilizada em chats e em alguns blogs.
E quem gosta de reviver o mundo das animações e dos cartuns, duas possibilidades interessantes estão disponíveis: o Google nas confusas frases de Hortelino Troca-Letras (www.google.com/intl/xx-elmer/), o caçador gago dos desenhos do Pernalonga, ou então no idioma de Bork (www.google.com/intl/xx-bork/), o chef de cozinha imortalizado no seriado americano de bonecos, Os Muppets.
Fãs agora torcem para que o sistema crie também uma interface baseada no idioma élfico imortalizado no mundo de O Senhor dos Anéis, em alta desde que o filme foi lançado.

Fonte: www.terra.com.br

Questão ambiental é cada vez mais importante em TI

Recentemente, o Gartner apresentou seus prognósticos sobre o futuro das organizações de Tecnologia da Informação para 2008. De acordo com a consultoria, as empresas de TI começarão a levar verdadeiramente a sério a questão do meio ambiente. Um terço destas empresas vão considerar ao menos um critério ecológico entre os fatores mais importantes para decidir a aquisição de equipamentos de informática em 2009.
O Gartner destaca os 10 pontos mais importantes de uma lista de cem elementos considerados a cada ano. Inicialmente, a principal motivação corporativa não será idealista e sim orientada a reduzir os custos. Há grandes possibilidades de reduzir o impacto ambiental de equipamentos usados ao longo de seu ciclo de vida. Com o passar do tempo, as empresas vão requerer serviços para melhorar a eficiência energética de seus equipamentos e infra-estrutura, aponta o Gartner.
Antes de 2010, 75% das empresas vão considerar a economia de energia e as emissões de CO2 como critérios fundamentais para as compras de equipamentos de informática. Atualmente, a maioria dos fornecedores desconhece o nível de emissão de CO2 de seus produtos, ainda que vários deles indiquem ter começado medidas para determinar isso.
Dentro de dois anos, os fabricantes já terão determinado com clareza a questão da emissão de CO2 em seus produtos, de maneira a poder usar a informação como argumento em suas campanhas publicitárias.
A este respeito, o Gartner escreve que as grandes companhias internacionais vão exigir dos fornecedores que sejam avaliados para determinar se são ou não "verdes". As informações são do site DiarioTI.com.

Fonte: www.terra.com.br

quinta-feira, agosto 27, 2009

HP não quer consumidor decepcionado: netbook não é notebook


A HP tem um recado para quem pensa em comprar um computador que dê para levar na bolsa (ou na pasta, ou na mala, ou na mochila): netbook não é notebook. "Os perfis de usuários são muito diferentes. Enquanto o notebook pode tranquilamente substituir o PC da casa, o netbook foi criado pensando naquele público que precisa apenas de extrema mobilidade, para ler ou responder e-mails, atualizar o blog ou usar a internet", explica Anna Freitag, gerente de marketing do grupo de sistemas pessoais da HP Brasil.
Ana fez esse lembrete durante o desfile (sim, desfile, com a participação da cantora Wanessa Camargo) de lançamento do HP Mini 1190br Edição Especial Vivienne Tam, um netbook voltado para mulheres muito ocupadas (como eu) e estilosas (como eu). O modelo foi criado pela estilista Vivienne Tam, que teve como inspiração a arte chinesa. "Esse mercado de ultraportáteis é altamente promissor. O crescimento nas vendas entre esse trimestre e o próximo deve ser de 25%", contou a executiva. "Para evitar que o consumidor se decepcione, treinamos nossos consultores para que eles orientem o comprador de acordo com as suas necessidades no momento da venda."
Ah. O HP Mini 1190br Edição Especial Vivienne Tam (essa gracinha das fotos) já está à venda no Brasil, pelo preço sugerido de R$ 2.999,00. Isso mesmo. Com a seguinte configuração: tela de 10", processador Intel Atom de 1.6 GHz com 512 MB de memória cache L2, 80 GB de armazenamento, Windows XP Home, conector para redes wireless e Bluetooth. O peso é de 1,8 kg. E a estampa, antes que alguém pergunte, é de peônias, a flor que representa a China, tá?
Pelo preço a gente já percebe que não se trata de um artigo de primeira necessidade, certo? O problema vai ser você convencer sua mulher, sua namorada ou a sua mãe disso... porque ele é apaixonante. Mas não custa tentar.
P.S: O kit da última foto, com tudo combinando, não está disponível para venda aqui - foi apenas uma ação de lançamento para as Barbies lá de fora.


Dell entra na festa dos laptops meio finos e meio baratos


OK, essa tendência realmente está crescendo. A Dell lançou o Studio 14z, um laptop de US$ 649 sem drive óptico, com tela de 14” HD 16:9 e gráficos Nvidia 9400M.
Tal qual o Lenovo U350, o Studio 14z não chega a ser fino como, por exemplo, o Adamo – mas ainda assim tem uma respeitável espessura de 2-3 cm. Quanto ao desempenho, basicamente não há sacrifícios: é possível escolher entre vários processadores Core 2 Duo (mas não há opções ULV disponíveis), até 5 GB de RAM DDR3, até 500 GB de HD e duas opções de telas (1.366 x 768 ou 1.600 x 900).
A configuração de US$ 649 será meio pelada, mas mais poderosa do que a oferecida pela Lenovo, principalmente por causa do hardware gráfico menos pior. Aliás, com a Nvidia 9400M, o 14z deve oferecer desempenho melhor do que o próprio Adamo (que tem hardware de vídeo inexplicavelmente ruim) por menos de um terço do preço deste. Estranho. Mas, claro, ele não é tão bonito quanto o Adamo.

[Lifehacker] Os riscos ocultos da computação em nuvem


A cada dia, mais e mais usuários transferem as suas vidas computacionais do desktop para a nuvem e dependem de aplicativos hospedados na web para armazenar e acessar e-mail, fotos e documentos. Mas esta nova fronteira envolve sérios riscos que não são tão óbvios à maioria das pessoas.
Foto de Dyanna.
Em uma era na qual a banda larga onipresente, smartphones e usuários que lidam com múltiplos computadores e dispositivos, faz cada vez mais sentido deslocar os seus e-mails, fotos, documentos, calendário, anotações, finanças e contatos para incríveis aplicativos na web como o Gmail, Evernote, Flickr, Google Docs, Mint, etc. Mas transferir os seus dados pessoas para aplicativos hospedados na web tem as suas ciladas em potencial, riscos que se perdem neste enorme hype que gira em torno dos novos produtos “nuvem-cêntricos” como o novo SO Chrome do Google ou o iPhone.
Quando você decide deslocar os seus dados para a nuvem, tem alguns poréns que você deve ter conhecimento.

Menos proteção à privacidade sob os olhos da lei

Para fazer uma busca na sua casa ou no seu escritório (incluindo documentos armazenados no disco rígido do seu computador), pelo menos na maioria dos países decentes, os policiais precisam obter um mandado de busca. Para obter as informações que você tiver armazenado nos servidores de terceiros na web, nos EUA eles só precisam de uma citação, o que é bem mais fácil de se conseguir. Este tipo de busca também pode ocorrer até mesmo sem o seu conhecimento. Como relata o NY Times, referente à legislação vigente nos EUA:


Sony Ericsson Aino permite controlar PlayStation 3 remotamente


O Sony Ericsson Aino não é o PSP phone, mas tem o PSP Remote Play, que permite controlar o PlayStation e acessar o conteúdo de mídia do console no fone, por Wi-Fi ou pela internet. Por que diabos a Sony não fez isso antes?


Ele também tem um novo recurso chamado Media Go que automaticamente puxa mídia do PC por Wi-Fi sempre que você o coloca no recarregador – obviamente isso requer um cliente no computador, mas que seja.


Ah, sim, ele é um fone 3G GSM. Tem tela de 3”, câmera de oito megapixels com geotagging, leve editor de fotos e gravador de vídeo, Facebook, YouTube e aplicativos Google, como busca e mapas. Sai no fim do ano, provavelmente por um preço enorme, considerando todos os recursos inclusos no pacote. [Sony Ericsson]


Fonte: www.gizmodo.com.br

Impressora de bolso imprime fotos do celular


A Polaroid anunciou uma nova impressora de bolso chamada PoGo, que imprime fotos do celular ou da câmera digital diretamente no papel, sem a necessidade de usar um computador como intermediário. Basta um cabo USB ou transmissão via Bluetooth para que o PoGo receba as imagens a serem impressas.

Com peso de aproximadamente 220 gramas, o novo aparelho conta com a tecnologia Zero Ink, que coloca as fotos no papel sem o uso de tinta. De acordo com a Polaroid, a fotografia fica pronta em 60 segundos.
O lançamento do PoGo está previsto para julho nos Estados Unidos e seu preço estimado é de US$ 150 (cerca de R$ 245).


Conheça 6 gadgets caros para se divertir

O mundo da tecnologia é feito de extremos. Se existem produtos feitos para alto consumo da população, há um outro lado que produz para poucos, muito poucos. É o caso dos seis gadgets que selecionamos nesta lista - alguns deles até estão à venda no Brasil.
A TV LCD Bravia KLV-40ZX1M, da Sony, tem apenas 1 centímetro de espessura. Foi lançada no mercado brasileiro em março por um preço sugerido de R$ 25.699. Tem resolução Full HD (1920 x 1080), taxa de atualização da tela a 120 Hz (que garante imagens em movimento mais nítidas) e é um dos primeiros televisores do mercado com tecnologia LED para iluminar a parte de trás da tela.
O mundo dos celulares tem seu clube exclusivo também. O Motorola Aura, por exemplo, custa R$ 2 mil nos Estados Unidos, e tem como principal diferencial sua tela circular com 16 milhões de cores coberta por um vidro de safira de 62 quilates. Seus mecanismos foram produzidos em tungstênio e o teclado é feito em alumínio - tudo isso em uma estrutura diferente: o celular "gira" para abrir. É vendido no Brasil por preço não divulgado para um plano da operadora Tim.
Já os modelos da Vertu nem chegam ao Brasil. A marca de luxo da Nokia, vendida em quase todo o mundo, nem divulga preços, para dizer a verdade. Seu último lançamento, feito em julho em Londres, foi o Carbon Fibre Ascent Ti, um modelo feito à mão produzido em fibra de carbono, com detalhes em couro. A mesma linha de aparelhos tem outros modelos com detalhes em alumínio e cobre.
Áudio é outra área high-tech que, para ter o melhor, paga-se muito. É o caso do McIntosh MX406, um aparelho de som para o carro que custa, na Amazon.com, um preço médio de US$ 1.079. Tem um tocador de CDs, rádio AM/FM e, esperamos, uma qualidade excelente de som.
Fones de ouvido, apesar de parecerem ter um funcionamento simples e básico, podem chegar a até US$ 500 nos Estados Unidos. Selecionamos um novo fone da Bose, o QuietComfort 15 Acoustic Noise Cancelling Headphones, que tem um preço, digamos, intermediário: US$ 299,95. É daqueles modelos que reduzem o ruído ambiente e isolam o som, garantindo uma máxima experiência auditiva.
Finalmente, o iPod não é o tocador de música mais caro do mundo, mas seus sistemas de alto-falantes podem ser. O GenevaSound Home Theater, feito na Inglaterra, tem duas versões (branco ou preto) e vem com sete alto-falantes de 100 watts, um subwoofer de 12 polegadas, CD player, rádio FM e um dock para iPod ou iPhone. Por US$ 3.999, dá até para colocar a TV (ultrafina, de preferência) em cima dele.

Fonte: www.terra.com.br

quarta-feira, agosto 26, 2009

Noções básicas de TV de LCD


Se você leu ontem o Giz Explica: Noções básicas de TV de plasma e achou que seria apenas o primeiro de diversos explicadores de tecnologias de TV, adivinhou certo. Parabéns! Você ganhou....o Giz Explica de hoje: TVs de LCD. Estes pequenos paineis estão no seu telefone, na sua mesa e talvez você esteja buscando um para o seu home theater também. Eis os básicos:
Bom, pra começar, LCD significa liquid crystal display, ou display de cristal líquido (novamente, vamos manter as coisas simples). Basicamente, a parte do cristal líquido é um gel que fica em frente a uma luz traseira ou – no caso dos paineis mais antigos como os encontrados em Game Boys até meados de 2003 – um painel refletivo (você se lembra daqueles acessórios tosquinhos de iluminação?). O gel é dividido em um monte de pixels separados que podem ser acesos individualmente. LCDs coloridos são um tanto mais complicados, compostos de subpixels vermelhos, azuis e verdes que se combinam para criar pixels com uma gama completa de cores. Só pra dar um pouco mais de tecnicalidades, a maior parte dos LCDs por enquanto é do tipo thin-film transistor (TFT), então a camada de controle é embutida dentro do próprio painel em vez de ficar pra lateral. Isto proporciona melhor estabilidade de imagem e outros benefícios.
Um dos problemas dos LCDs e o motivo pelo qual as plasmas têm vantagem na exibição de pretos é que a camada de cristal líquido não é opaca, mesmo quando todos os pixels estão fechados. Na maior parte dos LCDs, a luz traseira brilhante fica ligada quando a TV está ligada, assim isso sempre atravessará pelo menos um pouco. Os LCDs com iluminação traseira por LED conseguem acender apenas uma parte do painel em vez da coisa toda, deste modo minimizando o problema.
Além da iluminação traseira “dinâmica” descrita acima, a tecnologia de LCD está constantemente melhorando o seu contraste por meio de diversos esquemas cada vez mais malucos envolvendo distorção de pixels e outras técnicas de bloqueio de luz.
O outro problema notório do LCD é o borrão em movimentos. Se você comprou algum monitor LCD nos últimos anos, você notará que os tempos de resposta anunciados caíram vertiginosamente, chegando a apenas 2ms em alguns monitores mais voltados para jogos e 6ms nas boas e velhas TVs, então há menos borrões nas imagens. Os LCDs também podem reduzir ainda mais o borrão de movimento ao processar a imagem: LCDs high-end usam tecnologia 120Hz para essencialmente dobrar o framerate do vídeo origem, enganando o olho e fazendo com que ele “enxergue” menos borrão.
Alguns LCDs de 120Hz obtêm isso ao exibir um quadro preto de “descanso”, mas outros aparelhos amalgamam dois quadros em uma terceira imagem central que fica em algum ponto entre o quadro original e o outro. Como você deve ter suspeitado, isto pode resultar em uma super suavidade bizarra objetada por alguns críticos.
Outros motivos pelos quais fanáticos por home theaters escolhem plasma em detrimento de LCD em amplas demonstrações são que o LCD naturalmente produz uma imagem menos uniforme e não pode ser enxergada tão bem (em cor ou brilho ou ambos) em ângulos muito laterais. Os LCDs conseguem gerar excelentes imagens e ficarão cada vez melhores (iluminação traseira por LED é o que há! Leiam amanhã), mas em aparelhos de 42” e maiores, eles simplesmente não chegam aos pés de uma plasma, mesmo considerando o fato de o seu preço menor ter feito com que as suas vendas fossem estupendamente maiores no front das HDTVs.
A Sony, que nos oferece a Bravia LCD e não vende aparelhos de plasma há anos, está dando sinais de que logo focarão bastante é na tecnologia OLED. As OLEDs basicamente fazem com que tanto as TVs de LCD quanto as de plasma pareçam ser bem ruinzinhas. Elas ainda custam um bilhão de dólares e estão a alguns de anos de nós, mas o dia das OLEDs chegará.


Celular controlado por gestos é patenteado


A onda touchscreen invadiu os modelos de celulares mais interessantes do mercado. Assim como o iPhone, o objetivo é fazer o máximo possível de operações com os dedos, e o mínimo com os scrolls físicos e menus de listas e botões. Porém, o que virá depois do touchscreen e do multitouch? Para quem gosta de gesticular muito ao telefone, a nova patente da Samsung pode fazer com que esses movimentos executem tarefas úteis no seu celular.

O site IntoMobile informa que a patente, denominada "Hand gesture recognition input system and method for a mobile phone" (algo como "Reconhecimento de gestos de mão para inserção de informações e métodos para telefones móveis"), permitirá que o usuário execute ações no celular apenas com gestos, sem a necessidade de encostar o dedo na tela.
De acordo com o site Ubergizmo, esse sistema funcionará da seguinte forma: os gestos da mão, feitos de forma pré-configurada pelo sistema, serão reconhecidos pelo celular em toda a sua volta, devido à câmera instalada na frente do aparelho. Ao serem reconhecidos os movimentos, esses são traduzidos para controles de tela.
A idéia dessa patente não é algo inteiramente novo para a Samsung. Em seu celular lançado ainda este mês na CTIA Las Vegas 2008, denominado Instinct, o usuário pode navegar por páginas da Internet com movimentos detectados pela câmera embutida.

Fonte: www.terra.com.br

Nokia lança desafio que vai premiar vencedor com smartphone


A Nokia lançou nesta sexta-feira um desafio em que o vencedor pode levar para casa o novo Nokia N97, com câmera de 5 megapixels com lente Carls Zeiss, Wi-Fi, 3G, tela de 3,5 polegadas sensível ao toque e integrada com um teclado QWERTY físico e 32 GB (expansíveis para até 48 GB). O produto pode ser adquirido em pré-venda até o dia 26 de agosto, ao preço sugerido de R$ 2.399.
Para participar do concurso, os interessados precisam acertar o número do telefone exposto na Nokia Store SP, na rua Oscar Freire, 849, em São Paulo. O primeiro a acertar a combinação e completar a ligação ganha o smartphone. A empresa vai divulgar pistas no blog Sem Limites (http://www.semlimites.blog.br/semlimites) para ajudar os participantes do desafio. Os oito dígitos estarão escondidos em seis diferentes filmes publicados no blog. Cada vídeo terá ao menos um número escondido. Após encontrar todos, o participante deverá decifrar a ordem correta entre eles. Para isso, contará com novas dicas postadas no Sem Limites. O aparelho estará pronto para receber chamadas a partir das 12h do dia 3 de setembro, quando todas as pistas já terão sido divulgadas. Para quem quiser acompanhar a movimentação em tempo real, uma câmera filmará a redoma, 12 horas por dia, e transmitirá tudo o que acontece na Nokia Store SP pela internet, no site http://www.nokia.com.br/desafion97.


Fonte: http: www.terra.com.br

Pisque ou sorria e troque a música do seu player


Pesquisador da Universidade de Osaka criou um dispositivo, semelhante a um fone de ouvido, que permite ao usuário controlar aparelhos eletrônicos - como um player de música - simplesmente fazendo gestos faciais, como piscar, franzir as sobrancelhas ou sorrir. Chamado "Mimi Switch" ou Ear Switch", o dispositivo foi criado pelo pesquisador Kazuhiro Taniguchi.

O dispositivo é dotado de uma série de sensores infravermelhos capazes de detectar mudanças sutis no formato do ouvido conforme o usuário altera as expressões faciais. O "fone" se conecta a um microcomputador que permite controlar diferentes aparelhos. No futuro, seria possível operar a máquina de lavar, ou apagar as luzes de casa usando o "Mimi Switch".
O dispositivo também poderia armazenar e interpretar dados, e até conhecer seu usuário, afirmou o pesquisador à agência France Presse. "Se ele achar que você não está muito sorridente, pode tocar uma música mais alegre".
As pessoas podem usar o gadget para relaxar - talvez mudando as músicas que escutam sem usar as mãos, enquanto lêem um livro - mas Taniguchi também vê aplicações mais sérias, como tornar a vida mais fácil e segura. "O sistema pode atuar como uma ajuda para pessoas idosas, registrando quantas vezes a pessoa espirra, ou se ela está se alimentando regularmente", disse. "Se acreditar que a pessoa não está bem, pode disparar uma mensagem para os parentes", exemplificou.
O "Mimi Switch" também pode funcionar como um controle remoto para equipamentos destinados a pessoas com deficiências, de câmeras e computadores até condicionadores de ar, ou alertar os serviços de emergência no caso de uma queda.
Taniguchi vai patentear o dispositivo no Japão e no exterior. Ele também planeja trabalhar numa versão sem fio e procura empresas para financiar o projeto e colocá-lo no mercado, o que poderia acontecer dentro de dois ou três anos.


Réplica de gadget de Star Trek funciona como media player



A empresa norte-americana Ameralis Grafix está vendendo em seu site o sonho de muitos trekkers mundo afora. Réplicas "funcionais" dos Tricorders, os gadgets multiuso utilizados nas séries e filmes de Jornada nas Estrelas.
Infelizmente eles não traduzem Klingon e nem detectam doenças. São na verdade media players tematizados como reproduções fiéis dos originais, que tocam música, vídeos e exibem fotos.
Os aparelhos têm tela LCD de 2.8 polegadas, 8 GB de memória e bateria com autonomia de 12 horas, além de LEDs (alimentados por uma bateria independente) que piscam como na TV.
São ao todo seis modelos (Federação, Borg, Engenharia, Troi, Médico e Marine), com preços que variam de US$ 349 a US$ 429.
Todos os modelos podem ser personalizados com 12 temas baseados no sistema operacional LCARS usado pelos computadores e terminais da série televisiva. Mais informações em bit.ly/41g6yx.