sábado, março 31, 2012

XXII semana de geologia da UFRRJ


A Semana Acadêmica de Geologia da UFRuralRJ é uma reunião científica anual de abrangência estadual. Contando com a participação de geocientistas com experiência no mercado de trabalho, o evento vem crescendo a cada edição, revelando sua notoriedade e importância. Os últimos encontros
contaram com cerca de 100 participantes, promovendo a divulgação dos estudos na área de geologia no país. A próxima SAGEO será realizada de 09 à 13 de abril no Departamento de Geociência. Para mais informações sobre a programação, palestras e minicursos, acesse o site:


www.22sageorural.com.br

Fonte: http://www.qgdopetroleo.com/

sexta-feira, março 30, 2012

Páscoa Solidária Capítulo Estudantil SPE PUC-Rio



O Capítulo Estudantil SPE PUC-Rio está participando do Projeto Voluntários do HSBC. O projeto tem como meta atingir os Objetivos do Milênio promovido pela ONU, em 2000, através de ações sociais.


Como primeira ação social do Capítulo realizaremos doação de ovos de páscoa para a SOS Creche Hotelzinho Aconchego que abriga um total de 100 crianças carentes.


A campanha de arrecadação de ovos de chocolate terá como base o 2º Objetivo do milênio: Atingir o Ensino Básico Universal. O Capítulo Estudantil SPE PUC-Rio ficará responsável pela arrecadação de ovos e de acordo com o número de ovos arrecadados, o projeto doará a mesma quantidade em livros infantis para a instituição que estamos apoiando.


No dia 5 de Abril o Capítulo levará as doações para a creche e fará uma grande festa com as crianças com direito a Coelhinho da Páscoa e muito mais.


Receberemos as doações na sala L223 - Prédio Leme, PUC-Rio.

Fonte: http://www.qgdopetroleo.com/

quinta-feira, março 29, 2012

Royalties: Câmara não chega a acordo


Grupo de trabalho da Câmara adiou votação para dia 10/4. Após 4 horas discutindo, membros não chegaram a acordo

Brasília (DF) - O grupo de trabalho da Câmara criado para analisar o projeto de lei de distribuição dos royalties do petróleo adiou para o dia 10 de abril a votação do relatório do deputado Carlos Zarattini (PT-SP). Após quase quatro horas de discussão, os membros da comissão não chegaram a um acordo sobre como será o repasse de recursos oriundos da exploração do petróleo para estados e municípios produtores.

Apesar de acreditar na possibilidade de um acordo, Zarattini avaliou que o debate desta terça-feira deixou o grupo de trabalho mais distante de um consenso. "Na última reunião, tínhamos avançado bastante no sentido de que haveria um critério para que os estados produtores - Rio de Janeiro e Espírito Santo - não tenham redução de receitas, mas, nessa reunião de hoje, houve certo recuo dessas bancadas", disse Zarattini.

O principal ponto de discussão foi a proposta do deputado Anthony Garotinho (PR-RJ). O parlamentar fluminense propõe que estados e municípios produtores recebam, após a nova distribuição dos lucros do petróleo, o equivalente ao que receberam em 2011, corrigido pelo Índice Geral de Preços do Mercado (IGPM), da Fundação Getulio Vargas. Como não houve consenso em torno da sugestão, Garotinho ameaçou abandonar o grupo de trabalho. "Há muita intransigência dos estados não produtores. O Rio de Janeiro já perdeu muito. É um saque. Não há acordo. Vou sair dessa comissão. O Nordeste quer dar uma garfada no Rio de Janeiro, mas vai levar o troco la na frente na discussão da distribuição do FPE", ameaçou Garotinho.

O deputado Marcelo Castro (PMDB-PI) rebateu o ex-governador do Rio. Disse que a atual Lei do Petróleo é um "total equívoco" do Congresso Nacional. "De todos os royalties arrecadados pelo Brasil, hoje, na produção de petróleo, tirando a parte da União, o Rio de Janeiro fica com 82%. Não podemos admitir que uma lei dessa possa perdurar", argumentou.

Formado por 12 deputados, o grupo de trabalho terá 30 dias para elaborar um parecer ao projeto aprovado pelos senadores, que redistribui os royalties entre estados produtores e não produtores de petróleo. A ideia, segundo Zarattini, é aprovar o relatório na primeira quinzena de abril e votar a proposta no plenário até o início de maio.

Fonte: Band

Petrobras amplia importação de sua refinaria nos EUA


Importação de combustíveis para atender demanda brasileira provocou aumento das exportações da Petrobras América para sua controladora

Houston (EUA) - A necessidade de importação de combustíveis para atender a demanda do Brasil provocou um aumento das exportações da Petrobras América para sua controladora. No ano passado, a refinaria da Petrobras em Pasadena, no Texas, vendeu 10% da produção de gasolina e diesel para o Brasil. Este ano, a previsão é de aumentar em duas vezes e meia as exportações de gasolina para o Brasil, saltando dos 3,5 milhões vendidos em 2011 para 9 milhões de barris. As exportações de diesel também vão mais que dobrar, passando de 3,6 milhões para 8 milhões de barris.

O presidente da Petrobras América, José Orlando de Azevedo, explica que a exportação vai aumentar porque a produção da refinaria no ano passado foi afetada por dois acidentes. Em setembro, a unidade de destilação ficou 30 dias parada para recuperação. E em dezembro, o problema foi com a unidade de coqueamento, que pegou fogo.

"O seguro da refinaria de Pasadena foi ativado e já estamos providenciando a recuperação da unidade de coqueamento", explicou Azevedo. "Em ambos os casos não houve danos às pessoas e a pronta resposta pelas equipes de combate garantiram a segurança da nossa força de trabalho", emendou Azevedo.

A refinaria de Pasadena tem capacidade de produzir 100 mil barris de combustíveis por dia. É a mesma capacidade da unidade da Petrobras em Okinawa, no Japão e maior que a de Bahia Blanca, na Argentina, que é capaz de processar 30 mil barris. A unidade japonesa já foi colocada a venda pela estatal brasileira.

Fernando Cunha, gerente executivo da Petrobras responsável pelas Américas, África e Eurásia, explicou que sem a unidade de coqueamento a carga processada será menor, de aproximadamente 90 mil barris diários de combustíveis, já que a refinaria terá menos capacidade de produzir diesel. Mas isso não deve afetar as vendas para o Brasil, garantiu Azevedo.

A refinaria da Petrobras no Texas utiliza petróleo americano produzido em campos terrestres nos Estados Unidos e também óleo africano produzido no campo de Akpo, na Nigéria, do qual sua controladora tem uma participação acionária de 16%, e Girassol, em Angola. Mas Azevedo disse que a tendência é comprar mais petróleo leve americano, já que a produção e a oferta, naquele país, está aumentando rapidamente com a exploração comercial do óleo de xisto.

A Petrobras América não usa muito petróleo pesado exportado pela controladora porque sua configuração só permite o processamento de óleo leve.

Na direção contrária, os Estados Unidos absorveram 40% das exportações de petróleo da Petrobras no ano passado. A receita da estatal brasileira com exportações para os Estados Unidos até novembro, último dado disponível, foi de US$ 6 bilhões, resultado das exportações de aproximadamente 57,6 milhões de barris de óleo cru. No consolidado de 2010, as exportações totais da Petrobras somaram 79,6 milhões de barris e renderam uma receita pouco superior, de US$ 6,1 bilhões.

Fonte:Valor Econômico / Cláudia Schüffner

quarta-feira, março 28, 2012

Patrocínio da FIRJAN coloca à frente interesse da Indústria do RJ no accelerate OIL&GAS


A Federação da Indústria do Estado do Rio Janeiro (Firjan) acaba de anunciar a sua participação como uma das principais patrocinadoras do evento Accelerate Oil&Gas 2012, que ocorrerá nos dias 15 e 16 de Maio, no Sofitel Hotel, Rio de Janeiro. Como patrocinadora, a Firjan estará também expondo, trará uma comitiva de executivos e fará uma apresentação sólida para salientar a importância do crescimento tecnológico e envolvimento da indústria carioca no setor e os acontecimentos do Pré-Sal.

No Brasil, a Federação tem participado ativamente de eventos em óleo e gás como forma de apresentar aos investidores nacionais e internacionais o Sistema Firjan. O caráter estratégico da instalação e desenvolvimento de empresas da área de Petróelo e Gás na região costeira e próxima ao Estado do Rio de Janeiro levou o Sistema FIRJAN a desenvolver, por intermédio do SENAI-RJ e SESI-RJ, uma extensa gama de serviços especializados. A perspectiva é de que o crescimento acelerado do setor traga grande impulso ao crescimento econômico do estado e da região, com a criação de novos empregos e a geração de receita.

Para participar do evento, INSCREVA-SE através da página do Accelerate Oil&Gas.
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Fonte: Fair Count – Filipa Ribeiro

Mitsui e Marubeni ganham projeto offshore brasileiro



Mitsui e Marubeni Corporation estão participando em um projeto em águas ultra-profundas no offshore brasileiro do pré-sal de petróleo .

Eles concordaram que eles vão investir em um negócio de longo prazo de charter operados pela MODEC ,com a finalidade de proporcionar uma FPSO para uso na área de Cernambi Sul de um campo de óleo pré-sal ao largo da costa do Brasil.

A construção da FPSO vai envolver a conversão de um navio transportador de óleo bruto de grande tamanho. Ele será implantado na área Sul Cernambi do bloco BM-S-11 ao largo da costa do Brasil no terceiro trimestre de 2014.

A área é parte de um campo de petróleo em águas profundas localizado a cerca de 300 km ao sul do Rio de Janeiro. O óleo está contido na camada pré- sal, a cerca de 5.000 m abaixo do leito marinho.

A MODEC e Mitsui já disponibilizaram dois FPSOs para o campo de petróleo do pré-sal, e este será o terceiro projeto de fretamento de uma FPSO . É o segundo projeto do tipo para a Mitsui e o primeiro para a Marubeni . O Grupo Schahin, que era o licitante parceiro local para os projetos no Brasil, terá uma participação de 15% no MV24 após o início do aluguel da FPSO .

StockMarketWire

Fonte: ONIP

Inscrições para o programa 5 mil bolsas de estudos no exterior estão abertas



Através da ‘graduação-sanduíche’, o estudante pode cursar parte do curso no Brasil e outra parte no país que desejar

Estudar fora do país é o sonho de muita gente, mas não é todo mundo que dispõe de condições financeiras para pagar, em média, o preço de um carro popular para fazer um intercâmbio. Para estes, uma opção é tentar uma vaga no programa Ciência Sem Fronteiras, do governo federal. As inscrições para estudantes da graduação começam hoje pelo site www.cienciasemfronteiras.gov.br. Através da ‘graduação-sanduíche’, o estudante pode cursar parte do curso no Brasil e outra parte no país que desejar.

Nesse edital são disponibilizadas 5,8 mil bolsas para todo o Brasil, com duração de, no máximo, 15 meses – 12 na faculdade e outros três aprendendo a língua do país – em universidades de sete nações: Austrália, Bélgica, Canadá, Coreia do Sul, Espanha, Holanda e Portugal.

Já para as pessoas interessadas em fazer doutorado fora, no dia 26 de abril o programa vai abrir inscrições para 20 bolsas em duas universidades da Inglaterra. Até o final de 2015, o Ministério da Educação (MEC) pretende disponibilizar 100 mil bolsas.

Experiência
Se tudo der certo, uma delas será do estudante de Engenharia Mecânica do Instituto Federal da Bahia (Ifba), Matheus Alves Laranjeira Neri, 21 anos. Ele se inscreveu no programa no edital passado e aguarda resposta de uma das universidades conveniadas das cidades de Munique, Aachen e Karlsruhe, na Alemanha. “Essas cidades são os principais polos na área automobilística, que é onde eu tenho maior interesse. Na Alemanha ficam as sedes da Volkswagen, Audi e Porshe”, justifica o candidato, sobre a escolha do país.

Antes de saírem as vagas para a Alemanha, ele chegou a se inscrever para os Estados Unidos, mas acabou desistindo. “Eles são mais protecionistas. Não dão emprego para estrangeiro. Na Alemanha, as próprias empresas encomendam as pesquisas às universidades”, conta Matheus, com toda a segurança de quem pesquisou sobre o assunto na comunidade do Ciência sem Fronteiras no Facebook.

Matheus, que estuda alemão desde o segundo semestre da faculdade (agora ele está no oitavo), teve que fazer um teste de proficiência na língua alemã, e diz que não vai se apertar com o idioma. E nem de saudade da namorada Larissa. “A gente já combinou. Durante esse ano que eu for ficar lá, ela vai duas vezes por conta própria, e a terceira eu vou pagar”.

E para quem duvida que seja possível manter um namoro a distância, a estudante de Jornalismo Anna Larissa Falcão, quase xará da namorada de Matheus, dá a dica. “Hoje em dia tem tanta ferramenta que aproxima, como Skype e MSN, que fica mais fácil lidar com a distância”, ensina a jovem de 23 anos, que participou de um programa parecido em 2010.

“Foram sete meses em Santiago de Compostela, na Espanha. Dividi apartamento com outros três estudantes: um brasileiro, um belga e um francês”, lembra ela.

Como o Ciência sem Fronteiras, o programa do qual ela participou incluía uma bolsa-auxílio, passagens e auxílio habitação. “É um convênio da Ufba com outras universidades”, explica.

No caso do edital aberto, a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) esclarece que o valor da bolsa é de US$ 300 mensais, na moeda do país de destino. Além disso, o estudante pode ficar hospedado num alojamento da faculdade, com direito a três refeições. Caso a instituição não disponha desse espaço, o auxílio- moradia é dado em dinheiro.

Áreas
Para participar, o interessado precisa estar cursando uma das seguintes áreas: Engenharias e demais áreas tecnológicas; Ciências Exatas e da Terra; Energias Renováveis; Tecnologia Mineral; Formação de Tecnólogos; Biotecnologia; Petróleo, Gás e Carvão Mineral; Nanotecnologia e Novos Materiais; Produção Agrícola Sustentável; Tecnologias de Prevenção e Mitigação de Desastres Naturais; Fármacos; Biodiversidade e Bioprospecção; Tecnologia Aeroespacial; Ciências do Mar; Computação e Tecnologias da Informação; Indústria Criativa (voltada a produtos e processos para desenvolvimento tecnológico e inovação); Novas Tecnologias de Engenharia Construtiva; Biologia, Ciências Biomédicas e da Saúde.

Após a inscrição pelo site, a Capes entra em contato com a coordenação da faculdade que o aluno estuda no Brasil para que o coordenador do curso homologue o pedido e anexe duas cartas de professores, atestando a boa conduta e rendimento nas disciplinas. O candidato ainda precisa fazer um teste de proficiência na língua do país.

Os documentos são então entregues para a Capes, que os envia para as universidades parceiras no país que o candidato escolheu, para que elas digam se aceitam ou não o estrangeiro.

Novas regras para estrangeiros
Desde quarta-feira, estudantes estrangeiros participantes do Programa de Estudantes Convênio de Graduação (PEC-G) no Brasil tiveram suas bolsas reajustadas no valor do novo salário mínimo (R$ 622). De acordo com portaria publicada no Diário Oficial da União, novas regras foram estipuladas para estes estudantes. As bolsas poderão ser emergenciais ou regulares, com duração de seis meses, passíveis de renovação.

O estudante não pode acumular a bolsa de estudos com outros benefícios financeiros e precisa estar sujeito às normas vigentes do PEC-G e às normas internas da instituição de ensino superior onde está matriculado. O PEC-G oferece oportunidades de formação superior a cidadãos de países em desenvolvimento com os quais o Brasil mantém acordos culturais.

Desenvolvido pelos ministérios das Relações Exteriores e da Educação, em parceria com universidades públicas e particulares, o PEC-G seleciona estrangeiros, entre 18 e 25 anos, com ensino médio completo, para realizar estudos de graduação no Brasil. O aluno estrangeiro selecionado cursa gratuitamente a graduação.

Em contrapartida, deve atender a alguns critérios, entre eles, provar que é capaz de custear suas despesas no Brasil, ter certificado de conclusão do ensino médio e proficiência em língua portuguesa, no caso dos alunos de nações fora da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP). A cada seis meses, o Ministério das Relações Exteriores abre, mediante edital, prazo para candidaturas de estudantes às bolsas regulares, vinculadas ao bom desempenho do beneficiário.

Fonte: Correio 24 Horas

Multas ambientais são apenas ''educativas'', diz especialista


Em entrevista à Macaé Offshore, perito ambiental afirmou que multas são medidas pedagógicas, com pouco efeito prático

Rio de Janeiro (RJ) - O perito ambiental e especialista em valoração de desastres ecológicos, Antônio Libório Philomena afirmou, em entrevista à Macaé Offshore, que as multas aplicadas em vazamentos de petróleo são medidas puramente pedagógicas, cujo resultado efetivo é pequeno: “Em um panorama geral dos desastres ambientais, as multas são medidas pedagógicas que pouco efeito têm”, disparou.

Philomena também falou sobre os gargalos na valoração de multas, ressaltando a falta de dados sobre o meio ambiente como principal razão: “A indústria evoluiu muito na parte tecnológica, mas na parte ambiental estamos ficando para trás. Nossas referências são de livros de outros lugares, nossos estudos são fracos, nossos parâmetros não são firmes. Por isso, há multas que são irrisórias e outras estratosféricas, por não haver um bom senso em calcular”.

Com a falta de referências adequadas para os cálculos, o especialista afirma que “90% dos cálculos têm como base a economia e a economia não é parâmetro para esse tipo de cálculo. O dinheiro circula entre os homens, mas não na natureza”.

O professor, que por oito anos já participou de pesquisas no estado da Louisiana (EUA), uma região petrolífera do país, falou sobre a abundância de dados nos países desenvolvidos e os comparou com o Brasil: “É quase um teatro. Em países de primeiro mundo, temos dados desde 1800 sobre o meio-ambiente, ecossistema…Não entendemos bem como é o mar, nem quanto de petróleo fica no mar, quanto é retirado…Quase toda multa é subvalorada e os empresários estão sempre 'se dando bem'”, disse.

Quando perguntado sobre as medidas de limpeza do meio ambiente tomadas pelas empresas na ocasião de um vazamento, Philomena criticou, dizendo, inclusive, que o efeito pode ser contrário: “Num derrame, elas limpam o que a mídia gosta de ver. Não conheço um método de limpeza onde eu assino embaixo. Os processos químicos poluem igual ou mais do que o próprio derrame”.

Ainda falando sobre as empresas de petróleo, o especialista disse que a preocupação principal não é o dinheiro, mas a exposição dos danos ambientais com clareza: “O comportamento das petrolíferas é sempre igual. O problema delas não é o dinheiro, mas tentarem disfarçar o que acontece. A indústria faz de conta que é transparente, mas não é. Já passamos dessa fase de trazer técnicos de outros países para dar credibilidade às nossas pesquisas. Temos muitos bons pesquisadores por aqui”.

Outro ponto abordado pelo perito ambiental foi o paradeiro das quantias pagas em multas por desastres ambientais, sempre duvidosos ou mal definidos: “O dinheiro das multas não é bem direcionado. O próprio IBAMA recebe entre 30 e 40 por cento disso”, afirmou.

Fonte: http://www.macaeoffshore.com.br/

terça-feira, março 27, 2012

OSX precisa de mais US$ 200 milhões para 3ª plataforma



Entrega da FPSO OSX-3 está prevista para o terceiro trimestre de 2013 e terá capacidade para produzir 100 mil barris por dia

Depois de levantar US$ 500 milhões em linha de títulos no exterior (bonds), a OSX, empresa de construção naval do grupo EBX, vai precisar de mais US$ 200 milhões para a construção de sua terceira plataforma de petróleo (FPSO OSX-3).

A informação foi dada por Roberto Monteiro, diretor financeiro e de relações com investidores da OSX, em teleconferência com analistas.

"Os US$ 500 milhões estão previstos para os primeiros 15 meses a partir de hoje. Precisaremos financiar outros US$ 200 milhões para o projeto", afirmou Monteiro.

Ele reitera ainda que pode usar a opção de financiamento de US$ 1 bilhão, posta pelo grupo controlador EBX.

Na semana passada, o megaempresário e acionista majoritário do EBX, Eike Batista, comunicou que recebeu propostas de financiamento de dois anos no valor de R$ 1,8 bilhão do Banco Bradesco e do Itaú BBA.

A entrega da FPSO OSX-3 está prevista para o terceiro trimestre de 2013 e terá uma capacidade para produzir 100 mil barris de petróleo por dia e armazenar 1,3 milhão de barris. A OGX é a contratante da plataforma e o fretamento será de vinte anos.

Fonte:Brasil Econômico

Drilling contractors ready fleet for upcoming activity


A year can make quite a bit of difference in terms of the number of offshore mobile drilling units (MODU) in the fleet, the number of rigs working, plus rigs under construction. Several acquisitions made a difference in the 2012 list of the top 10 offshore drilling contractors compared with year-earlier figures, which was a top 15 compilation (see February 2011 Offshore, page 42). Comparing the top 10 companies to the year earlier shows the significant advances the offshore contract drilling industry has made in terms of drilling activity.

Noble Drilling's newest drillship is the Noble Bully I, which features a compact box-type drilling tower instead of a conventional derrick, which allows for a significantly smaller vessel compared with other deepwater drillships.

Both tables were compiled in January of their respective years. There are some striking differences. For example, even with five fewer companies in the 2012 table, there is only a 27 rig difference in the total number of rigs, 581 in 2012 compared with 608 in 2011. The 581 rigs in the 2012 survey represent 70% of the worldwide offshore rig fleet of approximately 830 units. The close figures for total rigs owned by the top 10 companies compared with the top 15 is partly the result of a couple acquisitions among the top 15 contractors. For example, during 2011, Ensco acquired Pride International, increasing its number of rigs from 48 in 2011 to 76 in 2012.

It is important to note that while each company's rig total includes those under construction, these rigs are not included in the regional figures. For example, while Rowan has 34 total rigs, that figure also includes three drillships under construction; so its fleet of operational units totals 31.

The impact of acquisitions
Hercules Offshore purchased Seahawk's 20 rigs, increasing its fleet from 34 to 51 in 2012. The increase doesn't total 20 rigs due to Hercules selling or otherwise removing several rigs from its fleet during 2011. Noble Corp. saw its fleet increase by a net of 10 units, partly a result of acquiring Frontier Drilling, which had several units under construction. Three of those rigs, drillships Bully I, Bully II, and Globetrotter I, were delivered recently. All of the rigs are contracted.

Ensco purchased Pride International, increasing its offshore fleet from 48 rigs in January 2011 to 76 rigs this year. The company also has seven rigs under construction, including two drillships and two semisubmersibles. Also, Transocean purchased Aker Drilling, which added two sixth- generation ultra-deepwater semisubmersibles to its fleet; as well as two ultra-deepwater drillships under construction – in addition to four rigs Transocean ordered on its own.

Construction activity doubles
In addition to the several acquisitions among the top 15 companies, numerous contractors also turned to the newbuild market, ordering mainly deepwater and ultra-deepwater drillships, along with a few semisubmersibles and a handful of large jackups. In total, among the top 10 companies this year, 49 rigs were under construction. This compares with 25 rigs under construction among the top 15 companies in January 2011. Companies with the most new rigs under construction this year are Noble and Seadrill, both with 11 rigs being built at the beginning of 2012.

Noble still has one drillship under construction from the Frontier Drilling purchase which is set for delivery in 2013. Additionally, the company has two drillships set for delivery in 2013 and two more in 2014. The company also has four newbuild jackups with deliveries ranging between 2012 and 2014.

The unique Noble Bully drillships were jointly designed by Shell and Noble, and can be equipped to drill in up to 10,000 ft of water, although they presently are equipped to drill in up to 8,250 ft of water. The rigs feature a compact box-type drilling tower known as a multi-purpose tower, instead of a conventional derrick. The aim is to maximize productivity and safety and allow for a significantly smaller vessel when compared to other deepwater drillships of similar capacity. The Noble Bully I and Noble Bully II feature ice-class hulls and increased automated technology for enhanced personnel safety. The Noble Bully I is operating in the Gulf of Mexico and will first drill on Shell's Mars B Olympus development; while the Noble Bully II will begin operations in Brazil, also for Shell, in early 2012.

Seadrill's 11 rigs under construction includes three ultra-deepwater drillships set for delivery during 2013, five jackups scheduled to be delivered in 2012 and 2013, and three barge-mounted tender-assisted units with delivery set for 2013. Ensco has four rigs under construction, two ultra-deepwater drillships and two semisubmersibles in their 8500 Class series, scheduled for delivery during 2012 and 2013. Three rigs under construction for Diamond Offshore are all ultra-deepwater drillships being built by Hyundai Heavy Industries and set to be delivered during 2012. Rowan Companies, traditionally a jackup rig operator, entered the floater market with its order in 2011 of three ultra-deepwater drillships for delivery during 2013 and 2014.

E&P activity increases
One telling figure that illustrates an improved business climate in most regions of the world is the number of rigs working in the 2012 table compared with the 2011 table. The 400 working rigs in January 2012 is a 19% improvement over the 336 rigs working in January 2011 with five fewer companies, making the increased number of rigs working even more significant.

Transocean's sixth-generation drillship Discoverer Luanda is an enhanced enterprise-class, double-hulled vessel equipped with the company's dual-activity drilling technology. The rig is rated to drill in up to 12,000 ft of water.

The top 10 contractors this year had 107 rigs stationed in the U.S. Gulf of Mexico compared with 126 a year earlier. The figure reflects the number rigs exiting the region for better markets elsewhere due to the effects of the deepwater drilling moratorium and the slow pace of permitting that followed. Numerous premium jackups also mobilized for better contract terms and higher dayrates to other areas, including the Middle East and Mexico.

Of the semisubmersibles that relocated from the Gulf, a couple returned to the region during 2011. As more drilling permits are granted, it's expected that more deepwater rigs will return to the region. Also, several of the deepwater and ultra-deepwater rigs under construction are contracted to work initially in the U.S. Gulf of Mexico and are scheduled for delivery during the next few years.

The 98 rigs in Latin America operated by the top 10 offshore contractors in January 2012 is only slightly less than the 105 units tallied in the 2011 table. Although technically in North America, rigs operating offshore Mexico are included in this figure. The number of rigs operating offshore Mexico is expected to increase this year as Pemex tenders for additional jackups. The number of semisubmersibles could also increase slightly as the company looks toward exploring for and developing its potential deepwater and ultra-deepwater reserves.

Petrobras is continuing its plans to charter and/or own a couple dozen deepwater and ultra-deepwater rigs during the next few years. The Brazilian state oil company has been planning this scenario for several years, tendering for deepwater rigs for long-term contract. The company wants to build the rigs with as much local content as possible, a potential issue because there presently isn't enough shipyard capacity in Brazil to build as many rigs as it requires in the timeframe it specified. Still, Petrobras continues to move forward with the program, so expect a significant increase in deepwater exploration and development activity in the next few years and beyond.

The number of rigs in the North Sea and Northwest Europe increased slightly to 65 compared with 62 in January 2011, which is expected to continue increasing as more new harsh-environment jackups are delivered. For example, Noble took the Friede & Goldman JU-2000 design jackup, enhanced their capability and designated them the JU-3000 Class. Noble ordered four of these rigs in late 2010 and early 2011 at Jurong Shipyard in Singapore with deliveries set to begin early this year. The rigs will have a 75--ft cantilever reach, 2.5 -million-lb hookload capacity, a high-capacity mud circulating system and a 15,000 psi BOP. They will be capable of off-line pipe handling and provide accommodations for up to 150 people. They can operate in up to 400 ft of water and drill to 35,000 ft.

Gusto MSC's jackups continue to grow in number as well as size, being designed now with the capability of operating in the harsh North Sea environment in up to 175 m (575 ft) with its recently introduced CJ80 iteration. Maersk Drilling bought two of the slightly smaller variation, ordering two CJ70-X150-A rigs at Keppel FELS in Singapore for a whopping $1.2 billion. Maersk's CJ70 rigs are rated to operate in up to 500 ft of water (450 ft in North Sea conditions) and drill to 35,000 ft.

The number of offshore rigs in West Africa owned and operated by the top 10 offshore contractors is exactly the same as a year ago, at 54 units. However, there were some changes in individual company activity this year compared with January 2011. For example, two companies in the top 15 in January 2011 are not among the 10 largest, including Saipem, which operated five rigs in the region in January 2011. Pride International accounts for most of the rigs that Ensco is operating in the region in January 2012.

Middle East figures are down from 78 rigs in January 2011 compared to 60 rigs in January 2012, primarily due to several of the top 15 contractors in 2011 not making the top 10 list. These companies include Aban Offshore with six rigs in January 2011, which is not in the top 10 this year; Nabors, which also operated six rigs last year is not in the top 10; and Saipem, which operated five rigs in the region, is not in the top 10 either. On the other hand, Ensco operated eight rigs in January 2011 but increased that figure to 11 partly as a result of the Pride International acquisition.

The number of rigs operated in the Asia/Pacific region by the top 10 offshore drilling contractors this year is down significantly from the top 15 companies a year ago. Among those companies absent from the arena are Aban Offshore and Saipem. Additionally, Seadrill had 36 rigs in the Asia/Pacific region last year but 23 in January 2012.

Fonte: http://www.offshore-mag.com/

Petróleo pode ser sustentável, diz especialista


Doutor em oceanografia diz que indústria do petróleo pode ser sustentável, desde que invista pesado em energias alternativas

Rio de Janeiro (RJ) - Em entrevista à Macaé Offshore, o especialista em questões ambientais, ntônio Libório Philomena declarou acreditar no desenvolvimento sustentável para o petróleo, mas criticou a maneira como os conceitos são propagados no Brasil. "Acredito na sustentabilidade, mas o jeito como ela é propagada não é bom. Falta uma palavra antes desta, deveria ser autossustentabilidade. Houve uma distorção do conceito no País", afirmou.

Philomena disse ainda, com base em dados estatísticos, que existe uma maioria esmagadora da população brasileira que não tem nenhum viés ambiental ou sustentável em suas rotinas, mostrando que a difusão da sustentabilidade no país é feita de maneira errônea, não só para o petróleo, mas também em diversas outras áreas.

"Pesquisa do IBGE diz que 94% da população não tem nenhum viés ambiental ou sustentável. No Brasil, quando se fala em sustentabilidade, é a sustentabilidade econômica, financeira", criticou.

Em relação às empresas de petróleo, Philomena diz que, para serem sustentáveis, elas devem investir pesadamente em outras fontes de energia. "Uma empresa de petróleo pode ser sustentável, sim, desde que destine 50% do seu lucro líquido para o investimento em energias renováveis/sustentáveis", disse.

Conteúdo local é questão de sustentabilidade

Sob o ponto de vista de Philomena, a política de conteúdo local seguida por muitas empresas, inclusive pela Petrobras, ou seja, o estímulo à produção local dos componentes dos produtos industriais é também uma questão de sustentabilidade.

"A partir do momento em que passamos a fazer em casa algo que comprávamos mais caro lá fora, já estamos sendo sustentáveis. A produção total brasileira deveria ser local, mas isso seria um sonho", completou.

Fonte: http://www.macaeoffshore.com.br/

segunda-feira, março 26, 2012

No Rio, satélites podem ajudar a monitorar exploração de petróleo


RIO – O secretário estadual do Ambiente, Carlos Minc, e a diretora-geral da ANP, Magda Chambriard, defenderam o uso de satélites para monitoramento das áreas de exploração de petróleo em alto mar, e aperfeiçoar a fiscalização de acidentes. Durante reunião na sede da Agência Nacional do Petróleo, Minc sugeriu ações preventivas para se evitar novos vazamentos de óleo nas atividades de exploração petrolífera.

De acordo com o secretário, Magda Chambriard disse acreditar que a ANP possa ser autorizada a compartilhar o primeiro satélite nacional do sistema de defesa brasileiro para suas ações de monitoramento. Segundo a diretora-geral da ANP, parte das medidas sugeridas são de competência do Ibama, como a disponibilização na internet de dados sobre os estudos geológicos realizados na área a ser explorada. Também foi discutida a disponibilização no site do órgão de informações sobre o perfil técnico dos profissionais e dos equipamentos utilizados em um eventual acidente.

Minc e Magda defenderam a capacidade da Petrobras para explorar, com segurança, as camadas de petróleo no pré-sal:
- Nós temos sim condições para operar no pré-sal, mas temos que ampliar e aperfeiçoar a nossa capacidade de monitoramento de controle das operações e de fiscalização. Queremos o monitoramento por satélite, e fico contente de que a diretora-geral da ANP tenha concordado com essa sugestão – afirmou Minc, após a reunião.

Fonte: Yahoo Notícias

Petrobras abre curso gratuito para pessoas com deficiência



A Petrobras não se esqueceu de garantir oportunidade para pessoas com deficiência ao lançar o 6° Ciclo do Programa de Mobilização da Indústria Nacional de Petróleo e Gás Natural (Prominp), que oferece cursos gratuitos no setor. A estatal garantiu 63 vagas, das 11.608 do total, para este público divididas em 14 Estados.

Os cursos com vagas para pessoas com deficiência são para o nível médio, técnico e superior, sendo que as vagas em geral também contam com cursos para o nível básico. Para concorrer a uma delas, o candidato deve ser brasileiro com 18 anos ou mais e preencher os pré-requisitos do curso desejado, informados no edital. A Petrobras salienta em suas orientações que é imprescindível a leitura do edital antes da inscrição.

Ao todo, a companhia petrolífera oferece cursos voltados para 85 ocupações no setor de petróleo e gás natural, sendo que a escolha das cidades está relacionada aos locais onde há projetos e empreendimentos do setor em execução ou previstos para os próximos anos.

A participação no curso, no entanto, não é garantia de emprego. Porém, de acordo com a Petrobras, “todas os cursos são planejados para que as pessoas estejam preparadas para atuarem no mercado, na quantidade, especialidades e localidades necessárias para a implantação dos projetos”.

Segundo a estatal, “uma prova de que a iniciativa vem dando certo é que 67% dos profissionais qualificados pelo Prominp estão empregados no mercado de trabalho formal”.
As inscrições que começaram no dia 7 de março vão até 12 de abril e devem ser feitas pela internet, na página do Prominp. Para realizá-la é preciso pagar uma taxa de R$ 25 para o nível básico, R$ 42 para os níveis médio e técnico e R$ 63 para o nível superior.

Os candidatos que possuírem Número de Identificação Social (NIS) podem ser isentos do pagamento da taxa com uma declaração da impossibilidade de pagamento. Mas para a isenção é preciso que o interessado faça inscrição até 18 de março.

Para conhecer as vagas para pessoas com deficiência por Estado e nível educacional acesse esta página.

Fonte: Terra

domingo, março 25, 2012

Petrobras inicia construção de fábrica e busca mão-de-obra


Em reunião no auditório da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, em Três Lagoas, a Petrobras anunciou a construção da maior fabrica de fertilizantes de uréia da America Latina naquela cidade, gerando mais de 21.800 empregos no Estado.

A cidade conta com um projeto chamado “Gerando o Futuro”, em parceria com a Missão Salesiana de Mato Grosso, para preparar jovens para os cursos do Prominp (Programa de Mobilização da Indústria Nacional de Petróleo e Gás Natural), com inscrições abertas ate o dia 12 e abril deste ano para a região.

Em MS, para a cidade de Três Lagoas, são 708 vagas para o nível básico e médio, com bolsas para estudo entre R$ 300 e R$ 600 mensais durante o curso para capacitação de profissionais para trabalhar na fabrica da Petrobras.

Durante o evento, o gerente de capacitação da Petrobras, Jose Renato, explicou que foi feita uma pesquisa em todo o Pais para identificar onde falta capacitação.

Em Três Lagoas, para a obra são precisos para a UFN – III, a fábrica de fertilizantes, 5.419 profissionais. São R$ 2 milhões investidos em cursos executados pelo SENAI pra qualificação. A meta para os próximos anos, e qualificar 212.638 alunos, com investimento de mais de R$ 585 milhões de reais.

As taxas de inscrição são de R$25 para o nível básico e R$ 42 para nível médio, para vagas de caldeireiro, mecânico ajustador, eletricista montador, apoio administrativo, entre outras disponíveis em WWW.prominp.com.br

Mais vagas que candidatos

Em Mato Grosso do Sul, a quantidade de vagas por candidato e menor do que a quantidade de vagas, conforme ressaltou Jose Renato. “E o menor índice de participação no Brasil”.

A prefeita de Três Lagoas, Márcia Moura, ressaltou que o investimento da indústria feito na cidade e um presente para o Estado. A vice-governadora Simone Tebet, que confirmou presença no evento, não compareceu.

Márcia Moura chamou a atenção para os professores presentes inscreverem os alunos para participarem do evento, destacando a importância da qualificação profissional para o maior empreendimento da companhia de gás e petróleo no Brasil, cerca de R$ 9 bilhões.

Fonte: http://www.midiamax.com/

Especialistas: “caça às bruxas” no caso Chevron assusta investidores


A dimensão que o caso da Chevron ganhou no Brasil, e atuação de vários atores na investigação do vazamento de petróleo, produzem uma reação desarticulada e “desproporcional” que pode assustar investidores estrangeiros, avaliam especialistas. Segundo analistas estrangeiros do setor, implicações criminais contra as empresas americanas Chevron e Transocean e multas altas lavradas antes da conclusão das investigações podem alimentar a percepção de um ambiente protecionista com relação à indústria do petróleo no Brasil, e adverso para investidores estrangeiros.

De acordo com Christopher Garman, diretor para América Latina da consultoria Eurasia Group, baseada em Washington, a impressão no exterior para quem não conhece o Brasil a fundo é a de que há uma certa “demonização” de empresas estrangeiras na indústria do petróleo e uma tendência do governo a restringir o setor a um monopólio da Petrobras. “A visão que se tem de fora lendo a cobertura da imprensa internacional é que está tendo uma caça às bruxas contra a Chevron”, afirma.

Garman diz acompanhar de perto a indústria e as políticas de petróleo no Brasil e considera que a impressão de protecionismo no setor não procede, mas vem recebendo questionamentos de seus clientes nos últimos dias e tem precisado assegurá-los de que o governo não pretende restringir a participação de empresas estrangeiras no setor.

De igual para igual
Na semana passada, a Chevron confirmou a ocorrência de um novo vazamento na área do Campo de Frade, na Bacia de Campos, na costa do Rio de Janeiro, próximo ao local onde 2,4 mil barris de petróleo vazaram em novembro do ano passado. Desde então, autoridades investigam as causas das novas fissuras e se estão relacionadas ao primeiro acidente. Thomas Pyle, presidente do Instituto de Pesquisa em Energia (IER), nos Estados Unidos, considera que a reação brasileira tem sido “desproporcional”. Sobretudo a ação criminal contra ambas as empresas e 17 de seus executivos, oficializada na quarta-feira, pode assustar o mercado global, afirma.

“Se o Brasil adotar uma mão pesada em relação a este episódio, pode mandar uma mensagem confusa para o mercado internacional e deixar a impressão de que está tratando a Chevron, uma empresa estrangeira, de forma diferente que a Petrobras, que é estatal”, considera. Para ele, isso poderia inibir a participação estrangeira em investimentos no pré-sal. Ele ressalta a importância de que as regras sejam aplicadas de maneira uniforme e consistente. “É preciso encontrar um equilíbrio em relação à regulação, ter segurança na resposta e assegurar que as empresas (estrangeiras) estão jogando de igual para a igual com a Petrobras”, diz.

A denúncia criminal veio depois de a Justiça Federal proibir, no fim de semana, 17 executivos e funcionários das empresas de deixar o país sem autorização judicial. Na segunda-feira, o Ministério Público Federal e a Polícia Federal acusaram a Chevron de ter adotado pressão superior à tolerada para perfurar o solo, causando o acidente. A hipótese está sendo investigada pela Agência Nacional do Petróleo (ANP).

No Rio de Janeiro para a posse da nova diretora-geral da ANP, Magda Chambriard, a presidente Dilma Rousseff disse que todas as empresas que exploram petróleo devem atuar com responsabilidade e segurança operacional. “As empresas que aqui vierem se instalar e as que já estão instaladas devem saber que protocolos de segurança existem para ser cumpridos. É necessário ficar dentro dos limites de segurança e, algumas vezes, até abaixo, mas nunca pressionados e jamais ultrapassados”, afirmou, sem citar diretamente a Chevron.

Ação desarticulada
Coordenador do Laboratório Interdisciplinar de Meio Ambiente da Coppe/UFRJ, La Rovere diz que o fato de o Brasil não ter, ainda, um Plano Nacional de Contingência impede a articulação necessária para responder ao vazamento. “Hoje o que vemos é uma ação muito desarticulada, porque não há uma clara atribuição de responsabilidade de quem faz o quê. Então todo mundo tenta resolver o problema ao seu modo, com os instrumentos que tem à mão”, afirma Emílio La Rovere.

Assim, enumera, o Ibama aplicou multas, a Justiça Federal determinou o confisco de passaportes de executivos das empresas e o MPF entrou com uma ação criminal. “Cada um usa a sua arma, mas para proteger o meio ambiente e dar uma resposta eficaz à sociedade, é preciso uma ação coordenada”, cobra ele. O advogado Guilherme Barbosa Vinhas, especialista no setor petrolífero, considera que “falta serenidade” na reação ao episódio.

“Acho que essa ansiedade dos órgãos de dar uma resposta e atender, ainda que de forma atabalhoada, aos anseios da sociedade, produz notícias erradas e ruins”, afirma. Ele acredita que a maioria das ações judiciais e processos administrativos não irão condenar as empresas “por absoluto equívoco técnico”, já que estariam lastreadas em informações imprecisas.

Confusão
Na tarde de quarta-feira, o Ministério Público Federal (MPF) formalizou a denúncia criminal contra as empresas americanas Chevron e Transocean e 17 de seus executivos por crime ambiental e dano ao patrimônio público. A Chevron classificou de “ultrajante” e “sem mérito” as acusações. Em comunicado, a empresa afirmou que vai defender “vigorosamente” seus funcionários e negou que tenha sido negligente ou imprudente no episódio.

A denúncia do MPF pode ser confundida com uma política de governo no exterior, considera Christopher Garman. Enquanto no Brasil o Ministério Público é um órgão independente, em muitos países, procuradores federais são ligados ao poder executivo. “Muitas vezes os investidores não reconhecem que o Brasil tem um sistema democrático complexo com vários atores independentes, cada um com sua própria agenda. A ação do Ministério Público não teve apoio ou simpatia do governo federal, mas o estrangeiro não reconhece que não é vontade do governo”, afirma.

“Acho que as pessoas no Brasil têm que se dar conta de que a leitura externa que está sendo feita de tudo isso é negativa, ainda que não condiga com a realidade”, afirma. Ele não acredita que a situação vá afugentar investimentos no Brasil, mas acha que pode passar uma impressão negativa também para empresas de outras áreas.

Da BP à Baía de Guanabara
Garman considera que, no contexto atual, qualquer acidente geraria um debate nacional, após o vazamento de quase 5 milhões de barris de petróleo em plataforma da BP, no Golfo do México, em 2010; e diante dos desafios da exploração do pré-sal. “O país está desenvolvendo uma nova fronteira de petróleo, com uma nova tecnologia em que ainda não há os padrões de segurança, e isso gera uma ansiedade no público. Toda essa ansiedade gerou esse ambiente”, afirma.

Depois do acidente da BP, a discussão de um Plano Nacional de Contingência para acidentes no setor voltou a ser discutida no Brasil. Mas Emilio La Rovere lembra que o mesmo ocorrera 10 anos antes, após o vazamento de petróleo na Baía da Guanabara, em 2000. Desde então, o Brasil discute, e adia, a aprovação de um plano de contingência. “Estamos com um cenário em que a produção de petróleo deve ser triplicada nos próximos 10 anos. Obviamente, isso triplica também a probabilidade de acidentes, que ocorrem com certa frequência no mundo todo. Não é risco zero. Por isso, é preciso estar muita alerta ao que vai acontecer no Brasil nessa área”, frisa.

Fonte: BBC Brasil (Júlia Dias Carneiro )

Workshop apresenta negócios gerados pela Cadeia Produtiva de Petróleo, Gás e Energia


Prefeita Márcia Moura prestigiou o evento e reforçou a parceria da Administração Municipal com a Petrobras e Sebrae

A prefeita Márcia Moura (PMDB) participou, na sede do Sebrae Regional Bolsão, do workshop “Oportunidades de Negócios em Três Lagoas e Brasilândia” para empresários, micro e pequenos empresários de Três Lagoas e Região.
O evento teve como objetivo apresentar as oportunidades de negócios geradas pela Cadeia Produtiva de Petróleo, Gás e Energia em Três Lagoas e Brasilândia. Para tanto, foi realizada uma pesquisa junto à população dos dois municípios e profissionais hospedados em hotéis de Três Lagoas. Além da população pesquisada, as unidades da Petrobras instaladas em Três Lagoas também identificaram segmentos da cadeia produtiva com possibilidades de fornecimento.

O diretor técnico do Sebrae/MS, Tito Estanqueiro, ressaltou a parceria Sebrae/Petrobras e a participação dos gestores e empresários municipais no projeto. “Não adianta o Sebrae e a Petrobras terem esse projeto se as lideranças não estiverem engajadas e não perceberem que essa parceria é fundamental para o desenvolvimento dos municípios”, destacou Tito.

O convênio entre as duas instituições também foi citado pelo gerente setorial administrativo da Usina Termelétrica Luis Carlos Prestes, Roberto Fedel. “Esse primeiro fruto é resultado de um estudo realizado com a população com o objetivo de incentivar o mercado local de fornecedores para que eles conheçam além das exigências técnicas as oportunidades oferecidas pelo setor. Dentro dessa filosofia é que foi assinado esse convênio que irá até 2014”, disse Fedel.

Representando o prefeito de Brasilândia, Antônio de Pádua Thiago, a chefe de Gabinete, Priscila Barbosa Gomes da Silva, destacou o desenvolvimento que a região vem passando nos últimos anos. “Brasilândia é um município que vem sentindo esse crescimento e a população está se capacitando cada vez mais, buscando aperfeiçoamento profissional e novas oportunidades”, enfatizou Priscila.

Em sua fala, a prefeita Márcia Moura reforçou a parceria da Administração Municipal com a Petrobras e Sebrae para um crescimento de qualidade e sustentável. “Esta é uma noite muito significativa que traz a oportunidade para quem quer crescer. No ano de 2011 foram mais de mil pequenas e micro empresas abertas e novos investimentos estão chegando com pessoas preparadas e que querem saber mais sobre as exigências sociais, ambientais, educacionais e legais. Parabéns a todos pela iniciativa, pois tudo que se inicia com planejamento já tem sucesso garantido”, concluiu a prefeita.

Também participaram do evento o presidente da Associação Comercial e Empresarial (ACE) de Três Lagoas, Vanderlei Ramos Duarte; a presidente da Associação Comercial de Brasilândia, Mildredi Kobayashi; o secretário municipal de Desenvolvimento Econômico, Marco Garcia de Souza, e os vereadores, Tonhão (PMDB) e Idevaldo Claudino (PT).

Após a abertura do evento, o consultor do Sebrae, Rogério Allegretti, ministrou uma palestra sobre as oportunidades de negócios identificadas no diagnóstico da demanda e oferta de bens e serviços das Unidades da Petrobras em Três Lagoas.

Saiba mais sobre o Programa da Cadeia Produtiva de Petróleo, Gás e Energia

O Sebrae e a Petrobras firmaram uma parceria para promover o desenvolvimento da Cadeia Produtiva de Petróleo, Gás e Energia do Território de Influência da Unidade Fertilizantes Nitrogenados III (UFN-III) e da Usina Termelétrica Luis Carlos Prestes em Três Lagoas.

Por meio dessa parceria pretende-se aumentar o número de micro e pequenas empresas fornecedoras do Estado de Mato Grosso do Sul, gerar mais empregos, melhorar o volume de vendas das participantes, capacitando e orientando empresários para o desenvolvimento empresarial e sustentável da região por meio de consultorias e treinamentos.

Fonte: http://www.jornaldiadia.com.br/

sábado, março 24, 2012

Vale e Petrobras estão entre as empresas mais lucrativas das Américas


Mineiradora ganhou uma posição e foi a quinta companhia de capital aberto que mais lucrou em 2011; Petrobras caiu seis posições e ficou em oitavo lugar.

A Vale e a Petrobras terminaram 2011 entre as empresas mais lucrativas dos Estados Unidos e da América Latina, segundo levantamento da empresa de informação financeira Economatica. Com 20,2 bilhões de dólares de lucro no ano passado, a Vale ganhou uma posição em relação a 2010 e se tornou a quinta empresa das Américas. Com 17,8 bilhões de dólares, a Petrobras caiu da segunda para a oitava posição no ranking.

Se consideradas apenas as empresas da América Latina, a Vale alcança a liderança e a Petrobras, a segunda posição. Entre as dez primeiras do ranking das Américas elaborado pela Economatica, apenas as duas não são americanas.

Estados Unidos – A Exxon Mobil permaneceu na liderança da amostra em 2011. A petroleira americana teve lucro de 41,1 bilhões de dólares no ano passado, à frente da Apple, segunda colocada, com 33 bilhões de dólares. Levantamento da Economatica mostra a gigante do setor tecnológico como a única empresa com valor de mercado acima de meio trilhão de dólares. Em 2010, ela ocupava a oitava colocação.

Outro destaque do ranking é a AIG. A empresa de seguros, que em 2010 ocupava a 27ª colocação, subiu 19 posições e, com um lucro de 17,8 bilhões de dólares, fechou 2011 à frente da Petrobras. Completam a lista das dez maiores a petroleira Chevron Texaco (3ª posição), a empresa de software Microsoft (4ª), o banco JP Morgan Chase (6ª), a rede Walmart (9ª) e o banco Wells Fargo (10ª).

Fonte: VEJA

Pré-sal traz nova realidade à exploração de petróleo no mundo, destaca Dilma


Rio de Janeiro – A presidenta Dilma Rousseff afirmou que a nova diretora-geral da Agência Nacional do Petróleo, Magda Chambriard, assume o cargo em um momento em que a entidade defende a garantia de uma exploração sustentável, com respeito aos principais requisitos de segurança. Ela destacou que os desafios do pré-sal trazem uma “nova realidade à exploração e prospecção de petróleo no mundo”.

“Ninguém aqui desconhece que diante da importância da economia internacional o petróleo não é pura e simplesmente uma mercadoria. Estamos vendo isso quando temos uma recessão nos países desenvolvidos e o petróleo chega a US$ 124, US$ 125 o barril”, disse, durante a cerimônia de posse de Magda Chambriard.

A presidenta acrescentou que diante desse cenário, a agência tem diante de si um grande desafio que “é a regulação e a estabilização da exploração do pré-sal”. Segundo a presidenta, o governo vai enfrentar isso “com toda a tranquilidade”. “O governo com sua parte, a ANP com autonomia, mas com respeito à legislação vigentes no país”, destacou.

Ela ressaltou que os protocolos existentes no país devem ser cumprimos por todas as empresas que já estão instaladas em território nacional e por aquelas que pretendem atuar no Brasil. “As empresas que aqui vierem se instalar, bem como as que já estão aqui, devem saber que protocolos de segurança existem para serem cumpridos. Nessa questão não há exceções. Devem saber que é necessário ficar dentro dos limites de segurança e às vezes abaixo deles, nunca os pressionar e jamais os ultrapassar”, enfatizou.

Fonte: Agência Brasil/Thais Leitão

Empresas japonesas investirão em projeto da Petrobras


Tóquio – Três companhias japoneses Mitsui & Co., Mitsui O.S.K. Lines e Marubeni Corp. fecharam um acordo para investir em uma FPSO (unidade que produz e armazena petróleo) da Modec, que será usado pela Petrobras, anunciaram as companhias japonesas. O valor do investimento não foi revelado.

Sob os termos do acordo, as três companhias investirão na unidade holandesa da Modec, que tem um contrato de 20 anos com a PNBV, unidade holandesa da Petrobras, para fretar a FPSO para a produção na área de Cernambi Sul, na camada pré-sal na costa do Brasil.

A unidade está sob construção e programada para iniciar operações no terceiro trimestre de 2014 com uma capacidade de produção de 150 mil barris de petróleo bruto por dia e 280 milhões de metros cúbicos diários de gás natural. As informações são da Dow Jones.

Fonte: Agência Estado – Uma empresa do Grupo Estado

sexta-feira, março 23, 2012

Petrobras abre novo concurso


Serão 1251 vagas para os níveis médio e superior

Rio de Janeiro (RJ) - Na próxima terça-feira (27), serão abertas as inscrições para o novo concurso da Petrobras. Serão oferecidas 1251 vagas para diversos cargos nos níveis médio e superior. Entre as vantagens apresentadas estão a remuneração, que pode variar de R$ 1.994,30 a R$ 6.883,05, conforme cargo, benefícios e auxílios.

Para participar da seleção, o profissional deve ter idade mínima de 18 anos; estar em dias com as obrigações eleitorais e militares; ter aptidão física e mental para o exercício das atribuições do cargo e realizar sua inscrição até 11 de abril pelo site www.cesgranrio.org.br, com limite das 23h59 do último dia. As taxas serão de R$ 35,00 e R$ 50,00 e a partir do dia 2 de maio, o candidato deve conferir e imprimir o cartão de confirmação de inscrição.

De acordo com a Petrobras, em edital de abertura, são 647 vagas de nível superior para o Polo Nacional e 874 oportunidades de nível médio/técnico divididas entre as demais localidades. Do total geral, 25 vagas são destinadas a pessoas com deficiência.

As vagas são para os Polos Nacional e do Sergipe, Espírito Santo, Rio de Janeiro, Bahia, Minas Gerais, Amazonas, Ceará, Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Macaé (RJ), Paulínia (SP), Santos (SP), Alagoas, Pernambuco, Santa Catarina, Rio Grande do Norte, são José dos Campos (SP), São Paulo, Goiás, Maranhão, Paraná, Mauá (SP), Pará e São Mateus do Sul (PR).

Fonte: Redação Macaé Offshore com informações da Petrobras

Brasil lidera tecnologia do petróleo, mas pré-sal pode lesar Ministério

Além dos setores agrícola e aeronáutico, petróleo é um dos grandes exemplos do desenvolvimento brasileiro, mas royalties do pré-sal podem descapitalizar Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação

Marcus Lotfi

Rio de Janeiro (RJ) - Durante aula inaugural no auditório da Coppe/UFRJ nesta sexta-feira, 16, o ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Marco Antônio Raupp, disse que o setor de petróleo, além dos setores agrícola e aeronáutico, é um dos grandes exemplos de desenvolvimento no país e ressaltou a importância do Parque Tecnológico do Rio de Janeiro para o posicionamento do Brasil na questão da ciência e inovação nestas áreas.

"O Brasil produz 2,7% da ciência mundial e é liderança tecnológica em várias áreas, sobretudo nas áreas agrícola, aeronáutico e de petróleo", disse Raupp. O ministro ressaltou, ainda, a importância da cadeia produtiva de pequenos e médios fornecedores das estatais que trabalham nas frentes notáveis do desenvolvimento brasileiro. "O Brasil se movimenta de maneira real para a inovação e o desenvolvimento. Meus grandes exemplos, que gosto sempre de citar são a Embrapa, a Petrobras e a Embraer, sem contar a cadeia produtiva de pequenas e médias empresas", afirmou.

Ministério pode perder R$ 12,2 bi com royalties

Desde a descoberta do pré-sal, o governo federal vem refazendo a legislação relativa à exploração e produção de petróleo. Entre as modificações, está um novo modelo de partilha dos royalties que pode fazer com que, até 2020, o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação deixe de receber R$ 12,2 bilhões.

De acordo com Raupp, uma das estratégias do Ministério para que esse quadro não se concretize é a fixação de um índice mínimo de repasse dos recursos dos estados e municípios diretamente para a educação, ciência e tecnologia.

"Ciência e Inovação são duas faces da mesma moeda; e sem educação, não há ciência. Diminuir as atividades em quaisquer desses dois lados geram prejuízos difíceis de serem recuperados. Não podemos perder nenhuma dessas batalhas", completou.



Coppe no Programa de Apoio da Embrapii

Antes da aula inaugural, o ministro anunciou a inclusão da Coppe/UFRJ no Programa de Apoio Institucional coordenado pela Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (Embrapii). A conferência foi acompanhada por mais de 300 pessoas, entre estudantes, professores, funcionários e representantes de instituições de pesquisa e de empresas de base tecnológica.

A Coppe almejava ser incluída no programa há algum tempo. Ao passar a fazer parte da rede de inovação da Embrapii, a instituição receberá um aporte de recursos para desenvolver novas tecnologias em diferentes áreas e produtos inovadores, com metas definidas a serem cumpridas. As instituições que compõem a rede recebem recursos adicionais por meio de um contrato de gestão e são avaliadas pela empresa.

O contrato entre a Coppe e a Embrapii deverá ser assinado ainda no primeiro semestre deste ano. Criada em 2011 pelo Governo Federal, por meio do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), a Embrapii tem como objetivo incentivar a inovação tecnológica, aproximando universidades, instituições de pesquisa e as empresas. A visita à Coppe e à UFRJ foi o primeiro compromisso oficial do ministro fora de Brasília desde a sua posse, em janeiro deste ano.

“Quando eu assumi o Ministério, disse que o primeiro lugar que eu queria visitar era a Ilha do Fundão. Queria ver a Coppe, o Parque Tecnológico da UFRJ e as empresas já instaladas. Um dos nossos grandes desafios é conjugar ciência e inovação. O que já está sendo feito aqui é a proposta do nosso Ministério”, afirmou Marco Antonio Raupp. O ministro lembrou a ligação que vem mantendo com a Coppe ao longo de sua carreira. “Sempre estive perto da Coppe. Sempre bebi dessa fonte”, destacou Raupp, citando, entre outros, o nome do professor Giulio Massarani.

A agenda do ministro na Universidade foi iniciada com um café da manhã na Coppe, que reuniu cerca de 50 pessoas, entre representantes da comunidade acadêmica, de centros de pesquisa e de grandes empresas instaladas no Parque Tecnológico da UFRJ. Um pouco antes da aula inaugural, Marco Antonio Raupp visitou o Núcleo Interdisciplinar de Dinâmica de Fluidos (NIDF) da Coppe, onde acompanhou demonstrações das pesquisas realizadas no local.

Com informações da Assessoria da Coppe/UFRJ.

Fonte: http://www.macaeoffshore.com.br/

'Não fomos negligentes', diz Chevron


Petrolífera divulgou nota negando imprudência ou negligência em Frade

Rio de Janeiro (RJ) - Depois da acusação do Ministério Público Federal (MPF), a Chevron divulgou uma nota negando imprudência ou negligência na perfuração no campo de Frade, na Bacia de Campos, e qualquer relação entre o vazamento de petróleo ocorrido na semana passada e o de novembro. Além disso, a empresa afirmou que a ação do MPF é ultrajante e sem mérito.

"A Chevron não foi imprudente nem negligente. A empresa segue as melhores práticas da indústria no Brasil e em todos os lugares onde opera no mundo", diz o documento. Segundo a companhia, estudos realizados até agora não apontam provas de que os dois derramamentos estejam relacionados. O primeiro incidente estaria relacionado a um aumento de pressão inesperado (chamado de kick) na hora da perfuração, quando no segundo não havia perfuração em andamento.

A nota também relata que amostras de óleo coletadas do segundo derramamento analisadas pelo laboratório Ipex indicam que o óleo não é proveniente do reservatório de produção do Frade. Segundo a Chevron, o esclarecimento dos fatos vai demonstrar "que a empresa e seus empregados responderam de forma apropriada e responsável ao incidente".

O advogado da Chevron no caso, Nilo Batista, contestou a competência da Comarca de Campos para fazer a denúncia em relação ao vazamento de óleo ocorrido em novembro. Segundo ele, o derramamento ocorreu a uma distância superior a 12 milhas da costa - ou seja, fora de águas territoriais brasileiras. E o Código Penal prevê que, em caso de extraterritorialidade, a competência é da comarca da capital do estado que por último residiu o acusado, ou seja, o Rio.

Fonte: O Globo

terça-feira, março 20, 2012

Prevenção antivazamento de petróleo é frágil no país


Com perspectiva de se tornar um dos maiores produtores mundiais de petróleo nos próximos dez anos, o Brasil não sabe quanto já vazou de líquido em seu território.

Órgãos responsáveis pelo controle ambiental como Ibama, ANP e Marinha, procurados pela Folha, disseram não ter registro histórico dos vazamentos.

Para agravar a situação, o país também investe pouco em pesquisas para encontrar novas tecnologias da prevenção de acidentes. Já para as áreas de exploração, produção e limpeza pós-vazamentos, os recursos são elevados.

O Plano Nacional de Contingência, esperado desde o início da década, está pronto, mas ainda depende da aprovação de inúmeros ministérios e da presidente Dilma antes de ser implantado.

Enquanto isso, vazamentos continuam ocorrendo no país. O mais recente, no bloco explorado pela Chevron na bacia de Campos, deixou claro o quão pouco se conhece a respeito da exploração em águas profundas.

Quatro meses depois de um acidente que jogou ao mar 2.400 barris de petróleo, um novo vazamento surgiu a três quilômetros do local do primeiro acidente.

As causas ainda não são conhecidas e especialistas divergem se o segundo é consequência do primeiro.

Para Adriano Pires, diretor do Centro Brasileiro de Infraestrutura, o segundo vazamento mostrou mais uma vez como as autoridades brasileiras estão despreparadas para evitar acidentes.

“A culpa é tanto do governo quanto da Chevron. A indústria do petróleo é uma atividade de risco, tinha de fiscalizar para evitar esse segundo acidente”, afirmou.

A ANP autuou a Chevron pelo segundo acidente, mas, passados quatro meses do primeiro, ainda não concluiu o processo administrativo contra a empresa. Sem concluir o processo, não se pode determinar o valor da multa.

“Faltam algumas vírgulas”, disse a nova diretora-geral da agência, Magda Chambriard. A autarquia afirma que tem papel importante na prevenção de acidentes, fazendo auditorias regulares de segurança operacional nas plataformas e analisando a documentação, entre outras providências.

SEM PESQUISA

Um dado sintomático é revelado pela Finep (Financiadora de Estudos e Projetos), ligada ao Ministério da Ciência e Tecnologia.

Lá não existem propostas para estudos visando aumentar a prevenção de acidentes na indústria do petróleo.

Os esforços de pesquisa são no sentido de melhorar o desempenho da exploração e produção pelas empresas ou para limpeza pós-vazamento.

“Não houve tempo ainda de construirmos uma demanda específica para prevenção, mas qualquer projeto bem estruturado terá todo apoio para ser desenvolvido. É hora de o país começar a pensar nisso”, disse o chefe do departamento da área de planejamento da Finep, Rogério Medeiros.

A Finep financiou em 2011 R$ 4 bilhões para estudos da cadeia de petróleo e quer aumentar esse valor para R$ 40 bilhões em poucos anos.

Fonte:Folha/DENISE LUNA/DO RIO

SKF abrirá centros de manutenção para área de petróleo e gás


Área de serviços industriais pretende responder por 30% do faturamento da fabricante de peças, hoje em R$ 800 milhões, em até três anos.

A área industrial da SKF do Brasil quer estar mais próxima dos clientes. Para isso, a companhia vai inaugurar quatro escritórios regionais especializados na manutenção de equipamentos pesados.

A primeira cidade escolhida foi Macaé, no interior do Rio de Janeiro, para atender as empresas de óleo e gás. Essa é a primeira iniciativa da companhia no segmento e, de acordo com o diretor de serviços industriais da SKF, Carlos Alberto Fernandes, a ideia é tornar o escritório a base das operações off shore da companhia na América do Sul.

Hoje, a SKF tem unidades desse tipo somente nos Estados Unidos, Oriente Médio, Escócia e Noruega.

“Começamos a atuar na área de serviços industriais em 2000, mas atendíamos apenas a partir de São Paulo. Com o aumento de clientes de manutenção, tivemos que expandir nossos domínios. É muito difícil atender o cliente de longe”, explicou o executivo.

O projeto da SKF é abrir escritórios em Belo Horizonte, para atender os clientes de mineração e siderurgia, em Três Lagoas, (MS) para o setor sucroenergético e em Camaçari (BA), para ficar perto das empresas petroquímicas da região.

Ao se instalar nessas cidades, a SKF pode atuar em duas frentes: suporte a rede de distribuidores autorizados de peças e serviços em manutenção industrial.

Segundo Fernandes, a SKF monitora eletronicamente rolamentos, correias, polias, acoplamentos e correntes instalados nos equipamentos pesados, ajudando a aumentar a eficiência operacional das indústrias e a reduzir os custos das operações com paradas não programadas em máquinas e equipamentos.

Faturamento crescente

“A área de serviços está crescendo dentro da companhia. A meta é dobrar o faturamento da divisão até 2015, o que responderá por 30% das vendas da SKF”, disse Fernandes.

No ano passado, a SKF no Brasil faturou R$ 800 milhões e o segmento de serviços respondeu por R$ 60 milhões.

Para isso, a empresa vai abrir nos próximos três anos mais dois escritórios regionais.

“Ainda não definimos onde eles serão instalados, mas provavelmente deverão ser no Nordeste do país”, disse o executivo, acrescentando que em 2015 a empresa terá seis novas unidades.

Fonte: Brasil Econômico/Ana Paula Machado

Solo próximo ao campo da Chevron no Rio pode afundar


O governo estaria trabalhando com a hipótese de novos vazamentos de petróleo no Campo de Frade, na Bacia de Campos, no Rio, e de afundamento do solo, com o surgimento de novas fissuras no fundo do mar por onde o óleo pode escapar.
A Agência Nacional de Petróleo (ANP) e o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama) avaliam a hipótese de que a perfuração realizada pela empresa Chevron na região, que levou ao vazamento de petróleo em novembro do ano passado, pode ter comprometido uma área com raio de 3,5 quilômetros a partir do poço que vazou e foi concretado em 2011.
De acordo com especialistas, a situação é preocupante. Ainda não há tecnologia para enfrentar o problema. Com o segundo vazamento de óleo por uma fissura, comunicado pela Chevron na semana passada, a empresa diz que a suspensão da produção “é uma medida de precaução e visa a realização de um amplo estudo técnico para o melhor entendimento da estrutura geológica do campo”.
No vazamento de novembro escapou o equivalente a 2,4 mil barris de petróleo. No segundo, a empresa estima 5 litros, mas segundo a Polícia Federal, o volume pode ser maior. Os especialistas temem que a pressão do óleo faça surgir novas fissuras e novos pontos de escape de óleo numa área de 7 quilômetros de diâmetro do campo da Chevron. Os dirigentes e principais técnicos da empresa estão impedidos de sair do País, conforme decisão da justiça brasileira.

Fonte: Terra

segunda-feira, março 19, 2012

O que são plataformas petrolíferas


Uma plataforma petrolífera é uma estrutura, com a possibilidade de ser habitada, localizada sobre uma lâmina de água. É usada para exploração, extracção, adequação e bombeamento de petróleo ou gás natural.

Existem 6 tipos de plataforma que vão ser explicados de seguida.

Plataformas fixas – são as mais utilizadas em lâminas de água de até 200 metros. Usualmente são construídas de estruturas modelares de aço, instaladas no local de operação presas no fundo do mar com umas estacas cravadas. Este tipo de plataformas são projectadas para perfuração, estocagem de materiais e alojamento de trabalhadores, além de tudo o que é necessário para a produção dos poços. No entanto não tem a capacidade de estocagem de petróleo ou gás, sendo estes materiais enviados para terra através de oleodutos ou gasodutos. .

Plataformas Auto-Eleváveis – este tipo de plataformas são usadas para a perfuração de poços exploratórios na plataforma continental, em lâminas de água que variam entre 5 a 130 metros. Estas plataformas são constituídas por uma balsa, ou por “pernas”, que lhe permite mecânica ou hidraulicamente movimentarem-se até ao fundo do mar.

Plataforma de pernas atirantadas – este tipo de plataforma é usada para a produção de petróleo. Este tipo de plataforma é ancorada ao fundo do mar por estruturas tubulares, com tendões fixos ao fundo do mar e mantidos esticados para a flutuação da plataforma, o que faz uma redução drástica nos movimentos da mesma. Assim, estas plataformas nas operações de perfuração, completação e produção são semelhantes as executadas em plataformas fixas.

Plataformas Semi Submersíveis – este tipo de plataforma é normalmente composto por um ou mais conveses, apoiada em flutuadores submersos. Para atenuar a possibilidade de danificar-se os equipamentos a serem descidos no poço, o sistema de ancoragem é constituído de 8 a 12 âncoras e cabos/correntes que fazem um trabalho de “mola” para restaurar a posição da plataforma que poderá ser modificada pela acção das ondas, ventos e correntes.

Navios-sonda – este tipo de plataforma é destinado à perfuração de poços em águas profundas e ultra profundas, tal como as plataformas Semi Submersíveis. Este tipo de navio é projectado para a perfuração de poços submarinos. Possui uma torre de perfuração no centro do navio, que através de uma abertura permite a passagem da coluna de perfuração. O navio é composto por sensores acústicos, propulsores e computadores que permite a posicionamento do navio anulando os efeitos do vento, ondas e correntes.

Sistemas flutuantes de produção – estes sistemas são navios de grande porte, com capacidade de produzir, processar e/ou armazenar petróleo e gás natural, estando estes normalmente ancorados num local predefinido. O petróleo depois de separado da água e do gás, o petróleo produzido pode ser armazenado no próprio navio nos seus tanques ou transferido para terra através de navios aliviadores ou oleodutos. Em relação ao gás, este é enviado para terra através de gasodutos ou re-injectado no reservatório.

Fonte: http://www.trabalhoemplataformas.com/

domingo, março 18, 2012

OGX, de Eike, comprará fatia da Maersk em blocos de petróleo


A OGX Petróleo disse nesta sexta-feira que planeja comprar uma parte dos 50% de participação da dinamarquesa Maersk Oil em dois blocos de petróleo no Brasil, para expandir seu domínio sobre a nova fronteira de petróleo ao sul da bacia de Campos (RJ).

A OGX já detém 50% dos dois blocos e quer aumentar sua participação, pois o potencial de produção de petróleo das áreas é “enorme” e melhor que o esperado, disse Eike Batista, presidente executivo e acionista controlador da OGX.

A companhia, baseada no Rio de Janeiro, é a segunda maior empresa de petróleo em valor de mercado do Brasil, e espera produzir 1,4 milhão de barris por dia de petróleo até 2020, mais da metade da atual produção do país.

Os comentários de Batista foram feitos em teleconferência com analistas nesta sexta-feira. A conferência estava marcada para discutir os planos da construtora de navios OSX Brasil de levantar US$ 1 bilhão de novo capital para financiar seus projetos de estaleiro e construção naval.

OGX e Maersk possuem cada uma 50% dos blocos BM-C-37 e BM-C-38, onde Batista disse que a OGX pretende aumentar sua participação. A Maersk é a operadora. Os blocos são adjacentes a áreas 100% controladas pela OGX, e onde a companhia começou sua primeira produção em fevereiro.

A Bacia de Campos, a nordeste do Rio de Janeiro, é fonte de cerca de 80% dos 2,68 milhões de barris por dia de petróleo e gás natural equivalente do Brasil.

A assessoria de imprensa da Maersk Oil em Copenhagem não estava imediatamente disponível para comentar. A Maersk Oil é parte da dinamarquesa A.P. Moller, do Maersk Group.

Em janeiro, a Maersk produziu cerca de 2.037 barris por dia do campo Polvo, na bacia de Campos.

Fonte: REUTERS

Segurança do Trabalho em Plataformas de Petróleo


Trabalhar numa plataforma petrolífera é bastante apetecível em termos monetários mas é também necessário conhecer os perigos da profissão para se ter segurança no trabalho em plataformas de petróleo.

As condições oferecidas aos trabalhadores são excelentes. Dispõem de todas as comodidades e luxos que se podem encontrar nos melhores hotéis. O período de férias e também bastante prolongado mas quando á para trabalhar o relógio não abranda.

Nas semanas em que um trabalhador passa nas plataformas não existem dias de descanso, as semanas têm 7 dias de trabalho.

As condições de trabalho são muito complicadas nas plataformas porque faz parte do trabalho utilizar materiais inflamáveis. Parte desses materiais são queimados em grandes chamas que todos podem ver em imagens de plataformas e os restantes tem de ser separados do petróleo.

Outro dos perigos vem do sulfito de hidrogénio um gás muito tóxico e que está presente no petróleo que é retirado do furo.

Para além disto os trabalhadores têm de usar maquinaria pesada em condições muito difíceis, debaixo de tempestades e com a influência do vento. Qualquer erro nestas condições pode levar a ferimentos graves ou mesmo pior.

As empresas apostam numa formação constante e programas de treino para situações de emergência. Por um lado estas formações protegem os empregados mas também a própria plataforma e o elevado investimento que é necessário.

A segurança do trabalho em plataformas de petróleo é fundamental e os que lá trabalham sabem disso tendo sempre presente o que aprenderam nas formações.

Fonte: http://www.trabalhoemplataformas.com/

Tipos de Plataformas Onshore


As perfurações da crosta terrestre existem já à várias centenas de anos com o objectivo de conseguir obter recursos. No inicio o recurso mais procurado era a água para a rega das colheitas e as perfurações eram feitas de um modo muito simples usando pequenas ferramentas. As coisas evoluírem e hoje já se fazem escavações a milhares de metros de profundidade usando principalmente dois métodos:

Perfuração por percussão
Neste método são utilizados pedaços pesados de metal que vão sendo “martelados” para irem perfurando. A ponta desse pedaço de metal é afiada e a sua forma e tamanho difere de acordo com o tipo de material a ser perfurado. Este tipo de perfuração é utilizada em locais em que o furo é pouco profundo e em zonas de rochas não muito duras. Fazendo uma comparação é quase como martelar um prego mas sem martelo.

Perfuração rotativa
A perfuração rotativa é a mais conhecida e utilizada hoje em dia. Nesta técnica é utilizada uma broca abrasiva que está em constante rotação. A rotação da broca e o contacto dos dentes da mesma com o material a ser perfurado leva ao desgaste da rocha e consequentemente à sua perfuração. Dependendo do tipo de material a perfurar e da sua dureza é necessário ir substituindo a broca de tempos a tempos. Este método é utilizado em locais de alta pressão e a profundidades elevadas.

Estes são os dois tipos de perfuração onshore, ou seja em terra, utilizados hoje em dia.

Fonte: http://www.trabalhoemplataformas.com/

sábado, março 17, 2012

Enfermeiros em Plataformas Petrolíferas


Uma plataforma petrolífera ou plataforma de petróleo, é uma grande estrutura usada na perfuração em alto mar para abrigar trabalhadores e as máquinas necessárias para a perfuração de poços no leito do oceano para a extracção de petróleo e/ou gás natural, processando os fluidos extraídos e levando os produtos, de navio, até a costa. Dependendo das circunstâncias, a plataforma pode ser fixada ao chão do oceano, pode consistir de uma ilha artificial ou pode flutuar.

Claro que para uma plataforma petrolífera funcionar deve ter funcionários. Os empregos para os quais se pode candidatar numa plataforma petrolífera, de uma maneira geral dividem-se em 3 áreas, área de perfuração, área de exploração/refinarias e manutenção de serviços. É dentro destas áreas que se revelam diversas oportunidades de emprego. Sendo o seu objectivo trabalhar neste ramo, deve então começar por seleccionar as áreas a que se pensa candidatar, para que assim se torne menos complicado seleccionar as ofertas de emprego a que irá futuramente submeter a sua candidatura.

Hoje em dia existe a Enfermagem Offshore, este tipo de enfermagem actua fora da costa, em navios, embarcações e plataformas petrolíferas. os médicos fazem tudo o que faziam num hospital, a diferença é o que no hospital não possuem um chão concreto e pode flutuar! É uma oportunidade única para aqueles que possuem uma produção maior de adrenalina oriunda da famosa glândula supra-renal e gostam de viajar. Quando se actua em alto mar é necessário alguns requisitos como ter noções de outros idiomas, criatividade para resolver determinados problemas e quem sabe, saber nadar. É está certo que existem bóias, mas saber nadar também seria um óptimo requisito, além, é claro da graduação em enfermagem, experiência seja em emergência ou UTI ou enfermagem do trabalho, além de um bom espírito aventureiro.

A área da enfermagem em plataformas petrolíferas é a que mais bem paga aos enfermeiros, para alem de não ser tão monótono e stressante o trabalho, já para não falar que trabalhar em plataformas é 50/50 metade do mês trabalham e outra metade do mês não.

Fonte: http://www.trabalhoemplataformas.com/

Chevron tem novo vazamento e é autuada pela ANP



RIO DE JANEIRO, A Chevron identificou nova fonte de vazamento de petróleo no campo de Frade, na Bacia de Campos (RJ) nesta quinta-feira, e foi atuada mais uma vez pela Agência Nacional do Petróleo (ANP) por não adotar medidas para evitar novo incidente.
A região é a mesma onde as atividades exploratórias da empresa norte-americana já haviam causado um derramento em novembro do ano passado, informaram a empresa e o órgão regulador brasileiro nesta quinta-feira.
A Chevron Brasil, confirmou por nota que identificou o novo vazamento durante monitoramento do Campo de Frade. A empresa informou, no entanto, que apenas “algumas pequenas bolhas foram vistas na superfície” nesta quinta-feira.
A empresa informou que “dispositivos de contenção foram imediatamente instalados para coletar gotas, pouco frequentes… a Chevron Brasil está investigando a ocorrência”.
ANP
O novo vazamento deve estar vindo de fissuras no fundo do mar e não do poço da Chevron que foi abandonado após o acidente ocorrido em novembro, afirmou à Reuters a assessoria de imprensa do órgão regulador brasileiro.
A ANP ainda não informou o volume do óleo que vazou no local, mas pondera que deve ser uma pequena quantidade, dado o tamanho da mancha que surgiu na região.
Após a confirmação do vazamento, a ANP voltou a autuar a petroleira, informando que a empresa não havia atendido notificação da agência na apresentação de medidas necessárias para evitar novo vazamento por fissuras no fundo do oceano.
QUESTÃO DE MESES
A companhia pediu à agência reguladora para suspender temporariamente as operações em Campo de Frade.
Em entrevista coletiva, um executivo da companhia disse nesta quinta-feira que espera que a suspensão das operações no Campo de Frade, na Bacia de Campos (RJ), seja uma “questão de meses”.
A Chevron, porém, não alterou nenhum plano de investimento no Brasil, afirmou Rafael Jaen Williamson, diretor de assuntos corporativos da companhia norte-americana.
A assessoria de imprensa da ANP informou que a agência vai verificar se a Chevron cumpriu adequadamente todos os procedimentos de cimentação do poço onde houve vazamento.

Fonte: Reuters Por (Sabrina Lorenzi e Jeb Blount)

Eike e Petrobras fazem acordo de US$ 1,6 bilhão para explorar pré-sal


Controlador da OSX confirma aporte de US$ 1 bilhão para garantir o negócio

Rio de Janeiro (RJ) - A Petrobras e o empresário Eike Batista devem se associar pela primeira vez, nas próximas semanas, num contrato de fornecimento de equipamentos para exploração do pré-sal, informou hoje o jornal O Estado de São Paulo. O elo será a OSX, empresa de serviços offshore do grupo, que negocia a construção de duas sondas de perfuração, num valor estimado em US$ 1,6 bilhão (R$ 2,89 bilhões), com a Sete Brasil, empresa de investimentos da qual a Petrobras é sócia.

Posteriormente, as sondas construídas pelo grupo de Eike devem ser afretadas (alugadas) para a própria Petrobras. "A Sete Brasil está em fase de negociação com o estaleiro OSX e acredita muito no interesse comum entre as empresas de tornar este projeto possível", João Carlos Ferraz, presidente da Sete Brasil.

Plano de capitalização - No início da noite, a assessoria de imprensa de Eike Batista divulgou nota informando que o acionista controlador da OSX Brasil S.A. reitera seu compromisso, se necessário, de realizar o aumento de capital da OSX de forma incondicional e irrestrita, de acordo com os termos do Instrumento Particular de Outorga de Opção de Subscrição de Ações e Outras Avenças (“Put Option”), no valor de US$ 1 bilhão, assinado em 16 de março de 2010.

Além de disponibilizar recursos próprios, o empresário recebeu propostas firmes de financiamento, no valor total equivalente a R$1,8 bilhão pelo prazo de dois anos e disponível para saque em até 12 meses, junto aos bancos Bradesco e Itaú. A assessoria informou ainda que Eike Batista realizará uma conference call para apresentar os detalhes da operação nesta sexta-feira, dia 16, às 11 horas.

Fim da disputa - De acordo com O Estado de São Paulo, o negócio selará uma nova fase de relacionamento de Eike com a Petrobras, antes marcado pela disputa por investidores e pelo recrutamento de executivos da estatal. Desde a criação da petroleira concorrente, a Petrobras viu estrelas de seus quadros serem contratadas a peso de ouro por Eike - como é o caso do próprio diretor-geral da OGX, Paulo Mendonça.

Além do negócio de US$ 1,6 bilhão para a construção das sondas, o possível afretamento delas não custaria à Petrobras menos de US$ 1 milhão por dia. Os últimos contratos de afretamento fechados pela estatal em fevereiro foram de até 15 anos e ultrapassaram este valor.

Um megaequipamento desse tipo não fica pronto em menos de três anos, no melhor dos cenários. As sondas seriam construídas na Unidade de Construção Naval do Açu (UCN Açu, ao lado do Superporto do Açu), mais um estaleiro que pode ser enquadrado na denominação "virtual". Ou seja: as sondas precisam começar a ser montadas com o estaleiro ainda em construção.

Sobre a OSX - A OSX é uma companhia aberta brasileira do setor de equipamentos e serviços para a indústria offshore de petróleo e gás natural, dedicada a suprir a demanda por soluções integradas nos segmentos de construção naval, fretamento de Unidades de E&P e serviços de O&M. Desde julho de 2011, a OSX está construindo a maior Unidade de Construção Naval das Américas, no Complexo Industrial do Super Porto do Açu, situado no Distrito Industrial de São João da Barra, com tecnologia da sócia Hyundai Heavy Industries, líder mundial em construção naval.

O projeto da UCN Açu recebeu em junho de 2011 prioridade de financiamento pelo Conselho Diretor do Fundo da Marinha Mercante (CDFMM), em fase de contratação, bem como um empréstimo-ponte no valor de US$ 227.9 milhões. Atualmente, o order book estimado da OSX é de 48 equipamentos para a cliente OGX, que correspondem a cerca de US$ 30 bilhões, dos quais US$ 4,8 bilhões já estão confirmados, representados por sete plataformas de produção de petróleo e gás, cuja construção encontra-se em andamento em diferentes estágios de execução e engenharia. Adicionalmente, a carteira de pedidos contratada da UCN Açu já soma cerca de US$ 1 bilhão, com a construção de um navio PLSV para a Sapura e 11 navios-tanque para a Kingfish.

O FPSO OSX-1, primeira unidade da frota da OSX, entrou em operação em janeiro de 2012 e seu financiamento privado internacional, no valor de US$ 420 milhões, mereceu a conquista dos prêmios internacionais “Deal of the Year – 2010” da revista Marine Money, e “Shipping Debt Deal of the Year – South America”, de Jane's Transport Finance Awards. O financiamento privado internacional do FPSO OSX 2, no valor de US$ 850 milhões, mereceu a conquista do prêmio internacional “Oil & Gas Deal of the Year Americas”, do Project Finance International Awards, bem como o prêmio “Latin America Upstream Deal of the Year”, da Euromoney.

Em março de 2010, a empresa captou recursos na ordem de R$ 2,5 bilhões em sua oferta pública de ações, no 7º maior IPO primário da história da BM&FBOVESPA. A OSX integra o Grupo EBX, conglomerado empresarial fundado e liderado pelo empresário brasileiro Eike Batista, que possui comprovado histórico de sucesso no desenvolvimento de novos empreendimentos nos setores de recursos naturais e infra-estrutura, dentro dos mais elevados padrões de tecnologia e sustentabilidade.

Fonte: Agência Estado e Assessoria de Imprensa da OSX, com Redação Macaé Offshore