quinta-feira, março 31, 2011

Entenda o petróleo

Pode-se dizer que a História do Petróleo teve início no ano de 1859, quando o Coronel Drake perfurou 21 metros e encontrou o “ouro negro” no Estado da Pensilvânia. Pouco tempo levou até que surgisse aquele considerado até hoje o homem mais rico de todos os tempos, John Davison Rockefeller. O magnata cunhou uma famosa frase, ao dizer que o melhor negócio do mundo era uma empresa de petróleo bem administrada, e o segundo melhor uma empresa de petróleo mal administrada. Rockefeller fundou a empresa Standard Oil, transformando-se logo no primeiro bilionário do Mundo. Com tanto sucesso e poder concentrado nas mãos de uma única corporação, economistas e políticos de todos os cantos do planeta temiam que a Standard Oil promovesse um desequilíbrio de mercado desastroso, o que culminou no fracionamento da empresa. Este foi o início do processo que fez surgir as Sete Irmãs do Petróleo, vistas como o mais forte oligopólio de todos os tempos. Embora tenha havido duas grandes fusões no início deste século (Chevron-Texaco e Exxon-Mobile), a maior parte das empresas advindas destas sete irmãs integram hoje o grupo das chamadas IOCs (International Oil Companies). As sete irmãs ganharam muito dinheiro com a exploração das terras norte-americanas, local de maior produção e exportação do Mundo durante bastante tempo, e, posteriormente, com o petróleo russo de Baku, do México, da Venezuela e finalmente dos produtores árabes. Tudo mudou quando o papel do petróleo na vida das pessoas, que no inicio da era Rockfeller era somente produzir querosene iluminante, sofreu uma grande transformação. O precioso recurso passou a ser utilizado para movimentar os carros de Henry Ford, os navios ingleses, e os aviões alemães. Após a segunda grande guerra, a demanda por petróleo era infinitamente maior do que no início do século XX, e a partir daí nunca mais parou de crescer. Já no século XXI, além do notório problema da frota mundial de veículos que alcançava a casa do primeiro bilhão de automóveis, desenvolveu-se sem freios a sociedade consumista e globalizada, na qual cada indivíduo almeja muitos bens materiais, a qualquer tempo, e em qualquer lugar. Como conseqüência deste novo comportamento social surgiram novas demandas por um massivo sistema de transporte de mercadorias e insumos, que acabam sempre viajando milhares e milhares de quilômetros até o seu consumidor final, e uma gigantesca indústria petroquímica, um processo de transição que obviamente exige cada vez mais petróleo. Este contexto evolutivo e perverso, que obviamente demanda mais e mais energia pode ser muito bem simbolizado pelo vertiginoso crescimento da China. Quanto à forma como esse petróleo foi explorado ao longo dos anos, vale dizer que nos anos cinqüenta do século anterior as relações entre as Sete Irmãs do Petróleo e os países produtores começaram a azedar por uma questão meramente financeira. As nações que detinham grandes reservas, exploradas pelas petrolíferas, não mais se contentavam com as participações que lhes eram repassadas em proveniência da venda de seus recursos minerais. Este foi o gatilho para o início do fenômeno de criação das empresas petrolíferas nacionais, a exemplo do Brasil, que criou a PETROBRAS, e de países como Venezuela e México, respectivos fundadores da PDVSA e da PEMEX. Hoje, inúmeros países, dentre eles até mesmo aqueles que não possuem reservas de petróleo, possuem suas próprias empresas para cuidar deste setor-chave da economia de qualquer Estado. No mínimo, a empresa criada se propõe a cuidar do Downstream local, e foi neste processo estratégico de nacionalização das atividades em voga que surgiram as NOCs (National Oil Companies), que, ano após ano, aumentam suas participações no mercado mundial. Outra iniciativa estratégica de alguns países afortunados pela riqueza mineral, ao exemplo de Arábia Saudita, Kwait, Emirados Árabes e Venezuela, foi a criação da OPEP, que nada mais é do que um cartel internacional organizado por grandes produtores de petróleo. Seu principal objetivo sempre foi manter as cotações do barril do petróleo elevadas, de forma a maximizar o lucro dos produtores, assim como funciona em um cartel tradicional. Se por algum motivo o preço do barril começa a cair, os integrantes da OPEP reduzem seus ritmos de produção como forma de reduzir a oferta, o que, basicamente, eleva os preços e maximiza seus lucros no longo prazo, uma vez que o petróleo é um recurso finito, esgotável. Tal operação nos leva a dinâmica através da qual é determinada a cotação do barril de petróleo. Tratando do tema de forma objetiva, pode-se resumi-lo a uma questão de oferta e procura. Portanto, se a produção é reduzida por uma guerra ou conflito militar, como o que ocorre em 2011, na Líbia de Kadaf, o preço sobe porque a oferta diminui. Se as reservas de petróleo estão declinantes no Reino Unido, no México, ou na Noruega, o preço também deve subir pela mesma razão. Em sentido contrário, se a procura cai devido a uma recessão na economia mundial, o preço tende à queda. Se ocorrem descobertas de reservas abundantes como a do Pré-sal, é muito provável que as cotações do barril caiam da mesma forma, uma vez que a oferta tende a crescer. Fonte: http://www.clickmacae.com.br/

Rio prevê 75 mil novos empregos no setor de petróleo até 2016

A demanda por cursos ligados à exploração de petróleo também tem aumentado, de acordo com Segen Estefen, da Coppe-UFRJ Um levantamento da Prefeitura do Rio estima que, até 2016, o setor de petróleo deve gerar 75 mil novos empregos na cidade. “Hoje não está sendo necessário ir atrás das empresas. Elas estão buscando o Rio para se instalar”, afirma à BBC Brasil o secretário municipal de Desenvolvimento, Felipe Góes. O diretor do Parque Tecnológico da UFRJ, Maurício Guedes, estima que 4 mil empregos serão gerados apenas no local até 2014, quando as novas instalações previstas no parque deverão estar prontas. O parque foi criado em 2003, e a expectativa era de que as obras fossem concluídas até 2023, mas agora restam apenas três terrenos livres. O parque tecnológico está sendo construído dentro da área do campus da Universidade Federal do Rio de Janeiro, na ilha do Fundão. “Há dois anos estamos recebendo uma avalanche de empresas interessadas em se instalar aqui”, conta Guedes. Uma delas é a British Gas, antecipa Felipe Góes. “Estamos finalizando as negociações e até meados de março devemos ter uma decisão da BG”, afirma. Ambiente A primeira multinacional a ter seu centro de pesquisa inaugurado no parque tecnológico foi a Schlumberger, em novembro. “A localização de nossos centros de pesquisa prioriza a proximidade com nossos clientes e o meio acadêmico”, diz Attilio Pisoni, gerente do novo empreendimento. “O parque tecnológico combina esses dois aspectos, criando um ambiente ideal para o estímulo à qualidade dos estudos científicos, com acesso a profissionais e ao meio acadêmico.” Em novembro do ano passado, a Prefeitura comemorou a escolha do Rio para sediar o quinto centro de pesquisas mundial da GE, cortejado também por São José dos Campos, no interior de São Paulo. A empresa vai investir US$ 150 milhões na construção do centro, que incluirá um núcleo de qualificação para funcionários e clientes. Para Alexandre Alfredo, diretor de relações institucionais da GE, a proximidade da UFRJ ajudará a empresa a encontrar os funcionários de que precisa. “Não queremos importar talento, queremos profissionais que entendam o país e as necessidades locais de nossos clientes”, diz. A GE planeja contratar 200 pesquisadores e engenheiros para o centro, cuja construção deve começar até o fim do mês e levar de 12 a 18 meses. Graduação A demanda por cursos ligados à exploração de petróleo também tem aumentado, de acordo com Segen Estefen, diretor de Tecnologia e Inovação da Coppe-UFRJ. “O vestibular para engenharia do petróleo tem demanda equivalente a medicina”, afirma Estefen. Áreas como engenharia mecânica, naval e oceânica também têm sido mais procuradas. “O mercado está muito aquecido”, acrescenta o diretor da Coppe. “Um aluno que faz pesquisa em uma área especializada, como tecnologia submarina, sai com emprego imediato.” Alexandre Alfredo diz que a GE está firmando parcerias com 20 universidades do Brasil para incentivar a formação e atrair profissionais. Na semana passada, a Chevron Brasil Petróleo assinou um acordo com a PUC-Rio para investir R$ 2 milhões no curso de engenharia de petróleo nos próximos dois anos. Os recursos serão usados em equipamentos para laboratórios, bolsas de estudo para estudantes e um programa de tutoria para trabalhos de conclusão de curso. Fonte: http://www.clickmacae.com.br/

P&G Brasil busca parceiros para programa de sustentabilidade inédito no país

Durante o Fórum Mundial de Sustentabilidade em Manaus, a Procter & Gamble Brasil, apresenta pela primeira vez Programa Água Pura para Crianças – PUR. Inédito no País, o programa é uma iniciativa mundial, sem fins lucrativos, da P&G, que utiliza tecnologia de baixo custo para purificar água contaminada. O principal objetivo da P&G Brasil é encontrar uma ONG – Organização Não Governamental – disposta, comprometida e engajada para atuar como parceira no País na distribuição de PUR. O PUR é um sachê de quatro gramas capaz de transformar dez litros de água contaminada em dez litros de água potável, livre de resíduos sólidos e impurezas e que atende às normas da Organização Mundial de Saúde O PUR já possui registro na Anvisa e será importado da fábrica da P&G no Paquistão. A partir dessa parceria, será possível auxiliar comunidades carentes no Brasil que sofrem com a escassez de água potável, ou vítimas de catástrofes, como as enchentes que devastaram a região serrana do Rio de Janeiro no início deste ano. PUR é distribuído gratuitamente em situações de emergência, como enchentes, e também para comunidades que sofrem com a falta de água potável em todo o mundo. Mais de 60 países com populações carentes e em situação crítica de escassez de água receberam o PUR, incluindo as vítimas das catástrofes no Chile, Haiti e Paquistão, e, mais recentemente, no Japão. Procter & Gamble- Quatro bilhões de vezes ao dia, os produtos da P&G melhoram a vida de pessoas em todo o mundo. A P&G possui um dos mais respeitados portfólios de produtos, com marcas líderes e de qualidade superior, como Pampers®, Ariel®, Always®, Pantene®, Mach3®, Oral-B®, Duracell®, Head & Shoulders®, Wella, Gillette®, Crest®, Pringles® e Iams®. A comunidade P&G conta com mais de 135 mil funcionários em 80 países. A P&G também está comprometida a melhorar a vida de crianças no mundo todo através da causa de Responsabilidade Social Viver, Aprender e Prosperar. [www.procter.com.br]. Fonte: http://www.revistafator.com.br/

quarta-feira, março 30, 2011

Rio discute o aquecimento da indústria naval para atender a demanda do pré-sal

Setor está aquecido por encomendas da Petrobras e receberá R$ 1,2 bilhão nos próximos anos, com expectativa de criar 10,3 mil novos empregos. A indústria naval offshore do Estado do Rio de Janeiro receberá investimentos de R$ 1,2 bilhão nos próximos anos e deve criar 10.300 novos postos de trabalho, principalmente para atender a demanda gerada pelo pré-sal. A retomada da indústria naval no Estado do Rio de Janeiro é o tema da palestra do secretário de Desenvolvimento Econômico, Energia, Indústria e Serviços, Julio Bueno, durante seminário sobre o setor, no dia 23 de março (quarta-feira), às 15 horas, no Hotel Sofitel, em Copacabana. O evento é uma promoção da Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais (Apimec-Rio). – O Rio de Janeiro é um dos principais polos do setor naval offshore no Brasil e está vivendo um momento de forte aquecimento, após longo período de estagnação. Estamos falando de mais de R$ 1,2 bilhão de investimentos em estaleiros novos, em fase de construção ou renovação das instalações, para atender, principalmente, à demanda da Petrobras e Transpetro por novas embarcações (sondas, barcos de apoio, plataformas, navios petroleiros e outros). A expectativa é que sejam geradas 10.300 vagas em cinco estaleiros fluminenses, além de novos postos de trabalho atraídos pelo pré-sal – estima Bueno. Segundo ele, com o pré-sal, aumentará a necessidade de navios e de mão de obra para construí-los. O primeiro estaleiro a iniciar o processo de contratações é o Aliança, de Niterói, que vai construir uma nova unidade em São Gonçalo, com previsão de criar 1.500 novos postos de trabalho. A estimativa é que o Alusa/Galvão, em Campos dos Goytacazes, gere três mil vagas; o Inhaúma, no Porto do Rio, outras cinco mil; o Beneteau, em Santa Cruz, 600; e o Intermarine, em Angra dos Reis, 200 oportunidades de trabalho. Fonte: http://www.revistafator.com.br

Indústria naval prepara abertura de 10.300 vagas

Um dos principais polos da indústria naval brasileira, o Estado do Rio se prepara para uma nova expansão do setor. De acordo com a Secretaria estadual de Desenvolvimento Econômico, Energia, Indústria e Serviços, nos próximos dois anos, serão geradas 10.300 vagas em cinco estaleiros na capital, na Região Metropolitana e em cidades do interior. O secretário da pasta, Julio Bueno, destaca que o pré-sal será o grande criador de novas vagas no setor e que muitas embarcações precisarão ser construídas para atender à demanda. — Estamos falando de mais de R$ 1,2 bilhão de investimento em estaleiros novos, em fase de construção ou renovação das instalações. Com o pré-sal, aumentará a necessidade de navios e de mão de obra para construí-los. De acordo com Bueno, para a área em expansão, as principais funções serão engenheiro naval, técnico naval, mecânico, eletricista, instrumentista, técnico de tubulação, pintor, soldador, riscador, montador de andaime e alpinista industrial. Já no setor náutico, a maioria das oportunidades deve ser para laminador de fibra, carpinteiro, marceneiro, mecânico, pintor, eletricista e engenheiro naval. Com o momento positivo do setor, o secretário afirma que é preciso investir em qualificação para não perder as oportunidades. Segundo ele, o primeiro estaleiro a iniciar o processo de contratações é o Aliança, em Niterói, que vai construir uma nova unidade em São Gonçalo, na Região Metropolitana do Rio, com previsão de inauguração para maio: — Ninguém está mais preparado do que o Rio. A nossa é a indústria naval mais tradicional do Brasil, mas vamos precisar de mais mão de obra qualificada do que temos atualmente para preencher essas vagas. Essa é a hora de procurar cursos e se preparar. De acordo com a previsão da secretaria, além do Estaleiro Aliança, o Alusa/Galvão, em Campos dos Goytacases, o Inhaúma, no Porto do Rio, o Beneteau, em Santa Cruz, e o Intermarine, em Angra dos Reis, terão vagas. Oportunidades A previsão do governo estadual é que o estaleiro Aliança abra 1.500 vagas; o Alusa/Galvão, três mil; o Inhaúma, cinco mil; o Beneteau, 600; e o Intermarine, que seria responsável pela montagem de peças para os navios, 200 chances. Fonte: http://www.clickmacae.com.br/

Locar Guindastes e Transportes Intermodais tem nova agência de publicidade


A Agência Tierra é a nova agência de publicidade da Locar Guindastes e Transportes Intermodais. A Tierra foi contratada para cuidar da identidade visual da Locar, da nova campanha de mídia e ainda dar todo suporte ao departamento de marketing, como desenvolvimento de catálogos e outras peças. A primeira empreitada da nova agência foi a organização da 1. ª Convenção de Vendas Locar, com mais de 70 pessoas de todo o Brasil. O evento, realizado em Águas de Lindóia, no mês passado, contou com palestra do Capitão Nascimento, ex-policial do Bope, no Rio de Janeiro, e o lançamento da campanha de incentivo “Quero ir mais longe”, para que os colaboradores se envolvam na meta de crescimento da Locar . Entre os clientes da Tierra estão Novartis, Pfizer, Medley, Aché, Maxbrands e Hipermarcas. Locar- Fundada em 1988, a Locar atua no segmento de transportes especiais, sendo considerada a maior empresa da América Latina em içamentos de cargas por meio de guindastes. A partir de 2007, a Locar segmentou as atividades, passando a contar com a Divisão de Gruas, Divisão de Plataformas e Manipuladores, Divisão Marítima, operando nesta última com grandes projetos e offshore, com expertise em remoção. Recentemente, criou a Divisão de Andaimes com a aquisição da empresa mineira Escalar. Entre os clientes da Locar estão petroquímicas, mineradoras, hidrelétricas, metalúrgicas, montadoras e outros. Ao todo, a Locar tem mais de 1.500 colaboradores, espalhados pelas diversas filiais do país, e fechou 2010 com um faturamento de cerca de R$ 350 milhões. Para 2011, projeta um faturamento acima de R$ 500 milhões. Paralelamente, irá investir R$ 50 milhões na compra de novos equipamentos. Atualmente, a frota da Locar é composta de cerca de 250 manipuladores, 600 plataformas e 50 gruas. [www.locar.com.br].


terça-feira, março 29, 2011

Petrobras investe em ações de reuso e conservação da água

17,3 bilhões de litros de água foram reaproveitados em 2010 Dia Mundial da Água [22/03], a Petrobras destacou a importância deste recurso e as ações da Companhia para tornar mais eficiente o uso da água em suas instalações. Em 2010, por exemplo, o volume total de reuso da água na empresa chegou a 17,3 bilhões de litros. Um dos destaques é o sistema de tratamento de água e efluentes da Refinaria de Capuava, em São Paulo, que se tornou a primeira refinaria da América Latina com descarte zero de efluentes. Em ganhos para o meio ambiente, a refinaria deixou de captar 1 bilhão de litros de água por ano do Rio Tamanduatei, que corta o município onde a planta está instalada. No que tange ao descarte, deixou de lançar 700 milhões de litros de efluente industrial por ano para este mesmo rio. Em plataformas, a água do mar também é aproveitada. Mais 1,3 bilhão de litros de água do mar foram dessalinizados para uso em unidades marítimas em 2010. Em plataformas como as da Bacia de Campos e Bacia de Santos, cerca de 2,7 milhões de litros por dia de água passam por um processo de dessalinização para utilização dentro de unidades marítimas. O objetivo é reduzir a captação de água doce das bacias hidrográficas continentais. Gestão ambiental- A gestão de recursos hídricos na Petrobras é regulada por um padrão interno de gestão ambiental de recursos hídricos e efluentes, que estabelece as diretrizes de atuação da Companhia. Entre as ações realizadas, destaca-se o Inventário de Recursos Hídricos e Efluentes da Petrobras, que mostra os volumes de água captada e de efluentes industriais tratados em suas instalações. A água é um recurso cada vez mais importante para as operações das empresas e seu uso deve ser baseado no modelo de ecoeficiência. Em 2009, já havia na Petrobras cerca de oitenta projetos relacionados à implantação e modernização de sistemas de tratamento e distribuição de água, coleta e tratamento de efluentes e reuso de água. "Os principais desafios da Petrobras são conhecer a disponibilidade hídrica das regiões onde atua e, em função da disponibilidade, planejar suas ações de racionalização do uso e de lançamento de seus efluentes. Ações de eliminação de desperdícios, otimização do uso nos processos, reutilização e adoção de processos e tecnologias menos intensivos em água são exemplos", explica o coordenador de Recursos Hídricos e Efluentes da Petrobras, Antônio Luiz Peres. Programa Petrobras Ambiental: "Água e Clima"- Outra frente importante de atuação da Companhia é o Programa Petrobras Ambiental (PPA) que, desde 2003, investe em projetos de todo o país, voltados à conservação e preservação dos recursos ambientais e à consolidação da consciência socioambiental brasileira. Para o período de 2008 a 2012, o tema do programa é "Água e Clima". Os projetos têm como foco principal a gestão de corpos hídricos superficiais e subterrâneos; a recuperação ou conservação de espécies e ambientes costeiros, marinhos e de água doce; e a fixação de carbono e emissões evitadas. Para esse período, estão sendo investidos R$ 500 milhões nas ações estratégicas do Programa que incluem: investimentos em patrocínios a projetos ambientais; fortalecimento das organizações ambientais e de suas redes e disseminação de informações para o desenvolvimento sustentável. O PPA já patrocinou projetos em dezenas de bacias e ecossistemas em cinco biomas brasileiros: Amazônia, Mata Atlântica, Caatinga, Cerrado e Pantanal. As ações já envolveram diretamente 3,6 milhões de pessoas e cinco mil espécies nativas foram estudadas. Outro resultado é que, considerando a área plantada e a de desmatamento evitado, os projetos patrocinados poderão sequestrar até 6,8 milhões de toneladas de CO2. Fonte: http://www.revistafator.com.br/

OSX: afretamentos de FPSOs e instalação da UCN Açu no Complexo do Superporto Rio de Janeiro

Alguns dos destaques durante anuncio dos resultados de 2010. A OSX Brasil S.A. (“OSX”; “Companhia”; Bovespa: OSXB3) acabou de anunciar seus resultados referentes o ano de 2010, com destaques para Licença Prévia da UCN Açu emitida em fevereiro de 2011, IPO, com captação de R$ 2,4 bilhões, parceria Tecnológica com Hyundai Heavy Industries, líder mundial no setor de construção naval, e Acordo de Cooperação Estratégica com a OGX (encomenda potencial de US$ 30 bilhões). De acordo com a direção da OSX, há encomenda firme inicial de quatro unidades a serem afretedas pela OGX (duas FPSOs e duas WHPs). Aquisição do FPSO OSX-1 e customização em andamento em Cingapura. Contrato de financiamento internacional com sindicato de bancos liderado pelo DVB Bank, no valor de US$ 420 milhões, destinados ao financiamento do FPSO OSX-1. Premio “Deal of the Year” atribuído ao financiamento do OSX1, pela revista internacional Marine Money. Recebimento das propostas iniciais para construção do FPSO OSX-2. Carta de intenção para a construção das WHP´s 1 e 2 assinada em fevereiro de 2011 e aquisição dos navios irmãos VLCC´s (Very Large Crude Oil Carrier) a serem convertidos nos FPSO OSX-3 e FPSO OSX-4. O Superporto Açu no Rio de Janeiro terá a UCN Açu- Durante o quarto trimestre de 2010, tomamos a decisão empresarial de instalar a Unidade de Construção Naval (“UCN”), no Complexo Industrial do Superporto do Açu, no Município de São João da Barra, Estado do Rio de Janeiro, devido as grandes vantagens competitivas encontradas, destacadamente: dentro do processo de licenciamento ambiental, as Audiências Públicas foram realizadas em São João da Barra e em Campos dos Goytacazes em 11 e 12 de Janeiro de 2011, respectivamente, com a presença de aproximadamente 800 pessoas. A Licença Prévia Ambiental, LP n° IN015923 foi emitida em 28 de fevereiro de 2011 pela Comissão Estadual de Controle Ambiental (“CECA”), da Secretaria de Estado do Ambiente do Estado do Rio de Janeiro (“SEA/RJ”). A Parceria Tecnológica com a Hyundai- O projeto de detalhamento da UCN Açu está em desenvolvimento pela EPC Engenharia (“EPC”) com a supervisão de um grupo de seis especialistas coreanos da Hyundai que estão junto à equipe de projeto no Brasil, além do apoio da matriz na Coréia do Sul. Especificações Unidade de Construção Naval- terá capacidade de processamento 180.000 toneladas de aço por ano Capacidade de integração 220.000 toneladas por ano, com dmensões para o dique seco de 480m (comprimento) x 130 m (largura).Cais 3.525m (2.400m na primeira fase). Com localização no Estado do Rio de Janeiro, principal pólo brasileiro da atuação integrada das indústrias naval e de O&G, com posição geográfica central privilegiada, a apenas 150 km da Bacia de Campos, região com grande potencial petrolífero, responsável por cerca de 85% da produção brasileira de petróleo. Cais de 2.400m (aproximadamente 70% maior do que o previsto para o projeto de Biguaçu), com capacidade de expansão para até 3.525m, com possibilidade de trabalhar em até 11 FPSOs e 8 WHPs simultaneamente na sua versão ampliada. Condições únicas de integração logística, eficiência operacional e sinergias industriais locais, reduzindo custos importantes com a possibilidade de utilização de chapas de aço de 18 m de comprimento (diminuição de até 56% em soldas para criação de painéis) e com o fornecimento de energia gerada no próprio complexo industrial (redução de até 30% nos custos de energia) do Distrito Industrial de São João da Barra (“DISJB”); Características naturais favoráveis: condições de solo que possibilitam maior velocidade de construção da UCN Açu (fundação mais leve) e 25% dias a mais de sol por ano, o que aumenta a produtividade mensal em até 5%, maior espectro de serviços que poderão ser prestados pela UCN Açu, incluindo reparos. Em paralelo ao projeto do estaleiro, a Hyundai já está iniciando a preparação dos procedimentos operacionais, etapa que precede ao treinamento, quando teremos cerca de 40 especialistas coreanos da Hyundai treinando nosso pessoal no Brasil, e 50 brasileiros recebendo treinamento na Coréia do Sul. Instituto Tecnológico Naval (ITN)- O Instituto Tecnológico Naval – ITN, que tem como objetivo principal a educação, treinamento e capacitação de mão de obra dedicada aos postos de trabalho de nossa Unidade de Construção Naval e da indústria naval do Brasil. Dentro do programa educacional que o ITN irá desenvolver em parceria com instituições de ensino, será dada ênfase às disciplinas necessárias para suprir as demandas operacionais imediatas da Unidade. As aulas têm início previsto para o segundo semestre de 2011, e até 2013 serão formados 7.800 técnicos especialistas de produção, inspeção e supervisão. Leasing.: Encomendas- FPSO OSX-1 Contratado pela OGX, por 20 anos, à taxa média de US$ 263 mil/dia. Customização em andamento em Cingapura, no estaleiro Keppel. Previsão de entrada em operação no segundo semestre de 2011. FPSO OSX-2 Esperamos assinar em breve o contrato de construção da unidade, que terá capacidade de processamento de 100.000 bpd. WHP-1 e WHP-2 Carta de Intenção para construção das plataformas fixas de produção assinada com a Techint em Fevereiro de 2011. Em meados de 2011, devemos assinar o Contrato para a construção destas plataformas. FPSO OSX-3 e OSX-4 Navios VLCC´s adquiridos junto a Vela International Marine Limited por US$ 27 milhões/unidade, para serem convertidos nos FPSOs OSX-3 e OSX-4. Serviços atuais: “a equipe de bordo do FPSO OSX-1 conta com mais de 40 membros, dos quais 20 estavam em Cingapura para processo de Comissionamento da unidade. Continuidade aos trabalhos de estabelecimento dos processos operacionais com suporte técnico do INDG – Instituto de Desenvolvimento Gerencial. Iniciamos o desenvolvimento de uma solução tecnológica para Gestão da Manutenção (“Máximo”) dos Ativos pertencentes à OSX”, informa a nota. Perfil-A OSX é uma Companhia do setor de equipamentos e serviços para a indústria offshore de petróleo e gás natural, com atuação em três segmentos: construção naval, fretamento de Unidades de E&P e serviços de O&M. A OSX foi constituída para suprir a demanda da indústria por soluções de serviços integrados aos campos de petróleo e gás natural. Em março de 2010, a empresa captou recursos na ordem de R$ 2,5 bilhões em sua oferta pública de ações, no 7º maior IPO primário da história da BM&FBovespa. A OSX é parte do Grupo EBX, conglomerado industrial fundado e liderado pelo empresário brasileiro Eike Batista, que possui um comprovado histórico de sucesso no desenvolvimento de novos empreendimentos nos setores de recursos naturais e infra-estrutura. [www.osx.com.br/ri]. Fonte: http://www.revistafator.com.br/

Dan Epstein em palestra no 2º Fórum Mundial de Sustentabilidade: 'Estamos construindo para daqui a 100 anos'

Diretor de Sustentabilidade e Regeneração Urbana dos Jogos Olímpicos de Londres 2012 afirma que a sustentabilidade não custa mais. São Paulo O diretor de Sustentabilidade e Regeneração Urbana dos Jogos Olímpicos de Londres 2012, Dan Epstein, compartilhou ontem em Manaus, durante o 2º Fórum Mundial de Sustentabilidade, realizado pela Seminars e promovido pelo LIDE (Grupo de Líderes Empresariais), os preparativos de Londres para receber este importante evento. Durante a palestra "Grandes Eventos e Cidades Sustentáveis", Epstein defendeu a ideia de que "a eficiência energética não custa mais", se planejada em todas as etapas - desde a escolha dos materiais ao uso de tecnologias sustentáveis. "O importante é que estamos construindo para daqui a 100 anos. A sustentabilidade trará muitos benefícios no futuro, pois permitirá menos gasto com energia e pessoas mais felizes e saudáveis", defendeu. "Não queremos deixar um legado de infraestrutura que depois ninguém vai usar. Precisamos pensar em maneiras inteligentes de utilizar tudo depois. Os Jogos são uma oportunidade para criarmos uma perspectiva sobre como o homem deve se relacionar com o meio ambiente", disse. Epstein lembrou que, para os Jogos Olímpicos de Londres, foram definidos os 12 objetivos prioritários (muitos inseridos no conceito de "sustentabilidade") para as ações relacionadas ao projeto olímpico: emissão zero de carbono; produção zero de lixo; transporte sustentável; água limpa; biodiversidade; baixo impacto ambiental; apoio às comunidades locais; acesso; emprego e negócios; saúde e bem estar; e inclusão social. Transporte Público - Sobre alternativas para o transporte durante os Jogos, Dan afirmou que este item é sempre o principal problema durante os Jogos Olímpicos. Epstein defendeu a adoção de uma política de transporte público, que, além de beneficiar um número maior de pessoas, representará um "legado" para as cidades. Informou que Londres já dispendeu 1 milhão de libras até agora somente no projeto de transporte público para os Jogos Olímpicos de 2012. Segundo Epstein, o mundo está olhando o Rio e o governo brasileiro. "Coloquem de lado os problemas e a maneira tradicional de trabalhar. Reúnam todos, coloquem o ego de lado e trabalhem juntos. O prêmio é enorme: quatro bilhões de pessoas olharão para isso", destacou. "Digam aos políticos que eles passarão a ser amados depois disso", concluiu Epstein, que foi muito aplaudido pelos participantes do 2º Fórum Mundial de Sustentabilidade, em Manaus (Brasil). PR Newswire Fonte: http://www.revistafator.com.br/

segunda-feira, março 28, 2011

Curso de nível técnico garante 70% de contratação ao disputar vaga

Saiba quais são as áreas que mais oferecem emprego no país antes de escolher sua carreira. Salários para estudantes chegam a 1.800 reais.


Quer arranjar emprego? Um levantamento de uma empresa de cursos revela onde procurar: Nas indústrias de petróleo e gás, atenção ao Rio de Janeiro e Espírito Santo. Nas companhias de açúcar e álcool, o interior de São Paulo e no Centro-Oeste. Outros três setores prometem: construção civil, turismo e telemarketing. Mas é bom se preparar para a concorrência. Frequentar uma sala de aula, sentar em bancos para um curso profissionalizante no mercado de trabalho leva tempo sim, exige paciência, mas ajuda a rechear o currículo. “Se você não tem diploma, nem experiência que te identifica profissionalmente, fica muito difícil. O desemprego entre os jovens é duas vezes maior do que com as pessoas maiores de 30 anos”, explica Almério Melquíades de Araújo, coordenador do Ensino Médio e Técnico do Centro Paula Souza. O salário de quem tem uma educação profissional é 13% maior do que o rendimento de uma pessoa que não teve a mesma preparação. A indústria chega a pagar 1.800 reais por mês a um técnico de nível médio. Cada curso tem uma carga horária própria. O de administração leva um ano e meio em uma escola técnica de São Paulo. O de telemarketing, quatro meses em um cursinho. No Brasil, 70% dos alunos de curso técnico conseguem emprego na área. Principalmente nos estados do Sul e Centro-Oeste, como em Mato Grosso do Sul. Os cursos técnicos mais procurados em Campo Grande são do setor da agropecuária. Técnicos em florestas, meio-ambiente, açúcar e álcool. Os profissionais que saem da sala de aula com esta formação recebem salários que variam de 900 as 1300 reais por mês. Cursos que juntam a teoria e a prática costumam atrair mais alunos. É assim na Bahia, segundo o Senai, os cursos técnicos mais procurados, por causa da carência de profissionais preparados são edificações, manutenção industrial, segurança do trabalho e mecatrônica. Os cursos duram cerca de dois anos e depois a vaga no mercado está garantida. O salário inicial é de mil reais em média, podendo chegar a 2.400 reais. O MEC fez uma lista dos cursos e áreas que prometem emprego no futuro: - técnico em biocombustíveis - radiologia - cozinha - edificações - multimídia - telecomunicações - agroecologia Thayane ainda aposta no clássico: o curso de administração: “Para me qualificar para o mercado de trabalho, meu primeiro emprego”, diz. Ela ainda está sem emprego, mas já foi chamada para várias entrevistas. Só vai aceitar propostas com uma condição: continuar estudando. “Qualquer coisa mudo o horário do curso, mas não vou deixar o curso. É importantíssimo”, diz a estudante. - Logo após o jornal, Camilo Carvalho, diretor de marketing da escola Prepara, participou de um bate-papo com os internautas para falar um pouco mais sobre o assunto. Confira abaixo os melhores momentos dessa conversa: Áreas em alta Duas áreas fazendo grande frente são do setor industrial de petróleo e gás e de açúcar e álcool. Possuem grande demanda e vemos escassez de mão de obra qualificada. De um lado os empresários reclamam da falta de mão de obra, do outro são as pessoas mal instruídas que reclamam da falta de emprego. É preciso ter iniciativa para buscar uma boa qualificação profissional. Estágio Ensino profissionalizante é a principal porta para entrada no mercado de trabalho. É preciso ter uma boa qualificação para conseguir um bom estágio. O curso é uma oportunidade a mais para ser encaminhado a uma vaga. Os alunos de melhores desempenho são as que acabam sendo encaminhados. Petróleo e gás Essa área gera muito emprego de qualidade, com salários que proporcionam segurança e com propostas de carreira na empresa. Os salários iniciais giram em torno de 1.400 reais. Curso online É preciso ver o histórico da escola em que você pretende cursar. O importante é o relacionamento, no curso presencial conseguimos observar o aluno e com isso encaminhá-lo para o mercado de trabalho. Isso não acontece no curso online. Informática e inglês Quem ainda não está em idade para fazer um curso técnico, aproveite para criar o seu alicerce profissional. É muito importante dominar as principais ferramentas de informática para qualquer curso que vá fazer. Muitos empregos serão gerados para quem tem um segundo idioma, principalmente pelos eventos relacionados a Copa e Olimpíadas.


Transpetro recebe propostas para construção de oito navios de produtos



A Transpetro recebeu as propostas técnicas e comerciais relativas à licitação de oito navios de transporte de produtos derivados de petróleo do Programa de Modernização e Expansão da Frota (Promef). Apresentaram propostas o Estaleiro Ilha S.A. (Eisa) e o Estaleiro Mauá, ambos no Rio de Janeiro.

De acordo com a nota da Transpetro, a Comissão de Licitação analisará inicialmente as propostas técnicas, de acordo com as exigências do edital. Posteriormente, serão abertas as propostas comerciais. Os resultados serão anunciados em data ainda a ser definida.

Ao término desta licitação, encerra-se também o processo de contratação dos 49 navios das duas primeiras fases do Promef, que fez renascer a indústria naval brasileira em bases mundialmente competitivas. Com o programa, a expectativa é de que a frota da Transpetro chegue a mais de 110 navios em 2014. Hoje, o Brasil já possui a quarta maior carteira de encomenda de navios petroleiros do mundo.

Até agora, o Promef encomendou 41 navios, com investimento de R$ 9.6 bilhões, junto aos estaleiros Atlântico Sul (EAS), Promar, Mauá, Eisa e Superpesa. Em 2010, foram lançados ao mar três navios do programa: o suezmax João Cândido, pelo EAS, e os navios de produtos Celso Furtado e Sérgio Buarque de Holanda, pelo estaleiro Mauá.

O programa de construção naval da Transpetro, um dos principais projetos estruturantes do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), já gerou mais de 15 mil empregos diretos. Ao longo do Promef serão criados 40 mil empregos diretos e 160 mil indiretos.

Fonte: http://www.revistafator.com.br/

Shell planeja investir US$ 1,6 bi em joint venture com Cosan

A petrolífera Shell informou que planeja investir US$ 1,6 bilhão (US$ 2,68 bilhões) na joint venture formada com a empresa brasileira de açúcar e álcool Cosan. A ideia é começar a investir neste ano, mas não há data para a aplicação total de recursos. A joint venture é voltada para a produção e comercialização de açúcar, energia, etanol de cana-de-açúcar e distribuição de combustíveis. No início do ano, as empresas obtiveram aprovação da UE (União Europeia) para a formação da joint-venture de etanol. A Comissão Europeia, o órgão de competitividade da UE, disse não acreditar que o acordo impeça significativamente a competição na região. As empresas assinaram um acordo em agosto de 2010, que deve ser concluído no começo deste ano. A joint-venture terá vendas anuais estimadas em US$ 21 bilhões. As duas empresas já haviam tornado público a assinatura de um memorando de entendimentos em fevereiro de 2010. A Cosan deve transferir todas as suas usinas de açúcar e álcool para a joint-venture, inclusive todos os seus projetos de cogeração de energia e as unidades de distribuição e varejo de combustíveis. Com agências internacionais Fonte: http://www.jornalfloripa.com.br/

domingo, março 27, 2011

Petrobras realiza 12° leilão de gás natural e inaugura nova etapa no desenvolvimento do mercado secundário


Oportunidades do mercado secundário de gás natural visam à redução de preços para o consumidor. Foram vendidos 7,8 milhões de m³/dia e deságio médio foi de 38%.

A Petrobras vendeu 7,8 milhões de m³/d de gás natural em leilão eletrônico realizado no dia 24 de março (quinta-feira), para fornecimento no período de abril a julho de 2011. O volume corresponde a 78% dos 10 milhões de m³/d ofertado. Todas as companhias distribuidoras de gás participaram e fizeram lances, convergindo para um preço que foi 38% menor do que o preço médio dos contratos de longo prazo.

Também em abril entram em vigor os primeiros contratos de venda de gás formatados para atender especificamente ao mercado secundário, outra modalidade que disponibiliza para as indústrias volumes de gás que não estão sendo consumidos pelas usinas termelétricas. Nesta nova dinâmica de mercado, conforme são conhecidos os despachos das termelétricas, a Petrobras confirma o direcionamento de volumes de gás para estes contratos, a preços competitivos em relação à alternativa do energético empregada nestas indústrias.

Cerca de 2,5 milhões de m³/dia já estão contratados para operar nesta nova etapa do mercado secundário. Somados aos 7,8 milhões de m³/d comercializados no 12° leilão de gás, o mercado de curto prazo atingirá 10,3 milhões de m³/d, um crescimento de 9,5% em relação às vendas de curto prazo para o período anterior (dezembro de 2010 a março de 2011).

A experiência adquirida desde o primeiro leilão de gás realizado em abril de 2009 permite à Petrobras inovar continuamente para melhor atender às expectativas dos consumidores. Ao conciliar as necessidades energéticas da indústria com a dinâmica do mercado de geração elétrica, a Petrobras mantém seu compromisso de oferecer às distribuidoras, em condições competitivas, o gás natural que as usinas termelétricas não vão consumir, por meio de leilões e contratos de alocação de curto prazo a menores preços em relação aos contratos firmes de longo prazo.

A criação deste mercado secundário de gás natural no Brasil foi possível devido aos investimentos realizados pela Petrobras para aumentar a produção nacional de gás natural; diversificar as fontes de suprimento a partir dos terminais de regaseificação de gás natural liquefeito em Pecém e na Baía de Guanabara; e ampliar a infraestrutura de transporte (gasodutos, estações e sistemas de compressão, city gates). Estes investimentos aumentam a oferta de gás natural e a flexibilidade no atendimento aos segmentos termelétrico e não termelétrico. A Petrobras reafirma que o objetivo dessas novas modalidades de comercialização é fazer com que a redução de preço chegue à porta de quem efetivamente usa o gás natural, o consumidor final.

Fonte: http://www.revistafator.com.br/

Produção de petróleo e gás cresceu 1,7% em fevereiro


A produção média de petróleo e gás natural da Petrobras, no Brasil e no exterior, em fevereiro, foi de 2.603.953 barris equivalentes de óleo, por dia (boed).

Esse resultado ficou 1,7% acima do volume registrado no mesmo mês de 2010 e foi 2,2% menor que o volume total extraído em janeiro deste ano.

Considerados apenas os campos no Brasil, a produção média de petróleo e gás alcançou 2.353.340 barris de óleo equivalente por dia (boed), indicando um aumento de 1,8% em relação a fevereiro do ano passado.

Esse volume ficou 2,8% abaixo da produção de janeiro deste ano, devido a paradas programadas da produção em algumas plataformas, durante o mês.

A produção exclusiva de petróleo dos campos nacionais chegou a 2.019.508 barris diários. Esse resultado reflete um acréscimo de 1,6% sobre fevereiro de 2010 e um decréscimo de 2,4% em relação à produção de janeiro deste ano.

A produção de gás natural dos campos nacionais atingiu, em fevereiro, 53 milhões e 75 mil metros cúbicos diários. Isso corresponde a um aumento de 2,8% em relação ao mesmo mês do ano passado. Com as paradas programadas de plataformas, o volume de gás produzido em fevereiro foi 5,5% inferior ao de janeiro deste ano.

O volume de petróleo e gás natural dos campos situados nos países onde a Petrobras atua chegou a 250.613 boed em fevereiro. O resultado indica um crescimento de 4,8% sobre janeiro deste ano, devido à maior demanda pelo gás boliviano e à normalização da produção após manutenção de planta de tratamento na Bolívia.

Quando comparado com fevereiro de 2010, houve um acréscimo de 0,9%, principalmente em função da entrada em produção de novos poços nos campos de Agbami e Akpo, ambos na Nigéria.

A produção de gás natural no exterior foi de 16 milhões e 671 mil metros cúbicos, registrando um acréscimo de 11,2% em relação ao volume de janeiro de 2011 e de 1,3% em comparação com fevereiro de 2010.

O quadro mostra a produção por estado do Brasil e por região do exterior em fevereiro de 2011.

Fonte: http://www.economiasc.com.br/

Abenav: pré-sal ganha associação com sede no Rio de Janeiro


A iniciativa dos estaleiros com foco no pré-sal, com a participação de toda a cadeia de produção: os estaleiros, fornecedores de equipamentos, fornecedores de materiais, e serviços para o setor de óleo e gás.

O objetivo da associação é promover uma integração e parcerias entre os setores envolvidos que resultem em ganhos de produtividade e competitividade para as indústrias brasileiras.

A indústria naval, em todo o mundo, é considerada de importância estratégica, sendo apoiada e incentivada pelos governos. É um elo vital na inserção dos países na economia. Após um período de recessão na década de 80, o cenário brasileiro atual é otimista e extremamente positivo para o Brasil, com perspectivas de aumento da demanda nos mercados externo e interno, trazendo perspectivas para o mercado de trabalho para as futuras gerações.

Consequentemente, o crescimento da exploração e produção de petróleo e gás natural em águas profundas tornou o segmento offshore, nos últimos dez anos, um importante mercado para o setor, que atualmente está num ritmo de crescimento acelerado.

Neste novo cenário, com a demanda do pré-sal, a previsão é que a indústria de óleo e gás, que responde por 10% do PIB brasileiro, dobre a sua participação.

A importância do pré-sal também é dimensionada pela perspectiva de aumento da reserva de barris: hoje o país conta com 14 bilhões de barris em suas reservas e poderá chegar a 100 bilhões com a descoberta do pré-sal.

Com a previsão de que a indústria naval e offshore alcance um faturamento da ordem de US$ 15 bilhões por ano, nos próximos dez anos (o que representa o dobro do que fatura o setor aeroespacial), a questão primordial a ser discutida é: será que a indústria brasileira vai conseguir acompanhar o ritmo do pré-sal? Estará ela preparada para este crescimento? Ela será competitiva suficientemente para enfrentar a concorrência estrangeira?

Neste contexto, foi criada a Abenav (Associação Brasileira das Empresas de Construção Naval e Offshore). Trata-se de uma iniciativa dos estaleiros com foco no pré-sal, com a participação de toda a cadeia de produção: os estaleiros, fornecedores de equipamentos e fornecedores de materiais.

A missão da Abenav é ajudar a as empresas brasileiras a se prepararem para concorrer com as companhias estrangeiras tendo como base a qualidade, preço e prazo; acompanhar a implantação e exploração do pré-sal nos aspectos técnico, regulamentar e comercial; articular isenções fiscais e tributárias, além de novos financiamentos para as empresas do setor, frente aos governos estadual e federal.

O seu principal desafio é ajudar a criar uma indústria nacional sólida, tendo como base o modelo de incentivos e apoios adotados pela Noruega, Grã Bretanha e Coréia, desde o desenvolvimento de suas indústrias, até os dias de hoje.

Com sede no Rio de Janeiro, a Abenav é presidida pelo empresário Augusto Mendonça, atual vice-presidente do Sinaval (Sindicato Nacional da Indústria de Construção e Reparação Naval e Offshore).

A Abenav já nasce com a participação dos principais estaleiros brasileiros, além de representar os setores naval e offshore e fornecedores de materiais e serviços para o setor de óleo e gás. Também fará parte da associação toda a cadeia fornecedora de bens e serviços e suas entidades, ou seja, todos que têm interesse de fornecimento para a exploração do pré-sal.

Segundo Dr. Augusto Mendonça, o objetivo da associação é mobilizar todas as entidades envolvidas na exploração do pré-sal para que se possa incentivar a criação de uma indústria nacional forte.

A atuação da Abenav será em nível nacional e a entidade vai trabalhar em sinergia com instituições, entidades e Governo, para que, juntos, possam contribuir para o pleno desenvolvimento do setor do pré-sal.

Para o Brasil acompanhar esse crescimento, será preciso um conjunto de ações voltadas para o desenvolvimento e aumento da competitividade industrial, tendo as seguintes metas: política industrial ousada, ações concretas e decisões corajosas.

O pré-sal é a oportunidade de crescimento e desenvolvimento da indústria brasileira, mas é preciso que as regras do pré-sal sejam bem definidas para se evitar o risco do fenômeno econômico conhecido como doença holandesa, termo que surgiu nos anos 60, quando o preço do gás subiu muito na Holanda e as exportações da matéria-prima também cresceram muito, valorizando a moeda local. O resultado apareceu nos anos 70: as exportações dos produtos industrializados ficaram extremamente prejudicadas e a indústria quebrou.

Segundo Dr. Augusto Mendonça, presidente da Abenav, o otimismo do setor está em sintonia com o apoio e comprometimento do governo federal com a indústria brasileira e com a importância que o pré-sal representa para o país, já que é um forte gerador de mão-de-obra especializada em um setor estratégico como a construção naval e offshore.

Atualmente, os estaleiros empregam 60 mil pessoas e até 2018 chegará ao número de 110 mil empregados diretos, que é o que a indústria automobilística emprega hoje.

"O efeito deste crescimento na indústria em geral deverá ser extremamente positivo. As estimativas da Abenav indicam que o pré-sal irá implicar produção de 97 plataformas de produção, 510 barcos de apoio e 80 navios, com conteúdo nacional entre 65% e 70% do valor total. Isso deverá significar um volume espantoso de encomendas no mercado interno, desde tubos, a parafusos, material elétrico e motores”, informa o presidente da entidade.

Augusto Mendonça ressalta que é importante reter essa riqueza no Brasil, já que a cada emprego direto nos estaleiros mais cinco a sete são gerados na economia, e que não se esgotará nos próximos 50 anos, daí a importância do papel da Abenav para o setor.

Fonte: http://www.revistafator.com.br/

sábado, março 26, 2011

Trevisan realiza ciclo de palestras: oportunidades nas áreas de petróleo, gás e offshore no Rio de Janeiro


O evento acontece nos dias 30 de março, 6 e 13 de abril.

O Brasil, principalmente o Rio de Janeiro, está no centro das novidades em relação à petróleo e gás, por conta da descoberta das bacias de pré-sal na costa brasileira. Com isso, a procura por profissionais especializados neste setor é imensa. Visando isso, a Trevisan Escola de Negócios – unidade Rio de Janeiro – promove, nos próximos dias 30 de março, 6 e 13 de abril, às 19h30, um ciclo de palestras voltadas para o tema. As inscrições estão abertas e as vagas são limitadas. Abaixo segue programação completa.

.[ O evento será realizado na própria Trevisan, que fica na Rua Primeiro de Março, 33, Centro. Mais informações e inscrições pelo telefone (21) 2223-0863, pelo e-mail faleconoscorj@trevisan.edu.br ou pelo portal www.trevisan.edu.br].

A Trevisan, a partir deste semestre, oferece os MBAs Gestão de Serviços na Indústria Naval e Offshore e o de Gestão de Serviços em Petróleo e Gás e Biocombustíveis.

Fonte: http://www.revistafator.com.br/

Justiça proíbe aliança BP-Rosneft


MOSCOU — Um tribunal arbitral de Estocolmo proibiu nesta quinta-feira à petroleira britânica BP de se aliar ao grupo público russo Rosneft para explorar e realizar prospecções em conjunto no centro do Ártico russo, rico em petróleo e gás.

Essa decisão, que constitui um revés para os projetos de expansão da Rússia em matéria de energia, foi anunciada pelas agências de notícias russas e suscitou imediatamente reações das empresas envolvidas.

A BP se aliou à Rosneft em janeiro para explorar esta imensa área submarina, com termos no acordo prevendo ainda participações cruzadas entre os dois grupos.

A empresa britânica se disse "decepcionada, uma vez que o acordo é importante para a Rússia, para Rosneft e para a BP.

Mas a BP "continuará comprometida com a parceria com a Rússia" e procurará outras maneiras de implementar o acordo histórico concluído com o primeiro grupo petrolífero russo, acrescentou.

Após a conclusão da parceria, a acionista russa da joint venture TNK-BP, o consórcio Alfa-Access-Renova (AAR), acionou o tribunal arbitral de Estocolmo, dizendo-se lesada pela operação.

A AAR explicou que o acordo infringia as cláusulas do pacto de acionistas da TNK-BP, segundo o qual os parceiros concordam em realizar todos seus projetos na Rússia e na Ucrânia através da joint venture.

O consórcio russo entrou com um recurso ante um tribunal de Londres, que, em seguida, transferiu o caso para o tribunal arbitral de Estocolmo.

"A AAR comemorou a decisão do tribunal arbitral. Esperamos que ela seja plenamente respeitada pela BP", declarou o diretor-executivo da AAR, Stan Polovets, em comunicado.

Dmitri Peskov, porta-voz do primeiro-ministro russo Vladimir Putin, informou por sua vez que ainda era muito cedo para responder: "Nós acabamos de receber a informação, ainda é preciso ver os detalhes", disse à agência Ria Novosti.

Fonte: http://www.google.com/hostedn

sexta-feira, março 25, 2011

Pará vive a expectativa da descoberta de petróleo


O Ministério de Minas e Energia poderá confirmar, nos próximos dias, a descoberta de depósitos comerciais de petróleo e gás no litoral paraense. Até maio, a Petrobras deverá concluir o trabalho de perfuração do poço exploratório Harpia, cuja abertura iniciou-se em janeiro passado, em lâmina d’água de 2.060 metros. Localizado a 222 km do município de Viseu, em águas profundas, o poço tem profundidade final prevista de 5.880 metros. Atualmente, ele está com cerca de 3.400 metros.

Na eventualidade de fazer qualquer descoberta durante o trabalho de perfuração, a Petrobras tem a obrigação legal de comunicar formalmente a ocorrência à Agência Nacional de Petróleo (ANP) no prazo de 72 horas. A divulgação, quando for o caso, compete ao governo federal, por intermédio da própria ANP ou do Ministério de Minas e Energia. A existência de hidrocarbonetos na costa paraense já foi revelada em estudos que datam da década de 1970. O que se tenta agora é dimensionar as reservas, com o emprego de novos recursos tecnológicos que fizeram da Petrobras uma das líderes do mercado mundial do setor e, com isso, determinar se é ou não viável economicamente o investimento na produção.

Num encontro com a imprensa, realizado ontem pela manhã no Crowne Plaza, o gerente geral de avaliação e interpretação das bacias da margem equatorial da Petrobras, Otaviano da Cruz Pessoa Neto, não anunciou qualquer descoberta – e nem poderia fazê-lo, ainda que descoberta houvesse. Suas palavras, porém, foram de franco otimismo e confiança ao falar sobre as perspectivas quanto à possível existência de petróleo e gás na região. Otaviano Neto é o responsável, na Petrobras, pelas pesquisas em águas profundas na plataforma continental brasileira ao longo do trecho que vai do extremo norte do Amapá até o Rio Grande do Norte.

POÇO

No mesmo bloco, o BM-PAMA-3, na bacia Pará/Maranhão, e muito próximo do primeiro, a Petrobras já programou a perfuração de um segundo poço exploratório, o Gavião, localizado a 216 km de Bragança. Também neste caso, a atividade terá a duração de aproximadamente quatro meses. A base de apoio terrestre às equipes de campo da Petrobras é o terminal marítimo do Tapanã, em Belém.

O transporte de pessoal entre a sonda submersível responsável pela operação no mar e a base terrestre é feito em voo diário por um helicóptero com capacidade para 16 pessoas.

Desde 2002, quando voltou a fazer estudos exploratórios na área, conforme revelou ontem Otaviano Neto, a Petrobras investiu na bacia Pará/Maranhão R$ 114 milhões, além de R$ 40 milhões aplicados somente em 2010. Em 2011, o investimento previsto é de R$ 90 milhões. Em outro bloco, o BM-PAMA-8, situado em águas ultraprofundas, a empresa investiu cerca de R$ 60 milhões até 2010, fazendo na área o levantamento de 2.220 quilômetros quadrados de sísmica 3D. Dando continuidade à avaliação exploratória da área, está prevista a perfuração de pelo menos um poço exploratório até 2012.

BLOCOS

Até 2015, além dos já citados, a Petrobras vai atuar também na exploração de outros quatro blocos na bacia Pará/Maranhão, os PAMAs 9, 10, 11 e 12. Situadas em águas rasas, essas áreas são operadas pela Petrobras com participação de 40%, em parceria com a colombiana Ecopetrol e a mineradora Vale como consorciadas, cada uma com participação de 30%.

De acordo com Otaviano Neto, esse consórcio acaba de concluir a aquisição e processamento de 967 quilômetros quadrados de sísmica 3D, que se encontra em fase de mapeamento. A avaliação desses dados está prevista para o segundo semestre deste ano e vai subsidiar a decisão de perfurar ou não novos poços exploratórios, o que poderá acontecer até o final de 2014.

Perspectivas para o Estado do Pará são otimistas

A Petrobras atua na exploração de hidrocarbonetos na costa do Estado do Pará desde a década de 1970, tendo perfurado, segundo nota distribuída ontem à imprensa, 24 poços em águas rasas da plataforma continental e um poço em águas profundas. As indicações mais significativas de petróleo e gás foram encontradas em 1979, durante a perfuração do nono poço na bacia de Santana, em frente à foz do Amazonas. As perspectivas, sobretudo a partir do nono poço, foram consideradas bastante promissoras.

Após a perfuração e testes em novos poços –chegando ao poço 1-PAS-11–, porém, a área foi considerada subcomercial e abandonada, depois de haver produzido 500 mil barris de óleo de boa qualidade, conforme admitiu ontem Otaviano Neto. Ele acrescentou que, na época, a Petrobras utilizou o mesmo modelo de produção adotado na bacia de Campos, no litoral do Sudeste do Brasil. Agora, empregando nova tecnologia, a empresa vai retomar as atividades de exploração da área.

Coube ao então ministro de Minas e Energia, Sheaki Ueki, na época, fazer o anúncio da descoberta que dois anos depois seria abandonada. Mas ele não foi o único. Em 1987, o então presidente José Sarney anunciou a descoberta de um lençol gigante de petróleo no município de Breves, na ilha do Marajó. Hoje se sabe que o presidente foi induzido a erro por uma informação equivocada de uma empresa americana que na época fazia pesquisas na região. De qualquer forma, a Petrobras tem interesse em retomar as atividades de exploração em terra, caso a ANP venha a incluir as bacias sedimentares do continente em seu próximo leilão.

INDÍCIOS

Além das descobertas passadas, há também indícios presentes que avalizam uma perspectiva otimista quanto à descoberta de petróleo e gás na costa do Pará. Um deles foi a conferência de imprensa realiza ontem pela Petrobras, a primeira feita até hoje pela empresa, que sempre manteve com a imprensa local uma relação de certa forma fria e distante.

Sugestivo pode também ser considerado o fato de ter a empresa deslocado para Belém o seu principal executivo em exploração de águas profundas em toda a Região Norte e boa parte do Nordeste do Brasil.

Outro indicador positivo é a negociação em curso para atrair a Sinopec, a estatal chinesa do setor de petróleo, para investimentos em parceria com a própria Petrobras no litoral do Pará, onde a empresa já explora o bloco BM-PAMA-3. Otaviano Neto revelou ontem que a estatal chinesa poderá se consorciar com a Petrobras com uma participação de 20%. Dificilmente haveria interesse num negócio desse tipo se já não houvesse evidências fortes da existência de gás e petróleo em volume comercial. O que, se confirmado, aí sim, vai exigir investimentos mais pesados no futuro para a montagem da estrutura de produção. (Diário do Pará)

Fonte: http://diariodopara.diarioonline.com.br/

Moraes (FUP): O pré-sal e o tsunami na geopolítica do petróleo


Uma nova ordem mundial começa a alterar a geopolítica do petróleo e, mais do que nunca, precisamos entender este processo e tratar o pré-sal como uma riqueza extremamente estratégica. O acidente nuclear no Japão, as mudanças políticas no Norte da África e no Oriente Médio e a visita de Barack Obama ao Brasil são fatos correlatos que colocam em alerta os movimentos sociais na defesa da nossa soberania energética.

Por João Antônio de Moraes*

O tsunami japonês varreu, pelo menos temporariamente, os planos de expansão nuclear de dezenas de países que apostam nesta fonte de energia como principal alternativa para reduzir a dependência de hidrocarbonetos (óleo e gás natural). A tendência é que estes recursos se tornem cada vez mais estratégicos para saciar a fome de energia do planeta. Hoje os combustíveis fósseis (petróleo, carvão e gás) são responsáveis por mais de 80% da matriz energética global. As estimativas da Agência Internacional de Energia são de que o consumo de petróleo continue aumentando em termos absolutos, ultrapassando nos próximos dez anos a marca de 100 milhões de barris por dia.

Em função disso, já estamos assistindo à corrida das principais nações em busca de novas fronteiras produtoras de petróleo e gás para garantir suas necessidades de abastecimento. Não por acaso, o Brasil foi o primeiro pouso de Barack Obama na América Latina. Por trás de sua “cordial” visita, estão intenções nada amistosas. Os Estados Unidos são o maior consumidor de petróleo do planeta (utilizam 25% da produção global) e também o mais vulnerável em meio à onda de revoltas que assola o Norte da África e o Oriente Médio, principal fonte abastecedora do país.

Em troca de petróleo, o império norte-americano tem apoiado e sustentado ditaduras e governos autoritários nestas regiões, intervindo militarmente sempre que seus interesses são ameaçados. É o que está acontecendo agora na Líbia, da mesma forma como aconteceu no Irã, no Iraque e no Afeganistão. Mas as movimentações de peças no tabuleiro de xadrez do mundo árabe levam os analistas políticos a acreditarem que uma nova coalizão de forças colocará em xeque a posição confortável que os Estados Unidos usufruíam no Oriente Médio até então.

Para que Washington diminua sua dependência da região, o Brasil é a bola da vez. Com o pré-sal, nosso país será uma das maiores reservas de petróleo do planeta e é de olho nesta riqueza que os Estados Unidos vêm tentando fechar acordos e parcerias com o governo brasileiro e a Petrobrás. A FUP e os movimentos sociais são contrários à tese de que o pré-sal deve fazer do Brasil um grande exportador de petróleo. Queremos que este estratégico recurso seja explorado de forma sustentável para desenvolver toda a sua cadeia produtiva. Desde a construção de navios e plataformas até a indústria petroquímica e plástica.

É desta forma que o país irá gerar emprego e renda e não exportando petróleo cru para abastecer países ricos, como os Estados Unidos, que durante décadas exploram e usufruem de recursos energéticos alheios para sustentar seus absurdos níveis de consumo. O pré-sal, como disse a presidenta Dilma, é o passaporte para que as gerações futuras tenham um país desenvolvido, com oportunidades para todos. Mas isso só será possível investindo na cadeia produtiva do petróleo aqui no Brasil, fomentando a indústria nacional, gerando emprego e renda para milhões de brasileiros.

*João Antônio de Moraes é coordenador geral da Federação Única dos Petroleiros (FUP).

Fonte: http://www.vermelho.org.br/

Presidente da Petrobras anuncia investimentos em Minas


O presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli, anunciou investimentos em Minas Gerais nesta quarta-feira, mas acabou gerando descontentamento ao indicar que uma usina de R$ 600 milhões que seria construída em Betim (a 30 km de Belo Horizonte) deve acabar na Bahia.

A estatal passou o projeto da construção de um polo petroquímico para a Braskem, empresa privada na qual o governo é sócio minoritário. "A Braskem que vai decidir onde fazer o polo", disse Gabrielli.

O governo de Minas e a Petrobras haviam assinado um protocolo de intenções sobre o assunto em 2005.

A Braskem já pediu o licenciamento ambiental para fazer a obra em Camaçari (região metropolitana de Salvador). Gabrielli esteve na Bahia esta semana e disse que a empresa investirá R$ 8,5 bilhões no Estado.

Em Minas foram anunciados US$ 3,5 bilhões em investimentos.

Em nota divulgada, o senador Aécio Neves (PSDB), governador do Estado até o ano passado, falou que está "extremamente surpreso e preocupado com o tratamento que o governo federal vem oferecendo a Minas".

"A Petrobras precisa apresentar mais e melhores explicações aos mineiros para essa decisão que prejudica novamente o Estado. A previsão é que seriam gerados perto de 6.000 empregos diretos e indiretos", disse.

O senador reclamou ainda por o governo federal ter dado benefícios fiscais diferenciados para os Estados no fim do ano passado. 'O que fez com que a Fiat terminasse por retirar de Minas a sua nova planta de expansão, e, por consequência, milhares de novos empregos', afirmou.

INVESTIMENTOS

A Petrobras planeja gastar US$ 150 bilhões em produtos e serviços de empresas brasileiras até 2014 o valor corresponde a quase 67% do total de investimentos previstos pela empresa no período: US$ 224 bilhões.

O presidente da Petrobras se reuniu com o governador do Estado, Antonio Anastasia (PSDB), e com o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, que é mineiro.

O trio falou a empresários sobre as possibilidades de faturamento ao fornecer para estatal. "Minas já tem tradição em vários setores da indústria e pode focar nesse setor de petróleo e gás também", afirmou Gabrielli.


CFSP


Fonte: http://www.jornalfloripa.com.br/

quinta-feira, março 24, 2011

Empresa de Eike Batista descobre mais petróleo em Campos


RIO - A OGX Petróleo e Gás (OGXP3), do empresário Eike Batista, informou hoje que identificou a presença de hidrocarbonetos na seção albiana do poço 3-OGX-36D-RJS, delimitatório da acumulação de Pipeline, descoberta pelo 1-OGX-2A.

O poço está localizado a 2,6 km do pioneiro 1-OGX-2A, no bloco BM-C-41, em águas rasas da parte sul da Bacia de Campos e a OGX detém 100% de participação neste bloco.

“O resultado do OGX-36D confirmou a conexão com a acumulação descoberta pelo poço 1-OGX-2A (Pipeline) em reservatórios carbonáticos da seção albiana, conforme nossas expectativas”, comentou Paulo Mendonça, diretor geral da OGX.

De acordo com a companhia, a coluna com hidrocarbonetos é de aproximadamente 135 metros, com net pay ao redor de 60 metros, conforme o previsto. Este poço direcional, perfurado até uma profundidade de 3.612 metros, é o piloto para o poço horizontal que será perfurado a seguir, no qual se fará um teste de formação para verificar a produtividade desta área.

O poço OGX-36D, localizado no bloco BM-C-41, se situa a 77 km da costa do estado do Rio de Janeiro, onde a lâmina d'água é de aproximadamente 128 metros. A sonda Ocean Star iniciou as atividades de perfuração no dia 14 de fevereiro de 2011.

Fonte: http://www.jb.com.br/

Governo dos Estados Unidos destaca tecnologia e segurança da Petrobras na produção em águas profundas


MANAUS - O Escritório de Administração, Regulamentação e Supervisão de Energia Oceânica dos Estados Unidos (BOEMRE, na sigla em inglês) concedeu, na quinta-feira (17/3), licença para Petrobras iniciar produção de petróleo e gás natural em seu projeto nos campos de Cascade e Chinook, no Golfo do México.

A direção do órgão destacou a qualidade tecnológica do projeto da Petrobras e ressaltou a colaboração entre a indústria e o governo americano para a produção segura de recursos de energia no país.

Com a obtenção dessa licença, a Petrobras iniciará em breve a produção no Golfo do México, em campos localizados a uma profundidade de 2.500 metros. Será o primeiro navio-plataforma tipo FPSO (navio que tem instalações de produção e estocagem) a operar na região do Golfo nos EUA. A Petrobras tem experiência com operação de FPSOs em águas profundas e ultraprofundas no Brasil, inclusive nos campos do pré-sal.

A plataforma tem capacidade para produzir 80 mil barris de petróleo e 500 mil metros cúbicos de gás por dia. Entre as principais vantagens do navio-plataforma está a mobilidade. Em caso de condições climáticas adversas, a embarcação pode ser separada do sistema de poços e navegar para áreas seguras.

O reconhecimento do governo americano consolida a presença da Petrobras como um dos maiores players mundiais em águas ultraprofundas do Golfo do México, a exemplo do que já ocorre no litoral brasileiro.


Fonte: http://portalamazonia.globo.com/

Com apenas um ano no setor de petróleo e gás, carteira da Caixa passa de R$ 3 bi


Um ano após ser criada, a Superintendência de Petróleo e Gás da Caixa Econômica Federal apresentou um balanço positivo, que inclui a concessão de R$ 200 milhões em crédito somente a pequenas e médias empresas da cadeia de fornecedores da Petrobras. Considerando as grandes empresas, os financiamentos concedidos pela nova superintendência passaram de R$ 3 bilhões no primeiro ano de funcionamento, revelou nesta segunda-feira (14) o superintendente Edalmo Porto Rangel em entrevista à Agência Brasil.

No ano passado, a instituição investiu no posicionamento da marca Caixa no segmento de petróleo e gás. Segundo o superintendente o principal objetivo da instituição é facilitar o acesso, principalmente, das pequenas e médias empresas aos serviços bancários, em especial com crédito para capital de giro e investimento.

Edalmo Rangel já visitou 23 das 78 superintendências regionais da Caixa espalhadas pelo país, sempre reunindo empresários, em parceria com o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e federações estaduais da indústria, para oferecer soluções à cadeia produtiva de petróleo e gás.

A Caixa também está atuando em soluções sociais neste setor com financiamento de moradias para os funcionários das empresas, dos estaleiros. Em Recife, por exemplo, a Caixa contratou a construção de 1,3 mil casas para os empregados do Estaleiro Atlântico Sul, com prestações entre R$ 300 e R$ 350 mensais.

Rangel considerou factível a nova superintendência atingir, em 2011, um volume de crédito de R$ 20 bilhões para a cadeia de fornecedores da Petrobras, incluindo financiamento a moradias. Ele confirmou a possibilidade de a Caixa investir no segmento de petróleo e gás, até 2014, o mesmo volume de recursos direcionados à construção civil. No ano passado, a Caixa bateu o recorde de R$ 77,8 bilhões em financiamentos à área da habitação.

De acordo com o superintendente a Caixa dispõe de recursos para atender à demanda do setor e os recursos virão de múltiplas fontes, não rotineiras, como os fundos de investimento e participação. A Caixa tem conversado com vários bancos, públicos e privados porque o volume de investimentos que se abre no país com a exploração de petróleo na camada do pré-sal é tão grande "que nenhum banco sozinho vai aguentar" acredita. A expectativa é que o setor atraia nos próximos anos investimentos superiores a US$ 200 bilhões só para a exploração do pré-sal.

Fonte: http://www.economiasc.com.br/

quarta-feira, março 23, 2011

Feira promove integração entre empresas do setor petrolífero e estudantes


RIO — Com o objetivo de promover a integração entre empresas do setor petrolífero e estudantes, complementando a formação acadêmica e profissional, a Estácio promove, nesta quarta e quinta-feiras, a II Feira de Petróleo e Gás, no campus Norte Shopping, na Zona Norte do Rio. Entre as participantes confirmadas estão gigantes como a ANP, Petrobras, OGX, Transpetro e Repsol.

A programação inclui mini-cursos, palestras, mesas-redondas, stands de apresentação de empresas e feira de recrutamento. Serão abordados temas como “Desafios e perspectivas para o Pré-Sal” e “Mercado de trabalho para tecnólogos”. A expectativa é que cerca de duas mil pessoas, entre estudantes, profissionais e público em geral, compareçam ao evento. Interessados podem realizar pré-inscrição através do site da feira . Nos dias de evento também haverá inscrição no local.

A novidade desta edição é a preocupação com a sustentabilidade. Os estandes serão feitos de bambu, com o apoio dos alunos de engenharia civil, produção, elétrica, turismo e psicologia. Além disso, no dia 23, às 19h, será ministrado pelo professor Sandro Baptista um mini-curso, ensinando aos participantes como produzir biodiesel a partir do óleo de cozinha já usado. No total, serão 21 empresas: Petrobras, OGX, Transpetro, Repsol, AzkoNobel, Halliburton, National Oiwell Varco, FMC, IBP, Subsea7, Wellstream, CIEE, Grupo Seres, Fundação Mudes, SPE-UFRJ, CTS Firjan, BEX Intercâmbio, Optimum, Mapdata e Mechworks, além de representantes da Agência Nacional de Petróleo (ANP).

A Feira de Petróleo e Gás é uma iniciativa dos estudantes Gleidson Machado, Leonardo Nunes e Breno Lucas, do curso de Engenharia de Petróleo da Estácio. Apoiados pela universidade, eles decidiram trazer a realidade do mercado para mais perto dos estudantes.

— O evento dá uma cara nova para nossa instituição. Trata-se de uma versão diferenciada de engenheiros, formados e preparados para o futuro com base acadêmica e prática — afirma Gleidson.

O diretor no núcleo Nova América, Fernando Gaspar, reforça a importância da ação, afirmando que uma das preocupações da instituição é incentivar o espírito empreendedor de seus estudantes.


Além disso, o diretor também ressalta a importância de projetos na área de petróleo. A primeira edição da Feira de Petróleo e Gás foi em março do ano passado. Foram três dias de evento, 18 empresas envolvidas e mais de 1.100 visitantes.

Fonte: http://extra.globo.com/

Chuvas atrasam início de perfuração da HRT em busca de petróleo no Amazonas


MANAUS - As chuvas atrasaram o início das perfurações em busca de petróleo da HRT na bacia do Solimões, no Amazonas, mas a empresa pretende acelerar os trabalhos para não comprometer muito o começo da produção, informou o presidente da companhia nesta sexta-feira ao comentar os resultados do ano passado.

Segundo Márcio Mello, a frequência de voos para transportar o material necessário para começar os trabalhos de perfuração no município de Tefé, no meio da floresta, caiu de 50 para 23 voos diários por conta das chuvas.

A HRT Participações em Petróleo S.A. (“HRTP”) foi constituída em 2008 e, atualmente, possui duas subsidiárias: a IPEX (Integrated Petroleum Expertise Company Serviços em Petróleo Ltda.) e a HRT O&G Exploração e Produção de Petróleo Ltda.

Por serem localizados no meio da floresta, os 21 blocos que a HRT possui na área em parceria com a Petra, com 55 e 45 por cento respectivamente, recebem os materiais por balsas e helicópteros. Cerca de 60 por cento da carga já foi transportada, disse Mello.

Com o atraso, a previsão de instalar a primeira sonda da empresa em janeiro passou para "final de março, começo de abril", de acordo com Mello. Ele não fez uma nova estimativa para começar a produção, prevista inicialmente para julho deste ano.

"A boa notícia que eu posso dizer é que estou com controle da pluviosidade da área e as chuvas já começaram a ceder, os rios já não estão subindo como estavam subindo, daqui para frente vai ser mamão com açúcar", disse a analistas e jornalistas que participaram da teleconferência sobre os resultados do quarto trimestre do ano passado.

Ele explicou que pretende encurtar o tempo de perfuração de 90 para 60 dias para minimizar o atraso da operação. Ainda sem nenhuma produção, a HRT teve prejuízo de 74 milhões de reais no quarto trimestre do ano passado, contra prejuízo de 13 milhões de reais um ano antes, devido a mais investimentos.

"A segunda sonda já se encontra na nossa base. Vamos iniciar em dez dias o transporte para o Solimões... as outras duas sondas da Queiroz Galvão estão navegando hoje no Atlântico Sul e chegam antes do final de março", informou o executivo.

A expectativa de Mello é de que em maio a campanha do Solimões, uma das grandes apostas da companhia, tenha quatro sondas em operação e, em outubro, sete.

PETROBRAS ANIMA

Mello se disse entusiasmado com a descoberta da Petrobras na mesma bacia , "vizinha" aos blocos da HRT, que poderá revelar uma jazida importante para o país. A HRT já gastou 59 milhões de reais até o momento na exploração na bacia.

"Não resta a menor dúvida que se confirmarem que eles foram ao horizonte devoniano (era paleozóica) será mais um dado extremamente importante para a HRT, o mais importante é que a Petrobras está estendendo para norte e nordeste essas descobertas", explicou, referindo-se à mais recente descoberta da estatal no local e que gerou rumores no mercado de que uma imensa jazida de gás teria sido descoberta.

"Não vou falar mais nada porque essas informações não foram colocadas de maneira clara ainda", esquivou-se.

Além de possibilidade de um imenso volume de gás natural, a região contém petróleo de qualidade bem superior à média brasileira: entre 43 e 47 graus API, contra 24 graus da média brasileira, segundo dados da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

O óleo que será retirado no local será vendido à Petrobras para ser refinado na Refinaria de Manaus, informou.

"A HRT chegou no Estado do Amazonas e nossa intenção é sermos parceiros (da Petrobras)", afirmou Mello.

Mais parceiros poderão chegar também à região pelas mãos da HRT, que tem uma opção este ano de adquirir parte da participação da Petra, mas que poderá ser limitada se terceiros quiserem entrar na sociedade e pagarem mais do que a HRT pelo ativo.

"Se nós exercermos a 1,200 mil reais (como está no acordo) e aparecer quem pague mais a gente fica só com um terço do que tem direito e entra mais um sócio", explicou.

Fonte: http://portalamazonia.globo.com/

Petrobras deve aprovar novo plano de negócios até abril


O plano de capacitação de empresas para a cadeia de petróleo e gás no estado ganhou um novo reforço hoje, com a vinda do presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, ao Recife. O executivo esteve na tarde desta segunda-feira na capital pernambucana para participar do seminário Desenvolvimento da Cadeia Nacional de Fornecedores de Bens e Serviços da Petrobras, promovido pelo governo do estado e Federação das Indústrias do Estado de Pernambuco (Fiepe). Mais de cem convidados marcaram presença no encontro.

Em entrevista coletiva ao final do seminário, Gabrielli afirmou que a Petrobras deverá aprovar, até o fim de abril, seu novo plano de negócios para o período 2011-2015. Segundo o presidente da empresa, estão sendo analisados projetos com investimentos superiores a US$ 25 milhões, gerando milhares de oportunidades de negócios para toda a cadeia de fornecedores. “São mais de 600 projetos envolvendo centenas de técnicos. Pretendemos concluir esse planejamento até o fim de abril”, resumiu o executivo.

O evento faz parte de uma ação que está sendo empreendida em dez estados brasileiros - Pernambuco foi o quarto -, cujo propósito é sensibilizar governos, empreendedores e demais parceiros para a necessidade de capacitar e melhorar a gestão de toda a cadeia produtiva que compõe a rede de petróleo e gás no Brasil. Com isso, a companhia espera aumentar o índice de nacionalização de seus projetos, atualmente em 67%.

Da redação do DIARIODEPERNAMBUCO.COM.BR

Fonte: http://www.diariodepernambuco.com.br/

terça-feira, março 22, 2011

Sebrae vai capacitar pequenos negócios do setor eólico no Rio Grande do Norte


A ideia é qualificar as micro e pequenas empresas do setor para que fiquem habilitadas a fornecer bens e serviços aos grandes investidores que chegam ao estado.

Natal - O Rio Grande do Norte detém, ao lado do estado do Ceará, um dos maiores potenciais eólicos do Brasil. Por ser uma fonte de energia limpa e renovável, os ventos atraem investidores para terras potiguares. Para aproveitar esse potencial e transformá-lo em uma fonte geradora de negócios para micro e pequenas empresas, o Sebrae pretende capacitar os empreendedores ligados a essa cadeia produtiva. A ideia é qualificá-los para que passem a fornecer bens e serviços aos grandes investidores que chegam ao estado.

O anúncio foi feito pelo diretor superintendente estadual, José Ferreira de Melo Neto, durante o Encontro da Cadeia Produtiva do Petróleo, Gás, e Energia do RN, realizado pelo Sebrae no estado e pela Petrobras nesta semana, em Mossoró. A intenção é realizar um trabalho semelhante ao que foi desenvolvido com a Redepetro, que culminou com a inserção de micro e pequenas empresas da cadeia produtiva do petróleo e gás em grandes negócios.

“Faremos um trabalho de capacitação com as empresas, assim como fizemos com a Redepetro, para incluí-las no Programa de Energia Eólica do Estado”, declarou o diretor superintendente.

O apoio a projetos com foco na energia eólica faz parte das ações previstas pelo Sebrae para o setor de energias renováveis para os próximos anos e surge devido ao vasto nicho de mercado existente no estado, baseados, principalmente, a partir da construção de parques eólicos. Ainda durante a apresentação no Encontro da Cadeia Produtiva do Petróleo, Gás e Energia do RN, o superintendente defendeu a renovação do contrato de parceria entre o Sebrae e a Petrobras, que acaba este ano, e garante recursos na ordem de R$ 1,3 milhão para investimentos e capacitações de micro e pequenas empresas do setor de petróleo e gás.

“Vamos trabalhar para que esta parceria seja renovada. Buscaremos celeridade para que isto aconteça, e as micro e pequenas empresas continuem sendo beneficiadas”, garantiu José Ferreira. Além do diretor superintendente do Sebrae, participaram do evento o gerente geral de Exploração e Produção da Petrobras para o Rio Grande do Norte e Ceará (UN-RNCE), Joelson Falcão, o secretário de Desenvolvimento Econômico do estado, Benito Gama, e empresários do setor de petróleo e gás.

Fonte: http://www.portugaldigital.com.br/

Petróleo do pré-sal é interessante comercialmente para os EUA


Os dois países têm uma longa tradição de negócios, mas andaram se estranhando; com a visita de Obama, namoro pode voltar a esquentar

Agora, com a visita de Obama, o namoro pode voltar a esquentar. A exploração de petróleo na costa brasileira com certeza vai ser assunto de muitas conversas.
O petróleo extraído aqui já faz rodar os carros americanos, mas os Estados Unidos precisam de mais e não querem continuar dependentes dos países árabes. Por isso, estão de olho no nosso pré-sal, o petróleo que fica nas profundezas do oceano Atlântico.

“O Brasil é um país seguro, estável, vizinho, não tem guerra. Não tem riscos que corre o fornecimento do Oriente Médio”, diz Rubens Barbosa, presidente do Conselho de Comércio Exterior / Fiesp.

“Uma vez tomada a decisão política de comprar petróleo do Brasil no longo prazo, o governo norte americano vai articular junto às petroleiras norte americanas formas de financiamento para investir no petróleo brasileiro ao longo dos próximos anos”, explica o economista Fábio Silveira.
Mas o governo brasileiro também gostaria de ver os veículos americanos rodando com nossos biocombustíveis, como o etanol.

“Conversas sobre desenvolvimentos de biocombustíveis para aviação que é uma área pioneira de inovação tecnológica”, conta Antonio Patriota, ministro das Relações Exteriores.

Além do nosso petróleo, os Estados Unidos compram ferro, café, calçados, entre outros. Nós compramos deles motores e turbinas de avião, remédios, fertilizantes e máquinas de todo tipo. Como eles nos vendem em maior quantidade e também produtos industrializados, que são mais caros, o saldo é positivo para o lado de lá. Em 2010, os EUA exportaram para o Brasil 27 bilhões, enquanto o Brasil exportou 19 bilhões.
“Infelizmente acabou-se gerando esse quadro de déficit comercial com os Estados Unidos. É uma característica que, dos países importantes, só o Brasil tem. Não houve um esforço legítimo de se buscar o mais importante mercado do mundo para todos os produtos e serviços, que é o que fazem todos os países importantes”, relata Christian Lohbauer, presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Sucos.

O que deve ser observado nesse momento é a atitude do governo brasileiro, que mostra uma maior preocupação, uma maior aproximação com a Casa Branca.
É um jogo de sedução: os Estados Unidos desejam nosso petróleo. Em troca, os empresários brasileiros, esperam que eles também façam alguns agrados. Querem o fim das barreiras que dificultam a exportação de algodão, suco de laranja, carne e frango do Brasil.

“O ideal é que a relação entre os países fosse uma relação de ganha-ganha e não só de disputas. Claro que os americanos têm que mudar muito de suas políticas que distorcem o comércio”, mostra André Nassar, do Instituto de Estudo do Comércio e Negociações Internacionais.

Fonte: http://gazetaweb.globo.com/

Chance de qualificação


Parceria entre o Ministério do Trabalho e a Prefeitura do Rio, projeto oferece 79 cursos de aprimoramento profissional em seis áreas. Aulas incluem cidadania e português
Rio - Morador de São João de Meriti, na Baixada Fluminense, Ronildo Espírito Santo da Silva, 23 anos, acordou cedo na sexta-feira passada. Desempregado e com a faculdade de Administração trancada, ele foi até uma agência da Secretaria Municipal de Trabalho e Emprego (SMTE) do Rio, na Tijuca, a 30 quilômetros de casa, para tentar conseguir uma das 2.287 vagas nos cursos gratuitos de capacitação profissional do Plano Territorial de Qualificação (Planteq). “Inscrevi-me no curso de informática, pois acredito que será muito muito útil na hora de obter um novo emprego”, disse um motivado Ronildo.

Parceria do Ministério do Trabalho, que investiu R$ 2 milhões, com a Prefeitura do Rio, o Planteq é uma boa oportunidade de os jovens e trabalhadores em geral obterem capacitação profissional. São 79 cursos distribuídos em seis áreas de atuação: alimentação, comércio, construção civil, hospitalidade, informática e tecnologia da informação.

Além de contarem com o treinamento gratuito, os alunos ganharão material didático, vale-transporte (ida e volta) e lanche, durante os seis meses de curso. A carga horária será de 200 horas/aula.

“Com o ‘boom’ do emprego em todo o País, há uma carência enorme de mão de obra qualificada. Os cursos vêm cumprir a função de qualificar o trabalhador para atender à necessidade do mercado”, destaca o secretário municipal de Trabalho e Emprego do Rio, Augusto Ribeiro.

Cidadania

Ribeiro alerta, no entanto, que só a qualificação não garante a conquista do posto de trabalho. Segundo ele, o profissional deve ter uma boa base educacional para poder se manter no emprego.

“Após os cursos, fazemos os encaminhamentos para as empresas, mas alguns não conseguem o emprego, por não saberem se portar na função ou, até mesmo, escrever corretamente”, diz.

Para suprir a deficiência dos candidatos, cerca de 40 horas do Planteq são destinadas exclusivamente às aulas de orientação social, com aulas de cidadania, reforço de português e de matemática.

Estado abre vagas para cursos em petróleo

Para se inscrever nos cursos do Planteq, os candidatos devem se dirigir às agências da Secretaria Municipal de Trabalho e Emprego do Rio, portando os documentos pessoais. As inscrições ocorrem até o dia 8 de abril. Mais informações pelo site www.rio.rj.gov.br/web/smte.

Já a Secretaria Estadual de Trabalho e Renda do Rio de Janeiro anunciou, na sexta-feira passada, que, a partir de maio, serão iniciados os cursos de capacitação do Plano Setorial de Qualificação Profissional (Planseq) para atender ao Complexo Petroquímico de Itaboraí (Comperj).

Os primeiros cursos capacitarão 2.660 alunos para o setor da construção civil. Até 2014, a previsão é qualificar 37.745 profissionais de diversas áreas para atuar na produção e montagem industrial de petróleo e gás. Haverá turmas em várias cidades do estado. Mais informações no site www.trabalho.rj.gov.br.

Fonte: http://odia.terra.com.br/