sexta-feira, setembro 30, 2011

O Resgate Aeromédico em Offshore


A evacuação aeromédica (EVAM) ou muitas vezes denominado como MEDEVAC ou MEDIVAC (Medical evacuation), é uma importante ferramenta para os profissionais de enfermagem no atendimento das emergências no âmbito offshore. Permitindo o transporte rápido de feridos em estado grave, particularmente causados por trauma, do local do acidente em alto mar para a unidade de saúde onshore, o hospital.

Desde o final da segunda Guerra Mundial o exército americano foi o pioneiro em aplicar este tipo de transporte em larga escala para salvamento. Eles estabeleceram semi-hospitais de campanha permanente instalados atrás da linha de frente, o que permitiu aos soldados feridos em batalhas receberem tratamento médico apenas em um curto vôo de helicóptero.

Porém, esta técnica teve a sua criação inspirado pelo seviço médico australiano: Royal Flying Doctor Service, que foi criado em 1928 a fim de trazer médicos para os pacientes e os pacientes para os hospitais do interior. Mas este primordial meio de transporte se potencializou quando foi explorado pelos militares com os helicópteros.

A Atuação do Resgate Aeromédico em Offshore no Brasil

No Brasil, na área de exploração do petróleo a responsável por este tipo de serviço é o Resgate Aeromédico da Petrobras. Que possui 22 anos de grande experiencias. Tendo a importante missão de resgatar profissionais embarcados em plataformas ou navios que necessitem de cuidados médicos de emergência. Ultrapassando mais de dois mil resgate bem-sucedidos.
endo como objetivo o atendimento em menor tempo possível buscando evitar os agravos à saúde dos trabalhadores offshore, tanto os que ocorrem de forma natural quanto os acidentais, visando a cura ou diminuir ao máximo as possibilidades de seqüelas.

Atualmente o Resgate Aeromédico da Petrobras dispõe de 3 aeronaves, sendo 2 delas em primeiro caso direcionadas para Bacia de Campos e 1 para Bacia de Santos, área do pré-sal. A sua base e centro de operações fica instalado no aeroporto de Macaé. Tendo também uma equipe de prontidão no aeroporto de Jacarepagua podendo ser acionada caso necessário. Otimizando assim o tempo de atendimento na área do pré-sal devido a sua longa distãncia.
Estas aeronaves possuem profissionais de enfermagem e médicos qualificados e treinado em módulo avançado para o atendimento em emergência. Sendo avaliados constantemente pelos seus desempenhos, principalmente no exércicio prático.

A equipe de resgate esta de prontidão 24 horas. Podendo ser acionada pelo ramal de emergência disponível a todas embarcações. É coordenada por um médico plantonista que atua na recepção dos chamados de auxílio: analisando, classificando, acompanhamento e intervindo pessoalmente na assistência ao paciente na sua chegada ao local do acidente caso seja necessário.

Fonte: http://www.enfermagemoffshore.com.br/

Vazamento de gás intoxica 22 trabalhadores de navio-plataforma da Petrobras


Rio de Janeiro – Um vazamento de dióxido de carbono (CO2), também conhecido como gás carbônico, no alojamento do navio-plataforma P-35 da Petrobras deixou 22 trabalhadores com náuseas e dor de cabeça. A P-35 opera no Campo de Marlim, na Bacia de Campos, a 170 quilômetros de Macaé. O vazamento foi percebido por volta das 7h.

Os trabalhadores que passaram mal foram atendidos na enfermaria do próprio navio. Os petroleiros intoxicados foram levados para Macaé, para fazer exames adicionais em um hospital da cidade. Dez já receberam alta. O gás CO2 é utilizado para manter os tanques de armazenamento sem oxigênio. A Petrobras informou ainda que as autoridades foram comunicadas do incidente e que a companhia designou uma comissão para apurar as causas do vazamento.

Fonte: http://www.enfermagemoffshore.com.br/

Saúde Offshore é tema de debate no 2ª edição do Congresso Pré-Sal Brasil no Centro de Convenções SulAmérica - RJ





O Centro de Convenções SulAmérica, na cidade do Rio e Janeiro, a 2ª edição do Congresso Pré-Sal Brasil trouxe à tona a nova realidade da segunda fase do Pré-Sal Brasileiro. Em um contexto pós-regulatório e de continuidade política, o congresso que buscou seus maiores enfoques em áreas de caráter técnico e de áreas chaves do desenvolvimento do Pré-sal entre elas a área de HSE - Health, Safety and Environment (Saúde, Segurança e Meio Ambiente).

A Sessão Técnica de Saúde que se iniciou às 11h, tendo a participação de diversos representantes setoriais e do ramo empresarial foi moderada pelo Enfermeiro e Consultor de Saúde Offshore Gustavo Marques, que também realizou a apresentação de abertura com o tema: "Saúde Offshore: Panorama atual e Perspectivas de Desenvolvimento do Setor", que falou sobre o perfil e dimensionamento dos profissionais de saúde a bordo de unidades petrolíferas, especialmente das dificuldades e desafios encontrados pelos profissionais de Enfermagem, bem como da frente de trabalho atualmente desenvolvida pelo Conselho Regional de Enfermagem - COREN-RJ para a regulamentação e fiscalização desta atividade no Brasil.
“É um marco importante para a enfermagem brasileira ter representantes de nossa classe neste dia como líderes e gestores em um evento como este". Falou Gustavo Marques, que em sua opinião este evento possibilitou apresentar para o Brasil a força de trabalho e importância da enfermagem na atividade do ramo offshore.

Em seguida a Médica do Trabalho Pleno da Petrobrás e do Ministério da Saúde Anadayr Janiques abordou a importância da imunização dos trabalhadores no meio offshore, e o Médico do Trabalho e coordenador de saúde da Diamond Offshore Luciano Oliveira que abordou a importância do sistema de gestão na área ocupacional através das práticas desenvolvidas pela sua empresa, como uma ferramenta primordial para o alcance de resultados satisfatórios.

Fonte: http://www.enfermagemoffshore.com.br/

quinta-feira, setembro 29, 2011

Gerente da área de Exploração e Produção destaca desafio e alta produtividade do pré-sal


O gerente de Planejamento do Pré-sal da Petrobras, Mauro Yuji Hayashi, participou no dia 26 de setembro (segunda-feira), do Congresso Pré-sal do Brasil 2011, que reuniu especialistas para falar sobre as oportunidades criadas com a exploração da maior província petrolífera brasileira. Yuji apresentou o atual estágio de desenvolvimento das áreas licitadas e destacou que, apesar da complexidade da operação, é grande o índice de sucesso da atividade exploratória, em torno de 80 por cento. As áreas do pré-sal produzem atualmente 129 mil barris de petróleo por dia. Deste total, 59 mil barris vêm da Bacia de Santos.

O gerente demonstrou a evolução e magnitude das descobertas. “Desde a descoberta da bacia de Campos, em 1974, levamos 28 anos de contínua atividade exploratória, com 42 descobertas de petróleo, para formar um estoque de descobertas equivalente aos primeiros quatro anos de exploração do pré-sal da bacia de Santos”.

Ele lembrou que, até 2006, o foco da empresa estava na descoberta e implementação de projetos no pós-sal, que responde hoje por 80 por cento da produção nacional de petróleo. “Em 2006 surgiu uma nova fronteira localizada em condições extremas a 300 quilômetros da costa a dois mil metros de profundidade. O pré-sal é uma realidade e os resultados obtidos nesta ação desafiadora e complexa são muito positivos. Até o momento as descobertas têm bom potencial”, afirmou.

Yuji falou sobre a infraestrutura demandada para garantir a exploração da área e as opções em estudo. Um exemplo são os quatro navios que vão operar na cessão onerosa. A Petrobras já fez as aquisições, e uma das embarcações já está a caminho do Brasil. As unidades serão convertidas em FPSOs (sigla em inglês para plataforma que produz, processa, armazena e escoa petróleo) no estaleiro Inhaúma (RJ). O gerente acrescentou que, desde 2008, quando teve início a exploração do pré-sal, a perspectiva do número de poços produtores diminuiu devido ao aumento da produtividade.

Mauro Yuji Hayashi ressaltou que a oportunidade da exploração do pré-sal precisa ser bem aproveitada pela indústria. “A otimização de custos é necessária para que todos ganhem. A indústria nacional precisa se capacitar para atender de forma competitiva esta demanda. Temos um círculo virtuoso no País neste momento”.

Gerente da Universidade Petrobras media painel sobre capacitação -O gerente geral da Universidade Petrobras (UP), Ricardo Salomão, também participou do Pré-Sal Brasil 2011, onde mediou o painel especial “Desenvolvimento de Profissionais e Gestão do Capital Humano para Atuar na Exploração do Pré-Sal”. Salomão abriu a discussão com uma palestra sobre o desafio na formação de profissionais para o setor. ¨Existe aqui uma oportunidade muito positiva de abordar temas relevantes e atuais sob diversos ângulos. São desafios e soluções para questões que vão estimular o debate sobre as melhores práticas na gestão do conhecimento”, ressaltou. O painel trouxe temas sobre capacitação técnica de profissionais e identificação de talentos para atuar na atividade offshore e na exploração do pré-sal, entre outros assuntos.

Fonte: http://www.clickmacae.com.br/

Equipamento do sistema de ancoragem do FPSO OSX-1 chega ao RJ


Boia será utilizada na produção do primeiro óleo da OGX em Waimea, na Bacia de Campos.

A boia desconectável que compõe o sistema de ancoragem do FPSO OSX-1 (unidade flutuante de produção, armazenamento e transferência de óleo e gás) da OSX, vinda de Batam, na Indonésia, acaba de chegar ao Rio de Janeiro. Ela será utilizada na produção do primeiro óleo da OGX em Waimea, na Bacia de Campos.

Trata-se de um equipamento de grande porte, com aproximadamente 17 metros de altura, equivalente a um prédio de seis andares; 14 metros de diâmetro e mais de 700 toneladas.

A boia será responsável por interligar o OSX-1 ao poço OGX-26, através de linhas flexíveis e umbilicais. A previsão de produção nesse poço é de até 20mil barris de óleo por dia ainda em 2011. As amarras, estacas e cabos de aço do FPSO OSX-1 já estão no país. A instalação prévia desse sistema de ancoragem no Rio de Janeiro permitirá uma rápida conexão da unidade, abreviando o tempo necessário entre a chegada do OSX-1 e o início de sua operação.

Fonte: TN/Redação

Parque tecnológico de Santos terá aporte inicial de R$ 50 milhões



A prefeitura de Santos (SP) estima investimento inicial de R$ 50 milhões nas obras das duas unidades-âncora do futuro parque tecnológico de Santos, que atenderá sobretudo a cadeia de petróleo e gás da Bacia de Santos. São elas um núcleo do Centro de Pesquisas (Cenpes) da Petrobras e a própria sede do parque tecnológico. Para o entorno dessas duas instalações serão atraídas as empresas fornecedoras da operação de exploração e produção de óleo e gás.

“De modo geral, a gente pode olhar para Macaé (RJ). A lista das empresas que já estão lá na cadeia de petróleo e gás tende a ser a mesma das que serão instaladas na Baixada Santista”, afirmou o secretário de Desenvolvimento e Assuntos Estratégicos de Santos, Márcio Lara, sem discriminar nomes.

Atualmente, estão sendo feitos os planos de marketing e atração de empresas; e de ciência, tecnologia e inovação. Ambos são necessários para que o parque receba o certificado definitivo do governo do Estado. Assim, as empresas ali instaladas poderão gozar de benefícios fiscais desde que sejam inovadoras e de base tecnológica. As contrapartidas do Estado variam da isenção de ICMS à diminuição do imposto, dependendo da vocação do parque.

“Precisamos dos planos concluídos. Com isso, a prefeitura apresenta o projeto da obra física e já é possível celebrar o convênio”, afirma o secretário de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia do Estado, Paulo Alexandre Barbosa.

Segundo Lara, a previsão é entregar os planos até o fim deste ano. Somente após a aprovação dos estudos, o governo liberará os recursos para a formação do parque. Entre 2004 e 2010, o Estado diz ter liberado cerca de R$ 50 milhões na realização de obras e estudos para a implantação de parques tecnológicos. Neste ano, estão previstos mais R$ 20 milhões. E outros R$ 30 milhões para o próximo exercício, disse Barbosa.

O parque tecnológico de Santos terá perfil diferenciado e inédito dos demais paulistas. Em razão da falta de espaço na cidade, será formado por um complexo de áreas descentralizadas em três bairros (Valongo, Vila Mathias e Vila Nova). Parte dessas áreas, que somam cerca de 330 mil m2, já existe e é formada pelos laboratórios e centros de pesquisas das universidades da região, assim como pelas instalações das empresas que participam da iniciativa (Petrobras, Usiminas e Codesp, além da Prefeitura e da Associação Comercial). O braço do Cenpes e a sede do parque são as duas primeiras unidades a serem erguidas do zero.

A Hospedaria dos Imigrantes, prédio histórico localizado na Vila Mathias, também integrará o conjunto do parque tecnológico. Será a sede da Faculdade de Tecnologia (Fatec) Rubens Lara. O início das obras, que custarão R$ 25 milhões, está previsto para o primeiro semestre de 2012. Todas essas áreas ficam na parte insular da cidade. Recentemente, foi aprovada a destinação de uma outra zona, de 3 milhões de m2 para o parque tecnológico na área continental da cidade, separada da ilha pelo canal de navegação do porto.

Além do segmento de energia, o parque será caracterizado para receber atividades de porto, retroporto e logística. “Toda semana recebemos consultas de empresas querendo se instalar em Santos. Temos uma estrutura de acolhimento para que as indústrias atendam, no caso do petróleo e gás, aos editais da Petrobras na produção de bens e serviços. Outro esforço é mobilizar as empresas da região a se aperfeiçoarem para assumir essa oportunidade”, afirma Lara.

Fonte: http://www.clickmacae.com.br/

quarta-feira, setembro 28, 2011

Maior concentração de investimentos do mundo está no Rio de Janeiro, diz Firjan



SÃO PAULO – Nos próximos três anos, o Rio de Janeiro deverá receber R$ 181,4 bilhões em investimentos públicos e privados. Se este volume for comparado com a dimensão territorial do estado (43,7 mil km2), a expectativa é que ele seja de mais de R$ 4 milhões por quilômetro quadrado – um dos maiores do mundo, segundo Firjan.

Os dados divulgados na segunda-feira (19/09) fazem parte do estudo Decisão Rio do Sistema Firjan, que mapeia os investimentos anunciados para o estado em um período de três anos.

Investimentos no País
Figuram entre os principais investimentos do País os projetos relacionados à Copa do Mundo e aos Jogos Olímpicos (R$ 11,5 bilhões), além do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (R$ 9,1 bilhões), da Usina termonuclear Angra 3 (R$ 8 bilhões) e da Usina Termelétrica Porto do Açu Energia (R$ 5,1 bilhões).

Outros, como o estaleiro da Marinha do Brasil/ Prosub (R$ 3,8 bilhões), o estaleiro OSX (R$ 2,3 bilhões) e a siderúrgica Gerdau – Consigua (R$ 2 bilhões), também estão entre os principais.

Por setor
Para se ter uma ideia, na comparação com o triênio anterior (2010-2012), a indústria de transformação apresentou um aumento de 45,2% em seus investimentos. Contudo, vale ressaltar que o destaque no período em questão ficou por conta da indústria naval, que teve um incremento de 254%.

Futuro
Para o futuro, as expectativas se mantêm positivas. Apenas no setor de infraestrutura, por exemplo, a projeção da entidade é de R$ 36,3 bilhões em investimentos. Já na indústria de transformação o valor segue um pouco menor, porém, não menos importante: R$ 29,5 bilhões.

Outra perspectiva é que o segmento de petróleo e gás seja o mais promissor, com R$ 107,9 bilhões em investimentos da Petrobras e empresas parcerias. Já os demais setores deverão contar com uma previsão total de R$ 6,7 bilhões.

Interiorização em foco
Apesar de a capital do estado responder por 11,7% do valor total dos investimentos, a expectativa da Firjan é de uma interiorização.

De acordo com o estudo, o norte fluminense, por exemplo, deverá receber 7,7% desses investimentos, em função da infraestrutura logística, siderurgia, energia e indústria naval. Já a região leste, que responde por 7,3% do total, terá como setores mais importantes as indústrias petroquímica e naval.

O sul fluminense receberá 6,3% dos investimentos – a maior parte ligada à energia e indústria naval. Já a Baixada Fluminense responderá por 6% do previsto nos setores naval, petroquímico e de transporte/logística.

Outras regiões
Outras regiões apresentaram um menor percentual de investimentos, como a serrana, com 0,7%, e noroeste e centro-norte, com 0,3% cada uma.

Fonte: http://www.clickmacae.com.br/

Brasileiros têm quinto maior salário no setor de petróleo e gás


Os salários do setor de petróleo e gás no Brasil estão entre os cinco maiores do mundo, de acordo com levantamento realizado pela HAYS Recruiting experts worldwide, consultoria líder global em recrutar para média e alta gerência, para elaboração do Guia Salarial de Petróleo e Gás 2011. A remuneração dos brasileiros ficou atrás apenas de Austrália, Noruega, Canadá e Estados Unidos, entre os 50 países analisados.

Em 2009, o País ocupava a sétima posição no ranking, com remuneração anual de US$ 88.667. No ano passado, esse valor saltou para US$ 99.522, uma diferença de US$ 10.855 (cerca de 12%) – os valores não incluem bônus ou benefícios e representam a média dos salários praticados por essa indústria, de perfis operacionais a cargos executivos.

Segundo o levantamento, áreas como engenharia mecânica, subaquática, marinha naval e segmentos ligados aos portos estão entre os que sofreram o maior aumento salarial, justamente por representarem as vagas mais difíceis de serem preenchidas. "Nos últimos oito meses vimos a demanda por especialistas em petróleo e gás exceder a oferta, fazendo com que as empresas passassem, inclusive, a considerar a importação de talentos para preencher vagas pontuais, que exigem muitos requisitos", afirma a diretora da HAYS no Rio de Janeiro, Alexia Franco.

Ainda de acordo com a pesquisa, os salários anuais dos profissionais brasileiros estão equiparados ao pagamento oferecido aos estrangeiros, tendência que deve permanecer nos próximos anos. Na maior parte dos países analisados pelo guia, a disparidade entre ambos é grande, principalmente em regiões de conflito, como nos países do Oriente Médio, que oferecem salários muito superiores aos praticados junto às comunidades locais.

A diretora da HAYS aponta as funções industriais, ligadas à construção e montagem de refinarias, serviços de perfuração, apoio marítimo offshore e setor naval como um todo, como as mais difíceis de serem preenchidas atualmente no País. No entanto, segundo ela, as oportunidades para profissionais qualificados não se limitam às áreas ligadas à engenharia. "Um contador que entenda de tributos para petróleo e gás, por exemplo, chega a ganhar 30% a mais do que um mesmo profissional que atue em outro segmento", exemplifica.

Fonte: O Estado do Paraná

terça-feira, setembro 27, 2011

Aker Solutions abre inscrições para Programa Brasileiro de Trainee 2012


Inscrições para a seleção de novos profissionais de Engenharia e Produção com oportunidade para trabalhar nas unidades de Curitiba/PR e Rio das Ostras/RJ

A subsidiária brasileira da Aker Solutions, uma das maiores multinacionais da indústria de Petróleo & Gás no País, acaba de abrir as inscrições para o seu programa local de Trainee – edição 2012. A companhia norueguesa irá selecionar jovens profissionais das áreas de Engenharia Mecânica, Eletrônica, Mecatrônica ou de Produção para um intensivo remumerado de 10 meses nas áreas de Fabricação e de Engenharia da empresa. A previsão de início das atividades dos selecionados é em janeiro de 2012, quando deverão estar disponíveis para morar em Curitiba, no Paraná, ou em Rio das Ostras, no Rio de Janeiro.

A data limite para inscrição e envio de currículo é até o próximo dia 15 de novembro. Os candidatos precisam ter no máximo um ano de graduação superior - ou estar cursando o quinto ano nas áreas de interesse da empresa acima citadas, além de fluência na língua Inglesa.

“O programa anual brasileiro para seleção de Trainee da Aker Solutions é uma excelente oportunidade para os jovens talentos desenvolverem carreira profissional, com atrativo pacote de remuneração. Depois deste período de aprendizado, eles terão adquirido amplo conhecimento da empresa e estarão aptos para atender nossa demanda por profissionais especializados”, diz Markus Busch, vice-presidente de Recursos Humanos da Aker Solutions.

Segundo Busch, normalmente todos os participantes do Programa de Trainne são absorvidos pela empresa, já que o treinamento é avançado e provê todas as condições de capacitação. “Temos sempre muitos candidatos para as vagas e costumamos selecionar aqueles que têm o melhor desempenho e capacidade de aprendizado, além da vontade de prosseguir na carreira escolhida”, conclui.

A Aker Solutions expande constantemente a sua presença no Brasil com crescimento continuado dos negócios. A companhia emprega diretamente cerca de 1.300 funcionários no mercado brasileiro e oferece soluções de engenharia para os mais complexos projetos ligados ao setor de Petróleo & Gás.

Fonte: Da redação

Petrobras apresenta plano de desenvolvimento unindo Cernambi e Lula


A ANP defende tratar-se apenas de um campo gigante, com ligação entre as áreas

A Petrobras entregou nesta segunda-feira (dia 26/9) um plano único de desenvolvimento incluindo tanto a área do campo de Cernambi como a de Lula, no pré-sal da bacia de Santos, à Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). A estatal havia requisitado ao regulador que os campos pudessem ser desenvolvidos separadamente, mas a agência defende tratar-se apenas de um campo gigante, com ligação entre as áreas.

Mesmo sem concordar com o posicionamento da ANP, a Petrobras entregou o documento englobando as duas áreas, segundo o gerente de Planejamento de Exploração e Produção do pré-Sal da Petrobras, Mauro Yuji Hayashi.

A agência reguladora já se posicionou duas vezes contra a Petrobras nesta questão. A última foi na quarta-feira da semana passada, em reunião de diretoria, quando a ANP negou o recurso administrativo proposto pela Petrobras pedindo para que a agência reconhecesse o campo de Cernambi como uma reserva separada do campo de Lula, ex-Tupi. A reguladora entende que a reserva do bloco BM-S-11 tem uma ligação com a reserva do campo de Cernambi. Caso se confirme que Lula e Cernambi são apenas um campo, isso significaria custos mais elevados para o consórcio concessionário na hora do pagamento de participação especial.

Perguntado se a Petrobras deve recorrer da decisão da agência, Hayashi afirmou que o assunto está sendo tratado pela administração da empresa. "A gente entende que a questão é eminentemente técnica. Eu desconheço os próximos passos", declarou.

Fonte: Globonline

OGX não venderá fatia em blocos de petróleo



Eike Batista planeja assinar contrato de fornecimento para uma grande empresa global do setor

O bilionário Eike Batista, dono do grupo EBX, informou que a OGX não está mais interessada em vender participações em campos petrolíferos marítimos, e planeja assinar, dentro de um mês, contrato de fornecimento para uma grande empresa global do setor. Depois de emitir US$ 2,6 bilhões em papéis neste ano, a OGX não precisará vender participações nos seus campos, o que supostamente teria atraído o interesse das estatais chinesas Sinopec e CNOOC, disse Eike.

"A emissão dos bônus, que foi espetacular, cobriu completamente a necessidade de caixa", disse o empresário. Eike se mostrou confiante diante do rápido agravamento da crise mundial. Disse que seus investimentos são "à prova de idiotas" e reiterou que seu império industrial de US$ 30 bilhões pode facilmente resistir a uma queda acentuada no valor das suas ações, pois está amparada por US$ 10 bilhões em caixa e em linhas de crédito.

A OGX em breve assinará contrato de fornecimento com uma das três maiores empresas petrolíferas do mundo, à qual destinará o petróleo que começar a extrair no campo de Waimea, na costa brasileira, segundo o empresário.

Fonte: J.Commercio

segunda-feira, setembro 26, 2011

Entrevista com a funcionária da empresa Halliburton. Luana Gomes.


O Blog ADEILTON PRIMO PETRÓLEO & GÁS, entrevistou uma funcionária da empresa Halliburton na Plataforma SS 80 Pantanal na Bacia de Campos - Macaé RJ.

Adeilton Primo
1-Qual o seu nome e formação acadêmica?
R. Luana Gomes Manhães / técnica em Química

Adeilton Primo
2 - Em qual empresa você trabalha e a função que exerce?

Luana - Trabalho na Halliburton e sou Química trainee.

Adeilton Primo
3- Para poder exercer a sua função é preciso algum curso especifico, qual?

Luana - É preciso sim fazer um curso de especialização em fluidos de perfuração e completação de poços de petróleo.

Adeilton Primo
4- Conte-nos um pouco da sua trajetória na indústria de Petróleo e Gás?

Luana- Eu fiz o curso de especialização em 2010, terminando este no mês de outubro, e consegui esse emprego em junho de 2011, então fiz os cursos necessários e comecei a embarcar em julho.

Adeilton Primo
5- Muitas mulheres têm dúvidas quanto à área que pretendem seguir, você poderia dar algumas dicas?

Luana - Não sei que dica dar, porque a minha escolha já estava feita desde que eu decidi fazer o técnico em Química, só não sabia ainda que seria na área de perfuração.

Adeilton Primo
6- Como está o mercado de trabalho para as mulheres que querem seguir no trabalho offshore?

Luana- O mercado de trabalho, pelo menos pra mim, aparenta serem bem restritas, as empresas dão preferência ao profissional do sexo masculino, porém quando não encontram profissionais qualificados do sexo masculino disponíveis acabam abrindo as portas para nós.

Adeilton Primo
7- A empresa que você trabalha tem algum programa especial para mulheres?

Luana - Não sei.

Adeilton Primo
8- Qual é a média salarial na sua função? Opcional.

Luana- Sinceramente também não sei, mas sei que varia, Pois na minha área tem técnicos e engenheiros.

Adeilton Primo
9- Para você quais são as maiores dificuldades de trabalhar em uma plataforma de petróleo?

Luana- Pra mim as maiores dificuldades são os primeiros dias em uma plataforma nova, até você se encontrar e fazer amizades é difícil, o confinamento.

Adeilton Primo
10- Para finalizar, qual é o maior desafio para conseguir emprego na área de petróleo para as mulheres?

Luana- O maior desafio é ser mulher!!!!

Meus agrdecimentos a Técnica Quimica da Halliburton Luana Gomes por ter colaborado com o Blog fico muito grato e feliz por ter trabalhado com você parabéns por sua competência. Desejo muito sucesso para você Luana e para todas mulheres que tem o desejo de trabalhar embarcada e para aquelas que já embarcam.

Infelizmente ela estava sem nenhuma foto com o seu uniforme.

Adeilton Primo.

Inscrições abertas para Salvatagem gratuito em Rio das Ostras até dia 28/09.


De fato, fazer o salvatagem e o HUET são importantes e podem ser um diferencial em um processo seletivo, porém eles sozinhos também não garantem emprego, porque te-los somente e não ter nenhuma outra formação não adianta de muita coisa. Já falei melhor sobre isso em postagem anterior:
A Importância da Segurança em Plataformas - Uma resumo dos cursos necessários para embarcar.
Verdades e Mitos sobre Qualificaçao na Indústria do Petróleo (Parte 1)

De qualquer forma, é melhor te-los. E como muitos não tem condições de arcar com as despesas, a Secretaria de Ciência e Tecnologia de Rio das Ostras com a empresa de treinamento Sampling está oferecendo 50 vagas no Curso Básico de Segurança na Plataforma – Salvatagem.

Para mais informações confira a seguir.

COMO INSCREVER-SE

As inscrições devem ser feitas no endereço eletrônico www.riodasostras.rj.gov.br até o dia 28 de setembro.

O curso, que será ministrado por docentes da empresa, vai ter encontros presenciais realizados no Centro Municipal de Qualificação Profissional, localizado na Zona Especial de Negócios (ZEN) e aulas práticas. Para participar do processo seletivo é preciso ter concluído Ensino Médio, feito curso técnico, tecnológico ou de qualificação profissional destinado ao trabalho em unidades offshore, residir em Rio das Ostras há, pelo menos, dois anos, idade a partir de 18 anos e boas condições de saúde física e mental.

Haverá avaliação objetiva do candidato que será realizada no Centro Municipal de Qualificação Profissional, no dia 1º de outubro, composta de 20 questões objetivas: oito de Português, oito de Matemática e quatro de conhecimentos gerais, todas de múltipla escolha.

ACESSO À INTERNET
Para quem não tiver acesso à internet, as inscrições podem ser feitas nos seguintes locais: Secretaria Municipal de Ciência e Tecnologia (Praça Prefeito Cláudio Ribeiro, s/n.º, Extensão do Bosque); Centro Municipal de Inclusão Digital de Cantagalo (Estrada da Califórnia, s/nº, Cantagalo); Centro Municipal de Inclusão Digital (Rua da Assembléia, s/n.º, Bairro São Cristóvão); Telecentro do Operário (Estádio Municipal Julieta Carvalho, Rua Francisco Ivanilson Guimarães de Barros, s/n.º, Operário) e Centro Municipal de Qualificação Profissional (Rua do Engenheiro, quadra F, Lote 9C, Zona Especial de Negócios).

Fonte: http://tecnopeg.blogspot.com

domingo, setembro 25, 2011

Petrobras: pré-sal de Santos terá 19 sistemas em 2017



O avanço da exploração do pré-sal da Bacia de Santos deverá elevar o número de sistemas em operação no local dos atuais três para 19 frentes em 2017, das quais 17 sistemas definitivos. Com isso, a produção estimada no pré-sal da Bacia de Santos dentro de seis anos deverá alcançar 1 milhão de barris diários de petróleo, segundo o gerente geral da Unidade de Operações de Exploração e Produção da Bacia de Santos da Petrobras, José Luiz Marcusso. Somando também as operações no pós-sal, a capacidade total da Bacia de Santos deverá subir para aproximadamente 1,2 milhão de barris diários de petróleo. Ambas as projeções consideram a produção da Petrobras e de parceiros que também operam na região.

As operações no pré-sal da Bacia de Santos ao longo dos próximos anos serão compostas pelas atividades de cinco FPSOs (navios-plataformas), oito navios replicantes e quatro unidades em operação na área cedida pela União no acordo de cessão onerosa negociado no ano passado no processo de capitalização da Petrobras. O planejamento atual também inclui dois navios, que já realizam testes de longa duração (TLD) na região e serão responsáveis por um total de 20 TLDs até 2015. As atividades da Petrobras no pré-sal da Bacia de Santos são compostas atualmente por três sistemas, dos quais apenas um em definitivo, no campo de Lula (antigo Tupi). Outros quatro sistemas, voltados principalmente para a exploração de gás natural, também operam no pós-sal da região, totalizando sete sistemas em operação neste momento na Bacia de Santos.

As atividades em Lula ainda são restritas, com operação em um único poço. A capacidade no local é de 28 mil até 29 mil barris diários de petróleo, segundo Marcusso. O escoamento de gás atualmente está em 700 mil metros cúbicos diários e na sexta-feira passada a primeira molécula de gás natural do campo de Lula chegou a Caraguatatuba, de onde o insumo será distribuído para atender o sistema da estatal. A próxima etapa de exploração de Lula, realizada a partir do FPSO Cidade de Angra dos Reis, ocorrerá com a interligação de três outros poços a Lula, que deverá ocorrer até o final deste ano e resultar em capacidade para produzir até 80 mil barris de óleo por dia.

Ainda no pré-sal, a Petrobras opera dois navios plataformas focados em atividades de testes, chamados de Cidade de São Vicente e Dynamic Producer. O primeiro está produzindo em Lula Nordeste, em um total de 15 mil barris por dia - volume limitado devido a restrições à queima de gás. Já o FPSO Dynamic Producer testou Guará e está em movimentação para Carioca, um complexo situado ainda em território paulista. "A previsão é que em outubro já tenhamos produção do Dynamic Producer e segundo teste de longa duração dessa área, no caso Carioca", explicou Marcusso, que participa nesta terça-feira do Fórum de Ciência e Tecnologia, Pesquisa e Inovação, Gás na Economia 2011, realizado em Santos (SP).

Fonte: http://www.dgabc.com.br/

Rio planeja distrito logístico de petróleo na região dos Lagos



O distrito pode ser criado como em terreno contíguo ao Aeroporto Internacional de Cabo Frio

Os municípios de Cabo Frio e Arraial do Cabo, na região dos Lagos do Rio de Janeiro, podem ganhar um distrito logístico e industrial que terá como um dos focos principais o apoio às atividades da indústria de petróleo e gás. O governo do Estado vem analisando a viabilidade de criar esse distrito - com área alfandegada de 2,5 milhões de metros quadrados - em terreno contíguo ao Aeroporto Internacional de Cabo Frio.

O aeroporto vem se consolidando como base para a movimentação de cargas de empresas de petróleo. E a instalação do distrito logístico e industrial pode reforçar essa operação, disse Francisco Pinto, presidente do conselho de administração da Costa do Sol Operadora Aeroportuária, que detém a concessão do aeroporto de Cabo Frio. O porto do Forno, situado no município vizinho de Arraial do Cabo, também vê na possível instalação do condomínio a chance de alavancar suas operações. A administração do porto está a cargo do município desde 1999.

"O condomínio pode beneficiar toda a região", disse Justino Maceio da Silva, presidente da Companhia Municipal de Administração Portuária (Comap), responsável pela operação do porto do Forno. Segundo ele, o porto passa por transição no tipo de carga. O granel, que historicamente foi a principal carga, está dando lugar a equipamentos da indústria offshore. O porto também movimenta sal e malte para a indústria cervejeira.

Pedro Paulo Rosário, diretor de desenvolvimento industrial da Companhia de Desenvolvimento Industrial do Estado (Codin), disse que o governo do Rio poderá começar em 2012 a desapropriação de terras para a criação do distrito. "Trabalhamos para identificar os problemas jurídicos até o fim deste ano e, se for viável tecnicamente, poderá se iniciar o processo de desapropriação no ano que vem", disse Rosário. O trabalho inclui a análise sobre os custos da desapropriação. Se tudo der certo, o condomínio poderia começar a operar em 2013, previu Rosário.

Ele afirmou que a ideia do projeto partiu dos municípios de Cabo Frio e Arraial do Cabo, que sugeriram a área a ser utilizada. Rosário disse que, no começo, imaginava-se que o terreno a ser desapropriado pertencia integralmente à Companhia Nacional de Álcalis, mas constatou-se que havia outros proprietários. A área total a ser desapropriada é de 3,6 milhões de m2, dos quais 2,5 milhões de m2, contíguos ao aeroporto, seriam passíveis de serem alfandegados.

Francisco Pinto disse que, além do petróleo, empresas de outras áreas poderiam vir a se instalar no condomínio. Citou os setores aeronáutico, eletrônico e farmacêutico. Em 2011, o Aeroporto Internacional de Cabo Frio deve movimentar cerca de 25 mil toneladas de carga, quase 130% acima do volume de 2010. Pinto disse que o aeroporto também começa a embarcar carga de retorno. São equipamentos que chegam ao Brasil para uso pela indústria de petróleo, mas depois voltam aos países de origem.

"É o início de uma tendência que consiste em passar a ter não só importação pelo aeroporto, mas também saída de cargas para o exterior", disse Pinto. Em agosto, um cargueiro MD-11, da Skylease Centurion, saiu de Cabo Frio rumo a Houston, no Texas, com 36 toneladas de equipamentos da indústria de petróleo a bordo.

Fonte: Valor Econômico

sábado, setembro 24, 2011

Pré-sal deve gerar vendas de US$ 27,9 bi em 2020


A informação faz parte do estudo preparado pela Ernst Young, em parceria com a FGV Projetos

As jazidas descobertas na área do pré-sal nas bacias de Campos, Santos e Rio de Janeiro devem proporcionar ao Brasil uma receita de US$ 27,9 bilhões com exportações de petróleo em 2020, calcula estudo preparado pela Ernst Young, em parceria com a FGV Projetos, e divulgado nesta quarta-feira (21), no Rio, marcando a inauguração do Centro de Excelência da empresa para a área de óleo e gás.

Segundo o estudo, são esperados para 2020 volumes de 600 mil barris exportados por dia. A receita estimada representa um aumento de 73% em relação a 2010 (US$ 16,1 bilhões). Levando-se em conta o crescimento do PIB do País ao longo da década passada, as exportações geradas pelo pré-sal terão um impacto positivo de apenas 0,4 ponto porcentual para o PIB brasileiro em 2020 - ressaltando a necessidade de ênfase não só na produção e na exportação de petróleo bruto, mas também em investimentos no refino, para agregar mais valor. "Hoje o Brasil precisa de refinarias para elevar o valor deste produto a ser exportado", afirmou Elizabeth Ramos, sócia da Ernst Young.

Para a área de gás natural, as estimativas são de que entre 2011 e 2020, a conversão do gás em combustíveis líquidos (GLT) deve ter maior aplicação com a ampliação de sua oferta no mercado internacional por conta da exploração de gás de xisto nos EUA. O aumento do preço do petróleo ajuda a completar esse cenário. No Brasil, a entrada em operação dos campos do pré-sal e a extensão das redes de distribuição do produto farão com que o gás natural ganhe peso e relevância na oferta de energia ao longo das próximas décadas. Além do pré-sal brasileiro, devem entrar em operação o campo de Mexilhão, na Bacia de Santos, e o de Camarupim, na Bacia de Espírito Santo. Com isso, os números do consumo de gás no País serão maiores.

Atualmente são absorvidos 50 milhões de m3/dia; em 2019, serão 169 milhões de m3/dia. Agregada à recente implantação da infraestrutura de transporte que integra as regiões Sudeste e Nordeste, a nova oferta deve aumentar a gaseificação do consumo energético, atendendo a novas indústrias e garantindo a geração de termelétricas a gás natural.

Fonte: Agencia Estado

Cinco navios pesquisam petróleo na costa brasileira


Três deles estão na Bacia de Campos fazendo levantamentos exclusivos 4D para a Petrobras

Cinco navios estão na Costa Leste do Brasil realizando campanhas de aquisição de dados sísmicos. Três deles estão na Bacia de Campos fazendo levantamentos exclusivos 4D para a Petrobras, visando o desenvolvimento da produção. Duas embarcações realizam campanhas multiclientes na Bacia de Santos visando obter dados sobre as áreas do pré-sal.

Ainda não se configura um novo boom exploratório, como ocorreu no início dos anos 2000, já que apenas duas empresas (CGGVeritas e PGS Investigações Petrolíferas) estão fazendo levantamentos de dados sísmicos em áreas de fronteira exploratória. Os projetos multiclientes (também chamados especulativos ou spec) na Bacia de Santos visam aumentar o conhecimento das áreas que deverão ser oferecidas para licitação na 12ª Rodada da ANP, a primeira prevista para oferecer blocos do pré-sal e que deverá acontecer no final de 2012 ou no início de 2013.

O NPS Symphony, da CGGVeritas, está ao Sul de Cabo Frio (RJ) fazendo um levantamento sísmico multicliente (spec), em torno da área do campo de Libra no pré-sal da Bacia de Santos. Ele está rebocando 10 cabos com 3 milhas náuticas (5.556 metros) de comprimento.

Outro que também faz um levantamento spec na Bacia de Santos é o Ramform Valiant (foto), da PGS. O barco está ao Sul de Sepetiba (RJ), rebocando 14 cabos sísmicos com 8.100 m de comprimento.

O Western Monarch, da Schlumberger/WesternGeco, realiza uma campanha de aquisição de dados exclusivos para a Petrobras, à Leste do Cabo de São Tomé, na Bacia de Campos, em frente ao litoral do Espírito Santo. Ele está rebocando (número não informado) cabos com 3 milhas náuticas (5.556 metros) de comprimento,

O navio WG Cook, também da Schlumberger/WesternGeco, está fazendo um levantamento não exclusivo, em parceria com a Petrobras, na Bacia de Santos, ao Sul do Rio de Janeiro. Está rebocando 12 cabos sísmicos com 5 milhas náuticas (9.260 metros) de comprimento.

O navio Ramform Sovereign, da PGS, está ao Sul de Maricá (RJ) na Bacia de Santos, está à serviço da Petrobras para fazer levantamentos exclusivos 3D/4D visando o desenvolvimento da produção. Ele está rebocando 14 cabos sísmicos com 8.100 m de comprimento.

As informações sobre o posicionamento dos navios e os cabos sísmicos foram obtidas no site da Diretoria de Hidronavegação da Marinha do Brasil.

Momento de expectativa

Para o gerente geral da TGS no Brasil, Mario Kieling, o momento é muito bom para a indústria sísmica e a presença de cinco navios de pesquisa demonstra que existe a expectativa das empresas de geofísica de que as rodadas de licitação da ANP vão acontecer. Segundo Kieling, este é o momento adequado para se dar início aos projetos multiclientes visando a 12ª Rodada, a primeira que será realizada com blocos do pré-sal, no final de 2012 ou no início de 2013.

"As empresas ficam em torno de seis ou sete meses adquirindo dados não exclusivos, depois levam mais de um ano processando tudo. Para ficar com o trabalho pronto antes do bid, então esta é a hora certa de se começar," resumiu Kieling.

Fonte: Geofísica Brasil

Programação Semana do Petróleo UFF


A Semana do Petróleo acontecerá entre os dias 17 e 21 de outubro e será dentro da Semana de Engenharia da UFF. Os interessados pagam 10 reais e terão direito assistir a atividades como palestra, minicursos, tanto da Semana de Engenharia como da Semana de Petróleo.


Para conferir a programação completa da XIII Semana de Engenharia da UFF, clique aqui


As inscrições podem ser feitas no www.engenharia.uff.br/inscricao/


TÍTULO: Palestra "Presença das mulheres no ramo de óleo e gás"

HORÁRIO: 10:30 – 12:30
PALESTRANTE: Eng. Pablo Codesal
EMPRESA: Schlumberger
TÍTULO: Palestra "A Relação da Perfuração com as Tecnologias no Futuro"

HORÁRIO: 14:00 – 16:00
PALESTRANTE: Eng. Luiz Antonio Costa
EMPRESA: Baker Hughes
TÍTULO: Mini Curso sobre Completação

HORÁRIO: 16:30 – 18:30
PALESTRANTE: Eng. Tiago Pitchon Sampaio
EMPRESA: Petrobrás
TÍTULO: Mini Curso sobre "Gerenciamento de Reservatórios"

Quinta Feira, 20 de Outubro

HORÁRIO: 08:30 - 10:00
PALESTRANTE: Eng. Gustavo Ferreira da Silva
EMPRESA: Petrobrás
TÍTULO:Engenharia de Sistemas Submarinos de Produção de Petróleo

HORÁRIO:14:00 - 16:00
PALESTRANTE: Eng. Michelle Uchoa e Eng. Zenóbio
EMPRESA: Schlumberger

TÍTULO: Caracterização dos Reservatórios Utilizando o Software PETREL

HORÁRIO:16:30 - 18:00
PALESTRANTE: Eng. Bruno Albudane Moreira
EMPRESA: Subsea 7
TÍTULO: Instalação de Dutos Rígidos e Equipamentos em Águas Profundas

Fonte: Fonte: http://www.qgdopetroleo.com/

sexta-feira, setembro 23, 2011

Pré-Sal Brasil 2º Congresso Internacional e Exposição 2011


REPRESENTANTES DO GOVERNO E ESPECIALISTAS DA INDÚSTRIA PARA DEBATER OS AVANÇOS E OPORTUNIDADES NA EXPLORAÇÃO DO PRÉ-SAL

Entre os dias 26 e 28 de Setembro, o Rio de Janeiro sediará o segundo encontro dos líderes das mais representativas empresas atuantes no desenvolvimento da E&P na camada Pré-Sal Brasileira, o Congresso Pré-Sal Brasil 2011.

Contando com a participação de cerca de 300 executivos do Brasil e do Exterior, palestrantes, patrocinadores e apoiadores, o evento organizado pela The Energy Exchange reunirá os setores público e privado para discutir a fundo as perspectivas de exploração do pré-sal. Os desafios e oportunidades existentes, tanto de natureza técnica como executiva, serão abordadas pelos players do setor em três congressos simultâneos: Congresso de E&P, Congresso da Indústria Naval e Offshore e Congresso de HSE, todos com foco no aprendizado que as experiências anteriores no Brasil e no exterior podem trazer para as indústrias que participarão da exploração do pré-sal direta ou indiretamente. Alguns dos temas abordados serão: Participação do Estado e investimentos privados, desenvolvimento de profissionais para atuar na exploração do pré-sal, fronteiras de exploração, fomento da indústria marítima, avanços na perfuração em águas ultra-profundas, operações logísticas no offshore, lições de segurança técnica e operacional, entre outros.

Entre os mais de 30 palestrantes já confirmados estão: Maurício Tolmasquim ( Presidente da EPE ), Arnaldo Jardim ( Deputado Federal ), Márcio Félix Carvalho ( Secretário de Desenvolvimento do Espírito Santo ), Ricardo Pexoto ( Presidente da Petrogal ), Fernando Siqueira ( Presidente da AEPET ), Abel Carrasquilla ( Geofísico e Vice-Reitor da UENF ), Fernando Fialho ( Diretor Geral da ANTAQ ), Ariovaldo Mendonça ( Vice-Presidente para Assuntos Offshore da ABENAV ).

As palestras e sessões especiais para Networking aconteceram no Centro de Convenções SulAmérica e as inscrições já estão abertas. Inscrições feitas até o dia 24 de Junho recebem desconto especial.

Mais informações podem ser obtidas através do site www.presaltbrazilcongress.com.br , por telefone (11) 3893-1300 - Ramal 213 ou pelo e-mail contato@presaltbrazilcongress.com.br

Fonte: http://tecnopeg.blogspot.com/

quinta-feira, setembro 22, 2011

Curso de Petróleo e Gás em ascensão


“A exploração de petróleo não é o único campo de atuação do profissional, desde o simples transporte até todos os derivados do produto são áreas de atuação do curso”, informa Luciano Levita.

Com um mercado bastante promissor não só no Estado de Sergipe, como em todo Brasil, onde os profissionais são absorvidos antes mesmo da conclusão do curso, a área de Petróleo e Gás se destacada pela amplitude de locais para a busca de empregos. O Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) oferece o curso com professores capacitados e equipamentos com tecnologia de ponta.

O professor do Senai e especialista da área, Luciano Levita, conversou com o Portal Infonet para esclarecer algumas dúvidas dos futuros profissionais. Durante a entrevista foi abordando temas desde a entrada no curso, equipamentos e mercado de trabalho.

Curso

O curso Técnico de Petróleo e Gás é oferecido pelo Senai com duração de dois anos. Para ingressar na área, é necessário que o candidato seja maior de 18 anos, tenha concluído o segundo grau e preste uma prova de seleção. Segundo Levita, as matérias que fazem um maior diferencial para os candidatos são as das áreas de exatas.

O curso aborda desde a parte inicial da exploração de petróleo, onde extraímos ainda bruto, até mesmo a parte final dos produtos do petróleo. Abordamos todos os temas e ainda utilizamos os equipamentos, iguais aos que os futuros profissionais verão em seu local de trabalho. Aqui, realmente, os alunos saem preparados para o emprego”, comentou.

Mercado de Trabalho

“Não só na área de petróleo que os futuros profissionais podem trabalhar, hoje existe uma grande demanda das indústrias que operam equipamentos a Gás, além de hotéis, pousadas, hospitais, postos de combustíveis, indústria de alimentos, dentre outros”, destacou o professor informando que tudo que estiver relacionada ao gás é gerador de mão de obra para os futuros especialistas.

Comentou ainda Luciano Levita, “Sergipe é o berço da tecnologia de Petróleo e Gás, estamos produzindo uma boa base da cadeia de mão de obra, não só abastecendo o mercado interno, como também no Brasil inteiro”, informou o professor Levita dizendo Sergipe sempre foi um exportador de mão de obra para o país.

Por Danilo Cardoso

Fonte: http://www.infonet.com.br/

Mais uma edição do Quix Radix na OTC Brasil



Mais uma edição do Quix Radix vai acontecer durante o maior evento offshore do mundo, a OTC Brasil.

Estudantes de engenharia do IME, UFRJ, UFRRJ, UFF, UERJ e PUC-Rio de Janeiro estão sendo convidados a participarem do jogo de perguntas e respostas sobre assuntos relacionados aos temas offshore, novas tecnologias, energias alternativas, entre outros.

A competição vai acontecer durante a OTC Brasil, que será realizada pela primeira vez fora de Houston, no Rio de Janeiro, de 4 a 6 de outubro. Nos dois primeiros dias de evento acontecerão as eliminatórias do Quix que trarão os estudantes que disputarão a final no dia 6. Outras duas equipes de fora do Rio de Janeiro, campeãs do Concurso OTC Brasil: Eficiência Energética na Indústria Offshore, participarão da grande final e disputarão o primeiro lugar na disputa.
A dupla vencedora será premiada com dois laptops Dell, uma mochila da Radix e estágio na empresa. As inscrições devem ser feitas até o dia 30/09 através do e-mail radixeng@radixeng.com.br com as informações: nome, universidade, curso de engenharia e CR de cada integrante da dupla. Os documentos Identidade, CPF e último histórico escolar de cada integrante das equipes também deverão ser enviados digitalizados, até o dia 30/09, para o mesmo e-mail.

As equipes que se inscreverem até às 12h do dia 23/09 irão participar de uma surpresa bem bacana que a Radix está promovendo e que todo jovem gostaria de participar! Divulgaremos qual é a surpresa a partir das 12h do dia 23 no nosso Twitter e Facebook.

A OTC acontece no RioCentro – Av. Salvador Allende, 6555, Barra da Tijuca das 12h às 20h.

Fonte: http://www.qgdopetroleo.com/

Concurso literário já tem 110 mil textos em disputa



Na reta final de sua quinta edição, o Desafio de Redação, concurso literário promovido pelo Diário nas escolas da região, ultrapassou ontem o número de 110 mil redações realizadas. A correção das provas já está sendo feita por uma comissão de professores da Universidade Municipal de São Caetano, composta por mais de 100 docentes. Neste ano a competição tem dois temas: Profissões do Futuro, para alunos até o 2° ano do Ensino Médio, e Profissões do Pré-sal, Indústria do Petróleo e Gás.

A seleção dos textos irá passar por três fases. A primeira está sendo finalizada e consiste na triagem das redações de acordo com as regras básicas do Desafio, como respeito ao número de linhas e uso correto da língua.

Na segunda etapa, as provas passam por seleção mais detalhada e são encaminhadas para a terceira fase, onde dois representantes do Diário se unem aos professores parar compor a comissão julgadora. As redações feitas pelos professores serão avaliadas junto com a segunda etapa geral em uma única fase.

Segundo Antonio Fernando Alves, coordenador do ProEduc (Programa de Integração Universidade-Educação Básica) da USCS e da comissão julgadora, as provas lidas até o momento apresentaram um ótimo nível, assim como nos anos anteriores. "Percebemos nas redações as escolas que trabalharam o tema com alunos e estas têm os melhores textos. A participação dos professores também foi boa".

Mesmo na fase inicial de correção, Alves e a comissão puderam perceber as carreiras mais citadas, principalmente no tema Profissões do Futuro.

"Medicina, Direito, Engenharia e outras de cunho mais tradicional são a maioria". Na próxima semana, com o fim da aplicação das provas, começará a segunda fase de avaliação.

REDAÇÃO
Doze escolas de Santo André e uma de São Bernardo realizaram as provas ontem. Entre elas, o Colégio Paineiras de Santo André, onde os alunos aproveitaram a oportunidade para refletir sobre suas escolhas profissionais, sobretudo quem está terminando o Ensino Médio.

É o caso de Ana Luísa Fernandes, 17 anos, que está ansiosa pelo vestibular de Engenharia Química. A jovem escreveu sobre as oportunidades da indústria do petróleo. "Gosto muito de química, mas essa área do petróleo me interessa mais pela grande oportunidade". A estudante sonha com o trabalho nos laboratórios. "Tenho medo de acabar não atuando na parte prática e acabar lecionando apenas".

Caroline Fregonesi, 17, também não teve dificuldades em escrever sobre profissões ligadas ao pré-sal. "Fiz trabalho sobre o tema, então já sabia bastante do assunto". No entanto, Caroline escolheu o campo mais desejado por crianças e adolescentes, o da Saúde. "Estou entre Nutrição e Odontologia, mas não sei por que tanta gente gosta dessa área, acho que é pela vontade de ajudar os outros".



Copa e Jogos Olímpicos são oportunidades para turismo

A graduação em Turismo atrai muitos estudantes, mas alguns ainda chegam despreparados ao mercado porque conhecem apenas a parte operacional da profissão. Segundo o coordenador adjunto do curso de Gestão em Turismo da Universidade Metodista, Marcelo de Souza Bispo, 30 anos, o profissional precisa saber de administração e gestão. "É necessário enxergar o planejamento turístico como um todoCW-10".

Isso vale principalmente para quem busca oportunidades relacionadas à Copa do Mundo e à Olimpíada no Brasil. Nos dois grandes eventos esportivos haverá espaço em várias áreas, desde a rede hoteleira, que precisará ser expandida, até a produção de eventos, área na qual o profissional pode atuar. O salário inicial é de cerca de R$ 2.000.

Há vagas também para quem não pretende embarcar na onda esportiva. Muitos órgãos públicos estão à procura de bacharéis em Turismo para incentivar e fomentar o setor. "É preciso enxergar o turismo como oportunidade de gerar renda".

Conhecer outros idiomas é requisito básico. "Não precisa ser perfeito, mas deve ser capaz de se comunicar de forma oral e escrita", explicou Bispo.

VIAJAR
Outro mercado aquecido no País é o de intercâmbios e viagens internacionais. Thiago Fujiwara, 29, trabalha em agência de viagens especializada em enviar estudantes para a Austrália e Nova Zelândia. "Decidi entrar na área aos 16 anos, quando viajei com minha família para Fortaleza (CE) e conheci um ótimo guia, que me passou muitas informações sobre a profissão".

A paixão por viajar deu lugar ao gosto pelo planejamento. Fujiwara começou a carreira com produção de eventos e também como recreador. Até hoje ele produz eventos nas horas vagas.

Fujiwara acredita que a Copa do Mundo e os Jogos Olímpicos trarão muitas oportunidades, mas é preciso se preparar. "O Brasil vai atrair muita gente e muito dinheiro, mas se não atendermos o turista de forma exemplar, não iremos fazer com que o mercado continue em alta". (Camila Galvez)

Fonte: http://www.dgabc.com.br/

quarta-feira, setembro 21, 2011

Perspectivas para o Mercado de Petróleo e Gás na Amazônia



De acordo com notícias veiculadas, A Petrobras vai investir na Região Amazônica cerca de US$ 1 bilhão, para levar gás natural da selva até Manaus e gerar energia elétrica na capital. O principal empreendimento do projeto exigirá US$ 525 milhões para a construção do gasoduto Coari-Manaus, que atravessará a selva por 400 quilômetros ao longo do Rio Solimões.

O gasoduto vai transportar o produto da região de Urucu, a 650 quilômetros de Manaus, que hoje é reinjetado nos poços. O fornecimento de gás natural a Manaus beneficiará também os consumidores de energia elétrica do país. Isso porque cairá de 6,5% para 2,5% o impacto nas contas de luz da parcela relativa ao subsídio para comprar o óleo diesel consumido pelas termelétricas da capital amazonense. Manaus gasta US$ 1,5 milhão por dia com diesel

Outra grande expectativa é em relação à descoberta feita pela empresa americana HRT PETROLEUM, que diz ter achado em uma das perfurações em seu bloco, volume de hidrocarbonetos suficientes para apelidarem o bloco de Pré-Sal Amazônico.

Se essas notícias são verdade ou não, ou se não realmente vão se confirmar, só o tempo vai dizer. O fato é que o Pré-Sal e a indústria do Petróleo estão mais movimentados do que nunca e a Região Amazônica não fica para trás. Tirando essas especulações, a região já é bem aquecida devido ao campo de URUCU, rica em óleo leve e principalmente gás natural.

Fonte: http://tecnopeg.blogspot.com/

Petrobras e UFC inauguram Laboratório de Corrosão no Nordeste


A unidade recebeu investimento de R$ 2,7 milhões na sua implantação

Visando superar os desafios tecnológicos da produção e distribuição de óleo e gás, provenientes do reservatório do pré-sal, a Petrobras e a Universidade Federal do Ceará (UFC) inauguraram na última sexta-feira (dia 16/9), no Campus do Pici da Universidade Federal do Ceará, o Laboratório de Corrosão do Departamento de Engenharia Metalúrgica e de Materiais da UFC, o primeiro desse porte na região Nordeste. O laboratório faz parte da Rede Temática de Tecnologia de Materiais e Controle de Corrosão da Petrobras, e recebeu investimento de R$ 2,7 milhões na sua implantação.

Na ocasião, Carlos Cunha, gerente de Materiais e Corrosão da Petrobras (Cenpes), ressaltou a importância da parceria entre Petrobras e Universidade. “A proximidade da Petrobras com as universidades do país reflete o momento em que a empresa está passando, nós não estaríamos onde estamos sem os investimentos que temos feito em pesquisa nas universidades”.

O reitor da Universidade federal do Ceará, professor Jesualdo Pereira Farias pontuou a credibilidade da parceria e garantiu resultados. “Em nenhum momento deixamos de ter apoio da Petrobras quando a procuramos, e acredito muito que teremos, em breve, um retorno positivo deste investimento”, afirmou Jesualdo.

Construído numa área de 1,472m² no campus da universidade, o laboratório irá se dedicar ao estudo da corrosão em equipamentos e estruturas metálicas, contribuindo fortemente com o setor produtivo nacional. Além disso, será importante ponto de apoio para as atividades da Petrobras na região Nordeste, através dos empreendimentos das refinarias Premium, no Pecém, e da Unidade de Operações do Rio Grande do Norte e Ceará (UO-RNCE).

A Petrobras investiu no período de 2006 a 2011 R$ 38,5 milhões na implantação de infraestrutura laboratorial e em projetos de pesquisa & desenvolvimento no estado do Ceará. Deste total, R$ 36 milhões foram destinados à Universidade Federal do Ceará (UFC).

Redes Temáticas

O modelo das Redes Temáticas foi criado pela Petrobras em 2006, voltado para o relacionamento com as universidades e institutos de pesquisas brasileiros. Hoje já são 50 redes operando em parceria com mais de 100 universidades e instituições de pesquisas de todo o Brasil, que, organizadas em redes temáticas coordenadas pelo Centro de Pesquisas da Petrobras (Cenpes), um dos maiores centros de pesquisas do mundo, desenvolvem soluções tecnológicas para os principais desafios da indústria de energia.

Fonte: Agência Petrobras

terça-feira, setembro 20, 2011

Petrolíferas retomam exploração do Golfo do México


No momento há 23 plataformas perfurando poços em águas de 900 metros de profundidade ou mais

O Golfo do México está de volta como fonte de petróleo para grandes empresas de energia, pouco mais de um ano depois que o governo do presidente Barack Obama encerrou a maior parte das perfurações, em conseqüência do maior derramamento de petróleo no mar já ocorrido na história dos Estados Unidos.

O surto de atividade acontece agora que o governo americano se prepara para tornar mais rigorosa sua supervisão das perfurações em alto mar. Na ultima quarta-feira (14), os reguladores federais que investigam o desastre da plataforma Deepwater Horizon divulgaram um relatório recomendando inúmeras mudanças.

A perfuração voltou a níveis normais no Golfo do México. No momento há 23 plataformas perfurando poços em águas de 900 metros de profundidade ou mais, segundo estatísticas federais. É o mesmo número de dois anos atrás.

As explorações estão sendo impulsionadas por uma série de grandes descobertas petrolíferas feitas este ano em águas profundas no Golfo. Elas se seguem a outras descobertas igualmente impressionantes feitas em 2009 e início de 2010, antes do desastre da Deepwater Horizon.

Os novos campos petrolíferos estão sendo encontrados em rochas enterradas a grande profundidade, sob forte pressão, e a perfuração deve ser cuidadosamente monitorada para evitar desastres.

Não é claro quanto tempo vai durar o renovado caso de amor entre o Golfo do México e as grandes empresas petrolíferas. A mais recente série de descobertas se localiza em grandes profundidades e muitas estão perto do limite das águas territoriais dos EUA.

A BHP Billiton PLC e a Chevron Corp. anunciaram na semana passada, em separado, novas descobertas petrolíferas. Os dois campos estão a mais de 160 quilômetros da costa e a mais de 1.200 metros de profundidade. Ao todo, esses depósitos contêm vários bilhões de barris de petróleo, o suficiente para manter o Golfo do México como grande região produtora por vários anos.

A BP PLC, que contratou a plataforma Deepwater Horizon, continua buscando ativamente, embora com discrição, as riquezas de energia do Golfo, apesar de enfrentar graves e numerosos litígios civis devido à explosão no poço. Ela tem uma grande participação na recente descoberta da BHP Billiton e tem duas plataformas sob contrato trabalhando para desenvolver seu gigantesco campo Atlantis, descoberto em águas profundas, segundo informes federais. Um porta-voz da BP não quis falar sobre as atividades da empresa no Golfo, mas disse que ela sempre assumiu sua responsabilidade pelo derramamento de óleo.

A exploração vem sendo impulsionada pelos altos preços do petróleo, bem como por tecnologias aperfeiçoadas, que permitem aos geólogos detectar o petróleo a distância antes da perfuração. "Cada vez que começamos a ver algo que sugere que a área está esgotada, recebemos uma nova imagem sísmica", disse Bobby Ryan, vice-presidente da Chevron para exploração global, "e vemos oportunidades em áreas onde achávamos que não havia mais nada".

Com os anúncios de descobertas recentes, sobe para pelo menos quatro o número de campos petrolíferos do Golfo do México com um bilhão de barris de óleo recuperável. Houve apenas dez ou doze desses campos "super gigantes" descobertos nos Estados Unidos durante o século passado.

Esses sucessos da indústria petrolífera são notáveis tanto pelo tamanho dos campos descobertos como por sua complexidade. O campo Appomattox, descoberto em 2009 pela Royal Dutch Shell PLC marcou a primeira vez que a indústria explorou uma reserva em antigas rochas do período Jurássico. O campo Lucius, da Anadarko Petroleum Corp., descoberto em 2009, e o Cardomon Deep, da Shell, de 2010, encontraram petróleo [pré-sal] sob grandes camadas de sal, usando novas tecnologias que permitem às empresas enxergar em baixo da camada opaca de sal, usando ferramentas de pesquisa sísmica.

Tadeusz Patzek, presidente do conselho do Departamento de Engenharia de Petróleo e Geossistemas da Universidade do Texas em Austin, disse que o setor tem um apetite crescente pela exploração de risco. Mas alguns ambientalistas temem que a indústria petrolífera e o governo americano tenham decidido retomar com demasiada rapidez os níveis normais de atividade em águas profundas

Fonte: The Wall Street Journal

Gabrielli diz que pré-sal é responsável por produção de 150 mil barris diários




O presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli, falou para representantes mundiais do setor de energia durante o “World Energy Leader’s Summit 2011”, que foi realizado no Rio de Janeiro. Ele destacou a importância da Petrobras no cenário mundial de energia: “Um terço das recentes descobertas de petróleo no mundo foram realizadas pela Petrobras. Seremos responsáveis pelo novo petróleo, que vai requerer tecnologia avançada, altos padrões de segurança e integração da cadeia de suprimentos”, afirmou.

Gabrielli também alertou que o pré-sal já é uma realidade para o Brasil: “Não é mais um sonho. Nós já produzimos no pré-sal. Temos muitos desafios, mas as oportunidades são muito maiores”, garantiu. Segundo ele, a Petrobras produz hoje cerca de 150 mil barris por dia no pré-sal e até 2020 vai produzir quase dois milhões de barris por dia, com a cessão onerosa.

A crescente demanda por derivados de petróleo nos países em desenvolvimento também foi abordada pelo presidente da companhia: “Os novos investimentos em refino não estão nos EUA, Europa ou Japão. Estão em países como Brasil, Índia e China, onde há um mercado crescente por derivados”, disse Gabrielli. O Plano de Negócios da Petrobras prevê investimentos de US$ 70,6 bilhões em refino, transporte, comercialização e petroquímica nos próximos cinco anos. O ministro de Minas e Energia, Edson Lobão, também esteve presente no evento.

O Conselho Mundial de Energia foi formado em 1923 com o objetivo de facilitar o diálogo global entre Líderes de Energia. Com sede em Londres, o Conselho representa mais de 3.000 organizações em 90 países, incluindo governos, empresas estatais e privadas, universidades, ONGs e pessoas ligadas ao setor.

Fonte: Agência Petrobras

Incêndio no navio Diva da Transpetro em Maricá teve um óbito


O foco de incêndio está confinado no compartimento da praça de máquinas

A Transpetro informa que por volta das 21h deste domingo (dia 18/9)) ocorreu um incêndio na praça de máquinas do navio Diva, a 25 milhas náuticas a leste de Maricá (RJ). O incêndio foi controlado pela tripulação, com o apoio de rebocadores deslocados para a região. O foco de incêndio estava confinado no compartimento da praça de máquinas, distante dos tanques de carga da embarcação.

A Companhia lamenta informar o falecimento do oficial de náutica Rosynaldo Marques dos Santos, ocorrido durante os procedimentos de combate ao incêndio. A Transpetro tem prestado toda a assistência aos 32 tripulantes a bordo e à família do oficial Rosynaldo Marques.

O Diva havia passado por uma docagem de manutenção periódica no início do ano e operava normalmente desde então, atuando no transporte de óleo diesel para abastecimento a rebocadores da Bacia de Campos. Uma comissão interna foi criada para investigar as causas do acidente. A Marinha do Brasil e as demais autoridades competentes foram devidamente comunicadas.

Fonte: NN

segunda-feira, setembro 19, 2011

Barra Energia adquire participações no Bloco BS-4 em águas profundas



O bloco está localizado a 185 km da costa, a sudeste da cidade do Rio de Janeiro

Barra Energia do Brasil Petróleo e Gás Ltda (Barra Energia) que firmou dois acordos independentes para adquirir uma participação total de 30% no bloco BS-4 das empresas Chevron Brasil Atlanta e Oliva Exploração e Produção Ltda (20%) e da Shell Brasil Petróleo Ltda (10%).

O consórcio é formado atualmente pela Shell (40%) que é a operadora do bloco, Petrobras (40%) e Chevron (20%). O bloco está localizado a 185 km da costa, a sudeste da cidade do Rio de Janeiro, em lâmina d’água de aproximadamente 1.550m.

A área engloba os Campos de Atlanta e Oliva, portadores de óleo pesado em reservatórios do Eoceno (pós-sal) a cerca de 2.400m de profundidade, com grau API entre 14º e 16º. De acordo com os Planos de Desenvolvimento submetidos pela operadora Shell e aprovados pela ANP em 24 de junho de 2009, os dois campos somam um volume superior a 2,1 bilhões de barris de óleo in situ.

O BS-4 se situa em área de alta prospectividade para os reservatórios do pré-sal, estando localizado cerca de 50km a nordeste do poço descobridor do campo de Libra, potencialmente um dos maiores campos descobertos no pré-sal até hoje.

Toda a documentação pertinente será submetida à ANP para sua aprovação final. "Nosso posicionamento estratégico na área do pré-sal fica fortalecido com estas novas participações. Somadas à recente aquisição de 10% do bloco BMS-8, as do BS-4 representam importante diversificação para o nosso portfólio por incluir potencial exploratório no pré-sal, além de dois campos já descobertos em reservatórios mais rasos no horizonte do pós-sal”, declarou João Carlos de Luca, Diretor Presidente da Barra Energia.

"Esta aquisição amplia significativamente a posição da Barra Energia na província do pré-sal, atualmente uma das províncias petrolíferas mais prolíficas do mundo e, consequentemente, alvo de enorme interesse da indústria petrolífera”, afirmou Renato Bertani, Diretor Executivo da Barra Energia. “Continuamos avaliando e buscando outras boas oportunidades de negócios com vistas a diversificar nossa carteira de projetos".

Os principais investidores da Barra Energia são o First Reserve Corporation e afiliadas do Riverstone Holdings LLC.

Fonte: TN Petroleo

Prospecção de petróleo ameaça biodiversidade do Amazonas, diz estudo


a pesquisa, muito em breve essa zona, onde se encontram a maior biodiversidade e as selvas mais extensas do planeta, poderia estar coberta por plataformas petrolíferas e gasodutos.

O estudo, realizado por duas organizações americanas sem fins lucrativos e por cientistas da Universidade de Duke (Carolina do Norte), assinala que já há 180 blocos de prospecção petrolífera e de gás na região.

Esses blocos cobrem uma superfície de 688 mil quilômetros em territórios de Brasil, Colômbia, Equador e Peru.

Em uma pesquisa que durou três anos, os cientistas determinaram as atividades petrolíferas na região, e seu resultado é "uma alarmante avaliação das ameaças à biodiversidade e aos povos da região", assinala o relatório.

"Descobrimos que os blocos de gás e petróleo se sobrepõem perfeitamente com as zonas de maior biodiversidade para aves, mamíferos e anfíbios do Amazonas", segundo Clinton Jenkins, cientista da Universidade de Duke.

Ele acrescentou que "a ameaça para os anfíbios é de especial preocupação, pois já constituem o grupo de vertebrados mais ameaçado (pela extinção) no mundo todo".

O estudo manifesta que nem sequer os parques nacionais se salvam da prospecção de hidrocarbonetos, que se concentrou nas partes menos afetadas do Amazonas.

Entre esses parques o relatório menciona o Parque Nacional Yasuní, no Equador, e o Parque Nacional Madidi, na Bolívia.

Segundo Matt Finer, do grupo ecologista americano Save America's Forests, a situação "mais dinâmica" se desenvolve na região amazônica peruana.

Ali, 64 blocos de petróleo e gás natural cobrem aproximadamente 72% da região, que é de cerca de 490 mil quilômetros quadrados.

O estudo também indica que muitos dos blocos de prospecção de hidrocarbonetos ameaçam os territórios de povos indígenas que vivem totalmente isolados da civilização e são suscetíveis a doenças externas.

Segundo os cientistas, o grande perigo para a pureza do Amazonas é representado pelos novos caminhos de acesso que envolvem a prospecção petrolífera.

Essa nova estrutura viária acelera o desmatamento, a colonização, a caça excessiva e a poda ilegal em zonas que até há pouco eram muito remotas.

"A eliminação de novos caminhos de acesso petroleiro poderia reduzir de maneira significativa o impacto da maioria dos projetos", assinala Finer.

Brian Keane, do grupo Land is Life, afirma que o desenvolvimento petroleiro no Amazonas ocidental é "uma flagrante violação dos direitos dos povos indígenas na região".

Acrescenta que os acordos internacionais reconhecem que os povos indígenas têm direitos sobre suas terras, e "explicitamente proíbem entregar concessões para a exploração de recursos naturais em seus territórios sem seu consentimento ".

"Encher o tanque de gasolina em breve poderá ter conseqüências devastadoras para as selvas, seus povos e suas espécies", assinala Stuart Pimm, cientista da Universidade de Duke. EFE

Fonte: http://g1.globo.com

HRT anuncia descoberta de hidrocarbonetos no Solimões



A HRT Participações em Petróleo informou que sua subsidiária HRT O&G Exploração e Produção de Petróleo encaminhou, à Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), notificação de descoberta de indícios de hidrocarbonetos gasosos e líquidos em um poço perfurado na Bacia do Solimões, a 7,5 quilômetros da cidade de Carauarí, no Amazonas. O petróleo e o gás natural são exemplos de hidrocarbonetos.
O poço 1-HRT-3-AM, localizado no bloco SOL-T-168, alcançou profundidade de 2.680 metros, atingindo o embasamento cristalino. Segundo a empresa, o poço está "em fase de avaliação, tendo sido finalizados os perfis elétricos e iniciados os testes de pressão, ressonância magnética e amostragem lateral de rochas e fluidos".
"Com base nos resultados dessa avaliação, o poço será revestido para a realização de testes de formação visando caracterizar os tipos de fluido e o potencial de produção dos reservatórios", informou a HRT.
"É importante salientar que, embora não se tenha verificado, durante a perfuração do poço, a presença de óleo nas amostras de calha, a aplicação da técnica de GC-MS para análise do gás indicou a presença de hidrocarbonetos líquidos tanto na Formação Juruá quanto na Formação Uerê", diz a HRT, no fato relevante.
Esta foi a terceira perfuração anunciada pela HRT, iniciada no dia 29 de junho. A companhia possui 55% de participação em 21 blocos exploratórios na Bacia Sedimentar do Solimões, ocupando uma área de cerca de 48,5 mil quilômetros quadrados. Na área foram mapeados e certificados 52 prospectos e 11 descobertas foram classificadas como recursos contingentes.

Fonte: http://estupeg.blogspot.com/

domingo, setembro 18, 2011

OGX inicia instalação de equipamentos para Teste de Longa Duração na Bacia de Campos


Companhia prevê início do TLD no prazo excepcional de cerca de 2 anos após a descoberta de Waimea

A OGX, empresa brasileira de óleo e gás natural, recebeu do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA) a Licença de Instalação (LI) referente ao Teste de Longa Duração (TLD) e Desenvolvimento da Produção de Waimea, no bloco BM-C-41, na Bacia de Campos. A OGX detém 100% de participação nesse bloco. Após a concessão da licença, a companhia iniciou a instalação dos equipamentos para o começo do TLD em Waimea.

“Com o recebimento desta LI, iniciamos imediatamente a instalação dos equipamentos submarinos e do sistema de ancoragem do FPSO OSX-1 na acumulação de Waimea, partindo assim para a última etapa do processo rumo à produção”, comentou Paulo Mendonça, Diretor Geral e de Exploração da OGX.

A instalação dos equipamentos submarinos será feita através do barco Aker Wayfarer, que tanto tem capacidade de instalar o sistema de ancoragem do FPSO OSX-1, quanto de interligar as linhas flexíveis. Para iniciar a ancoragem, as estacas são cravadas uma a uma e suportam a bóia através de amarras e cabos. Finalizada essa ancoragem, inicia-se a interligação das linhas flexíveis à bóia que será posteriormente conectada ao FPSO.

A acumulação de Waimea, que está em águas rasas da Bacia de Campos e foi descoberta pelo poço pioneiro OGX-3 em 18 de dezembro de 2009, tem seu TLD previsto para iniciar no prazo excepcional de cerca de 2 anos após a descoberta, através do poço horizontal OGX-26HP, que já se encontra pronto para esse teste.

Fonte: Assessoria

Municípios ameaçam ir à Justiça contra mudança nos royalties



Rio de Janeiro, Campos, Macaé e Rio das Ostras estão entre os mais afetados

O governador do Rio, Sérgio Cabral, e os principais municípios fluminenses produtores de petróleo reagiram à proposta do governo que altera a divisão dos royalties e ameaçam entrar na Justiça. Rio de Janeiro, Campos, Macaé e Rio das Ostras estão entre os mais afetados. Os municípios terão sua participação limitada a 6% em 2020, no lugar dos atuais 26,25%. Pela proposta, a queda seria gradual e já em 2012 a fatia cairia para 18% do total dos royalties arrecadados.

Para que estados e municípios não produtores de petróleo entrem na divisão do bolo e passem a receber royalties, os municípios produtores é que pagariam grande parte dessa conta, deixando de ganhar R$ 24,03 bilhões até 2020. Nesse período, a União se propôs a abrir mão de R$ 15,17 bilhões, já que sua parcela cairia de 30% para 20%. O Estado do Rio ficaria sem R$ 1,5 bilhão, com a redução da fatia dos estados produtores de 26,25% para 25% a partir do ano que vem. No total, todos os estados produtores teriam R$ 1,7 bilhão a menos

O município fluminense de Macaé, que recebeu R$ 439 milhões em royalties e participações especiais ano passado, pretende entrar com mandado de segurança contra a nova divisão. Para Marcos Marotti Sales, procurador geral de Macaé, o corte nos repasses não pode ser feito do dia para a noite.

Segundo Riverton Mussi Ramos, prefeito de Macaé, obras e investimentos em saúde e educação teriam de ser suspensos. Hoje, 40% do orçamento de R$ 1,2 bilhão vêm do petróleo. Riverton, presidente da Organização dos Municípios Produtores de Petróleo (Ompetro), disse que segunda-feira haverá um encontro para decidir o que será feito:

- Podemos entrar com uma ação conjunta entre os municípios ou, através da Ordem dos Advogados do Brasil, com uma ação de inconstitucionalidade.

A prefeita de Campos, Rosinha Garotinho, afirmou que vai entrar com ação no STF e na Receita Federal. Segundo ela, na próxima semana haverá manifestações em todas as cidades do Rio. Hoje, o petróleo responde por 70% do orçamento de Campos, de R$ 2 bilhões:
- Se a liminar for acatada, vamos discutir isso na Justiça. Sem esse dinheiro, toda a região (Norte Fluminense) quebra.

Governador do Rio reage via rede social

Cabral afirmou pelo Twitter, que não aceita a proposta do governo. Ressaltou que os estados e os municípios têm direito adquirido ao que foi licitado. "Da maneira que se quer prejudicar os estados e municípios produtores só vai nos restar ir à Justiça", postou. Em nota, lembrou que a receita já está integrada ao patrimônio e que os recursos são indispensáveis para o equilíbrio do orçamento.

O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, disse que todas as propostas apresentadas estão sendo analisadas. Ele admitiu a possibilidade de alguns municípios produtores questionarem na Justiça a perda de arrecadação, mas minimizou:

- O direito de ir à Justiça é assegurado. Mas os municípios confrontantes são poucos, e, portanto, recebem muito, enquanto 5.500 outros municípios não recebem nada.

Para o governador do Espírito Santo, Renato Casagrande, a proposta permite a discussão:

- Não é uma proposta que desequilibra, tem questões a serem ajustadas, principalmente em relação aos municípios produtores, mas permite que a gente continue conversando. O que não está ainda adequado é o ambiente, porque tem muita gente querendo avançar muito sobre as receitas dos produtores.

Em seminário sobre guerra fiscal em Brasília, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, reforçou que o próximo movimento deve partir dos estados produtores para que saia o acordo:
- Cada um tem que ceder um pouco, a União vai ceder um pouco, estados produtores têm que ceder um pouco.

Fonto. OGlobo

Empresas chinesas preparam 'invasão' para chegar no pré-sal



A nova leva de recursos chineses no Brasil será destinada à cadeia petrolífera

De olho em encomendas que devem somar US$ 400 bilhões até 2020, empresas chinesas do setor de petróleo e gás preparam uma espécie de "invasão" ao Brasil. Pelo menos 20 fornecedores da cadeia de bens e serviços de petróleo desembarcam ainda em 2011 no Brasil, em busca da forte demanda oriunda, especialmente de projetos na camada pré-sal liderados na maior parte pela Petrobras. Depois de investir principalmente em telecomunicações e em equipamentos de construções rodoviárias, a nova leva de recursos chineses no Brasil será destinada à cadeia petrolífera, segundo o presidente da Câmara de Comércio e Indústria Brasil-China, Charles Tang."O Brasil é um mercado importantíssimo, e as empresas chinesas querem investir", afirma.

Inicialmente, essas companhias chegam abrindo representações por aqui. A perspectiva, segundo Tang, é que muitas delas passem a produzir no Brasil. "Os projetos têm cada vez maior índice de conteúdo nacional. Portanto, fabricar aqui no país vem se tornando um elemento importante", observa. Vai se instalar aqui, por exemplo, a Honghua, fabricante de sondas que recentemente ganhou contrato para fornecer dois equipamentos de perfuração terrestre para a Queiroz Galvão Óleo e Gás. Outra companhia que prepara a entrada no país é a CIMC Raffles, que já forneceu duas plataformas de perfuração para o grupo Schahin.

TEMOR
A indústria nacional não esconde o temor com a entrada de mais empresas chinesas. Para Bruno Musso, superintendente da Onip (Organização Nacional da Indústria do Petróleo), a maior parte das companhias que estão chegando está simplesmente abrindo escritórios e vendendo produtos importados. "Temos a percepção de que eles estão chegando com mais força, mas sempre na linha exploratória. Inclusive trazendo trabalhadores chineses", afirma. Musso diz não ser contrário à chegada de empresas de outros países, desde que venham agregar à produção nacional. No ano passado, duas grandes petrolíferas chinesas desembarcaram no país.

A estatal Sinopec, maior companhia de petróleo do país asiático, adquiriu 40% do capital da Repsol Brasil. Já a Sinochem obteve, por US$ 3 bilhões, 40% de participação no campo de Peregrino, na bacia de Campos (litoral do Rio). A norueguesa Statoil é a outra sócia do bloco. Maior compradora de produtos brasileiros, a China tem interesse em investir também em transporte marítimo, cujas atividades dão apoio à atividade petrolífera. Perspectivas do segmento petroleiro e da entrada dos chineses serão discutidas no seminário Mare Forum, que será realizado nesta terça-feira (dia 13/09), no Rio de Janeiro.

Fonte: Folha de SP

sábado, setembro 17, 2011

Sérgio Gabrielli debate conteúdo nacional em Brasília


O crescimento do Rio é benéfico também para a cidade de São Paulo

Durante décadas, a cidade do Rio de Janeiro, viveu um esvaziamento – perdeu levas de empresas se setores de serviços, como finanças e publicidade, para outras capitais brasileiras. Em 2003, num levantamento feito pela consultoria Deloitte com 700 maiores empresas da cidade, só 16% dos executivos acreditavam que o investimento estrangeiro iria aumentar no Rio nos anos seguintes. O cenário começa a mudar com os investimentos na extração da camada pré-sal e o que a descoberta representa em termos de formação de cadeias de fornecedores dos mais variados segmentos da economia, como construção naval, siderurgia e não podemos esquecer a Copa e as Olimpíadas.

Guinada - Em recente entrevista, o diretor-presidente do Instituto de Pesquisa Fractual, Celso Grisi, afirmou que, o Rio de Janeiro vive um momento de prosperidade muito forte, sobretudo com o pré-sal. Segundo Grisi, a Copa e as Olimpíadas ativarão a economia regional fortemente, mas depois passa, e o que vai ficar mesmo é a indústria petrolífera que vai se desenvolver com grande vigor na costa do Rio de Janeiro, e também vai atingir Santos que vive um boom imobiliário muito grande em função disso tudo.

Cooperação - De acordo com o diretor, o crescimento do Rio é benéfico também para a cidade de São Paulo, porque o Estado vive fortemente dos serviços do parque industrial. “É um momento que o Rio de Janeiro vai ampliar suas demandas à indústria paulista, trazendo muitas vantagens para a cidade”. Segundo Grisi, com a região Sul, Nordeste, as regiões agropecuárias e a costa brasileira com o pré-sal, deve trazer uma redução do PIB do Estado de São Paulo, mas isto não quer dizer que o PIB vai ficar menor, ao contrário vai continuar crescendo, mas é porque as outras áreas cresceram mais fortemente.

Comparação - Entre as grandes cidades brasileiras, o Rio é a que mais coloca dinheiro na ampliação da capacidade industrial e da infraestrutura, como nas obras de melhoria de acesso ao porto. Os investimentos desse tipo devem fechar 2011 em 26% do PIB municipal, índice bem superior aos 20% de São Paulo e 18% do Brasil. A arrecadação subiu para 30% entre 2008 e 2010, em comparação com 13% do Brasil. No ano passado, a renda média do carioca chegou a R$ 1,682 mensais e superou a do paulistano (R$ 1.667). Semana passada, uma reportagem da revista britânica The Economist registrou essa virada. “Pela primeira vez em décadas, a Cidade Maravilhosa parece atraente para negócios”.

Fonte: NN/ Rodrigo Leitão