segunda-feira, abril 30, 2012

BLOG ADEILTON PRIMO - MOMENTO OPORTUNIDADES

Entrei em contato com o RH da empresa e fiquei sabendo da seguinte oportunidade;

Vaga para OPERADOR DE GUINDASTE OFFSHORE.

Pré-requisito:

- Disponibilidade para trabalhar embarcado;
- Conhecimento avançado em operação de guindastes offshore;
- Curso de Operação de Guindaste;
- 2º Grau Completo;
- Residência no Nordeste. CE, SE, BA E RN.
- Base da empresa fica em Parnamirm - RN.

Os interessados favor enviar o currículo para: rhnatal@schahinpetroleo.com.br


Trabalho na Schahin Petróleo espero que você também faça parte de nossa família.

Como em outras áreas de atuação do Grupo Schahin, a Divisão de Petróleo e Gás realiza investimentos contínuos em tecnologia e qualificação de recursos humanos, priorizando os aspectos relacionados à segurança, meio ambiente e bem-estar de seus funcionários.

Desde junho de 1984, a Schahin possui na cidade de Natal uma Base de suporte operacional para sondas de produção hidráulica (SPH), que operam em regime contínuo de 24 horas e necessitam de um apoio terrestre.

A Base Natal dispõe de local apropriado para o armazenamento de peças e sobressalentes, de manutenção ou operação.

Na região petrolífera do Nordeste, a Schahin é responsável por operações no Ceará, Rio Grande do Norte, Sergipe e Norte do Espírito Santo, tendo também experiência comprovada no apoio à perfuração.

A empresa é reconhecida no setor e pelo cliente Petrobrás por sua eficiência operacional em completação de poços e segurança industrial.

"Desejo Boa Sorte a todos leitores do BLOG ADEILTON PRIMO PETRÓLEO E GÁS em breve estarei postando outras oportunidades..

Agradece: Adeilton Primo.

Eike Batista deixa presidência da OGX e Paulo Mendonça substitui

Eike Batista fica na presidência do conselho de administração.
Trocas adéquam empresa ao início da produção de petróleo e gás natural.

A OGX anunciou na sexta-feira (27/04), que Eike Batista deixa a presidência da empresa e será substituído por Paulo Mendonça. Eike Batista continuará na presidência do conselho de administração da companhia. A troca, segundo nota no site da empresa, tem como objetivo “se adequar à nova fase das suas operações, com o início das atividades de produção e comercialização de petróleo e gás natural”.

Além da nova composição da diretoria executiva, a empresa anunciou a criação de um comitê de gestão e planejamento estratégico “para assessorar o conselho de administração”.

A nova estrutura e composição da Diretoria Executiva da OGX terá Paulo Mendonça na função de diretor presidente (CEO), Paulo Ricardo dos Santos como diretor de exploração e de reservatórios, Reinaldo Belotti como diretor de produção (COO), Roberto Monteiro como diretor financeiro e de relações com investidores (CFO), e José Roberto Faveret como diretor jurídico.

O comitê de gestão e planejamento estratégico é presidido pelo conselheiro Eduardo Karrer. O comitê, diz a empresa, “foi criado em função do forte e rápido crescimento das atividades da OGX e terá como objetivo coordenar a implantação do plano de negócios e dos projetos da companhia, bem como estabelecer e acompanhar a execução do seu planejamento estratégico”.

O objetivo das mudanças é “dar suporte ao aumento da escala das suas atividades, que agrega o início da produção e comercialização de petróleo e gás natural à sua intensa e bem-sucedida campanha exploratória”.

“É com satisfação que continuo à frente da OGX como presidente do conselho, tendo na presidência da diretoria o Paulo Mendonça, que com enorme habilidade conduz a companhia desde a sua criação”, disse Eike Batista em nota.

Fonte: G1

Plataforma de petróleo inclina na Baía de Guanabara

Uma plataforma de petróleo ancorada na Baía de Guanabara adernou no final da noite do último sábado (28). Os cem tripulantes que estavam a bordo tiveram de ser retirados às pressas, por medida de precaução.

Pertencente à empresa Trans Ocean, que presta serviços à indústria de óleo e gás em países produtores, a plataforma estava parada desde o primeiro trimestre no cais do Arsenal de Marinha, na Ilha das Cobras. A plataforma vinha sendo submetida a reparos.

O risco de a plataforma inclinar-se ainda mais levou os oficiais de plantão no 1º Distrito Naval (representação da Marinha no Estado do Rio), vizinho ao Arsenal de Marinha, a decidirem pela retirada de um submarino que estava ancorado ao lado.

Pela manhã, um guindaste e dois rebocadores prenderam cabos na plataforma, na tentativa de evitar que o processo de inclinação se acentue.
A Marinha proibiu o acesso de jornalistas ao Arsenal de Marinha. A Trans Ocean ainda não se manifestou sobre o problema. Boias de contenção de óleo foram espalhadas ao redor da plataforma, como prevenção a vazamentos. Aparentemente, o óleo da plataforma não vazou.

Fonte: AE Agência Estado

domingo, abril 29, 2012

Etapa de estudos sísmicos para prospecção de petróleo vai gerar 550 empregos no Acre

Os estudos sísmicos em solo acreano para demonstração do potencial para hidrocarbonetos já iniciaram. O objetivo da etapa é confirmar a presença de gás ou petróleo no estado. Ao longo do processo que vai demorar oito meses, serão geradas 550 contratações, sendo que 80% da mão-de-obra é local.


A partir da conclusão dos estudos, que fazem uma espécie de ultrassom no subsolo, a partir do registro e medição da reflexão das ondas sísmicas, e confirmada a presença de gás e petróleo, o Acre estará pronto para licitar a prospecção. “É claro que isso será feito dentro das salvaguardas ambientais que norteiam o nosso projeto. Uma regra que será muito estudada é uma lei estadual onde metade da arrecadação seja destinada ao desenvolvimento socioambiental de populações tradicionais e isso é inovador no Brasil. Não vamos abrir mão do respeito aos povos indígenas e outras populações”, disse o governador do estado, Tião Viana.

“Isso movimenta a nossa economia não só com a geração de empregos, mas também com o aluguel de espaços para alojar essas pessoas, contratos de carros e toda movimentação econômica que vai gerar nos municípios que atuarão”, comenta o secretário de Indústria e Comércio, Edvaldo Magalhães, que acrescenta que já é possível ver retorno, antes mesmo da confirmação da existência do petróleo.

A empresa Georadar, vencedora da licitação feita pela Agência Nacional de Petróleo (ANP), está na fase de permissaria e comunicação. “É o momento de comunicar para autoridades, sociedade, policias civil e militar o trabalho que vamos fazer, além de pedir permissão aos proprietários das áreas que vamos estudar. Também é calculado agora, com a elaboração dos laudos, as indenizações dos danos causados”, explica Ricardo Savini, diretor da Georadar.

Segundo o secretário de Meio Ambiente, Edegard de Deus, os impactos ambientais causados serão os menores possíveis. “Não haverá entrada de grandes equipamentos, tudo é feito com o acompanhamento dos órgãos ambientais. O Ibama já licenciou o estudo, e a empresa é responsável por recuperar todas as áreas que alterar, incluindo o fechamento de todos os poços abertos. Além disso, o governador já anunciou que parte dos royalties será destinado ao desenvolvimento socioambiental de povos tradicionais, incluindo os indígenas.
 

Área de petróleo tem emprego com salário de R$ 18 mil na região

Você já imaginou receber 18 mil reais de salário? A área de petróleo e gás está aquecida na região. Empresas de São José dos Campos estão com vagas abertas para diversas profissões. E mesmo com esse salário, está difícil encontrar candidatos.


A área petrolífera é a que mais vem crescendo e gerando empregos no país nos últimos anos. E com a descoberta do pré-sal, uma camada no fundo do mar de onde pode ser retirado o petróleo, o país planeja estar entre os principais produtores do mundo. Mas, pra isso, vai precisar de muita mão de obra.

E está exatamente aí a maior dificuldade. Encontrar pessoas experientes na área. O que tem preocupado a consultora de recursos humanos Renata Aulísio. Ela precisa contratar com urgência cinco engenheiros. O salário? 18 mil reais! Mas até agora... Ninguém preencheu os requisitos. “É um profissional voltado ao ramo petrolífico. O mercado está totalmente aquecido. E a grande dificuldade é essa: temos concorrência muito grande e a busca desse profissional se torna cada vez mais difícil”.

Ficou interessado? Então, saiba que é preciso investir em capacitação. E não é barato. Uma escola de pós-graduação de São José dos Campos abriu um curso de gestão em petróleo e gás. O valor, cerca de 800 reais por mês, talvez tenha assustado os candidatos. "As pessoas ficam sem saber se devem mesmo fazer o curso. E também algumas pessoas vem procurar o curso numa questão mais técnica, que não é o caso do MBA que a gente oferece. É um MBA mais pra parte de gestão, que inclusive é a maior demanda hoje do mercado", contou Rafael Moscardi, diretor administrativo.

As vagas abertas são para gerente, administrador, diretor de área, engenheiro civil, topógrafo e mestre de obras. Os currículos passam por uma triagem por uma empresa de RH. Os currículos selecionados são encaminhados direto para a empresa. Interessados podem encaminhar os currículos para o e-mail: recrutamentosamah@hotmail.com
 

No Brasil, mulheres e petróleo formam uma mistura poderosa

"Se estou falando em voz alta, fale mais alto ainda", diz Graça Foster, que deve se tornar a mulher mais influente no mundo dos negócios

A indústria petroleira mundial há tempos tem sido um bastião masculino, representado na imaginação popular por xeiques de verdade do Golfo Pérsico e fanfarrões como J.R. Ewing em "Dallas". Porém, uma exceção à regra surgiu no Brasil, a emergente potência petroleira da América Latina, onde mulheres agora ocupam as posições mais poderosas no florescente setor de energia do país.

Em questão de semanas neste ano, Maria das Graças Foster, engenheira química tarimbada, assumiu o maior posto da Petrobras, estatal brasileira do petróleo, e Magda Chambriard foi indicada para dirigir a Agência Nacional do Petróleo, a qual regula o setor no Brasil.

Colocar mulheres nessas posições de comando é uma prioridade da presidente Dilma Rousseff, a primeira mulher a governar o Brasil. Rousseff, que visitou os Estados Unidos em abril, é ex-ministra das Minas e Energia e chefiou o conselho diretor da Petrobras por sete anos durante o governo de seu antecessor, Luiz Inácio Lula da Silva.
 
"Ela conhece muito bem o setor e sabe ser extremamente exigente", Foster disse em entrevista sobre Rousseff, economista cujas histórias sobre intimidação dos subordinados viraram lenda, dando aos humoristas brasileiros um vasto material para esquetes. "Quando ela liga, preciso ter a resposta na ponta da língua."

Não existem muitos exemplos de mulheres em altos postos no setor da energia. Na Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep), Diezani Alison-Madueke, ministra do petróleo da Nigéria, é mulher. Nos EUA, Lynn Elsenhans foi a CEO da Sunoco durante quatro anos antes de sair neste ano. A CEO da Pertamina, empresa petroleira da Malásia, e a diretora da Schlumberger Asia, divisão da empresa de serviços para campos de petróleo, também são mulheres.

Porém, comandar a Petrobras, encarregada da exploração de campos profundos ao largo da costa, é outra coisa. Criada há 58 anos e presidida nos primeiros anos por Walter Link, um geólogo norte-americano, a empresa está investindo, segundo estimativas após o ajuste da inflação, mais do que a NASA para levar o homem à Lua nos anos 60, para produzir petróleo a partir de reservas encontradas sob quilômetros de água, pedra, areia e sal.

"O programa lançado pela Petrobras é crítico para o Brasil e o mercado global", diz Daniel Yergin, autor de "The Quest", novo livro sobre a indústria internacional da energia. "Ela vê o cenário como um todo e, ao mesmo tempo, presta bastante atenção aos detalhes", ele comentou acerca da nova diretora. "Ela logo será conhecida como uma das pessoas mais importantes do mundo do petróleo e, certamente, a mulher mais importante e influente no mundo dos negócios."

Se a Petrobras conseguir atingir as metas ambiciosas de produção na próxima década, o Brasil ultrapassaria as potências petroleiras da América Latina, México e Venezuela, tornando-se um dos maiores produtores globais. Empreendimentos da Petrobras já estão fazendo a economia do Rio efervescer, com montes de estrangeiros ligados ao segmento elevando os aluguéis em bairros exclusivos de frente para o mar, como Ipanema e Leblon.

sábado, abril 28, 2012

Oportunidade de Emprego


BLOG ADEILTON PRIMO - MOMENTO OPORTUNIDADE

Entrei em contato com o RH da empresa e fiquei sabendo da seguinte oportunidade;

Vaga para OPERADOR DE GUINDASTE OFFSHORE.

Pré-requisito:

- Disponibilidade para trabalhar embarcado;

- Conhecimento avançado em operação de guindastes offshore;

- Curso de Operação de Guindaste;

- 2º Grau Completo;

- Residência no Nordeste. CE, SE, BA E RN.

- Base da empresa fica em Parnamirm - RN.

Os interessados favor enviar o currículo para: rhnatal@schahinpetroleo.com.br


Trabalho na Schahin Petróleo espero que você também faça parte de nossa família.

Como em outras áreas de atuação do Grupo Schahin, a Divisão de Petróleo e Gás realiza investimentos contínuos em tecnologia e qualificação de recursos humanos, priorizando os aspectos relacionados à segurança, meio ambiente e bem-estar de seus funcionários.

Desde junho de 1984, a Schahin possui na cidade de Natal uma Base de suporte operacional para sondas de produção hidráulica (SPH), que operam em regime contínuo de 24 horas e necessitam de um apoio terrestre.

A Base Natal dispõe de local apropriado para o armazenamento de peças e sobressalentes, de manutenção ou operação.

Na região petrolífera do Nordeste, a Schahin é responsável por operações no Ceará, Rio Grande do Norte, Sergipe e Norte do Espírito Santo, tendo também experiência comprovada no apoio à perfuração.

A empresa é reconhecida no setor e pelo cliente Petrobrás por sua eficiência operacional em completação de poços e segurança industrial.

"Desejo Boa Sorte a todos leitores do BLOG ADEILTON PRIMO PETRÓLEO E GÁS em breve estarei postando outras oportunidades..


 Agradece: Adeilton Primo.


Petrobras realiza simulado para ações de resposta a vazamento de óleo

Exercício teve como objetivo exercitar os planos de emergência da companhia

A Petrobras informa que foram realizados simulados considerando dois cenários diferentes: no mar e em terra. As atividades tiveram como objetivo exercitar os planos de emergência e manter as equipes constantemente preparadas para atuarem em situações deste tipo.
O primeiro iniciou por volta das 8h, na plataforma de Vermelho 2, localizada a 154 km da costa de Macaé. Nela, o exercício previa um vazamento na linha de exportação de óleo da plataforma de Vermelho 2 para a plataforma de Vermelho 3, com volume de vazamento definido em 80 m³.
O Plano de Emergência de Vazamento de Óleo (PEVO) foi acionado e uma aeronave e embarcações foram encaminhadas para simular a contenção do vazamento, a coleta e a transferência do óleo para tratamento em outra unidade marítima.
No cenário em terra, iniciado por volta das 10h, simulou-se a identificação de uma mancha de óleo próxima à foz do Rio Una, no município de Cabo Frio. A Petrobras deslocou sua equipe do Centro de Defesa Ambiental (CDA) ao local definido, onde avaliou o cenário e lançou barreiras para a contenção do óleo. Para tornar o exercício mais real, o simulado contou também com a participação da Guarda Marítima e Ambiental de Cabo Frio.
Os simulados são realizados pela Petrobras periodicamente e servem para avaliar o treinamento das equipes e a estrutura de resposta da Companhia, previstas no Plano de Emergência. Os dois exercícios desta quarta-feira foram acompanhados pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).

Fonte: Petrobras - Joelma Celestrini

sexta-feira, abril 27, 2012

Pré-Sal Brasil 2012

Com o advento do pré-sal, a produção de petróleo no Brasil vai crescer exponencialmente e, junto com ela, deve aumentar também a incidência de vazamentos de óleo e de outros acidentes, dizem especialistas no tema.

A camada do pré-sal está entre 5.000 e 8.000 metros de profundidade. Antes dela, a exploração de petróleo no fundo do mar era feita em profundidade média de 3.500 metros na Bacia de Campos.
Para trazer maiores informações relacionadas a estes temas, é durante o 3º Congresso Pré-Sal Brasil, que o Prof. Luiz Pinguelli Rosa, Diretor da COPPE, apresentará “O Pré-Sal e o Meio-Ambiente – O equilíbrio entre a riqueza do Pré-Sal e a responsabilidade ambiental”. Junto com ele estão confirmados o Sr. Carlos Camargo, Gerente de Segurança de Processos do Grupo EBX, e Sr. Carlos Magno, Gerente de Risco do CENPES
PETROBRAS.
No que se refere a informações jurídicas para o setor naval e offshore, Rafael R. Rezende, Counsel/Advogado Negotiations & Legal Brazil, da Chevron Brasil discorrerá sobre a falta de segurança jurídica em investimentos estrangeiros no setor de petróleo e gás, e Daniel Hora do Paço, Tax Manager da PETROBRAS apresentará o modelo brasileiro de tributos e participações governamentais para contratos de concessão e de partilha.

Sr. Maurício Tolmasquim, Presidente da EPE, ainda abrirá a sessão plenária sobre o tema “O Novo Sistema Regulatório Brasileiro de E&P de Petróleo”.

O 3º Congresso Pré-Sal Brasil 2012 ocorre entre os dias 4 a 6 de Junho no Windsor Barra Hotel Rio de Janeiro, onde mais de 300 executivos do setor são aguardados.

As inscrições para você que está sendo convidado pelo Petróleo ETC podem ser realizadas, com 10% de desconto, através do site www.presaltbrazilcongress.com.br ou através do e-mail contato@presaltbrazilcongress.com.br ou telefone 11 3893 1300 ramal 229.


Fonte: http://www.petroleoetc.com.br/

OGX declara comercialidade da acumulação de Waikiki na Bacia de Campos

E estima um volume total recuperável de 285 milhões de barris de petróleo deste campo ao longo do período de concessão da fase de produção.

Rio de Janeiro- A OGX, empresa brasileira de óleo e gás natural responsável pela maior campanha exploratória privada no Brasil, apresentou à Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) a Declaração de Comercialidade da acumulação de Waikiki, cuja nova denominação proposta é Campo de Tubarão Martelo, contida nos blocos BM-C-39 e BM-C-40, em águas rasas da Bacia de Campos. A OGX detém 100% de participação nesses blocos. Esta é a primeira declaração de comercialidade da companhia na Bacia de Campos.

“Esse anúncio marca o início da fase de Declarações de Comercialidade da OGX na Bacia de Campos após uma intensa e bem sucedida campanha de exploração e de delimitação ao longo dos dois últimos anos, que nos trouxe maior entendimento da região e nos faz avançar para a fase de produção da Companhia”, comentou Paulo Mendonça, diretor geral e de exploração da OGX. “Continuaremos focados na campanha exploratória para novas áreas e na execução de nossos projetos em busca do menor tempo entre a descoberta e o primeiro óleo, maximizando a geração de caixa de curto e médio prazos”, adicionou Mendonça.

O Plano de Desenvolvimento (PD) está sendo finalizado e será apresentado em breve à ANP. A OGX estima um volume total recuperável de 285 milhões de barris de petróleo deste campo ao longo do período de concessão da fase de produção.

A acumulação de Waikiki foi descoberta através do poço pioneiro 1-OGX-25-RJS, em dezembro de 2010, e deverá entrar em produção já no segundo semestre de 2013. O conceito de produção do Complexo de Waikiki, do qual o Campo de Tubarão Martelo faz parte, contempla as unidades de produção FPSO OSX-3 e WHP-2, que se encontram em construção pela Modec e Techint, respectivamente.

Perfil da OGX - Focada na exploração e produção de óleo e gás natural, a OGX Petróleo e Gás SA é responsável pela maior campanha exploratória privada no Brasil. A OGX possui um portfólio diversificado e de alto potencial, composto por 30 blocos exploratórios no Brasil, nas Bacias de Campos, Santos, Espírito Santo, Pará-Maranhão e Parnaíba e 5 blocos exploratórios na Colômbia, nas Bacias de Cesar-Ranchería, Vale Inferior do Madalena e Vale do Médio Madalena. A área total de extensão dos blocos é de 7.000 km² em mar e cerca de 37.000 km² em terra, sendo 24.500 km² no Brasil e 12.500 km² na Colômbia. Além de contar com um quadro de profissionais altamente qualificados, a companhia possui sólida posição financeira, com cerca de US$ 2,9 bilhões (em dezembro de 2011) para investimentos em exploração, produção e novos negócios. Em junho de 2008, a empresa captou recursos na ordem de R$ 6,7 bilhões em sua oferta pública de ações, no maior IPO primário da história da Bovespa até então. A OGX é parte do Grupo EBX, conglomerado industrial fundado e liderado pelo empresário brasileiro Eike Batista, que possui um comprovado histórico de sucesso no desenvolvimento de novos empreendimentos nos setores de recursos naturais e infraestrutura. [www.ogx.com.br/ri].

quinta-feira, abril 26, 2012

Confira dicas de estudos para a prova do concurso da Petrobrás


As remunerações vão de R$ 1.994,30 para os cargos de nível médio a R$ 6.883,05.

O concurso para a Petrobras está chegando, será no dia 6 de maio, e quem se inscreveu precisa aproveitar muito bem estes últimos dias de preparação. É importante manter o equilíbrio e o foco, porque entrar em pânico pode impedir de chegar à reta final com qualidade e comprometer todo o trabalho feito até aqui.
São 1.521 vagas oferecidas no concurso da Petrobras – 647 para nível superior (distribuídas em 29 cargos) e 874 para nível médio/técnico (distribuídas em 31 cargos). As remunerações vão de R$ 1.994,30 para os cargos de nível médio a R$ 6.883,05 para os de nível superior, mais benefícios.
As vagas podem ser para qualquer cidade onde a Petrobras possua instalações ou específicas para determinado polo de trabalho, com oportunidades em diversas localidades do país. Será mantido cadastro de reserva (banco de aprovados fora das vagas oferecidas no edital) de até 5 vezes o número de vagas do cargo/polo, sendo de no mínimo 10 aprovados).
Haverá provas objetivas para todos os cargos. Para quem concorre ao cargo de advogado júnior haverá também prova discursiva (no mesmo dia da objetiva), composta de duas questões, valendo 10 pontos cada. Será preciso fazer o mínimo de 60% para não ser eliminado. Mas somente os classificados em até 10 vezes o número de vagas para cada polo terão a discursiva corrigida.
Já para os cargos de inspetor de segurança interna júnior e técnico de perfuração e poços júnior haverá exame de capacitação física (somente eliminatório), que constará de barra fixa, flexão abdominal e corrida, em data posterior e somente para os classificados em até 10 vezes o número de vagas do cargo/polo.
Na barra fixa, será eliminado o candidato que não atingir, no mínimo, três repetições.
No teste de flexão abdominal, será eliminado o candidato do sexo masculino que não atingir o mínimo de trinta e duas repetições no tempo máximo de um minuto e a candidata do sexo feminino que não atingir o mínimo de vinte repetições no tempo máximo de um minuto.
Na corrida, durante 12 minutos de teste, o candidato do sexo masculino deverá percorrer, no mínimo, uma distância de 2.400 metros e a candidata do sexo feminino deverá percorrer, no mínimo, uma distância de 1.800 metros.
No dia 31 de maio será publicado edital específico de convocação para essa fase, mas é importante que os candidatos a esses cargos iniciem já a preparação física.
Estudos
O que vai nortear os próximos passos são as informações do edital quanto ao formato da prova. Com relação a isso, observamos que as provas de conhecimentos básicos serão somente eliminatórias, o que significa que o candidato deve se preocupar apenas em garantir a pontuação mínima exigida e dedicar a maior parte do tempo dos próximos dias às disciplinas que efetivamente vão garantir a classificação nas melhores posições – as que constarão das provas de conhecimentos específicos (eliminatórias e classificatórias).
A prova de conhecimentos básicos consta de português e matemática para os cargos de nível médio, e de português e inglês para os de nível superior.
O conteúdo programático de português dá algumas dicas do que pode ser cobrado. No quesito ortografia, informa que será exigida a nova ortografia, acentuação, emprego do hífen. Menciona também emprego das palavras “porque”, “por que”, “por quê” e “porquê” (veja dica no Blog de Português do Professor Sérgio Nogueira) e o uso de “há” e “a”. Há outros itens, com pequenas diferenças entre as provas de nível superior e médio, e as provas de concursos anteriores elaborados pela mesma banca examinadora – a Fundação Cesgranrio – serão bom parâmetro para o candidato conhecer o nível de exigência e o estilo de questões.
Também no conteúdo de matemática há diversos tópicos. Uma boa estratégia para o candidato que não tiver tempo de estar bem em todos os itens seria selecionar a maior quantidade de assuntos em que tenha facilidade, em vez de gastar muito tempo com poucos temas muito complexos. Assim, aumenta a possibilidade de fazer 50% das questões. Importante lembrar que também não pode zerar nenhuma das matérias de conhecimentos básicos.
Quem vai concorrer a cargo de nível superior e não tem bom conhecimento de inglês, pode estudar a partir das provas anteriores – apenas para não zerar a prova -, e se garantir nas questões de português para obter 10 pontos do total das duas disciplinas.
Uma sugestão para o tempo que resta seria o candidato resolver as questões de conhecimentos básicos para saber se está suficientemente preparado para fazer o mínimo exigido. Neste caso, poderá realmente dedicar-se às específicas do seu cargo. Caso contrário, precisará aprofundar a teoria, com base nos itens do edital, para garantir que não será eliminado. Afinal, todo o resto dependerá disso. Há diversas provas anteriores, com gabarito, na página de concursos da Petrobras. Clique em “provas e gabaritos”, selecione o ano e o cargo. Mesmo que não tenha havido seleção para o seu cargo em determinado ano, escolha qualquer outro de mesmo nível de escolaridade, porque as provas das matérias básicas são similares.
Sempre que estamos na proximidade de uma prova, é preciso ter consciência de que não dá mais para aprender muita coisa. Esse tempo deveria ser utilizado para revisões dos conteúdos. Mas, o que fazer se ainda faltarem assuntos a serem estudados? Também nos tópicos dos conhecimentos específicos não há mínimo por bloco (1, 2 e 3). Então, também neste caso é mais produtivo o candidato selecionar mais assuntos pequenos e simples em vez de consumir muito tempo com poucos tópicos muito complexos. Essa estratégia é válida, já que todas as questões valem o mesmo: 1 ponto.
Lembramos que o dia 1º de maio é feriado nacional, e isso pode ser um tempo extra para estudo/revisões.
Por outro lado, no dia 5, véspera da prova, a melhor estratégia é relaxar e procurar afastar da cabeça a preocupação com o dia seguinte. Fazer uma caminhada e estar com amigos é mais indicado do que cansar o cérebro com estudos de última hora. Veja os principais cuidados para o dia da prova.
Concurso da Transpetro
Mas, há ainda uma excelente notícia! A Petrobras Transporte S.A. – Transpetro, subsidiária da Petrobras, acaba de divulgar edital com as mesmas características, praticamente para os mesmos cargos, com as mesmas exigências e os mesmos conteúdos programáticos do edital da Petrobras. São 145 vagas (mais 1305 de cadastro de reserva) no concurso da Transpetro.
Então, se este for o seu caso e o tempo até o dia 6 de maio não for suficiente para um resultado favorável, basta seguir estudando, porque haverá uma “prorrogação de jogo” até o dia 10 de junho (data prevista para a prova da Transpetro).
Além disso, a Petrobras tem noticiado planos de contratar mais de 22 mil novos funcionários nos próximos 4 anos. Tudo indica que novas oportunidades virão para quem continuar estudando e qualificando a sua preparação.

Fonte:180graus

Royalties: relator afasta possibilidade de acordo

mbróglio em torno da mudança (ou não) na lei de distribuição dos royalties do petróleo pode levar ainda mais tempo para ser dirimido pelos deputados federais

Brasília (DF) - O relator do grupo de trabalho que está analisando a proposta partilha dos royalties do petróleo na Câmara dos Deputados, deputado Carlos Zarattini (PT-SP), quer aumentar a distribuição dos recursos destinados aos municípios produtores e diminuir o percentual para os estados.
O parecer do deputado foi apresentado na terça-feira (24) e prevê que até 2020, tanto estados como municípios produtores vão receber 11% dos royalties, a União ficará com 20%, os fundos especiais de estados e municípios ficarão com 27,5% cada, e os municípios afetados por operações de embarque e desembarque receberão 3%.
Pela proposta aprovada em outubro no Senado, os estados e municípios produtores, que atualmente recebem 26,5% cada, chegariam em 2020 recebendo 20% e 4% do total dos royalties, respectivamente.
Segundo Zarattini, a intenção é garantir o equilíbrio entre municípios e estados. “Trabalhamos para que os municípios não fossem prejudicados, não tivessem a receita reduzida drasticamente como propôs o Senado. Os municípios têm as finanças muito mais delicadas do que os estados”.
Os recursos dos fundos especiais serão divididos entre os estados e os municípios não produtores de acordo com os critérios do Fundo de Participação dos Estados (FPE) e do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). Durante a reunião, o deputado Alessandro Molon (PT-RJ) apresentou um projeto de lei alterando os critérios de distribuição do FPE, que passaria a ser calculado levando em consideração a população, a renda per capita e o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) de cada estado.
Para Molon, essa alteração terá mais chance de ser aprovada. “Se isso for acatado, os estados do Sul, Sudeste e Centro-Oeste vão ganhar uma participação maior, os estados do Norte e do Nordeste terão uma participação menor”. Segundo ele, com a mudança, 281 deputados devem ser favoráveis à proposta de redistribuição dos royalties e 232 contrários.
Já o relator da proposta acredita que a mudança nos critérios do FPE não deveria ser discutida neste momento. “Essa é uma outra discussão, e acho que a gente não deveria contaminar a discussão dos royalties que já é bastante complicada, com uma outra discussão que ainda não foi aberta”, avaliou Zarattini.
O grupo de trabalho vai se reunir novamente no dia 8 de maio para analisar a proposta e tentar chegar a um consenso antes de a matéria ser levada ao plenário da Câmara.
Fonte: Agência Brasil

Eurocopter entrega modelo EC225 para a operadora Omni no Brasil

A Eurocopter entregou a primeira unidade de um contrato inicial de quatro helicópteros EC225 para a subsidiária brasileira da OMNI Helicóptero Internacional (OHI), que já assinou um novo pedido para mais seis unidades desse modelo, elevando para 10 o número total de EC225 que a empresa utilizará em atividades de Oil & Gas no Brasil.Entregue na configuração offshore, este helicóptero será operado pela Omni Taxi Aéreo, contratada pela Petrobras. O segundo EC225 do contrato inicial será entregue em maio deste ano e os dois restantes em 2013. A entrega dos seis helicópteros pedidos no segundo contrato está prevista para acontecer até 2015.Este novo helicóptero também é o primeiro EC225 da Eurocopter para a OHI desde que esta empresa formou uma parceria com a Milestone Aviation Group, líder mundial no setor de locação e financiamento de helicópteros. No curto espaço de tempo desde a sua criação, a Milestone tornou-se uma peça fundamental na organização de soluções de financiamento para os operadores. A Eurocopter se esforça para trabalhar em estreita colaboração com a Milestone, a fim de encontrar novas oportunidades e soluções para seus clientes ao redor do mundo.”Trabalhamos com a Eurocopter há mais de 10 anos e agora estamos muito satisfeitos de trazer o EC225 para compor a nossa frota”, disse Rui Almeida, Presidente da OHI. “Esse helicóptero vai nos ajudar a responder às necessidades de nosso principal cliente, a Petrobras, que exige aeronaves cada vez mais poderosas e mais seguras para garantir o transporte de muitos funcionários em grandes distâncias.”Com a descoberta de reservas de gás e petróleo na camada pré-sal, o Brasil está buscando tornar-se um produtor mundial de petróleo, com capacidade para ser o quarto maior do mundo, em 2030. A Petrobras, que explora a maior parte desses recursos, está se preparando para construir plataformas de petróleo cada vez mais longe da costa marítima. Com um alcance de até 600 milhas náuticas quando equipado com tanques externos de combustível, o EC225 oferece um excelente desempenho em tais condições. Com a entrega realizada à OMNI, já existem três empresas que operam atualmente o EC225 para a maior companhia petrolífera brasileira. “O sucesso do EC225 no segmento Oil & Gas se deve, em particular, à sua excelente confiabilidade nas condições operacionais mais exigentes”, explicou Olivier Lambert, Vice-Presidente Sênior de Vendas e Relações com Clientes da Eurocopter. “Somos gratos à Omni Helicópteros Internacional pela confiança que depositaram nas aeronaves que compõem a gama Eurocopter, e estamos confiantes de que o novo EC225 irá garantir o sucesso de muitos novos projetos”. A Omni Taxi Aéreo opera uma das maiores frotas civis de aeronaves Eurocopter na América Latina, com cinco EC155, seis EC135, quatro AS365 N3, um AS365 N2 e quatro BO105, além do novo EC225. Todas essas aeronaves são utilizadas para operações de petróleo e gás no Brasil, principalmente no transporte de passageiros entre as plataformas de petróleo e o continente, além de realizar serviços de emergência médica.Em seus esforços para apoiar este crescente setor no Brasil, mercado offshore que mais cresce no mundo, a Eurocopter está finalizando os procedimentos para fabricar o EC225 em sua subsidiária brasileira, a Helibras. A filial está prestes a abrir as novas instalações que produzirão, inicialmente, o EC725, versão militar do helicóptero para as Forças Armadas brasileiras. A estrutura de produção e de serviços para os modelos será reforçada com a instalação de um simulador de voo completo EC225 (FFS), no Rio de Janeiro.O EC225 oferece ótima segurança com velocidade e alcance superiores aos concorrentes, além da capacidade para carga útil e confiabilidade em voo. Utilizado em todo o mundo em atividades civis, militares e missões de salvamento, bem como offshore e voos de transporte de passageiros, o modelo é o membro da mais recente geração da família Super Puma / Cougar, que já registrou mais de quatro milhões de horas de voo em operações em todo o mundo. Atualmente, existem cerca de 70 helicópteros EC225 em operação no mercado de Oil & Gas em diversos países. Esta aeronave é perfeitamente adequada para operar em condições climáticas adversas. Projetado para atender às mais altas exigências de segurança, é apoiado por redundância de sistemas, controle de voo automático de alta capacidade e capacidade de degelo completo, que permite o voo em todas as condições de ocorrência de gelo conhecidas. Os EC225 também podem ser rapidamente reconfigurados para missões de resgate.

Fonte: Fator

quarta-feira, abril 25, 2012

Firjan: Rio terá investimentos de R$ 15,4 bi no setor naval

Previsão é de que sejam gerados 11 mil empregos na construção dos novos estaleiros e 16 mil na operação
Rio de Janeiro (RJ) - O setor naval e offshore do Rio de Janeiro terá R$ 15,4 bilhões em investimentos entre 2012 e 2014, um crescimento de 17% em relação ao triênio 2011-2013. O anúncio foi feito pelo presidente do Sistema FIRJAN, Eduardo Eugenio Gouvêa Vieira, durante a abertura do II Balanço do Setor Naval e Offshore do Rio de Janeiro, evento promovido pelo Governo do Rio e entidades do setor ontem,terça-feira, dia 24, na sede da federação.




O número consta da nova edição do Decisão Rio, estudo do Sistema FIRJAN que calcula os investimentos no estado para cada período de três anos, a ser lançado em maio. Eduardo Eugenio antecipou também que, desses R$ 15,4 bilhões, R$ 6 bilhões se referem à construção de novos estaleiros, um aumento de 37% em relação ao período anterior. “E aqui não estão incluídos ainda as discussões sobre os investimentos em Inhaúma e também dos diversos estaleiros em Barra do Furado”, afirmou o presidente.



A previsão é de que sejam gerados 11 mil empregos na construção dos novos estaleiros e 16 mil na operação. “Hoje já temos 42% dos 60 mil empregos diretos no setor no Brasil, isso sem falar nos indiretos. Esse número vai crescer 60% nos próximos três anos”, calculou Eduardo Eugenio.



O presidente do Sistema FIRJAN lembrou o papel do SENAI do Rio na formação de mão de obra para cadeia naval e offshore. “Somos peça-chave na qualificação desses trabalhadores. O setor tem importância estratégica não só para o Rio, mas para o Brasil em termos de emprego, tamanho e uma cadeia produtiva gigantesca”, concluiu.



Fonte: Portos e Navios

terça-feira, abril 24, 2012

Itaboraí expõe “Embarcados” até o dia 27/04


O governo iraniano anunciou a construção de uma usina de dessalinização destinada a abastecer a cidade de Semnan – 200 mil habitantes – situada à beira do deserto, no nordeste do país. A água será retirada do Mar Cáspio e transportada, depois de ser tratada, por uma tubulação de 150 quilômetros de comprimento que deverá atravessar a cordilheira de Alborz. O custo desse projeto está estimado em US$ 1 bilhão (R$ 1,88 bilhão).

Beber do mar: na falta de água doce, há cada vez mais países – 150, até o momento – recorrendo a essa solução. Não seria de fato a resposta do futuro, uma vez que há cada vez mais secas, que a população tem aumentado e que as tecnologias nesse domínio avançaram muito nos últimos vinte anos? "Não é a panaceia, mas é um procedimento útil em caso de escassez", diz com um sorriso Miguel Angel San, diretor de desenvolvimento e de inovação da Degrémont, filial da Suez Environnement.

No 6º Fórum Mundial da Água, realizado em Marselha no mês de março, todos os industriais do setor, fossem de Cingapura, de Israel ou do Japão, exibiam o mesmo ar de satisfação. Todos atestavam uma atividade em ascensão, ou até de um crescimento exponencial.

Atualmente, 66,5 milhões de metros cúbicos de água doce são produzidos em média no mundo a cada dia a partir de água do mar ou salobra, 8,8% a mais que em 2010. Os profissionais da Associação Internacional de Dessalinização (IDA) e da Global Water Intelligence registraram quase 16 mil usinas de dessalinização no mundo em 2011, 5% a mais que em 2010.

Diante das mudanças climáticas, do aumento do consumo por pessoa, do recrudescimento da poluição... tratar a água do mar torna-se uma opção plausível. Ainda mais pelo fato de que certos governos veem ali outra vantagem estratégica: garantir a independência de seus abastecimentos em relação a vizinhos com quem nem sempre eles se dão muito bem, protegendo-se assim de possíveis conflitos.

Então o que poderia conter a ascensão dessa atividade em plena ascensão? "A dessalinização tem dois problemas: o contexto econômico – a crise interrompeu diversos projetos em 2009-2010, que vêm sendo retomados desde então – e a aceitabilidade ambiental", responde Jean-Michel Herrewyn, diretor-geral da Véolia Eau. "É uma indústria que consome muita energia e que tem um impacto sobre a vida marinha. Até então o setor havia concentrado mais seus esforços no primeiro aspecto".

A Véolia é uma das gigantes do setor, com 800 usinas no mundo que produzem 9 milhões de metros cúbicos por dia. A Degrémont é outra; a filial da Suez construiu mais de 250 instalações dotadas de uma capacidade total de 2,7 milhões de metros cúbicos por dia, o suficiente para fornecer água a 10 milhões de habitantes.

"A energia representa mais da metade do custo da dessalinização", resume Miguel Angel San. "Mas os procedimentos mudam muito rapidamente. Incluindo o pré-tratamento e o bombeamento, nosso consumo é de 3,4 kWh por metro cúbico com a tecnologia da osmose inversa, ou seja, 10% a menos que três ou quatro anos atrás."

Os profissionais da IDA estabeleceram para si como meta reduzir 20% de suas necessidades energéticas, o que pode permitir diminuir as emissões de gases de efeito estufa, mas que atende, sobretudo, a uma exigência econômica.

Não é um acaso que a dessalinização industrial tenha se desenvolvido primeiramente nos países do Golfo, ricos em petróleo e em gás. São eles que, em sua maior parte, continuam a explorar as técnicas de destilação por evaporação e condensação: essas instalações consomem tanta energia que geralmente vêm acompanhadas de uma usina térmica.

O princípio, antigo, permite que se obtenha uma salinidade inferior a 10 miligramas por litro (uma água de superfície contém em média pelo menos o dobro disso). Além disso, a técnica da osmose inversa conquistou em alguns anos 66% da atividade da dessalinização, pois ela consome menos energia. Esse procedimento permite conter sob o efeito da pressão mais de 99,9% dos sais dissolvidos na água graças a um filtro membranoso. A água obtida dessa maneira deve então ser remineralizada antes de ser distribuída.

Para atender às exigências da Austrália, a quem ela já forneceu cinco usinas, a empresa Degrémont instalou um parque eólico ao lado da de Melbourne, a segunda maior instalação no mundo de osmose inversa segundo Miguel Angel San, com 450 mil metros cúbicos por dia.

Mas, por enquanto, não é possível do ponto de vista técnico fazer essas chaleiras gigantes funcionarem através de energias renováveis.

O custo da dessalinização, que é alto demais, torna-a inacessível aos países em desenvolvimento que mais precisariam dela. Seu impacto também é pesado no plano ambiental. Mesmo com um trabalho de resfriamento, a água permanece a uma temperatura vários graus acima da temperatura do mar no qual ela é lançada. Ela também é mais salgada e contém diversos resíduos químicos. Além disso, essa indústria não agrada aos defensores do meio ambiente que preferem recomendar o fim do desperdício, um uso racional e uma melhor distribuição de água.

"Sempre pensei que a minimização do impacto sobre o meio marinho condicionaria o desenvolvimento da dessalinização", garante Jean-Michel Herrewyn. "São os movimentos ambientalistas que hoje freiam diversos projetos na Califórnia e na Flórida. Nós continuamos trabalhando no tratamento de resíduos. Mas o descarte zero por enquanto é uma ilusão, ou então seria preciso dobrar o preço de custo ..."

Mas para ele o futuro está mais no avanço do tratamento das águas residuais do que na dessalinização: "Um setor duas ou três vezes mais dinâmico!"

Fonte: http://www.clickmacae.com.br/

Brasileira se torna única mulher do mundo a comandar um estaleiro


Linda, rica e poderosa, a carioca Gisela MacLaren, de 43 anos, dona da MacLaren Oil, acaba de ser confirmada no posto de única mulher do mundo a comandar um estaleiro. Aliás, dois: seu pai, o empresário Arthur MacLaren, morto no ano passado, deixou para ela em testamento os dois empreendimentos fundados pelo avô no Rio de Janeiro, há 80 anos. “Foi uma prova de confiança. Trabalho nos estaleiros desde os 15 anos, atravessando todos os mares, dos mais calmos aos mais bravos. E mostrei que meu casco é forte”, afirma ela, que se está concorrendo na licitação milionária dos módulos dos replicantes dos novos oito navios FPSOs da Petrobras.

Algum problema para uma mulher cercada de metalúrgicos por todos os lados? “Quando comecei, era hostilizada, não me levavam a sério por ser mulher e por ser filha do dono. Hoje essa questão de gênero está superada. É só ver os casos da Magda (Chambriard, diretora-geral da Agência Nacional do Petróleo, a ANP) e a Graça (Foster, presidente da Petrobras). Petróleo no Brasil virou coisa de mulher”.

Casada com Cesar Rubens Monteiro de Carvalho, secretário de Administração Penitenciária do Rio de Janeiro, ela diz não ter tempo nem paciência para as outras coisas de mulher. “Tira minha própria sobrancelha e faço minha maquiagem. Quando preciso, paro em qualquer birosca e peço para cortar meu cabelo. Se não ficar legal, minha secretária apara”.

Fonte: http://www.clickmacae.com.br/

segunda-feira, abril 23, 2012

Parceria cria evento para os setores naval e offshore no RJ



II Balanço do Setor Naval e Offshore do Rio de Janeiro acontece na próxima terça (24), na sede da Firjan, no Centro do Rio

20/04/2012
RIo de Janeiro (RJ) - As principais lideranças da indústria naval, offshore e logística portuária do país reúnem-se nesta terça-feira, 24 de abril, a partir das 8h30, no auditório da Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan) na segunda edição do Balanço do Setor Naval e Offshore do Rio de Janeiro.

Fruto de uma parceria entre a Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Energia, Indústria e Serviços (Sedeis), Sistema Firjan, Sindicato Nacional da Indústria Naval (Sinaval), Companhia de Desenvolvimento Industrial (Codin) e dos jornais O DIA e Brasil Econômico, o evento foi criado em 2010 para discutir sobre os desafios e tendências do setor para o estado do Rio de Janeiro.

Respondendo por aproximadamente 50% da força de trabalho do setor no país, o Rio de Janeiro sempre foi considerado o berço da indústria naval, e passa hoje por uma revitalização que confirma sua vocação natural nesta área. O estado conta com 15 dos 25 principais estaleiros em operação associados ao Sindicato Nacional da Indústria Naval, além de dois novos em construção.

Com o plano nacional de investimentos da indústria de óleo e gás, incluindo o pré-sal, o setor de construção naval e offshore terá imensos desafios e oportunidades. O Brasil receberá grande quantidade de encomendas e o Estado do Rio de Janeiro vai ampliar consideravelmente sua participação na Indústria Naval e Offshore nos próximos anos.

Há também expectativas sobre a revolução portuária e logística pela qual o estado deve passar nos próximos anos, com a construção de três terminais ao sul, além do Super Porto do Açu no Norte Fluminense e o Terminal Ponta Negra (TPN).

Os temas serão abordados pelos empresários e especialistas que estão engajados nestes novos investimentos. Para a abertura do evento, está confirmada a presença do governador Sergio Cabral e do Secretário Estadual de Desenvolvimento Econômico, Energia, Indústria e Serviços do Rio de Janeiro, Julio Bueno.

Confira a programação integral no site http://www.balanconaval.com.br/

Fonte: http://www.macaeoffshore.com.br/

Argentina anuncia acordo com Total para aumentar produção de gás


Incremento possibilitará um aumento de produção total da ordem de 2% na produção da Argentina, que foi de 45,522 bilhões de metros cúbicos

Buenos Aires (Argentina) - O governo da Argentina divulgou em um comunicado em que anuncia um acordo com a empresa de energia francesa Total para aumentar a curto prazo em 2 milhões de metros cúbicos a produção de gás natural dos campos em que existe sociedade com a YPF.

A YPF foi reestatizada na segunda-feira e na última quarta (18) houve uma reunião de 50 minutos entre o interventor, o ministro do Planejamento Julio De Vido, e o diretor para Américas de Exploração e Produção da Total, Ladislas Paskiewicz. De acordo com o comunicado, assinado por De Vido e pelo sub-interventor, o vice-ministro da Economia Axel Kicillof, a reunião serviu para se "iniciar as conversações". De Vido e Kicillof afirmam que o incremento possibilitará um aumento de produção total da ordem de 2% na produção da Argentina, que no ano passado foi de 45,522 bilhões de metros cúbicos.

Em razão da retração da produção da YPF, a Total é hoje a maior produtora de gás natural do país. Em 2011, ela extraiu 13,6 bilhões de metros cúbicos, ou 30% da produção nacional. A YPF ficou em segundo, com 10,6 bilhões de metros cúbicos extraídos. A brasileira Petrobras é a quarta maior produtora, com extração de 4,187 bilhões de metros cúbicos. A terceira colocada é a Pan American Energy , que também é sócia da YPF e da Total nos campos em que a produção será ampliada.

Fonte: Valor Econômico

Braskem bate recorde de produção de polipropileno no Brasil


Rio de Janeiro (RJ) - A Braskem atingiu recorde histórico de produção de polipropileno em suas fábricas brasileiras no mês de março. Segunda resina mais utilizada em todo o mundo, o polipropileno é empregadoem inúmeras aplicações, desde embalagens de produtos comestíveis a peças automotivas.
Juntas, as unidades da Braskem produziram 150.621 toneladas de PP no mês passado. O recorde anterior, registrado em outubro de 2010, era de 150.270 toneladas. A Braskem possui unidades industriais para a produção de PP em São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Bahia.

Seguindo os bons resultados, a planta de polipropileno (PP) em Paulínia (SP) produziu 32.704 toneladas de PP em março, também recorde na unidade, que completa quatro anos neste mês. A planta de Paulínia tem capacidade nominal total de produção de 300.000 toneladas por ano. A marca atingida em março já projeta uma capacidade de produção anual acima da prevista no projeto.

Da Redação Macaé Offshore

Fonte: http://www.macaeoffshore.com.br/

domingo, abril 22, 2012

Joint venture entre MPX e E.ON cria nova empresa de energia para o Brasil


Juntas, as companhias irão desenvolver projetos de geração de energia convencional e renovável, além de atividades de suprimento e comercialização no Brasil e no Chile

Rio de Janeiro (RJ) - A MPX, empresa de energia do Grupo EBX, e o player global E.ON AG, sediado na Alemanha, anunciaram nesta quarta-feira (18) a assinatura dos contratos definitivos para a criação de uma joint venture (JV) 50/50 para formar a maior empresa privada de energia do Brasil. Juntas, as companhias irão desenvolver projetos de geração de energia convencional e renovável, além de atividades de suprimento e comercialização no Brasil e no Chile.

O grupo alemão vai investir cerca de R$ 850 milhões no negócio. Com o acordo, que prevê um aumento de capital de R$ 1 bilhão na MPX, a E.ON ficará com participação de 10% na empresa de energia de Eike.

Para concluir o processo de estabelecimento da JV, algumas etapas relativas às questões financeiras e legais precisam ser finalizadas. As empresas acreditam que a transação será fechada até julho deste ano, quando as atividades serão iniciadas para fortalecer e assegurar a produção de energia para o Brasil e Chile.

“A parceria estratégica com a E.ON nos ajudará a crescer de forma rápida e com competência técnica. Possuímos amplo conhecimento do mercado brasileiro e 14.000 MW em projetos já licenciados, dos quais 11.000 MW serão desenvolvidos em parceria com a JV. Já a nossa parceira E.ON tem grande expertise em geração de energia, operando 69.000 MW no mundo, em gás, carvão e energia renovável”, afirma Eike Batista, presidente do Conselho de Administração da MPX.

“Hoje tivemos um importante marco para o desenvolvimento da E.ON como uma empresa internacional de energia. Ao criar a maior empresa privada de energia do Brasil, em parceria com a MPX, alcançaremos nosso objetivo estratégico de estabelecer uma posição significativa no país, um de nossos mercados-alvos. Assim que as etapas da transação forem concluídas, podemos colocar em prática a nossa visão de criar valor em energia térmica e renovável, no Brasil e no Chile”, disse Johannes Teyssen, CEO da E.ON AG.

Da Redação Macaé Offshore

Fonte: http://www.macaeoffshore.com.br/

Parceria cria evento para os setores naval e offshore no RJ



II Balanço do Setor Naval e Offshore do Rio de Janeiro acontece na próxima terça (24), na sede da Firjan, no Centro do Rio

RIo de Janeiro (RJ) - As principais lideranças da indústria naval, offshore e logística portuária do país reúnem-se nesta terça-feira, 24 de abril, a partir das 8h30, no auditório da Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan) na segunda edição do Balanço do Setor Naval e Offshore do Rio de Janeiro.

Fruto de uma parceria entre a Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Energia, Indústria e Serviços (Sedeis), Sistema Firjan, Sindicato Nacional da Indústria Naval (Sinaval), Companhia de Desenvolvimento Industrial (Codin) e dos jornais O DIA e Brasil Econômico, o evento foi criado em 2010 para discutir sobre os desafios e tendências do setor para o estado do Rio de Janeiro.

Respondendo por aproximadamente 50% da força de trabalho do setor no país, o Rio de Janeiro sempre foi considerado o berço da indústria naval, e passa hoje por uma revitalização que confirma sua vocação natural nesta área. O estado conta com 15 dos 25 principais estaleiros em operação associados ao Sindicato Nacional da Indústria Naval, além de dois novos em construção.

Com o plano nacional de investimentos da indústria de óleo e gás, incluindo o pré-sal, o setor de construção naval e offshore terá imensos desafios e oportunidades. O Brasil receberá grande quantidade de encomendas e o Estado do Rio de Janeiro vai ampliar consideravelmente sua participação na Indústria Naval e Offshore nos próximos anos.

Há também expectativas sobre a revolução portuária e logística pela qual o estado deve passar nos próximos anos, com a construção de três terminais ao sul, além do Super Porto do Açu no Norte Fluminense e o Terminal Ponta Negra (TPN).

Os temas serão abordados pelos empresários e especialistas que estão engajados nestes novos investimentos. Para a abertura do evento, está confirmada a presença do governador Sergio Cabral e do Secretário Estadual de Desenvolvimento Econômico, Energia, Indústria e Serviços do Rio de Janeiro, Julio Bueno.

Confira a programação integral no site http://www.balanconaval.com.br/

Fonte: http://www.macaeoffshore.com.br/

PETRODART seleciona 10 Plataformistas para o Mercado.


Senhores,


Nós da PETRODART fomos solicitados pela maor empresa operadora de campos onshore do Brasil, possuidora de 4 sondas próprias a selecionar 10 plataformistas oriundos de nosso curso de formação de operadores de plataforma e encaminha-los prontos à empresa.

Qual foi nosso critério de seleção? O MÉRITO, claro! Os 10 alunos de cada turma, são 2, com as 10 melhores notas da turma que completa o curso no próximo sábado (28/4). Ontem (20/04) a primeira turma teve uma aula minha de revisão de conteúdo e, a outra terá essa mesma aula na segunda dia 23/4, na terça (24/4), teremos a prova de seleção para todos os alunos chamado no auditório. Tudo isto de forma gratuita!

Este fato se deveu a, quando da confecção do programa do curso, eu visitei cada uma das empresas contratadora deste tipo de a-de-obra perguntando: Como seria para sua empresa a formação do plataformista dos seus sonhos? Compilei todas as respostas e formulei o programa do curso em cima disto criando ferramentas adicionais auxiliares na formação, tal como, simulador de poço e coluna, dispositivo que permite as conexões/desconeções no próprio local do curso e, o uso constante destes, virou "lugar comum" no dia-a-dia de aulas do curso.

Além das 2 visitas técnicas que fazemos, a 1ª , na sonda-escola da Petrobras, inoperante, mas, com todos os equipamentos/ferramentas em seus devidos lugares permtindo aos alunos contato íntimo com eles e, a 2ª em uma sonda em operação onde, lógico, por medida de segurança mantemos um distancia de 50 metros da operação, mas, como os alunos já viram os equipamentos e manobras na teoria, praticaram nos simuladores, tiveram a noção exata das dimensões e formas na sonda inoperante, eles não tem dificuldades em reconhecer quais manobras e equipamentos/ferramentas estão sendo usados, mesmo a esta distancia, da sonda em operação.

Os 10 melhores aprovados serão, então, embarcados na van do curso e levado a empresa para as formalidades de praxe na admissão e irem de encontro a seu sonho de futuro.

E aguarde ocurso de operações de sonda para Engenheiros e Tecnólogos em maio!

Parabens a eles! Aqui o mérito sempre será valorizado!


Abraços a Todos.

Fonte: http://www.qgdopetroleo.com/

sábado, abril 21, 2012

Petrobras é a 10ª maior empresa do mundo, aponta ‘Forbes’


O índice Forbes Global 2000, que avalia as maiores empresas do mundo, colocou 32 brasileiras no ranking, entre elas a Petrobras, que ocupa a 10ª posição na lista liderada pela americana Exxon Mobil.

Foram citadas mais de 60 empresas latino-americanas. A Petrobras obteve o maior destaque entre elas, com ativos avaliados em US$ 319 bilhões, e um valor de mercado de US$ 180 bilhões, que a colocou entre as dez maiores do mundo. Entre os cem primeiros lugares também estão Itaú Unibanco Holding, Banco Bradesco, Banco do Brasil e Vale.

Após o Brasil, com 32 empresas na lista, o México é o país da América Latina com a maior participação no ranking (incluindo a gigante das telecomunicações América Móvil na 112ª posição global), seguido por Chile, Colômbia, Peru, Panamá e Venezuela.

Com US$ 433 bilhões de dólares em vendas e um valor de mercado de US$ 407,4 bilhões, a companhia petrolífera americana Exxon Mobil lidera o ranking que tinha sido dominado nos últimos anos pelo banco JPMorgan Chase, relegado a um segundo lugar na frente do conglomerado General Electric (3), da companhia petrolífera anglo-holandesa Royal Dutch Shell (4) e do banco chinês ICBC (5).

O ranking das dez maiores também conta com a gigante financeira britânica HSBC (6), a energética chinesa PetroChina (7), o grupo Berkshire Hathaway (8), do investidor americano Warren Buffet, o banco Wells Fargo (9), e finalmente a Petrobras (10).

As companhias que figuram na lista Forbes Global 2000 deste ano acumulam uma receita de US$ 36 trilhões de dólares (11% a mais que há um ano), lucro de US$ 2,6 trilhões (12% a mais), ativos de US$ 149 trilhões (8% a mais) e um valor de mercado conjunto de US$ 37 trilhões (0,5% a menos).

O setor financeiro, com 478 representantes, e o petroleiro, com 131, lideram a nona edição do cobiçado ranking da revista, onde aparecem duas mil empresas classificadas a partir de quatro variáveis (vendas, lucro, ativos e valor de mercado) e que empregam 83 milhões de pessoas no mundo todo.

A lista da Forbes confirma o bom momento da Apple, pela primeira vez no mais alto ranking de empresas com maior valor de mercado (US$ 546 bilhões), enquanto Royal Dutch Shell lidera em vendas (US$ 470 bilhões), a Exxon Mobil lidera em lucro (US$ 41,1 bilhões) e a hipotecária Fannie Mae em ativos (US$ 3,2 trilhões).

Este ano, a lista possui empresas procedentes de 66 países, quatro a mais que no ano anterior, e é dominada novamente pelos EUA (524) e Japão (258), que perderam 14 postos com relação a 2011, enquanto a China continua cortando distâncias graças a seus bancos e suas empresas energéticas que lhe concederam o terceiro lugar com 136 representantes.

Por regiões geográficas, a Ásia-Pacífico se situa no quinto ano consecutivo no topo, com 733 empresas, 32 a mais que no ano passado; seguida pela Europa, Oriente Médio e África, que apresentam 605 companhias, seis a menos que há um ano; Estados Unidos, com 12 a menos que em 2011, e as Américas, com 145.

Fonte: Terra

OGX, de Eike, encomenda duas plataformas para empresa do grupo


A OGX, empresa do setor de petróleo e gás do empresário Eike Batista, encomendou mais duas plataformas para a OSX, do mesmo grupo e especializada em construção naval, afretamento e serviços.

Elas serão instaladas na área de Pipeline, na bacia de Campos, informou o diretor geral da OGX, Paulo Mendonça. As plataformas WHP-3 e WHP-4 (Wellhead Platforms) serão unidades fixas, próprias para águas rasas.

Com as novas encomendas, a carteira da OGX sobe para 21 unidades de exploração e produção de petróleo e gás natural.

Criada em 2007, a OGX já é a quinta produtora de petróleo do país e atualmente produz entre 10 mil e 13 mil barris diários de petróleo no campo de Waimea, também na bacia de Campos.

Um segundo poço produtor já foi perfurado em Waimea, informou Mendonça, e aguarda apenas a autorização da ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis) para ser ativado.

Nos próximos dias, Mendonça vai anunciar a comercialidade de mais um campo na bacia de Campos, Waikiki, que vai pular a etapa de TLD (Teste de Longa Duração) e começar a produzir no segundo semestre de 2013.

“Já temos dados suficientes e furamos quatro poços, não vamos fazer TLD em Waikiki, vamos direto para a produção”, disse Mendonça à reportagem.

Waikiki receberá a plataforma OSX-3, que será construída em um estaleiro de Cingapura.

Mendonça ressaltou que a produção de Waikiki vai começar em tempo recorde, apenas dois anos depois de sua descoberta, em 2011, um padrão que o executivo pretende transformar em rotina na OGX.

O óleo de Waikiki tem 22 graus API e de Waimea 21 graus API. A medida foi criada pelo American Petroleum Institute e indica que quanto mais próximo de 50 melhor a qualidade do petróleo.

Fonte: Agência de Notícias Jornal Floripa

Programa de Trainee Statoil


Supply Chain Management Graduate Programme


A Statoil é uma companhia de energia internacional, com sede na Noruega e operações em 36 países. Com mais de 40 anos de experiência na produção de petróleo e gás na plataforma continental norueguesa, está comprometida com o abastecimento das necessidades de energia mundiais de forma responsável, aplicando tecnologia e criando soluções de negócio inovadoras. Possui 21 mil funcionários no mundo, e é listada nas bolsas de Nova Iorque e Oslo. A Statoil é a operadora do Campo de Peregrino na bacia de Campos.

Requisitos:
Formação em economia, administração ou engenharia.
Experiencia internacional (moradia, estudo e/ou trabalho)
Menos de um ano de experiência
Fluência em inglês (oral e escrita)
Dominio de outras línguas será vantagem.
Nacionalidade brasileira


Para saber maiores detalhes do Prograna, clique em: http://www.statoil.com/en/Careers/JobOpportunities/VacantPositions/Pages/1397507002.aspx

Fonte: http://www.qgdopetroleo.com/

quinta-feira, abril 19, 2012

Setor naval quer discutir conteúdo local


Sinaval apresenta à Petrobras mapeamento de índice de nacionalização da indústria naval brasileira

Rio de Janeiro (RJ) - O Sindicato Nacional da Indústria da Construção, Reparação Naval e Offshore (Sinaval) vai apresentar à Petrobras um mapeamento do índice de nacionalização da indústria naval brasileira. O objetivo do encontro, ainda sem data marcada, é estimular a petroleira a aumentar a contratação de equipamentos locais e atrair fornecedores estrangeiros das diversas etapas da cadeia produtiva do setor.

"Existe um grande interesse dos investidores estrangeiros no sentido de vir para o Brasil, porque o mercado lá fora não está bom. Tanto nos Estados Unidos quanto na Europa as demandas estão fracas. E a demanda do pré-sal vai ser musculosa por 30, 40 anos", explicou ontem o vice-presidente do Sinaval, Franco Papini, no Rio de Janeiro. Segundo ele, cerca de 20 multinacionais já declararam à instituição o interesse em instalar novas bases ou ampliar as unidades já existentes no país. Entre as empresas, estão nomes de peso como Rolls-Royce, ABB e Wärtsilä.

O mapeamento feito pelo Sinaval, com o apoio da Organização Nacional da Indústria do Petróleo (Onip), indicou que a indústria naval do país é capaz de atender 70% do conteúdo total dos navios petroleiros, 63% das plataformas flutuantes de produção e armazenamento de petróleo (FPSOs) e 61% de conteúdo para navios de apoio. "Vamos buscar agora os 40% que faltam ou tentar buscar um número aproximado. Existem produtos que não têm escala suficiente para que se fomente a vinda de indústrias estrangeiras", disse.

Fonte: Valor Econômico / Rodrigo Polito

Petrobras e os dilemas da gestão de estatais


Temos estatais muito poderosas sob o controle total e irrestrito do governo

Cerca de um mês após ter sido indicada Presidente da Petrobras, a engenheira Graça Foster declarou, de forma enfática, que seria “lógico” aumentar os preços da gasolina. Com o preço do petróleo em patamar elevado, continuar segurando artificialmente os preços do combustível causa um gigantesco dreno no caixa da estatal.

Mas o risco de inflação preocupa muito o governo e, pouco tempo depois, Edison Lobão (Ministro das Minas e Energia), sob o aval da Presidente Dilma, contradisse Graça Foster ao afirmar que o preço do combustível não sofreria reajuste. Ao que Foster prontamente aquiesceu, dizendo que, de fato, a política de preços não seria alterada. Resultado: queda de quase 3% das ações da Petrobras em um único dia (5 de março).

A experiência internacional sugere uma boa prática para a gestão de estatais é ter um corpo técnico altamente qualificado e com autonomia para tomar decisões que garantam competitividade à empresa. Por ser profissional de carreira da Petrobras, com ampla experiência no setor, Graça Foster certamente atende ao quesito técnico, assim como os diversos engenheiros e gestores especializados que trabalham na empresa. Mas a sua real autonomia, como o caso do preço da gasolina demonstra, é questionável.

Foster estava correta ao dizer que é lógico aumentar o preço da gasolina. Não ocorre reajuste desde 2009, ainda que os preços do petróleo tenham disparado de lá para cá.
Foster estava correta ao dizer que é lógico aumentar o preço da gasolina. Não ocorre reajuste desde 2009, ainda que os preços do petróleo tenham disparado de lá para cá. Subsidiar o consumo do combustível usando o caixa da empresa compromete a sua capacidade de crescer e investir. Além disso, prejudica os acionistas minoritários – aqueles que investiram na Petrobras mas, ao contrário do governo, não mandam.

Alguns podem dizer que os minoritários já deveriam estar cientes de que estatais estão sempre sujeitas a interferência governamental. São empresas que, além do lucro,seguem outros objetivos ditados pelo governo. Mas os governos vêm e vão, com metas e intenções distintas. Incertezas dessa ordem acabam afugentando novos investidores e aumentando o custo de capital da empresa. Além disso, como ficam os trabalhadores que foram estimulados pelo governo a investir parte do seu FGTS nas ações da Petrobras? Ou aqueles cujos fundos de pensão têm nacos minoritários na estatal?

Além de uma maior autonomia técnica às estatais, outra boa prática é submetê-las a órgãos reguladores independentes e igualmente compostos por técnicos. Órgãos que tenham competência para estabelecer políticas setoriais que não sejam apenas reflexo do que quer o governo em exercício. Mas as várias agências reguladoras no Brasil perderam força e se tornaram focos de empreguismo e corrupção – como mostrou artigo da Época, em julho do ano passado,sobre a própria ANP (Agência Nacional do Petróleo).

No final das contas, temos estatais muito poderosas (leia-se: com amplo caixa e penetração na economia) sob o controle total e irrestrito do governo.Acabam sendo ferramentas de governo e não de estado. Ao interferir na Petrobras, o governo atual pode ter até uma boa intenção, que é evitar um eventual surto inflacionário. Mas, sem a devida autonomia técnica, as estatais podem ser usadas para motivos não tão nobres. A verdadeira liderança política nãoimplica poder de mando, mas a criação de bases institucionais que justamente isolemo setor público desse risco.

Sérgio Lazzarini é Professor Titular do Insper e autor de “Capitalismo de Laços: os Donos do Brasil e suas Conexões”. E-mail: sergiogl1@insper.edu.br

Fonte: Época

3100 vagas para Programa de Qualificação Profissional em Construção Naval


O Senai do Rio abre inscrições para os 23 cursos do Programa de Qualificação Profissional em Construção Naval, realizado em parceria com o ITN – Instituto Tecnológico Naval. São 3100 vagas em diversas áreas, como: Metal-Mecânica, Eletricidade, Metalurgia, Automação/Instrumentação, Petróleo, Operação Automotiva, Construção Civil e Gestão.

As inscrições acontecem até 20 de abril, de segunda a sexta, das 9h às 17h, no Sesi de Campos (Av. Deputado Bartolomeu Lysandro, 862 – Jardim Carioca – Campos dos Goytacazes/RJ) ou no CIEP 265 Professora Gladys Teixeira (Rua João Patrício Delfim Pereira, 295 – Centro – São João da Barra/ RJ).

O processo seletivo será composto de três etapas e as aulas têm previsão de início em junho. Os cursos do Programa de Qualificação Profissional em Construção Naval serão gratuitos e os candidatos selecionados receberão uma bolsa auxílio. Para se inscrever, o candidato precisa ter no mínimo 18 anos; Ensino Fundamental ou Médio completo, de acordo com as exigências de cada curso; e reunir a documentação exigida.

O objetivo é atrair talentos com capacidade de qualificação, gerar oportunidades com a capacitação de pessoal para o setor de construção naval, mercado em grande expansão.

O Programa de Qualificação Profissional em Construção Naval é uma realização do Senai do Rio, da Firjan e do ITN – Instituto Tecnológico Naval, com patrocínio da OSX e apoio da LLX, Prefeitura de São João da Barra e Prefeitura de Campos dos Goytacazes.

Programa de Qualificação Profissional em Construção Naval

Inscrições: 09/04 a 20/04/2012

Locais:

- Sesi de Campos – Av. Deputado Bartolomeu Lysandro, 862 – Jardim Carioca – Campos dos Goytacazes/RJ

- E.M.M. CIEP 265 Professora Gladys Teixeira – Rua João Patrício Delfim Pereira, 295 – Centro – São João da Barra/RJ

Mais informações: www.firjan.org.br ou pelo telefone 0800 729-6106
Sobre o ITN – Instituto Tecnológico Naval

O ITN – Instituto Tecnológico Naval foi concebido pela OSX para atuar em parceria com instituições de ensino reconhecidas dentro e fora do Brasil, tendo como meta tornar-se referência em qualificação profissional e soluções inovadoras na área de construção naval e operações offshore, contemplando também promover projetos e pesquisas para o aprimoramento tecnológico do País nesses setores.

Com o objetivo de treinar e capacitar profissionais dedicados às carreiras de construção naval, o Programa de Qualificação Profissional em Construção Naval do SENAI, realizado em parceria com o ITN, prevê formar, até 2013, 7800 técnicos especialistas em produção, inspeção e supervisão de equipamentos.

Para tanto, foi celebrado convênio FIRJAN/Senai do Rio, objetivando a capacitação de 3,1 mil profissionais em 2012. A iniciativa representa a primeira parceria firmada pelo ITN, num investimento de R$ 13 milhões destinado à formação técnica e profissional no Estado do Rio de Janeiro.

Fonte: Olívia Vicente – Insight Engenharia de Comunicação

quarta-feira, abril 18, 2012

Repsol Sinopec seleciona profissionais para o Programa Master


A Repsol está selecionando recém-formados em engenharia e geociências para realizar, na Espanha, um curso de especialização em Exploração e Produção de Hidrocarbonetos. As inscrições acontecem até o dia 1º de maio e devem ser feitas exclusivamente pelo site da companhia (repsolsinopec.com.br).

Para participar, os candidatos devem ter disponibilidade para participar do curso em tempo integral, possuir diploma em engenharia de petróleo, engenharia de produção, geologia ou geofísica obtido nos últimos quatro anos, além de ter nível avançado na língua inglesa.

O curso foi desenvolvido pelo Centro Superior de Formação Repsol (CSFR) e é ministrado fundamentalmente em Madri, com alguns módulos em parceria com a Heriot-Watt University, em Edimburgo (Escócia). O corpo docente é formado por professores de conceituadas universidades internacionais e renomados profissionais da indústria.

O Programa tem duração de dez meses - as aulas começam em setembro e vão até junho de 2013. Os brasileiros selecionados integram uma turma de 30 alunos de diversas nacionalidades - todos estudam em tempo integral, totalizando 1.500 horas de aula. Além da Repsol arcar com todos as despesas do curso, os selecionados recebem uma ajuda de custo para cobrir os gastos da estadia internacional.

Fonte: TN Petróleo

terça-feira, abril 17, 2012

P-55 apresenta problemas em estruturas


Vistoria revelou fissuras em peças usadas na construção da estrutura principal do convés, tornando

Rio Grande (RS) - A entrega da plataforma semissubmersível P-55, que está sendo construída no dique seco do Rio Grande, sofrerá mais atrasos, pois foram encontradas defeitos em estruturas do deckbox (convés). Em vistoria realizada no deckbox teriam sido encontradas fissuras em nós (peças de aço usadas na construção da estrutura principal do convés), defeitos que tornam arriscada a execução do içamento do deckbox para união com o casco, operação chamada de "mating".

O casco da P-55 atracou no cais sul do Estaleiro Rio Grande em 16 de janeiro deste ano e sua entrada no dique seco para o "mating" foi anunciada para a última semana de fevereiro. Depois, foi adiada para a última semana de março, mas até agora não ocorreu. O último adiamento do mating seria devido ao problema encontrado em alguns nós. Conforme a publicação, o casco também apresenta problemas. As informações que se tinha, extraoficialmente, até agora, é que ele veio de Pernambuco, onde foi construído, sem estar totalmente pronto.

No início de março, a Petrobras já tinha informado ao Agora que a P-55 não ficaria pronta em dezembro deste ano, como estava previsto, e sim no primeiro trimestre de 2013. As estruturas que apresentam fissuras foram adquiridas pela Petrobras. Fontes próximas ao projeto informaram à Upstream que, devido a esses problemas, a P-55 iniciará a produção de petróleo só em 2015. A previsão inicial era que começasse no final de 2013. Através de sua assessoria, a Petrobras disse que não vai se pronunciar sobre o assunto.

Fonte: Jornal Agora (RS)

Política industrial do pré-sal mira mercado de US$400 bi


Montante dimensiona a margem que governo e Petrobras têm para fazer política industrial com o pré-sal e criar uma rede nacional de fornecedores

Rio de Janeiro (RJ) - A demanda doméstica por bens e serviços em exploração e produção offshore de petróleo está calculada em US$ 400 bilhões (cerca de R$ 720 bilhões) até 2020, segundo número usado como referência pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico Social (BNDES), calculado pela consultoria Booz. O montante dimensiona a margem que governo e Petrobras têm para fazer política industrial com o pré-sal e criar uma rede nacional de fornecedores.

O dado consta de documento do departamento da Cadeia Produtiva de Óleo e Gás do BNDES, criado há seis meses para ajudar a desenvolver a indústria de petróleo no País. "A política de conteúdo local vai exigir que quem ganhar novos contratos instale fábrica aqui. As empresas estão vindo, há várias conversando com a gente", diz o chefe do departamento, Ricardo Cunha.

As iniciativas para se aumentar a produção e vencer os gargalos da indústria foram impulsionadas após a entrada de Graça Foster no comando da estatal e da contratação no Brasil, pela Petrobras, de mais 26 sondas de perfuração para o pré-sal, ambos em fevereiro. As metas são atrair novas empresas, expandir o financiamento e formar técnicos usando contratos da Petrobras como chamariz. Um atraso no desenvolvimento da cadeia significaria atrasar a exploração do pré-sal ou resultar na importação de equipamentos e serviços.

"Ela cobra rapidez para atingir a meta de 5,8 milhões de barris por dia em 2020 (mais que o dobro de hoje), número que repete em reuniões", diz empresário ligado à contratação das sondas.

BNDES, Transpetro, estaleiros, grandes fornecedores, associação de máquinas e equipamentos (Abimaq) e da indústria naval (Sinaval) participam de grupos de trabalho para enfrentar os gargalos. O modelo desenhado para as sondas - primeiro faz-se o contrato e depois monta-se a indústria que vai construí-la - pode ser repetido com a cadeia de fornecedores, de acordo com os envolvidos, que preferem não se identificar já que as discussões estão em andamento.

Fonte: Diário do Grande ABC/Agência Estado