segunda-feira, abril 29, 2013

Americana Chevron tem lucro líquido de US$ 6,17 bilhões no 1º trimestre

A redução foi causada, em grande parte, pela baixa de 6,4%, na mesma comparação, da receita líquida

São Paulo (SP) - O lucro líquido atribuído aos controladores da petrolífera americana Chevron chegou a US$ 6,178 bilhões no primeiro trimestre, divulgou a empresa hoje em seu balanço. Em 12 meses, esse valor representa uma queda de 4,5%.

O faturamento ficou em US$ 56,82 bilhões, depois que a companhia aumentou em apenas 0,5% sua produção, para 2,6 milhões de barris diários de óleo equivalente e o preço médio praticado — principalmente do Brent — foi menor.

O maior responsável pela piora operacional, porém, foi o desempenho nos Estados Unidos. No mercado americano, o lucro operacional de exploração e produção caiu 26%, para US$ 1,13 bilhão, enquanto no segmento internacional houve aumento de 3%, a US$ 4,78 bilhões. A divisão de refino, por sua vez, lucrou 70,6% a menos, ou US$ 135 milhões, nos EUA, e 64% a mais globalmente, US$ 566 milhões.

Nem mesmo o corte de 4,3% na soma de despesas e custos no primeiro trimestre, para US$ 46,53 bilhões, conseguiu impulsionar a linha final do balanço. A provisão para impostos, por outro lado, foi menor, em 27,4%, para US$ 4,04 bilhões, minimizando as perdas de receita.

Da Redação

domingo, abril 28, 2013

Halliburton vai investir mais de US$ 600 mi em pesquisa no Brasil

O diretor de tecnologia da Halliburton Brasil revelou que a empresa irá naugurar um CT na Ilha do Fundão em julho

Rio de Janeiro (RJ) - O diretor de tecnologia da Halliburton Brasil, Doneivan Ferreira, disse nesta quinta-feira (25/04), que a empresa vai aumentar os investimentos no País este ano no campo da pesquisa tecnológica. Ele participou, no Rio de Janeiro, do Workshop Os Desafios da Educação na Engenharia de Petróleo, evento promovido pelo Instituto Brasileiro de Petróleo,Gás e Biocombustíveis (IBP) e pela SPE- Seção Brasil. O executivo evitou falar em números, mas adiantou que a Halliburton irá superar os US$ 600 milhões investidos no Brasil no campo da pesquisa em 2012. “No ano passado contratamos 900 funcionários para o nosso setor. Este ano, estaremos inaugurando um Centro Tecnológico na Ilha do Fundão,no mês de julho. O espaço terá sete mil metros quadrados e será importante para desenvolver projetos de pesquisa tecnológica para águas profundas, onshore e gás não convencional”, disse Ferreira.

O diretor da Halliburton disse que o centro vai ao encontro das necessidades da demanda de serviços para a indústria do petróleo no Brasil, que viverá, nos próximos meses, a retomada das rodadas de licitação para exploração de petróleo e gás no Brasil em campos offshore e onshore. “O nosso negócio é prestação de serviços. A gente atua em toda a cadeia produtiva, incluindo a exploração de gás não convencional, onde atuamos de forma muito bem sucedida nos Estados Unidos”.

BP faz descoberta de petróleo em águas profundas da Bacia de Campos

RIO – A petroleira britânica BP reportou à Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) a descoberta de petróleo em águas profundas da Bacia de Campos. O hidrocarboneto foi encontrado durante a primeira perfuração da companhia no bloco C-M-471, que faz parte da concessão do BM-C-34. O poço pioneiro é o 1-BP-8D-RJS, em lâmina d’água de 2.416,5 metros.

Há cerca de um mês, a petroleira havia anunciado a possibilidade de comercialidade da descoberta feita no poço Itaipu-1A, no pré-sal da Bacia de Campos. O fluxo de óleo chegou a 5,6 mil barris/dia de petróleo.

Em comunicado divulgado na época, a BP informou que os resultados dos testes geraram dados de boa conectividade entre as reservas. O Itaipu-1A fica no bloco BM-C-32, operado pela companhia britânica (40%). A Anadarko possui outros 33% e a Maersk, 26,7%.

A Petrobras também comunicou à ANP nova descoberta de petróleo no campo de Albacora, na Bacia de Campos. O hidrocarboneto foi encontrado durante a perfuração do poço 3-BRSA-1123-RJS, em lâmina d’água de 542 metros.

Fonte: Valor Econômico

Governo do RJ apresenta oportunidades de negócios na área de óleo e gás

Mecanismos da Codin e da AgeRio para atração de investimentos são divulgados em seminário

Rio de Janeiro (RJ) - A secretaria de Desenvolvimento Econômico, Energia, Indústria e Serviços, em parceria com a subsecretaria de Relações Internacionais da Casa Civil, promoveu ontem, o seminário Programa de Atração de Investimentos para o Setor de Equipamentos Subsea da Cadeia de Óleo e Gás no Estado do Rio de Janeiro.

Destinado a câmaras de comércio e consulados situados no Rio, o evento reuniu no auditório do prédio anexo do Palácio Guanabara representantes comerciais de diversos países que detêm tecnologia de fabricação de equipamentos submarinos e naval offshore - dentre os quais se destacam Noruega, Escócia e Estados Unidos.

O subsecretário de Energia, Logística e Desenvolvimento Industrial, Marcelo Vertis, lembrou o trabalho da AgeRio e destacou o auxílio que o governo do estado vem dando a pequenas e médias empresas de equipamentos submarinos, com articulações que viabilizaram a participação em rodadas de negócios marcadas na Noruega e na Escócia, ainda neste semestre. Vertis ressaltou ainda que o setor de subsea deve investir cerca de 50 bilhões de dólares nos próximos cinco anos.

Marcelo Vertis destacou também a disponibilização de mecanismos de atração de investimentos da Codin e da AgeRio, cujas operações, principalmente linhas de financiamento – sobretudo para micro, pequenas e médias empresas -, foram explicadas no evento pelo diretor de Operações da agência, Dário de Souza.

O subsecretário de Relações Internacionais, Pedro Spadale, anunciou a disponibilização, em breve, de duas iniciativas de apoio a novos negócios – um guia do investidor (Doing Business in Rio) e a criação, em parceria com o BID, de um business directory.

O objetivo principal do seminário, além de intensificar a atração de investimentos para o setor de equipamentos submarinos e naval offshore unificando as agendas dos países junto as suas respectivas câmaras de comercio e consulados, foi buscar cooperação para modelagem institucional do cluster de subsea no estado do Rio de Janeiro.

Da Redação

sexta-feira, abril 26, 2013

Petrobras vai recorrer à ANP para manter campo em Santos

Em decisão da diretoria na semana passada, a agência determinou que a estatal devolvesse o campo por falta de investimentos na área

Rio de Janeiro (RJ) - A Petrobras vai solicitar que a ANP (Agência Nacional do Petróleo) reveja a decisão que obriga a empresa a devolver o campo de Pirapitanga (BS 500), na bacia de Santos.

Os reservatórios do campo ficam na camada pós-sal da bacia de Santos, que ganhou fama após a descoberta das reservas gigantes no pré-sal.

Em alguns campos de petróleo, principalmente na bacia de Campos, a empresa tem descoberto reservatórios na camada pré-sal, abaixo de antigas descobertas do pós-sal.

Mas desde que a comercialidade de Pirapitanga foi declarada, em 2006, a empresa não desenvolveu o campo para produção.

O campo, por exemplo, não é mencionado no plano 2013-2017 da companhia, divulgado neste ano, que prevê produção de 4,2 milhões de barris de petróleo por dia em 2020.

Segundo a Petrobras, o recurso da empresa contra a decisão da ANP terá como argumento o fato de que os investimentos feitos no campo não apresentaram os resultados esperados. A companhia informou que pretende continuar investindo no campo.

"A Petrobras realizou investimentos conforme o previsto no Plano de Desenvolvimento, visando a implantação de um projeto de produção. Os resultados das atividades realizadas, porém, não corresponderam às expectativas", disse a estatal em nota.

Ainda de acordo com a Petrobras, foram apresentadas alternativas de investimentos à ANP, que não foram aprovadas. Agora, a companhia tentará discutir novamente o assunto para preservar o campo.

Fonte: Folha de SP

quinta-feira, abril 25, 2013

Indústria do petróleo leva 50 mil estrangeiros ao Brasil em três anos

Apesar de indicar uma pequena desaceleração, o ano de 2012 viu quase 17 mil permissões de trabalho sendo concedidas nas áreas ligadas ao petróleo

Londres (Inglaterra) - O crescimento da indústria petrolífera no Brasil, aquecida com as recentes descobertas de petróleo e gás nos últimos anos, está fazendo com que o Brasil "importe" um número cada vez maior de estrangeiros com alta qualificação para trabalhar no setor.

Um levantamento feito pela BBC Brasil com a Coordenação Geral de Imigração (CGIg), que faz parte do Ministério do Trabalho em Emprego (MTE), mostra que 49.801 profissionais de países como a Grã-Bretanha, Estados Unidos, Noruega, Holanda e França entraram no Brasil entre 2010 e 2012 para trabalhar no setor de petróleo e gás.

O número, que é o mais recente divulgado pelo MTE, coloca o setor petrolífero na liderança da emissão dos vistos para estrangeiros no país, o que representa 25% de todas as permissões de trabalho temporárias e permanentes no período, dentro de uma abrangência de 15 atividades econômicas diferentes.

Em 2011, a atividade petrolífera registrou um boom com a contratação de mais de 23 mil engenheiros e técnicos da área de petróleo e gás, dado que é quase dez vezes maior ao registrado em 2006, quando apenas 2.645 profissionais de outros países entraram no Brasil para atuar em empresas do setor.

Para o superintendente da Organização Nacional da Indústria do Petróleo (Onip), Paulo Buarque de Macedo Guimarães, o trabalho de estrangeiros na indústria petrolífera brasileira está diretamente ligado à falta de mão de obra brasileira qualificada para atuação no setor.

"A demanda por profissionais qualificados no setor petrolífero é um assunto que nos preocupa há muito tempo", disse ele à BBC Brasil.

"O fato de estrangeiros estarem repondo os brasileiros nesse mercado não é bom para a economia."

"Uma empresa chega a pagar, além do salário, mais de US$ 100 mil para manter um profissional estrangeiro e sua família no país. Seria muito mais competitivo contratar um profissional brasileiro, que está criticamente em falta no País", disse Guimarães à BBC Brasil.

Pré-sal

A entrada de estrangeiros para atuarem no setor teve um pico em 2011, quando começaram os diversos projetos da Petrobras para criar a infraestrutura para exploração do chamado pré-sal, porção do subsolo que se encontra sob uma camada salina situada alguns quilômetros abaixo do leito do mar.

A assessoria da Petrobras confirmou à BBC Brasil que prevê investimentos de US$ 53,4 bilhões no pré-sal para o período entre 2011 e 2015. Somente nas áreas de cessão onerosa (áreas que o governo concedeu à Petrobras – Lei 12.276/2010) serão investidos US$ 12,4 bilhões.

Com isso, a participação do pré-sal na produção brasileira de petróleo deve passar dos atuais 2% em 2011 (dado mais recente disponível) para 18% em 2015 e para 40,5% em 2020.

Navio em testes antes de seguir para bacias do pré-sal

Apesar de liderar a demanda por profissionais estrangeiros da área petrolífera, a Petrobras não contrata diretamente estes profissionais.De acordo com a legislação brasileira, que rege a estatal, não é permitida a participação de estrangeiros nos processos seletivos públicos da empresa. Somente brasileiros ou portugueses que tenham adquirido o direito de morar e viver no Brasil participam dos concursos.

A Petrobras terceiriza a contratação de profissionais estrangeiros. Estes trabalham para empresas brasileiras ou estrangeiras.

O engenheiro francês Guillaume Pringuay, que trabalha para a multinacional Technip, é um dos estrangeiros que está ajudando o Brasil a desenvolver a tecnologia para exploração petrolífera em bacias de grande profundidade, em parceria com a Petrobras.

Fonte: BBC

Mar de petróleo

A s projeções feitas pela Agência Nacional de Petróleo (ANP) para o Ceará, nos próximos anos, correspondem a uma década de fartura, de geração abundante de negócios e de aberturas de novos mercados prestadores de serviços à indústria petrolífera. Demorou, mas a escolha do Estado como área estratégica para essa atividade começa a deslanchar.

Não faz tanto tempo porque ocorreu, precisamente, na década de 70, a primeira mobilização para as sondagens e pesquisas sobre indícios de petróleo no litoral cearense, começando, exatamente, por Paracuru, onde hoje há exploração. Àquela época, em plena crise internacional de petróleo, divulgou-se exatamente o contrário: a inviabilidade do litoral cearense para a extração do outrora chamado “ouro negro”.

Evidentemente, fazia sentido manter os resultados da pesquisa sob a guarda dos interesses maiores do País para com uma riqueza estratégica como o petróleo. Quando as nações dependentes de seu suprimento amarguravam reajustes constantes na cotação internacional, o Brasil mapeava suas reservas para um futuro que já chegou.

O Ceará, Estado do nordeste de economia fragilizada, por conta da escassez de chuvas no tempo adequado para alimentar sua economia primária, se prepara, agora, para ancorar a atividade exploratória do petróleo descoberto na margem equatorial brasileira, englobando bacias situadas entre o Rio Grande do Norte e o Amapá.

Na exposição realizada para o empresariado local, na Federação das Indústrias do Ceará, a diretora-geral da Agência Nacional de Petróleo, Magda Chambriard, detalhou esse plano exploratório, justificando a posição estratégica do Ceará, entre o Norte e o Nordeste. Pesou também na escolha da nova base englobando fornecedores de bens e serviços a infraestrutura portuária disponível.

A 11ª Rodada de Licitações de blocos de petróleo e gás, com focos concentrados nas duas regiões, desencadeará mudança significativa na geografia da indústria petrolífera. Nessa concorrência, o Estado está “fortemente contemplado” com 11 blocos em águas profundas no leilão da Bacia do Ceará, somando 7,3 mil quilômetros quadrados em ofertas.

O papel relevante do Ceará no próximo leilão resulta, ainda, das novas descobertas de petróleo em seu espaço marítimo, a partir do primeiro poço aberto em águas profundas. Ele apresenta analogia geográfica com outras regiões da África e da América do Sul, consideradas áreas promissoras. A área do Ceará vem sendo considerada pelos especialistas como “quente” pelos resultados previstos.

O novo leilão implicará naturalmente em novas áreas de exploração. Isto porque a localização marítima precisará de apoio portuário e infraestrutura para receber as sondas, os barcos de apoio que transportam às plataformas água, comida, óleo diesel e insumos essenciais, além de espaço para o abastecimento.

O leilão da ANP está programado para os dias 14 e 15 de maio, para o qual foram qualificadas 64 empresas. Este número é recorde quando comparado com as rodadas realizadas anteriormente. Os novos contratos serão celebrados no dia 6 de agosto, quando a Agência Nacional de Petróleo comemora o 15º aniversário de assinatura do primeiro contrato de concessão no País.

O Ceará tem, assim, possibilidades ilimitadas nesse novo mercado exploratório do petróleo, a partir das condições operacionais do Porto do Pecém e das reservas petrolíferas negadas, há 40 anos, mas agora configuradas.

Fonte: Diário do Nordeste

sexta-feira, abril 19, 2013

Oportunidades Transocean oferece estágio em diversas áreas

A Transocean do Brasil é uma empresa multinacional americana de perfuração, com sede em Houston/ TX

Rio, Macaé (RJ) - A Transocean é a maior empresa de perfuração offshore e fornecedora líder de serviços de perfuração em todo o mundo.

Com mais de 50 anos de experiência com os equipamentos de maior especificação, os nossos 18 mil funcionários estão focados em segurança e desempenho de perfuração offshore.

Não deixe de cadastrar seu currículo no banco de dados da empresa para futuras oportunidades.


Técnico Eletrônico

Formação Acadêmica:

Curso Técnico em Eletrônica concluído com CREA ativo.

1º Conhecimento:

Curso NR-10 (mandatório)

Responsabilidade do Cargo:

Auxiliar na manutenção, reparo e instalação de todo equipamento eletrônico embarcado.

Características Comportamentais:

Postura profissional, disciplina, comprometimento, ótimo relacionamento interpessoal, boa comunicação, atenção focada, atitude líder, foco em desenvolvimento da carreira.

Local de Trabalho: Offshore

DPO III

Formação Acadêmica:

Bacharel em Ciências Náuticas - Formação Náutica.

Responsabilidade do Cargo:

Operar Sistema DP e o VMS, quando necessário.

Experiência Profissional Anterior:

Experiência de no mínimo 3 anos com sistema DP em unidades de perfuração.

Características Comportamentais:

Possuir característica de liderança, organização, comprometimento, responsabilidade, atenção concentrada.

1º Conhecimento:

Certificado de Competência e curso de acordo com STCW II/1; Full DP; Inglês Avançado.

Local de Trabalho: Offshore

DPO I

Formação Acadêmica:

Bacharel em Ciências Náuticas - Formação Náutica.

Responsabilidade do Cargo:

Operar Sistema DP e o VMS, quando necessário.

Experiência Profissional Anterior:

Desejável vivência com sistema DP.

Características Comportamentais:

Possuir característica de liderança, organização, comprometimento, responsabilidade, atenção concentrada.

1º Conhecimento:

Certificado de Competência e curso de acordo com STCW II/1; Full DP; Inglês Avançado.

Local de Trabalho: Offshore

Oficial de Quarto de Máquinas - 2º Engineer

Formação Acadêmica:

Bacharel em Ciências Náuticas - Formação Máquinas

Responsabilidade do Cargo:

Assistir na manutenção e reparo do equipamento mecânico, pneumático e hidráulico a bordo do navio.

Experiência Profissional Anterior:

Desejável experiência na função de Oficial de Quarto de Maquinas.

Características Comportamentais:

Postura profissional, habilidade de relacionamento interpessoal, comprometimento, capacidade para trabalhar sob pressão, demonstrar características de liderança.

1º Conhecimento:

Certificados de Competência e Curso de acordo com STCW III/1; Curso de Sistema Hidráulica Avançada (Opcional); Curso de Sistema Pneumático (Opcional); Inglês Avançado.

Local de Trabalho: Offshore

Radio Operador

Formação Acadêmica:

2º Grau completo ou técnico.

Responsabilidade do Cargo:

Operar os equipamentos de telefonia e o equipamento de comunicação da sonda. Executar serviços secretariais, tais como, arquivamento e digitação conforme requerido.

Experiência Profissional Anterior:

Um ano de experiência em atividades offshore.

Características Comportamentais:

Comunicação, Assertividade, Atenção Difusa, Pró-atividade e Organização.

1º Conhecimento:

Mandatório: Curso GMDSS, Registro junto a ANATEL e Curso de CNS-014; Capacidade de comunicação em inglês escrita e falada.

2º Conhecimento:

Desejável: Huet e CBSP.

Local de Trabalho: Offshore

Estagiário - Técnico em Segurança do Trabalho

Formação Acadêmica:

Cursando Técnico em Segurança do Trabalho com previsão de conclusão Agosto 2014.

Características Comportamentais:

Pró ativo, dinâmico, boa comunicação, e bom relacionamento interpessoal

1º Conhecimento:

Inglês Intermediário

2º Conhecimento:

Excel, Word, Power Point

Local de Trabalho: Macaé - Office

Oportunidades ES: vagas abertas no estaleiro Jurong Aracruz

É um dos únicos estaleiros com tradição de construção de unidades Offshore no modo 'Lump Sum' (preço global)

Espírito Santo (ES) - O Grupo Jurong é líder mundial em construção de semi-submersível de perfuração para águas profundas, em construção de jack-up's e possui ainda em seu currículo o maior número de conversões realizadas até hoje.

Com objetivo de oferecer os subsídios necessários para a exploração do petróleo na camada pré-sal, o Estaleiro Jurong Aracruz (EJA), no Espírito Santo, vai trabalhar com o que há de mais moderno na área de construção de embarcações e reparos seguindo o mesmo padrão internacional do Jurong Shipyard.

Oportunidades abertas:

Gerente de Planejamento - Rio de Janeiro

Estagiário de TI

Coordenador de Logística

Advogado

Coordenador de Comissionamento

Coordenador de Contabilidade

Gerente Fiscal Sênior

quinta-feira, abril 18, 2013

Technip assina contrato com a Petrobras para construção de FPSO

O Centro de Operações da Technip no Rio de Janeiro será responsável pelo gerenciamento do projeto, engenharia e suprimentos

Rio de Janeiro (RJ) - A Technip, assinou com a PNBV, subsidiária da Petrobras, um contrato para a construção do topside (módulos de planta e produção de processamento de óleo e gás) da P-76, uma plataforma do tipo FPSO (unidade flutuante que produz, armazena e transfere petróleo e gás). O contrato envolve ainda integração, comissionamento e assistência ao início das operações da unidade. A P-76 produzirá 180.000 barris de petróleo e 7 milhões de metros cúbicos de gás por dia na Bacia de Santos, região do pré-sal do Rio de Janeiro.

O Centro de Operações da Technip no Rio de Janeiro será responsável pelo gerenciamento do projeto, engenharia e suprimentos. A fabricação dos módulos, a integração e o comissionamento acontecerão no estaleiro da Techint, no Sul do Brasil. A previsão é de que o projeto seja concluído no segundo semestre de 2017.

“Estamos muito satisfeitos com a oportunidade de continuar trabalhando com a Petrobras. Este contrato reforça nossa presença no crescente mercado do pré-sal brasileiro, onde nossa posição de liderança nos permite atender a seus elevados padrões e exigências. Esperamos que esta parceria com a Techint seja a chave para o sucesso da P-76. Além disso, este projeto contribuirá com a economia local, pois exige cerca de 70% de conteúdo nacional”, declarou José Jorge Araújo, vice-presidente América Latina Onshore/Offshore Brasil.

Da Redação

OGX busca vender bloco para Petronas por US$ 1 bi em maio

Segundo fontes, o bilionário brasileiro Eike Batista está tentando vender 40 por cento do bloco de petróleo Tubarão Martelo, na Bacia de Campos.

São Paulo – O bilionário brasileiro Eike Batista está tentando vender 40 por cento do bloco de petróleo Tubarão Martelo, na Bacia de Campos, por US$ 1 bilhão já no mês que vem, de acordo com uma pessoa com conhecimento direto do assunto.

A OGX Petróleo e Gás Participações SA, produtora de petróleo de Eike, está em conversas avançadas com a Petroliam Nasional Bhd., empresa do governo da Malásia produtora de petróleo e de gás natural, disse a pessoa, que pediu para não ser identificada, pois as conversas são privadas.

Eike, 56, está vendendo ativos e mudando times de gestores de suas companhias interligadas em meio às preocupações do mercado de que os negócios do bilionário estão perdendo acesso a financiamento.

As ações de suas empresas negociadas em bolsa perderam cerca de 90 por cento nos últimos 12 meses depois que a OGX cortou as metas de produção, reduzindo em mais de US$ 27 bilhões a fortuna pessoal do bilionário desde março de 2012.

A OGX não comenta especulações de mercado, disse a assessoria de imprensa da empresa, sediada no Rio de Janeiro, acrescentando que a companhia sempre está procurando novas oportunidades de negócios incluindo a venda de ativos em campos de petróleo.

Azman Ibrahim, um porta-voz da Petronas baseado em Kuala Lumpur, não quis comentar, dizendo que a empresa não comenta rumores de mercado.

Fonte: Cristiane Lucchesi e Juan Pablo Spinetto, da Bloomberg

Primeiro leilão do pré-sal pode elevar reservas em quase 70%

RIO DE JANEIRO – A ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis) já selecionou as áreas potenciais para o primeiro leilão do pré-sal, previsto para dezembro deste ano, que podem adicionar 10 bilhões de barris de petróleo às atuais reservas do Brasil, de 14,5 bilhões de barris. Ou seja, adicionar quase 70% à reserva atual.

Somente um dos campos, Libra, que possui reservas recuperáveis entre 4 e 5 bilhões de petróleo, representa um terço das reservas brasileiras, informou hoje a diretora-geral da ANP, Magda Chambriard.

A agência já tem submetido ao CNPE (Conselho Nacional de Política Energética) um leque de áreas que somam um potencial de reservas “in situ” de 40 bilhões de barris de petróleo, ou seja, que possuem petróleo dentro do reservatório.

Segundo Magda, o potencial dessas reservas é conter 10 bilhões de barris de petróleo recuperáveis. Ela observou, no entanto, que acha um exagero colocar todas essas reservas de uma vez em leilão, mas explicou que a palavra final será do CNPE.

“Não lembro de país nenhum que tenha realizado uma oferta dessas”, afirmou. “Eu particularmente acho muita coisa, estou recomendando essas áreas mas não acho que devam ser todas, é tudo o que o Brasil conseguiu nos últimos 50 anos”, disse.

Em 60 anos de atividade, a Petrobras foi praticamente responsável sozinha por todas as reservas provadas conhecidas no Brasil, já que exerceu o monopólio do setor até 1997.

Entre os campos que serão licitados no 1º leilão do pré-sal provavelmente estará o de Libra, descoberto pela ANP, e que tem reservas de 18 bilhões de barris de óleo equivalente “in situ”, o que teria um potencial entre 4 e 5 bilhões de barris de reservas recuperáveis, de acordo com a executiva.

As regras para o leilão serão conhecidas pelo mercado entre maio e junho, disse Magda.

Leilão bianual

Magda informou também que os leilões de áreas do pré-sal devem ser bianuais devido ao grande volume que deve ser ofertado neste ano.

HRT

Magda discordou da decisão da Comissão Especial de Licitação de habilitar a HRT como operadora classe A para o leilão de áreas de petróleo que será realizado em maio. A operadora classe A pode concorrer por todos os blocos ofertados, inclusive em áreas profundas no mar. A Comissão Especial de Licitação é formada por membros da ANP e de universidades.

Segundo Magda, a experiência de exploração no mar da HRT é insuficiente. A empresa produz gás em terra no Brasil, mas perfurou o seu primeiro poço em águas profundas na Namíbia apenas no mês passado.

“Estou questionando a minha área de segurança operacional para saber se perfurar meio poço é ou não considerado experiência. Eu tenho que me resguardar”, disse a executiva após almoço com empresários no Rio. Segundo Magda, o poço da HRT na Namíbia ainda não estaria finalizado.

Após ser qualificada, a HRT comemorou o fato e divulgou nota ao mercado, afirmando que a habilitação é um reconhecimento à sua “expertise, conhecimento e experiência comprovada”.

Fonte: Folha Press

segunda-feira, abril 15, 2013

Conferência técnica será um dos destaque na Brasil Offshore

A Brasil Offshore, terceiro maior evento do mundo no setor, deverá receber 51 mil visitantes e abrigar 700 expositores, representando 38 países e ainda terá oito pavilhões internacionais

Macaé (RJ) - Responsável por 80% da exploração offshore do Brasil, com 55 campos em atividade na Bacia de Campos, e cerca de 2.350 poços perfurados, será realizada na “capital do petróleo” – Macaé -, a 7ª edição da Brasil Offshore.

A Brasil Offshore, terceiro maior evento do mundo no setor, deverá receber 51 mil visitantes e abrigar 700 expositores, representando 38 países e ainda terá oito pavilhões internacionais.

Dados da prefeitura de Macaé apontam que, cerca de 60 mil pessoas trabalham nas empresas diretamente ligadas à exploração de petróleo, que ainda geram outros 50 mil empregos indiretos.

Juntamente com o Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (IBP) e Sociedade de Engenheiros de Petróleo (SPE). a Reed Exhibitions Alcantara Machado estima um aumento de 20% em relação a edição de 2011, que gerou cerca de R% 170 milhões nas rodadas de negócios.

Palestras

Principal interessado nas movimentações geradas pela Brasil Offshore, o público técnico é o foco principal do planejamento que está sendo organizado pelo governo. Algumas novidades estão sendo planejadas pela organização, como a gratuidade para a participação da Conferência Internacional, um dos principais pontos da programação do evento.
A proposta é oferecer às empresas e profissionais a oportunidade de acompanhar as discussões relativas a dinâmica do mundo do petróleo, abordada por palestrantes convidados a participar da programação.

Um dos destaques da Brasil Offshore 2013 será a conferência técnica, desenvolvida pelo IBP e SPE, que será pela primeira vez gratuita aos representantes da indústria, e que espera receber mais de 1000 engenheiros e compradores de equipamentos. Já a ONIP – Organização Nacional da Indústria do Petróleo – entidade que representa os atuais fornecedores do setor, será novamente responsável pelas rodadas de negócio, as quais geraram mais de 170 milhões em negócios na última edição da feira em 2011.

Confira a programação do evento

Da Redação

Petrobras garante metas de produção para os próximos anos

Rio de Janeiro (RJ) - Tanto a presidente da Petrobras, Maria das Graças Foster, como o diretor de Exploração e Produção da companhia, José Formigli, garantiram que as metas de produção para este ano e os próximos estão garantidas.

Durante apresentação do Plano de Negócios 2013/17, na Firjan, a presidente da companhia e o diretor enfatizaram que as metas previstas serão cumpridas. Para este ano, a produção deverá ficar em torno de 2,022 milhões de barris por dia, com oscilação de 2% para cima ou para baixo.

Já a partir do segundo semestre deste ano, com a entrada de novos sistemas (sete), a produção vai crescer até atingir 2,075 milhões em 2017. Nesse ano, além desse volume, a Petrobras estará produzindo mais 530 mil barris diários referente ao óleo dos parceiros nos vários campos.

Por volta de 2022, além da produção de 2,75 milhões de barris diários, a Petrobras estará produzindo outros 753 mil barris diários relativo ao óleo dos parceiros que têm nos vários consórcios.

Com relação às refinarias da Petrobras, elas continuam batendo recorde em seu processamento, operando a plena capacidade. O diretor de Abastecimento,

José Cosenza afirmou que no último fim de semana a Petrobras bateu novo recorde de refino com um total de 2,1 milhões barris por dia. Ele destacou que o aumento do refino vai contribuir para a redução das importação de combustíveis.

Produção acelerada no pré-sal

"A produção do pré-sal é absoluta realidade", enfatizou a presidente Graça Foster, destacando que a marca de 300 mil barris por dia na região foi atingida apenas sete anos após a primeira descoberta.

E lembrou a presidente da Petrobras: "Na porção norte-americana do Golfo do México, foram necessários 17 anos para se atingir uma produção significativa, enquanto na nossa Bacia de Campos, levamos 11 anos. Tivemos desafios tecnológicos relevantes no pré-sal. E superamos. Houve redução do tempo de perfuração de poços de 134 dias para 70 em 2012", disse.

Essa redução no tempo de perfuração gera grande economia de recursos. O diretor Formigli ressaltou que os investimentos na construção de poços (exploratórios e de desenvolvimento da produção) somam US$ 75 bilhões no PNG 2013-2017. Isso representa 32% dos investimentos do Plano e 51% dos investimentos em Exploração&Produção no Brasil. Em função dessa relevância, foi criado o PRC-Poço, Programa de Redução de Custos de Poços.

"As plataformas são a parte mais visível, mas os poços, que ficam abaixo delas, são o que custa mais caro", explicou.

Da Redação

domingo, abril 14, 2013

Brasil e China discutem ampliação de comércio

Brasil e China discutem ampliação de comércio

Brasília (DF) – O secretário-executivo do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Alessandro Teixeira, reuniu-se hoje com o vice-ministro e representante de comércio internacional da China, Zhong Shan, com delegações de governo de ambas as partes. Na reunião, Teixeira disse que o Brasil reconhece a China como um parceiro estratégico para o desenvolvimento.

“As políticas brasileiras de desenvolvimento buscam objetivos similares com o modelo de desenvolvimento social e econômico da China. Especialmente a política industrial brasileira tem procurado exemplos no atual 12° plano de desenvolvimento chinês”, comentou. O secretário considerou que as relações comerciais entre os dois países são “muitas intensas”, o que coloca o desafio de sempre aperfeiçoa-las solucionando eventuais dificuldades.

Zhong Shan avaliou que o desenvolvimento brasileiro vem ocorrendo de forma muita rápida e que o objetivo de sua primeira visita, como representante do governo chinês do presidente Xi Jinping, é promover o intercâmbio comercial com o Brasil. “Estamos no melhor nível de cooperação da história dos nossos países. A confiança entre os nossos governos é muito grande, sem que haja problemas na esfera política”, disse.

O representante chinês considerou que há grande potencial para parcerias entre Brasil e China nas áreas de produção manufatureira, energia, telecomunicações, produção agrícola e financiamento. Ele mencionou ainda que, nos próximos cinco anos, a China deverá importar US$ 3 trilhões do mundo e que o Brasil poderá aumentar a sua participação nas compras chinesas, especialmente de produtos manufaturados. “Há muita complementariedade entre as nossas economias com grande potencial a ser explorado pelo Brasil”, destacou.

O encontro entre as autoridades serviu ainda para que Teixeira apresentasse a proposta de o Brasil ser o país foco da feira internacional de importação da China, na edição de 2014. O secretário-executivo do MDIC também propôs a realização de duas missões comerciais ao país ainda este ano e se prontificou a receber uma missão de empresários chineses interessados em investir em projetos de infraestrutura no Brasil.

Da Redação

44 empresas já estão habilitadas para 11a rodada, diz ANP

Na reunião mais recente de uma comissão responsável pela licitação, realizada na quinta-feira, foram habilitadas mais oito empresas, em uma lista que inclui a Statoil, a Petrogal e a Exxonmobil
São Paulo (SP) - O número de empresas habilitadas a participar da 11a rodada de licitações de áreas para exploração de petróleo chega a 44, informou nesta sexta-feira a Agência Nacional do Petróleo (ANP).

A 11ª rodada de petróleo, que marca a retomada dos leilões após mais de quatro anos, atraiu o interesse de 71 empresas --maior número de interessados para um leilão que não envolve áreas de alto potencial do pré-sal.

O leilão, previsto para ser realizado em meados de maio, perde em número de interessados apenas para a 9ª rodada, com 74 empresas, que envolvia inicialmente blocos do pré-sal que acabaram sendo retirados pelo governo para serem licitados pelo modelo de partilha.

A rodada vai licitar 289 blocos: 166 localizados no mar, 94 em águas profundas, 72 em águas rasas e 123 em terra.

Veja abaixo a lista de empresas habilitadas até 11 de abril, segundo comunicado da ANP.

1- OGX Petróleo e Gás S.A.

2 -Queiroz Galvão Exploração e Produção S.A.

3 - Repsol Sinopec Brasil S.A.

4- Shell Brasil Petróleo Ltda.

5- Alvopetro S.A. Extração de Petróleo e Gás

6 - BG Energy Holdings Limited

7 - Ouro Preto Óleo e Gás S.A.

8 - Premier Oil PLC

9 - Woodside Energy Holdings (South America) PTY LTD.

10 - Murphy Exploration & Production Company

11 - BHP Billiton Petroleum PTY LTD.

12 - G3 Óleo e Gás Ltda.

13 - Gran Tierra Energy Brasil Ltda.

14 - Janeiro 1949 Extração de Petróleo Ltda.

15 - PetroRecôncavo S.A.

16 - Total E&P do Brasil Ltda.

17 -Compañia Española de Petróleos, S.A.U. - CEPSA

18 - ConocoPhillips Company

19 - Nova Petróleo S.A. - Exploração e Produção

20 -Sabre Internacional de Energia S.A.

21 -Sinochem Petróleo Brasil Ltda.

22 -Inpex Corporation

23 - JX Nippon Oil & Gas Exploration Corporation

24 -GDF Suez Energy Latin América Participações Ltda.

25 -Ecopetrol S.A.

26 -HRT O&G Exploração e Produção de Petróleo Ltda.

27 -Irati Petróleo e Energia Ltda.

28 -Novo Norte Energia e Consultoria Ltda.

29 -Petronas Carigali SDN BHD

30 -EP Energy do Brasil Ltda.

31 -Petróleos de Portugal S.A. - Petrogal

32 -Maersk Oil Brasil Ltda.

33 -Barra Energia do Brasil Petróleo e Gás Ltda.

34 -Exxonmobil Química Ltda.

35 -Statoil Brasil Óleo e Gás Ltda.

36 - Imetame Energia Ltda.

37 -Karoon Petróleo e Gás Ltda.

38 - PTT Exploration and Production Public Company Limited

39 - Sonangol Guanambi Exploração e Produção de Petróleo Ltda.

40 - Hess Corporation

41 - CNOOC International Limited

42 - Trayectoria Oil & Gas

43 - Petra Energia S.A

44 - UTC Óleo e Gás S. A

Da Redação

quinta-feira, abril 11, 2013

Petrobras é multada em R$ 10 milhões por vazamento de óleo em SP

Onze praias de São Sebastião e Caraguatatuba foram atingidas. Oito continuam impróprias.

A Companhia Ambiental do Estado de São Paulo multou a Petrobras em R$ 10 milhões de reais pelo vazamento de óleo no litoral norte paulista no fim de semana.

Onze praias de São Sebastião e Caraguatatuba foram atingidas. Oito continuam impróprias. Segundo a Cetesb, o óleo vazou durante o abastecimento de um navio em um terminal da Petrobras.

A Transpetro informou que já concluiu o trabalho de contenção e de remoção dos resíduos na área atingida e que vai se manifestar sobre a multa no prazo legal.

Fonte: G1

Petrobras quer captar US$ 20 bilhões em 2013

Rio de Janeiro – A Petrobras informou no final da quarta-feira que planeja captar 20 bilhões de dólares em 2013, quantia 63 por cento maior que a média planejada para o período de cinco anos, afirmou o vice-presidente financeiro da companhia, Almir Barbassa.

As captações vão ocorrer entre fontes locais e internacionais e incluem empréstimos junto a bancos e emissões de bônus, informou a assessoria de imprensa da Petrobras, citando o executivo.

No plano estratégico de investimento de 237 bilhões de dólares entre 2013 e 2017, anunciado no mês passado, Barbassa havia dito que a companhia planejava captar em média 12,3 bilhões de dólares por ano durante o período.

O objetivo de captações está 20 por cento abaixo dos 25 bilhões de dólares de 2012, mas a continuação da meta acima da média mostra as dificuldades que a Petrobras enfrenta ao tentar conciliar os planos conflitantes do governo, seu principal acionista.

As captações de 2012 foram 56 por cento maiores que a média anual de 16 bilhões de dólares no plano anterior de cinco anos entre 2012 e 2016.

A receita da Petrobras está sendo pressionada por uma série de frentes. A produção da empresa no Brasil caiu por 11 meses seguidos, enquanto o governo tem recusado permitir que a empresa aumente os preços dos combustíveis em linha com o mercado internacional.

Estes fatores, combinados com aumento da demanda brasileira por combustível e limitada capacidade de refino, têm também pressionado o fluxo de caixa, o que tem forçado a Petrobras a captar mais para cumprir seu plano de investimento.

Um plano para reduzir a pressão sobre o caixa com a venda de ativos no Brasil e no exterior também tem enfrentado dificuldades, com a Petrobras reduzindo o retorno esperado com tais vendas de 15 bilhões para 9,9 bilhões de dólares.

Em 2012, o nível de endividamento da Petrobras superou o limite interno da empresa de 2,5 vezes o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda).

Em dezembro, a avaliação de crédito de grau de investimento da Petrobras foi colocada sob observação para possível corte e, no segundo trimestre do ano passado, a empresa divulgou seu primeiro prejuízo em 13 anos.

Fonte: Reuters

segunda-feira, abril 08, 2013

Shell abre inscrições para seu Programa de Estágio

Com o crescente aumento na demanda por mão de obra especializada no setor de petróleo e energia, a Shell abre inscrições para seu Programa de Estágio. São 25 vagas para estudantes dos cursos de Administração, Comunicação Social, Contabilidade, Direito, Economia, Engenharias (mecânica, produção, petróleo e química), Geologia, Informática e afins, Marketing, Relações Internacionais e Psicologia. As oportunidades são para o Rio de Janeiro e São Paulo (capital). Os interessados, que precisam ter nível avançado de inglês e previsão de formatura para julho de 2015, devem ser inscrever até o dia 14 deste mês pelo site www.shell.com.br/rh.

“O Programa de Estágio da Shell dá ao estudante a chance de aplicar, na prática, alguns conhecimentos teóricos adquiridos na universidade”, comenta Guilherme Perdigão, que entrou na Shell como estagiário e hoje é vice-presidente da América Latina de Negócio de Lubrificantes. “Ao sair do ambiente acadêmico para o profissional, o aluno sai da zona de conforto e é isso que fará com que ele aprenda mais e se torne um profissional qualificado e rico em experiências”, completa o executivo.

Os candidatos serão avaliados em seis etapas eliminatórias: teste online de capacidade analítica e raciocínio lógico, triagem de currículos, teste online de inglês, teste de inglês por telefone e entrevistas individuais, uma com RH e outra com o supervisor da área.

Fonte: Portal Naval

XI Engep: o futuro da Engenharia de O&G em Macaé

Um dos maiores eventos acadêmicos do país, XI Engep reúne cientistas, estudantes e profissionais da área

Macaé (RJ) - Entre 26 e 30 de agosto, o município de Macaé, no Rio de Janeiro, vai sediar mais uma vez um dos maiores eventos acadêmicos do País na área de Exploração e Produção de Petróleo. O XI Encontro de Engenharia de Exploração e Produção de Petróleo (Engep) tem caráter técnico-científico e reúne cientistas, estudantes e profissionais da área em conferências, palestras, minicursos e outras atividades no Lenep (Laboratório de Engenharia e Exploração de Petróleo. O objetivo é mostrar às comunidades acadêmicas e ao setor produtivo os mais recentes avanços, tendências tecnológicas e linhas de pesquisa da área de exploração e petróleo no mundo.

Organizado por alunos de graduação em Engenharia de Exploração e Produção de Petróleo, professores do Lenep, ligado à Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro (Uenf) e pela Seção Macaé da SPE - Society of Petroleum Engineers, o evento conta com a parceria de grandes companhias do setor. A expectativa é de receber cerca de mil inscritos este ano e repetir a participação de empresas como Odebrecht, Petrobrás, Statoil, Schlumberger, Halliburton, OGX, British Petroleum, National Oilwell Varco, Baker Hughes, Expro, McDermott, Weatherford, Martin Blue e CGG Veritas e o apoio de órgãos públicos como CNPq e Faperj, entre outras.

Além de difundir os mais recentes avanços da indústria de petróleo, o Engep visa estreitar os laços entre universidade e indústria, estimulando a formação de recursos humanos capacitados para atuar no setor petrolífero. Participam do evento, cerca de 50 instituições de ensino de nível superior e técnico das mais diversas regiões do Brasil.

A programação oferece minicursos em diversas áreas, entre elas, Engenharia de Reservatórios, Engenharia de Poço, Geofísica, Geologia do Petróleo, Segurança do Trabalho e Meio Ambiente, Gerenciamento de Projetos de Petróleo, Geoquímica de Reservatórios, Estimativas de Reservas, Fluidos de Perfuração e Refino. São promovidas também sessões diárias de Recursos Humanos, ministradas por reconhecidas empresas de Exploração e Produção de Petróleo; visitas técnicas à empresas do setor e mesas-redondas para discutir temas atuais como a exploração no Pré-sal, mercado de trabalho e novas perspectivas

Durante os cinco dias do Engep, será exposto em pôster uma seleção de trabalhos desenvolvidos em diversas universidades. Os melhores trabalhos acadêmicos de iniciação científica, mestrado e doutorado na área de exploração e produção de petróleo serão premiados.

Da Redação

domingo, abril 07, 2013

Funcionário de rebocador passa mal e morre em plataforma da Petrobras

Homem passou mal em rebocador e foi transferido para plataforma. Ele morreu dentro da P-25, na Bacia de Campos dos Goytacazes, RJ

Campos dos Goytacazes (RJ) - Um funcionário de um rebocador que opera na Bacia de Campos dos Goytacazes, Norte Fluminense, morreu na noite desta sexta-feira (5), depois de passar mal.

Segundo informações de Marcos Breda, Diretor de Comunicação do Sindipetro Norte Fluminense (NF), Bosco Maria da Costa, de 55 anos, tinha a função de 'imediato' (chefe) na embarcação e era indiano.

Assim que passou mal foi encaminhado para a plataforma P-25, da Petrobras, também localizada na Bacia de Campos.

Por volta das 21h o trabalhador morreu. Ainda não há informações sobre o motivo da morte. A assessoria da Petrobras confirmou a morte na plataforma, mas ainda não informou com que sintomas o homem chegou na enfermaria e também não deu mais esclarecimentos.

O rebocador está no pier de Imbetiba, na cidade de Macaé. O corpo do trabalhador foi transferido para o Instituto Médico Legal da cidade. A perícia está no local. A Polícia Civil investiga o caso.

Da Redação

Bacia do Ceará terá área ofertada com 4,9 bi de barris de petróleo in situ, uma das maiores quantidades previstas

Incluída na 11ª Rodada de Licitações da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), a ocorrer em maio próximo, a Bacia do Ceará terá uma área ofertada com 4,9 bilhões de barris de petróleo in situ (volume de óleo ou gás em uma determinada região), uma das maiores quantidades entre todas as bacias oferecidas no certame. A expectativa é de que, desse total, até 1,25 bilhão de barris possa ser recuperado.

A 11ª Rodada marca a retomada dos leilões de áreas de petróleo, que não acontecem desde 2008. Os dados das bacias foram apresentados no seminário técnico-ambiental do certame, há duas semanas no Rio de Janeiro. Segundo explicou a ANP, apenas parte do óleo in situ pode ser retirada, pois a extração depende de fatores de recuperação. Este volume é apontado por meio de reservatórios descobertos ou de existência inferida por pesquisas. Como a média mundial de recuperação dessas quantidades in situ é de 20% a 25%, portanto, o volume máximo a ser retirado pode chegar a 1,25 bilhão na Bacia do Ceará.

O número é grandioso diante da atual produção petrolífera cearense. De acordo com dados do Anuário Estatístico 2012 da ANP, o petróleo retirado da Bacia do Ceará, em 2011, foi equivalente a 2 milhões de barris, apresentando ainda uma queda de 9,3% diante do ano anterior. O documento mostra que, no mesmo ano de 2011, as reservas provadas em mar no Estado chegavam a 49,1 milhões de barris. A ANP, entretanto, reforça, por meio de sua assessoria de imprensa, que o volume in situ a ser ofertado na rodada, por não dar uma certeza de quanto pode ser retirado, não pode ser entendido como reserva.

Oferta

O leilão oferecerá 11 blocos na Bacia do Ceará, totalizando uma área de 7.388 quilômetros. Com uma profundidade variando de 300 a 1.500 metros (o que caracteriza como águas profundas), a aquisição dos blocos poderá representar a confirmação de uma nova fase na produção de petróleo no Ceará, já que, desde a década de 1970, só se produz aqui em poços de águas rasas, ou seja, até 50 metros de profundidade.

Somente em 2011, a Petrobras iniciou a exploração em poços profundos, tendo perfurado dois até o momento.

A ANP está trabalhando com uma estimativa de ofertar um volume de 30 bilhões de barris de óleo in situ somente nas bacias da Margem Equatorial, formada pelas bacias da Foz do Amazonas, Pará-Maranhão, Barreirinhas e Potiguar, além da do Ceará.

Desta forma, a perspectiva é de que, desses, possam ser recuperados até 7,5 bilhões de barris de petróleo com a licitação dos novos blocos. Estas bacias são consideradas como nova fronteira exploratória. As bacias consideradas maduras no certame são Sergipe-Alagoas, Recôncavo Baiano e a porção terrestre da Bacia do Espírito Santo, que, juntas, terão ofertados 1,7 bilhão de óleo in situ.

Na bacia do Espírito Santo (que terá seis blocos em águas profundas) serão oferecidos outros 5 milhões de petróleo in situ. Ao todo, serão 11 bacias sedimentares na rodada. A expectativa do governo é de arrecadar entre R$ 1 bilhão e R$ 10 bilhões pelos bônus de assinatura durante a licitação.

Entre os 11 blocos em oferta na Bacia do Ceará, o de menor bônus mínimo está estabelecido em R$ 4,65 milhões, e o de maior ficou em R$ 8,34 milhões. O bônus de assinatura é o valor pago pela concessionária vencedora de licitação de campos exploratórios, no ato da assinatura do contrato, com a finalidade de obter permissão para realizar suas atividades de pesquisa e exploração na área arrematada.

Expectativa de ágio

A diretora-geral ANP, Magda Chambriand, disse ontem esperar um grande ágio na 11ª Rodada de Licitações do Petróleo, marcada para 14 e 15 de maio. “Certamente haverá ágio, e grande”, afirmou após participar de assinatura de acordo com o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), em Brasília.

Segundo ela, o ágio se dará por dois motivos: disputa acirrada entre as empresas e superação “em muito” dos preços mínimos estabelecidos pela Agência. “A história nos diz que serão superados (os preços mínimos). E não é por 10% ou 20%, pode aumentar 300%, 500%”, projetou. De acordo com ela, 71 empresas de 21 países, incluindo Brasil, manifestaram interesse na licitação.

Fonte: Diário do Nordeste

Doze blocos de exploração de petróleo são disputados no ES

Doze blocos de exploração de petróleo e gás na Bacia do Espírito Santo serão leiloados na 11ª Rodada de Licitações de Áreas para Exploração e Produção da Agência Nacional do Petróleo,Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), sendo seis no mar, em águas profundas, que podem conter 5 bilhões de barris, segundo estudos da agência. A informação foi passada pela diretora-geral da ANP, Magda Chambriard, em reunião com o governador Renato Casagrande , na tarde desta quinta-feira (4), no Palácio Anchieta, em Vitória .

Segundo o secretário estadual de Desenvolvimento, Nery De Rossi, a entrada desses blocos marítimos na área do Espírito Santo pode causar uma mudança radical no perfil do estado. “As reservas totais hoje são de 2,43 bilhões de barris. Ou seja, falamos de algo que, nos próximos anos, pode representar o dobro do que se tem hoje”, explica. A 11ª Rodada será realizada nos dias 14 e 15 de maio, no Rio de Janeiro.

Os blocos marítimos, segundo a diretora da ANP, têm prospectos parecidos com grandes campos produtores do Golfo do México. “O mar do Espirito Santo nesta rodada está muito especial. As áreas do Espirito Santo devem ser alvo de grande concorrência e há grandes oportunidades para as empresas que farão com que o leilão seja muito disputado”, afirma Magda Chambriard.

No mar, serão 4.320 km² divididos em seis blocos com, em média, 720 km² cada. Os seis blocos marítimos incluídos na rodada estão em setor considerado de nova fronteira e estão próximos de áreas arrematadas na Terceira, Sexta, Sétima e Nona Rodadas de Licitações da ANP . O bônus de assinatura mínimo exigido para os blocos em oferta varia de R$ 4,6 milhões a R$ 8 milhões.

Segundo o secretário Nery De Rossi, se estima um investimento exploratório de no mínimo R$ 1 bilhão nos próximos cinco anos. “Para cada bloco, existe um programa exploratório que determina o mínimo que tem que ser feito pelas empresas nos cinco primeiros anos. Cada um exige um gasto mínimo de R$ 144 milhões nos cinco primeiros anos”, explica.

Bloco terrestre

Outros seis blocos que serão leiloados estão em terra, na área sul da bacia, no município de Linhares. A porção terrestre é atrativa para empresas de petróleo e gás de pequeno e médio porte. “Os blocos ficam na área onde a Petrobras tem feito várias descobertas nos últimos anos. A área está localizada próximo aos centros consumidores com infraestrutura de transportes, energia, habitação, comunicação, recursos humanos e facilidades de produção já instaladas. Ou seja, qualquer descoberta em terra seria colocada imediatamente em produção”, afirma o secretário de Desenvolvimento.

A área total em oferta em terra é de 178,72 km² distribuídos em blocos com área média de 30 km². O bônus de assinatura mínimo para os seis blocos terrestres (valor a ser oferecido pelas empresas durante a rodada) varia de R$ 163,7 mil a R$ 201,9 mil.

Localização

Nesta 11ª Rodada, a Bacia do Espírito Santo é a única fora do Norte e Nordeste. Com isso, o estado fica em uma posição privilegiada no eixo das explorações. “O Espírito Santo, que era a ponta norte da exploração, passa a ser meio. Fica em meio ao Sudeste e às novas atividades do Norte e Nordeste. Uma posição privilegiada”, afirma o secretário de desenvolvimento, Nery De Rossi.

Para ele, após cinco anos sem rodada de licitação, esta será uma grande oportunidade para a exploração no Espírito Santo. “Abre novas fronteiras para a produção e para a atração de novos investimentos”.

Leilão

A 11ª Rodada vai licitar 289 blocos em 23 setores, totalizando 155,8 mil km², distribuídos em 11 bacias sedimentares: Barreirinhas, Ceará, Espírito Santo , Foz do Amazonas, Pará-Maranhão, Parnaíba, Pernambuco-Paraíba, Potiguar, Recôncavo, Sergipe-Alagoas e Tucano Sul. Dos 289 blocos, 166 estão localizados no mar, sendo 94 em águas profundas, 72 em águas rasas, e 123 em terra. A 11ª. Rodada será realizada nos dias 14 e 15 de maio, no Rio de Janeiro.

Por Amanda Monteiro

Do G1 ES

sexta-feira, abril 05, 2013

A importância do gerenciamento do risco saúde no setor de petróleo

Problemas de ordem comportamental e patologias provocadas pelo confinamento da tripulação a bordo e a consequente rotina de trabalho são alguns dos riscos à saúde
 
Eduardo Arias*
O conceito de gerenciamento de riscos ganhou nas últimas décadas uma saudável amplitude de definições. Isso sem falar nas diversas e complexas metodologias para aplicação desses conceitos. Todavia todas essas inovações contemplam, na maioria dos casos, apenas os riscos materiais, ou seja, aqueles que podem ser facilmente identificados e assim tratados e gerenciados, esquecendo-se, portanto, de um dos riscos mais importante a ser também tratado: o risco saúde.
Os profissionais de Recursos Humanos, mais especificamente aqueles voltados para a área de QSMS, conhecem bem as dificuldades para aprovar recursos, treinamentos e outras ferramentas que sirvam para detectar e tratar riscos de personalidade, presenteísmo, absenteísmo e a saúde em geral dos funcionários. O trabalho diário desses profissionais é convencer seus superiores sobre a necessidade de o gerenciamento do risco saúde figurar no mesmo patamar das preocupações que se encontram os demais riscos que a empresa pode correr.
Voltando nossa análise para o risco saúde na área de petróleo e gás, nos deparamos com realidades muito específicas do setor, encontrando problemas de ordem comportamental e patologias provocadas pelo confinamento da tripulação a bordo e a consequente rotina de trabalho. O desafio maior nesse caso é mostrar para os dirigentes do setor que o caminho para gerenciar esses riscos e assim evitar o afastamento dos colaboradores e as consequentes perdas financeiras, passa necessariamente pela implantação de programas voltados para a qualidade de vida do trabalhador.
Felizmente temos visto uma procura cada vez maior por esses programas hoje disponíveis no mercado, que vão desde palestras de vida saudável, redução do estresse, métodos antitabagismo e prestação de serviços especializados no Gerenciamento Nutricional para pessoal embarcado, que ensinam as boas práticas no manuseio dos alimentos, o equilíbrio nutricional das refeições servidas, assim como as técnicas para montagem e recepção do rancho a bordo.
No âmbito financeiro esses programas, aliados aos softwares que ajudam na análise e detecção desses problemas, também prestam grande colaboração na redução do risco de aplicação das pesadas multas praticadas pelos órgãos de controle ambiental, vigilância sanitária e aquelas previstas nos contratos de prestação de serviços dessas empresas.
Finalizando, pelo crescimento e exposição positiva que a área de petróleo e gás vem apresentando, os dirigentes do setor, ao implantarem de forma plena esses conceitos dentro das suas empresas, servirão de exemplo para as demais áreas da economia brasileira.
* Eduardo Arias é diretor do Grupo Assurance, com sede em Macaé.

Portos: Dilma deve criar mais uma estatal para cuidar do setor

O governo Dilma Rousseff prepara a criação de mais uma estatal, que terá a tarefa de cuidar dos portos fluviais, hidrovias e eclusas do País
 
Brasília (DF) - A presidente Dilma Rousseff prepara a criação de mais uma estatal, a quinta em menos de 3 anos de governo - o mesmo número alcançado pelo ex-presidente Lula em 8 anos de mandato, revela Fábio Fabrini. A empresa vai cuidar de portos fluviais, hidrovias e eclusas, assumindo, nessa área, atribuições do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), e seria vinculada ao Ministério dos Transportes e à Secretaria de Portos.
 
De acordo com o ex-ministro Paulo Sérgio Passos, o objetivo do governo é tirar a estatal do papel ainda neste ano, mas a continuidade do projeto depende do atual titular da pasta, César Borges, que assumiu ontem. Ao mesmo tempo, Dilma deve autorizar, na próxima semana, a privatização do Instituto de Resseguros do Brasil (IRB), concluindo processo iniciado há 15 anos. O governo detém 100% das ações ordinárias da empresa e passará a ter 49% da participação, dividida entre Tesouro e Banco do Brasil.
Se levada adiante, a nova estatal será a quinta de Dilma em menos de três anos de governo - seu antecessor, Luiz Inácio Lula da Silva, também criou cinco, mas em oito anos. A presidente já incorporou à administração federal a Infraero Serviços, a Amazônia Azul Tecnologias de Defesa e a Agência Brasileira Gestora de Fundos Garantidores e Garantias, além da Empresa Brasileira de Planejamento e Logística (EPL), esta última para planejar e articular ações na área de Transportes. As companhias se somam a dois ministérios - a Secretaria de Aviação Civil e a Secretaria da Micro e Pequena Empresa adicionados por Dilma às 37 pastas herdadas de Lula.
Ainda em gestação, a "Hidrobrás" teria dupla vinculação, reportando-se tanto ao Ministério dos Transportes quanto à Secretaria de Portos da Presidência (SEP), responsável hoje pelos terminais marítimos. A principal justificativa para a criação é que, sob o guarda-chuva do Dnit, os portos fluviais e hidrovias ficam em segundo plano, pois a autarquia concentra suas atividades na gestão da imensa malha rodoviária.
Multimodais. "Países com as dimensões do Brasil não têm órgãos multimodais (para gestão de mais de um tipo de transporte), como o Dnit", argumenta autoridade do governo envolvida no projeto, explicando que o Brasil não usa um terço de sua capacidade hidroviária. Para você potencializar isso, precisa de alguma especialização", sustenta.
O ex-ministro dos Transportes, Paulo Sérgio Passos, que ontem transferiu o cargo ao ex-senador César Borges (PR-BA), diz que o objetivo do governo é tirar a estatal do papel este ano.
"Estamos trabalhando com uma reestruturação onde se considera uma empresa para cuidar de portos fluviais e a manutenção das vias navegáveis", afirmou, sem dar mais detalhes.
Segundo Passos, a continuidade dependerá do novo titular da Pasta. A criação da estatal deve ser discutida hoje em reunião de Borges com a cúpula do Dnit.
Por ora, o ex-senador não se inteirou da estrutura que terá de administrar. Só ontem, após sua f posse no Planalto, soube o número de diretorias do Dnit. "Quantas são? Três?", perguntou ao diretor-geral do Dnit, general Jorge Ernesto Pinto Fraxe, sendo informado de que elas são sete.
A execução orçamentária do Dnit expressa a atrofia do transporte fluvial no governo Dilma.
Em 2011, segundo dados do Tesouro, a autarquia investiu R$ 202,6 milhões nas hidrovias e portos fluviais, 52% do que prometeu (R$ 386,8 milhões). Em 2012, o desempenho foi ainda pior. O valor efetivamente gasto (R$ 145,1 milhões), a 32% do previsto (R$ 450,7 milhões). Nos dois anos, do total aplicado, mais de 70% são de restos a pagar de exercícios anteriores.
Projetos importantes tiveram pouca ou nenhuma verba. Em 2012, por exemplo, o Dnit previu R$ 100 milhões para a Eclusa de Lajeado, no Rio Tocantins, mas não gastou nada. Para melhorar o canal de navegação do Rio Madeira, reservou R$ 10,4 milhões, mas pagou R$ 3,9 milhões.
Da Redação com informações do Valor