quinta-feira, setembro 30, 2010

QUEIMA DE GÁS VEM DIMINUINDO NO BRASIL


O gás natural foi um dos temas mais discutidos na 15ª edição da Rio Oil & Gas, realizada entre os dias 13 e 16, no Rio de Janeiro. Entre os debates, a questão da queima de gás foi ressaltada, principalmente por ocasião da apresentação dos dados de produção de petróleo de agosto, divulgados pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), também na feira. Segundo a agência, no mês passado, o país queimou 10% de sua produção total – de 62,5 milhões de metros cúbicos.

De acordo com a avaliação da própria ANP, essa é um valor alto, uma vez que o órgão autoriza, em via de regra, 3% de queima, com mais 2% de margem, estudada caso a caso, salvo exceções em qua a agência valida pedidos de quema mais elevados. Como meta, a ANP trabalha para chegar a 95% de aproveitamento do gás no Brasil e avalia os números coletados como uma evolução. Dessa maneira também pensa Sylvie D’Apote, Sócia-diretora da Gas Energy, empresa de consultoria e assessoria nas áreas de petróleo, gás, energia, química e petroquímica.

“A queima no Brasil vem diminuindo ano após ano. Em relação ao que foi queimado até julho de 2010, comparado ao mesmo periodo de 2009, a queima reduziu 34%. No ano passado havia uma queima muito alta”, analisa Sylvie, contrapondo o valor de 10% de queima apresentado pela ANP, em agosto desse ano. Entrando no mérito da Petrobras, maior produtora de gás associado, que representa 80% do que o Brasil produz, a executiva ressalta que em 2009 houve uma queda drástica na demanda, que explicava a queima da estatal, definida como técnica.

A justificativa da Petrobras era de que muitos campos estavam queimando gás devido à realização de testes, o que eleva o percentual de descarte do recursco. “Há analistas, inclusive nós (da Gas Energy), que defendíamos que essa queima técnica estava muito além do que se pode fazer. Mas como a ANP não divulga os dados de queima por campo, mas por estado, a Petrobras pode contar qualquer historinha, porque, na verdade, não se sabe quanto foi queima técnica e quanto foi a quantidade que ela não conseguiu escoar por falta de mercado”, afirma Sylvie, antes de observar, porém, que a estatal vem diminuindo a queima, mas que os objetivos são diferentes por bacia.

Queimar o gás não é o objetivo

Na Bacia de Campos, por exemplo, onde há a maioria dos campos mais antigos e uma produção muito alta de gás associado, é permitida uma queima um pouco mais elevada. Mas há campos pequenos, não conectados, sem infraestrutura de escoamento. Nesse caso, há três caminhos: usar o gás nas plataformas para gerar energia, reinjetar no poço para ajudar na produção ou queimar. “Nenhum produtor, seja empresa pública ou privada, inclusive a Petrobras, não gosta de queimar, prefere vender o gás. Mas o Brasil produz 80% do gás associado ao óleo, ou seja, quem decide é a produção de petróleo. O gás acaba sendo um subproduto, valioso, mas também fonte de problemas, porque como a produção é offshore nem sempre há dutos disponíveis”, explica a executiva da Gas Energy.

Fonte: http://www.nicomexnoticias.com.br/

Pré-sal já tem 29 bilhões de barris comprovados


As reservas do pré-sal da Bacia de Santos podem conter 15 a 20 bilhões de barris, além dos 14 bilhões confirmados pela Petrobrás até agora. A projeção é da certificadora Gaffney, Cline & Associates, em relatório elaborado por encomenda da Agência Nacional do Petróleo (ANP). Segundo o trabalho, o potencial do pré-sal é equivalente ao de grandes bacias produtoras mundiais, como as areias betuminosas canadenses e a faixa do Orinoco, na Venezuela.
O relatório foi feito para auxiliar a ANP nas negociações com a Petrobrás para venda de barris do pré-sal no processo chamado de cessão onerosa, que garantiu ao governo recursos para participar da capitalização da estatal. A ANP costuma trabalhar com um potencial de 50 bilhões de barris para o pré-sal, mas é a primeira vez que reservatórios fora das concessões da Petrobrás são certificados oficialmente.
O trabalho da GCA apontou reservas de 7,8 bilhões de barris para a área de Libra, informação divulgada essa semana pelo governo, e de 5,45 bilhões de barris para Franco, que foi incluído no contrato de cessão onerosa. O resto das reservas projetadas vêm de áreas no entorno de Tupi, Iara e Júpiter - descobertas da Petrobrás - além dos reservatórios de Florim, Tupi Nordeste, Pau-Brasil, Peroba e Guará Sul.
Segundo o documento, a probabilidade de acerto é de 70% para as áreas à exceção de Florim, de mais difícil análise. De todo modo, diz a GCA, o volume certificado é equivalente à soma de uma série de descobertas gigantes feitas nos últimos anos, como o campo de Kashagan, no Casaquistão, a área no Golfo do México que permitiu a instalação da Thunder Horse, a maior plataforma de petróleo do mundo, além de áreas na Bacia de Campos como Marlim e Roncador.
Além da capacidade de exploração na região, a GCA destacou as condições de exploração no local, caracterizado por uma "vedação quase perfeita" e sustentado em uma rocha matriz "madura". "A natureza relativamente singular do play (sistema petrolífero) pré-sal (...) faz com que ele possa ser comparado de perto a plays com recursos expandidos, como as Areias Betuminosas canadenses de Athabasca, o Cinturão Venezuelano de Óleo Pesado do Orinoco e os folhelhos norte-americanos de gás."
Ano-chave. O início da produção comercial em Tupi e a previsão de licitação de Libra farão de 2011 um ano-chave para testar a atratividade do pré-sal. A expectativa é de executivos do setor, que estiveram reunidos esta semana na feira Rio Oil & Gas. Quatro anos após sua confirmação, o pré-sal vem mudando a estratégia de governo e das petroleiras com atuação no Brasil.

Fonte: http://www.santosoffshore.com.br/

Docas do Rio quer transferir área para a Petrobrás sem licitação

A Companhia Docas do Rio quer aproveitar a nova legislação do petróleo, que concede à Petrobrás a operação única dos blocos do pré-sal, para transferir uma área sob sua concessão sem licitação para a estatal. Segundo o presidente da Companhia Docas do Rio, Jorge Luiz de Mello, a perspectiva de operação única está sendo avaliada pelo corpo jurídico da estatal e de Docas para formalizar o contrato que vai arrendar uma área equivalente a mil metros lineares.

"A área poderá ser utilizada pela companhia como base para transportar equipamentos, combustíveis e qualquer tipo de volumes que serão utilizados nas plataformas", disse, exemplificando que no processo de retirada de óleo é injetada uma composição de salmoura. "Essa salmoura precisa sair de algum lugar", comentou.
Ele destacou que a realização de uma licitação implicaria o fato de outras empresas de áreas distintas ao setor de petróleo poderem disputar a área que "tem uma tendência natural a servir a esta finalidade". "Com a entrada das operações do pré-sal, não estamos falando apenas de grandes volumes, mas também de distâncias maiores e isso implica embarcações também maiores e em maior quantidade, características que o porto do Rio poderá suportar", disse.
Mello ainda comentou que não acredita que os projetos da Petrobrás para instalação de bases de apoio em Itajaí (SC) e Santos (SP) sejam adequadas. No porto catarinense, Mello acredita que haverá dificuldade de entrada e saída das embarcações, já que elas teriam de concorrer no corredor de acesso com graneleiros, já que não são permitidos cruzamentos de navios num canal de 30 quilômetros. "Para que o projeto fosse viável, a Petrobrás teria que construir um novo canal e isso eleva muito os custos deste porto", argumentou.
Segundo o presidente de Docas, a Petrobrás já está operando hoje no porto do Rio por meio de um arrendamento feito pela Brasco, responsável pelo transporte de combustível e equipamentos para as sondas da estatal. Mas o volume seria multiplicado de maneira exponencial se as plataformas também passassem a ser atendidas.
A intenção é concluir o estudo de viabilidade jurídica do projeto de arrendamento ainda neste ano para, já a partir de 2011, iniciar operações que demandam menos infraestrutura. Em uma segunda fase, seriam iniciadas operações que demandam tancagem.

Fonte: http://www.santosoffshore.com.br/

quarta-feira, setembro 29, 2010

Finlândia está de olho no petróleo do Brasil


Nos quase 338 mil km² de terras geladas da Finlândia, não existe petróleo. Em compensação, o país dispõe de uma bem desenvolvida indústria de equipamentos para os setores naval e petrolífero. Unir a matéria-prima promissora das camadas do pré-sal brasileiro com o avançado conhecimento da tecnologia para a exploração destes recursos seria o casamento perfeito. Pelo menos é assim que pensam os representantes tanto do governo, quanto do setor privado finlandeses.
- Temos interesse em estabelecer relações comerciais com o Brasil, principalmente no setor de petróleo e gás - afirmou de forma categórica Paavo Väyrynen, ministro do Comércio Exterior e Desenvolvimento.
Väyrynen esteve no Brasil e conversou não só com ministros, mas com o próprio presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, a quem se referiu como um verdadeiro homem de negócios.
Apesar de todo o interesse, tanto o governo finlandês quanto as empresas estão cientes das regras impostas pelo governo brasileiro, com a exigência de que 65% de equipamentos e tecnologia sejam fornecidos por empresas nacionais para exploração nas áreas do pré-sal. Mas nem essa exigência parece intimidar os finlandeses.
Caso da ABB, fabricante de motores e equipamentos para navios e embarcações, inclusive para plataformas de petróleo. A companhia finlandesa ainda não tem contratos com nenhuma empresa no Brasil, mas o plano é começar no início do ano que vem Caso o plano se concretize, cerca de 200 empregos podem ser criados para fabricar cerca de 20 propulsores por ano, equipamentos fundamentais para perfurações em grande profundidade.
Mas nem só de planos vivem os empresários finlandeses. Algumas empresas já estabeleceram parcerias, caso da Lamor, companhia do setor de segurança ambiental que, junto com o grupo brasileiro Alpina, já iniciou a entrada no Brasil.
O negócio da Lamor - empresa familiar, de capital fechado, estabelecida na cidade de Porvoo, próxima ao porto de Sköldvik, o maior da Finlândia - é fornecer barreiras de contenção e skimmers, usados em caso de vazamento de óleo no mar.
Após o maior vazamento de petróleo da história, em abril deste ano no Golfo do México, aumentaram as preocupações com a segurança ambiental no caso de exploração de petróleo em águas profundas. O fornecimento de material para a British Petroleum (BP), cliente da Lamor, deve fazer o faturamento da finlandesa aumentar em 60%, para cerca de 80 milhões de euros. Agora a companhia quer sensibilizar o Brasil para a importância de estabelecer um contrato preventivo para o caso de acidentes.
- Gostaria de poder conversar diretamente com o funcionário da Petrobras que teria o pescoço em risco, caso houvesse um vazamento - comentou em tom descontraído Jari Ahoranta, diretor global de vendas da Lamor.

Fonte: http://www.portalnaval.com.br/

Em 2019, Brasil produzirá 5 milhões de barris de petróleo/dia


São Paulo - Até pouco tempo atrás, o pré-sal era uma interrogação. Hoje, trata-se de uma realidade. A afirmação é do ministro de Minas e Energia, Márcio Zimmermann, que participou nesta segunda (20) do EXAME Fórum Energia, em São Paulo. Segundo o ministro, em 10 anos, o país estará produzindo cerca de 5 milhões de barris de petróleo diariamente.

"O Brasil vive um momento impar na sua história", afirmou. "Na década de 70, importávamos 80% do petróleo que consumíamos. Nos últimos dois anos atingimos a auto-suficiência. E nos próximos dez anos, mais do que duplicaremos a produção nacional de petróleo".
De acordo com o presidente da EPE (Empresa de Pesquisa Energética), Maurício Tolmasquim, em 2019 o país exportará o equivalente ao volume do óleo que produz hoje, de cerca de dois milhões de barris.
Segundo Zimmermann, o crescimento industrial do pré-sal será um indutor da expansão econômica brasileira, ao lado do incremento da produção de energia por hidroelétricas e outras fontes renováveis. O ministro lembrou da importância de grandes projetos na área implementados a partir de 2006, como o das hidrelétricas de Santo Antônio e Jirau, ambas no Rio Madeira, e do desafio de garantir o desenvolvimento do setor pelos próximos dez anos.
O consumo per capita nacional - hoje de 2.300 kw/h, três vezes menor que o europeu - deve aumentar, segundo o ministro, à medida que a classe média brasileira se fortalece. "Para atender a demanda e grantir o crescimento, teremos que incrementar a produção energética em 70 mil MW até 2019", afirmou, acrescentando que as fontes alternativas ajudarão o país a alcançar essa meta. Zimmermann se disse surpreso com o resultado do último leilão de energia alternativa realizado no mês passado e que teve o maior número de projetos habilitados do setor.
"A participação expressiva da energia eólica e sua competitividade foi impressionante", disse. "Torcemos agora pela geração energética a partir da biomassa. Há uma perspectiva positiva para o crescimento desse tipo de fonte a preços competitivos". Segundo o ministro, o Brasil tem a vantagem de ter diversas fontes disponíveis e complementares. "Quem quiser investir aqui, sabe que pode contar com uma infraestrutura energética modelo".

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Draga Seaway chega ao Mucuripe


Passados quase seis anos da data da última dragagem do Porto do Mucuripe, o fundo da bacia de evolução do terminal voltará a ser, finalmente, escavado. Ontem, atracou no cais de Fortaleza, o navio draga Seaway que, em conjunto com outra draga, a Marsey - M, irá aprofundar de 11,5 metros para 14 metros o calado do porto.
A operação deverá levar cinco meses para ser concluída e projeta retirar seis milhões de metros cúbicos de terra e lama e ampliar em 30%, a capacidade operacional do terminal portuário. "A dragagem será iniciada na próxima segunda-feira", anunciou ontem à tarde, o presidente da Companhia Docas do Ceará, Paulo André Holanda.
Segundo ele, a ordem de serviço para o início das obras pela empresa Bandeirantes já foi assinada, estando faltando apenas a liberação por parte da Capitania dos Portos do Ceará. "Até sexta-feira (próxima) a Capitania virá fazer a vistoria da draga e da documentação, para que a dragagem seja iniciada", sinalizou Holanda, enquanto aguarda a expedição do documento "Aviso aos Navegantes".
Como o próprio titulo diz, trata-se de um comunicado às empresas de navegação de que o Porto do Mucuripe estará sendo dragado, pelos próximos cinco meses. Holanda ressalta, no entanto, que as operações de carga e descarga continuarão a ocorrer normalmente.
Ele garantiu ainda, que as obras de derrocagem - retirada de pedras - do berço 103 serão concluídas esta semana. As duas obras irão custar cerca de R$ 63 milhões, recursos da Secretaria Especial de Portos.
Novas linhas
Com o início da dragagem, antecipa Holanda, contatos e propostas de negócios já estariam sendo feitos com armadores e empresas de transporte e logística marítimas, no sentido de atrair duas novas linhas de cargas para o Porto do Mucuripe. "Será uma linha de cabotagem e uma de longo curso", resume, lembrando que as novas operações só devem começar no segundo trimestre de 2011.
De acordo com ele, a perspectiva é que o aprofundamento da bacia de evolução do porto aumente em 30%, a movimentação no terminal. Entre os segmentos de cargas que serão mais beneficiados estão o de contêineres e o de granéis sólidos, tais como soja, sal, fertilizantes e trigo.
"Além de petroleiros, vão poder atracar transatlânticos maiores, já que os novos navios (de passageiros) tem calado entre 12,5 e 12,8 metros", diz. A última dragagem foi feita em 2004, quando o porto foi aprofundado de 10 para 11,5 metros.

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terça-feira, setembro 28, 2010

Termina hoje prazo de reserva de ações da Petrobras


Termina nesta quarta-feira o período de reserva da oferta de varejo de ações da Petrobras. Durante o pedido, que deve ser feito em corretoras de valores filiadas à BM&FBovespa, os interessados devem dizer quantas ações querem adquirir e a que preço.

A estatal reservou 20% das ações da oferta para o investidor de varejo, mas ele pode levar menos papéis do que reservou se a procura superar o montante disponível. Neste caso, haverá rateio dos papéis.
Também termina nesta quarta-feira o prazo de reserva para quem quer participar da oferta por meio de fundos de ações, os Fundos FIA-Petrobras. Enquanto o investidor de varejo precisa de pelo menos R$ 1 mil para comprar os papéis diretamente, é possível entrar no fundo com R$ 200,00.
O prazo para quem já é acionista da estatal e pretende participar da oferta prioritária terminou em 16 de setembro. Para eles, a empresa reservou 80% das ações.
Na quinta-feira, os bancos coordenadores da capitalização vão definir o preço de cada ação, que poderá ser anunciado no mesmo dia. O cálculo é feito após o processo de coleta de intenções de investimento (bookbuilding) e tem por base as reservas – ou seja, a demanda dos investidores - e a cotação das ações no mercado.

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Mercado de tintas aposta na indústria naval para crescer


A multinacional norte-americana Sherwin-Williams, uma das maiores companhias do segmento de tintas do mundo, está apostando no desenvolvimento da indústria naval no Brasil, principalmente na pintura de navios petroleiros. A confiança neste mercado vem de um recente negócio realizado pela empresa, conta Mark Pitt, o presidente da companhia no Brasil. Segundo ele, a Sherwin-Williams fechou contrato com o Estaleiro Atlântico Sul para fornecer tintas para a pintura de 11 petroleiros nos próximos oito anos.


A companhia norte-americana, que tem valor de mercado de US$ 6,7 bilhões, lidera no Brasil a reabertura deste nicho de mercado, já que ela foi responsável pela pintura do primeiro petroleiro fabricado no País depois de jejum de 13 anos. A embarcação foi construída dentro do Programa de Modernização e Expansão da Frota da Transpetro (Promef) do governo federal. "O setor público prioriza investimentos na área de distribuição e transporte de petróleo e nós ingressamos há dois anos neste mercado offshore, que é formado basicamente por petroleiros e plataformas."
Com faturamento global de US$ 3,7 bilhões no primeiro semestre, a companhia tem expectativa de crescimento "de dois dígitos em 2010", segundo Pitt. Mesmo sem citar números, Pitt diz que, num horizonte de três anos, a empresa tem crescimento garantido. Em 2009, apenas no Brasil - o principal mercado da companhia fora dos EUA -, a empresa faturou R$ 1 bilhão. "O nosso cliente [neste negócio] é quem explora e transporta o petróleo ", afirma Pitt.
A divisão de tintas industriais onde se encontram as tintas navais responde por 30% das vendas da empresa e vêm de um ano de recuperação depois da crise financeira mundial. "Esta área sofreu muito na crise, mas se recuperou muito fortemente depois do terceiro trimestre de 2009", explica Pitt.
O programa do governo que pretende ampliar o número de navios produzidos no País prevê ao todo 49 embarcações nos próximos anos. Segundo a Sherwin-Williams, foram usados 300 mil litros de tinta para pintar o primeiro petroleiro, entregue em maio último. O mercado nacional de tintas, que deve ter um crescimento de 20% em 2010, tem como principal nicho de clientes o mercado imobiliário, que responde por 65% do volume de vendas, seguido pelo mercado automobilístico, segundo o Sindicato da Indústria de Tintas e Vernizes do Estado de São Paulo (Sitivesp). De acordo com a entidade, o setor de deve faturar R$ 4,2 bilhões em 2010, valor que supera a marca histórica do setor, que era de R$ 3,7, em 2008.

Fonte: http://www.portalnaval.com.br/

segunda-feira, setembro 27, 2010

CERTIFICADORA DO PRÉ-SAL DIVULGA RELATÓRIO ANIMADOR


De acordo com um recente relatório divulgado pela Gaffney, Cline & Associates (GCA), certificadora contratada pela Agência Nacional do Petróleo (ANP) para avaliar o preço do barril de petróleo utilizado na oferta de capitalização da Petrobras, a estimativa do pré-sal brasileiro é que se tenha reservas de até 20 bilhões de barris de petróleo. O número considera apenas as áreas analisadas, entre elas Franco e Libra, mas não inclui áreas de grande reserva prevista, como Tupi. Apenas esse poço tem reservas estimadas de 5 a 8 bilhões de barris de óleo equivalente, conforme divulgado anteriormente.
A capacidade analisada pela certificadora é equivalente à soma de diversas grandes descobertas feitas nos últimos anos, como o campo de Kashagan, no Casaquistão, a área no Golfo do México que permitiu a instalação da Thunder Horse, a maior plataforma de petróleo do mundo, além de áreas na Bacia de Campos como Marlim e Roncador. Juntas, essas áreas possuem reservas de 15 a 20 bilhões de barris. Para elaborar o levantamento, a GCA analisou o entorno de acumulações conhecidas, as áreas já analisadas de Tupi, Iara e Júpiter, Franco e os prospectos não perfurados de Libra, Florim, Tupi Nordeste, Pau-Brasil, Peroba e Guará Sul.
A estimativa é de investir cerca de $ US$ 600 bilhões até 2015 na área do pré-sal”
Para o professor da Petroquallity (Instituição voltada para o setor de óleo e gás), Everton Carlos Gomes, esta estimativa é capaz de elevar o valor das ações da Petrobras para números ainda maiores. “Serão abertas cada vez mais vagas no mercado de trabalho na área do petróleo, tornando o Brasil autosuficiente em todos os produtos derivados do petróleo, principalmente a nafta que o Brasil ainda importa”, ressaltou o especialista em entrevista ao Nicomex Notícias, afirmando ainda acreditar que o Brasil está no caminho certo para atender a demanda do pré-sal. “A estimativa é de investir cerca de US$ 600 bilhões até 2015 na área do pré-sal, para se tornar cada vez mais preparado tecnicamente e tecnologicamente”, disse.
Recentemente, a GCA divulgou um relatório no qual é estimado que no poço de Libra, na Bacia de Santos, possa haver até 8 bilhões de barris de petróleo. O campo está sendo perfurado pela ANP com a Petrobras e, se confirmada a expectativa, Libra disputará com Tupi o posto de maior descoberta mundial de petróleo dos últimos 20 anos.
Os dados serão usados pelo governo para atrair interessados no primeiro leilão do pré-sal com contratos de partilha, caso o novo marco regulatório seja aprovado pelo Congresso. Caso a estimativa da certificadora esteja correta, o Brasil poderá se tornar um dos maiores produtores de petróleo do mundo em poucos anos. “O pré-sal vai elevar a economia brasileira em níveis mais altos, tornando o Brasil uma das grandes potências na área do petróleo a nível mundial”, ressaltou Everton Carlos Gomes.

Fonte: http://www.nicomexnoticias.com.br/

PETROBRAS CAPTA R$ 120 BI COM CAPITALIZAÇÃO


última semana no setor petrolífero foi movimentada, com notícias envolvendo a capitalização da Petrobras. Na terça-feira, dia 21, o ministro de Minas e Energia, Márcio Zimmermann, classificou como um "sucesso" o processo da cessão onerosa, que prevê a transferência de até 5 bilhões de barris de óleo equivalente à Petrobras mediante o pagamento de US$ 8,51 o barril, na média. Com esse valor, a cessão onerosa chegaria ao valor de R$ 74 bilhões, que seriam pagos pela Petrobras com os recursos da capitalização da estatal.
No dia seguinte, dados do relatório da Gaffney, Cline & Associates, consultoria contratada pela ANP para fazer a avaliação das reservas para a capitalização da Petrobras, informaram que as áreas do pré-sal incluídas na capitalização da Petrobras terão capacidade de produção de 2,126 milhões de barris por dia, volume semelhante ao produzido atualmente no país, em torno de 2 milhões de barris por dia. Mas, para que comecem a produzir, será necessária a construção de pelo menos 14 novas plataformas, que seriam conectadas a 184 poços. Em valores correntes, para a construção dessas plataformas seriam necessários US$ 18,5 bilhões (R$ 31,8 bi).
No dia seguinte após a constatação da certificadora, chegou à sua locação operacional no campo de Tupi, área do pré-sal da Bacia de Santos, a plataforma Cidade de Angra dos Reis que será a unidade produtora do Sistema Piloto de Tupi. Com capacidade para produzir até 100 mil barris de petróleo por dia, a plataforma dará início à produção efetiva do maior campo de petróleo até agora descoberto no Brasil, com reservas estimadas entre cinco e oito bilhões de barris de petróleo. A Cidade de Angra dos Reis, construída na China a partir da conversão de um navio convencional, é uma plataforma do tipo Unidade Flutuante de Produção, Estocagem e Transferência de Petróleo (FPSO na sigla em inglês).
Megacapitalização da Petrobras
Fechando a semana, a estatal informou que arrecadou cerca de R$ 120 bilhões com a capitalização, confirmando a operação como a maior já registrada no mundo, em cerca de US$ 70 bilhões. A reunião do Conselho de Administração, que definiu o preço das ações a serem emitidas, terminou um pouco antes das 22h da última quinta-feira. Com isso, as ações ordinárias (ON, com direito a voto) custarão R$ 29,65 e as preferenciais (PN, sem direito a voto), R$ 26,30. De acordo com o ministro da Fazenda, Guido Mantega, o governo federal aumentará a sua participação na Petrobras de 40% para cerca de 48%, com a capitalização da estatal.
O gigantismo da oferta da Petrobras, uma das maiores já realizadas no mundo, modifica significativamente o saldo das captações brasileiras desde a revitalização do mercado de ações, em 2004. A capitalização, que somou R$ 120,4 bilhões, equivale a 53% de tudo o que foi levantado com emissões de ações no Brasil nos últimos seis anos e meio. De 2004 até a última operação deste ano (Renova Energia), foram realizadas 203 emissões de ações no país que movimentaram um total de R$ 226 bilhões. Junto com Petrobras, as captações realizadas pelas companhias brasileiras somarão quase R$ 350 bilhões. A operação também coloca a Petrobras disparada como a maior empresa do mercado brasileiro.

Fonte: http://www.nicomexnoticias.com.br/

GÁS NÃO-CONVENCIONAL GANHA DESTAQUE MUNDIALMENTE


Na última semana, o jornal britânico Financial Times trouxe uma declaração do principal executivo da Aramco, maior petrolífera do mundo em reservas de óleo cru, dando conta de que a Arábia Saudita pode conter centenas de trilhões de pés cúbicos de recursos não-convencionais, como o gás de xisto, o que duplicaria suas reservas comprovadas de 280 trilhoes de pés cúbicos. Com isso, o país poderá atender melhor sua demanda de energia, deixando mais petróleo para exportação.

No entanto, esse anúncio traz uma análise paralela da situação. As reservas árabes podem ser uma oportunidade para o país, mas também significa que a Arábia Saudita não encontrou tanto gás convencional em seu território, onde companhias internacionais têm prospectado, mais especificamente na região desértica do Quadrante Vazio há cinco anos, com resultados geralmente decepcionantes. Segundo Khalid Al-Falih, da Aramco, a exploração não convencional no país está contribuindo para o abastecimento energético.

O gás não convencional, especialmente o de xisto, exige um esforço de exploração e de tecnologia considerável, entretanto, nos Estados Unidos, por exemplo, o recurso transformou o panorama de energia do país, levando os preços ao patamar mais baixo em sete anos. “Os Estados Unidos e o Brasil são os países com as maiores reservas mundiais de Xisto. A Petrobras desenvolveu o Processo Petrosix para produção de óleo de Xisto em larga escala. Assim como também estão sendo processados gás natural não-convencional. Esse será o processo que ajudará na redução da importação do gás natural”, explica o especialista em Petróleo e Gás, Emerson dos Santos.

Segundo ele, o país pode seguir o caminho americano e obter benefícios da exploração de gás não-convencional. “A vantagem pode ocorrer, por exemplo, se extraído do carvão, já que o Brasil é um dos maiores produtores deste, que é uma das fontes de extração do gás não-convencional já que os preços são mais baixos que o de gás natural. Acredito que não devemos descartar nenhuma das opções de recursos para fontes de energia”, diz Emerson.

Recursos não-convencionais

O gás não convencional pode ser extraído de grande profundidade, das rochas xistosas, das areias de baixa permeabilidade ou compactas, do metano das camadas de carvão e dos hidratos de metano, sendo este provavelmente de elevado impacto ambiental, dado existir, sobretudo, nas camadas árticas. O Xisto betuminoso é uma fonte de combustível que, quando submetido a altas temperaturas, produz um óleo de composição semelhante à do petróleo do qual se extrai nafta, óleo combustível, gás liquefeito, óleo diesel e gasolina. “É uma saída real e comercialmente viável para o setor, visto que o valor é menor que o de gás natural”, avalia o especialista.

Fonte: http://www.nicomexnoticias.com.br/

domingo, setembro 26, 2010

QUEIMA DE GÁS VEM DIMINUINDO NO BRASIL


O gás natural foi um dos temas mais discutidos na 15ª edição da Rio Oil & Gas, realizada entre os dias 13 e 16, no Rio de Janeiro. Entre os debates, a questão da queima de gás foi ressaltada, principalmente por ocasião da apresentação dos dados de produção de petróleo de agosto, divulgados pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), também na feira. Segundo a agência, no mês passado, o país queimou 10% de sua produção total – de 62,5 milhões de metros cúbicos.

De acordo com a avaliação da própria ANP, essa é um valor alto, uma vez que o órgão autoriza, em via de regra, 3% de queima, com mais 2% de margem, estudada caso a caso, salvo exceções em qua a agência valida pedidos de quema mais elevados. Como meta, a ANP trabalha para chegar a 95% de aproveitamento do gás no Brasil e avalia os números coletados como uma evolução. Dessa maneira também pensa Sylvie D’Apote, Sócia-diretora da Gas Energy, empresa de consultoria e assessoria nas áreas de petróleo, gás, energia, química e petroquímica.

“A queima no Brasil vem diminuindo ano após ano. Em relação ao que foi queimado até julho de 2010, comparado ao mesmo periodo de 2009, a queima reduziu 34%. No ano passado havia uma queima muito alta”, analisa Sylvie, contrapondo o valor de 10% de queima apresentado pela ANP, em agosto desse ano. Entrando no mérito da Petrobras, maior produtora de gás associado, que representa 80% do que o Brasil produz, a executiva ressalta que em 2009 houve uma queda drástica na demanda, que explicava a queima da estatal, definida como técnica.

A justificativa da Petrobras era de que muitos campos estavam queimando gás devido à realização de testes, o que eleva o percentual de descarte do recursco. “Há analistas, inclusive nós (da Gas Energy), que defendíamos que essa queima técnica estava muito além do que se pode fazer. Mas como a ANP não divulga os dados de queima por campo, mas por estado, a Petrobras pode contar qualquer historinha, porque, na verdade, não se sabe quanto foi queima técnica e quanto foi a quantidade que ela não conseguiu escoar por falta de mercado”, afirma Sylvie, antes de observar, porém, que a estatal vem diminuindo a queima, mas que os objetivos são diferentes por bacia.
Queimar o gás não é o objetivo
Na Bacia de Campos, por exemplo, onde há a maioria dos campos mais antigos e uma produção muito alta de gás associado, é permitida uma queima um pouco mais elevada. Mas há campos pequenos, não conectados, sem infraestrutura de escoamento. Nesse caso, há três caminhos: usar o gás nas plataformas para gerar energia, reinjetar no poço para ajudar na produção ou queimar. “Nenhum produtor, seja empresa pública ou privada, inclusive a Petrobras, não gosta de queimar, prefere vender o gás. Mas o Brasil produz 80% do gás associado ao óleo, ou seja, quem decide é a produção de petróleo. O gás acaba sendo um subproduto, valioso, mas também fonte de problemas, porque como a produção é offshore nem sempre há dutos disponíveis”, explica a executiva da Gas Energy.

Fonte: http://www.nicomexnoticias.com.br/

MORATÓRIA NO GOLFO PREJUDICA PETROBRAS


No último dia 19, foi anunciado que a British Petroleum (BP) conseguiu, finalmente fechar o poço Makondo permanentemente, tendo, inclusive, o o Escritório de Regulação da Administração de Energia Oceânica dos Estados Unidos declarado o local como oficialmente selado. Entretanto, o rescaldo do acidente no Golfo do México ainda atinge a Petrobras, na medida em que segue em vigor a moratória que suspende a exploração de petróleo na região.

O problema foi motivo de discussão na 15ª edição da Rio Oil & Gas, realizada entre os dias 13 e 16 de setembro, no Rio de Janeiro, em debate com a presença do gerente de projetos da Petrobras no Golfo do México, César Palagi. De acordo com o executivo, a moratória impactou negativamente nas finanças da companhia nos EUA, além de atrasar o cronograma de produção nos campos de Cascade e Chinook. Palagi explicou de maneira óbvia o prejuízo, afirmando que a expectativa é de produzir 80 mil barris na área. Já que eles não estão sendo explorados, há influência no planejamento da estatal.

Agora, a produção, antes projetada para o primeiro semestre desse ano, está prevista para começar no fim de 2010, embora a campanha de perfuração nos campos de Cascade e Chinook esteja em compasso de espera. A suspensão decretada pelo presidente Barack Obama está afetando a prospecção de poços adicionais, mas já há dois completos e estrutura preparada para oito, podendo ser ampliada para o dobro de poços.
Tecnologia inédita na região
No último dia 20, a BP impressionou a ANP com uma apresentação sobre o acidente no Golfo e as medidas tomadas para contê-lo. Porém, no território onde a petrolífera lutou contra o vazamento de óleo que causou o maior desastre ambiental da história dos EUA, a metodologia nacional para explorar petróleo promete surpreender quem já opera na região. Para produzir em Cascade e Chinook, a Petrobras irá usar a primeira unidade flutuante no Golfo.

A partir daí, outras empresas poderão também utilizar FPSOs, que facilitam a retirada em caso de furacões, bastante comuns no Golfo do México. Devido ao ineditismo desse método para explorar petróleo, não havia regulamentação para a instalação da unidade BW Pioneer, que vai produzir a uma profundidade de 2,5 mil metros. De acordo com Palagi, os equipamentos para a perfuração na região ainda serão contradados, já que, por causa da moratória, outros já adquiridos tiveram de ser realocados.

Fonte: http://www.nicomexnoticias.com.br/

O FUNCIONAMENTO DA REFINARIA


Uma Refinaria é como uma grande fábrica, cheia de equipamentos complexos e diversificados, pelos quais o petróleo vai sendo submetido a diversos processos para a obtenção de muitos derivados. Refinar petróleo é, portanto, separar suas frações, processá-lo, transformando-o em produtos de grande utilidade: os derivados de petróleo.

A instalação de uma Refinaria obedece a diversos fatores técnicos, dos quais se destacam a sua localização nas proximidades de uma região onde haja grande consumo de derivados e/ou nas proximidades das áreas produtoras de petróleo. A Petrobrás possui 11 refinarias, estrategicamente localizadas do norte ao sul do País.

Responsáveis pelo processamento de milhões de barris diários de petróleo, essas refinarias suprem nosso mercado com todos os derivados que podem ser obtidos a partir do petróleo nacional ou importado: gasolina, óleos combustíveis, além de outros.

O transporte na indústria petrolífera se realiza por Oleodutos, Gasodutos, Navios Petroleiros e Terminais Marítimos. Oleodutos e Gasodutos são sistemas que transportam, respectivamente, o óleo e o gás, por meio de dutos (tubos) subterrâneos. Navios Petroleiros transportam gases, petróleo e seus derivados e produtos químicos.

Terminais Marítimos são instalações portuárias para a transferência da carga dos navios para a terra e vice-versa. Instalados estrategicamente em diversos pontos do País, a Petrobrás dispõe, de 8 Terminais, uma rede de dutos e uma ampla frota de Navios Petroleiros.

Por Prof° Alexandre Guimarães

Fonte: http://www.nicomexnoticias.com.br/

DEBATES SOBRE A LEI DE CRIAÇÃO DA EMPRESA PRÉ-SAL PETRÓLEO S/A (PPSA)

A Petro-Sal Petróleo S/A (PPSA) teve sua autorização para criação pela Lei nº 12.304/2010 e terá como objetivo a gestão dos contratos de partilha de produção celebrados pelo Ministério de Minas e Energia e a gestão dos contratos para a comercialização de petróleo, de gás natural e de outros hidrocarbonetos fluidos da União.
Esta empresa terá participação de 50% no Comitê Operacional (OpCom), composto por representantes das partes, para acompanhamento de custos, análise e aprovação de investimentos. A PPSA terá capital 100% público e, além de indicar 50% dos integrantes do OpCom, indicará o presidente que terá poder de veto e voto de qualidade.
Os recursos da PPSA serão provenientes da taxa de administração dos contratos de partilha e comercialização, parcela do bônus de assinatura, aplicações financeiras, entre outros. Enquanto não tiver recursos suficientes, as suas atividades serão realizadas inicialmente pela ANP.
Ocorre que a PPSA não assumirá riscos e responsabilidades pela atividade de exploração e produção, segundo o art. 8º, §2º do PL nº 5938, que trata sobre o regime de Partilha.
A questão ganha muita relevância se consideramos que qualquer decisão adotada pelo OpCom, será em última análise da PPSA, como, por exemplo, a decisão de furar um poço exploratório adicional e o corte de investimentos que acarretou na diminuição da qualidade e segurança na perfuração, o que consequentemente ocasionou um acidente com vazamento de óleo.
Afinal, a empresa que tomou a decisão que acarretou um dano ambiental não poderá ser responsabilizada? Essa e outras questões ainda deverão ser debatidas pela indústria e pelos agentes reguladores.

Fonte: http://www.nicomexnoticias.com.br/

sábado, setembro 25, 2010

Petróleo


O petróleo faz parte de diversos produtos do nosso dia-a-dia. Além dos combustíveis, ele também está presente em fertilizantes, plásticos, tintas, borracha, entre outros.

Esse óleo de origem fóssil, que levou milhões de anos para ser formado nas rochas sedimentares, se tornou a principal fonte de energia do mundo moderno. Aqui no Brasil, a maior parte das reservas está nos campos marítimos, em lâminas d’água com profundidades maiores do que as dos demais países produtores. Encontrar petróleo exigiu da Petrobras conhecimento e tecnologia, além de ousadia e criatividade.

Analisar as técnicas existentes, adaptar, aperfeiçoar e inovar para trabalhar em um cenário inédito nos tornou referência mundial no setor. Vencer as águas profundas nos levou a mais um desafio: explorar e produzir petróleo na camada do pré-sal.
Os Derivados do Petróलो


Nas refinarias, o óleo bruto passa por uma série de processos até a obtenção dos produtos derivados, como gasolina, diesel, lubrificantes, nafta, querosene de aviação.
Transportamos óleo bruto e distribuímos os produtos derivados através de nossas subsidiárias, Transpetro e Petrobras Distribuidora.
Outros produtos obtidos a partir do petróleo são os petroquímicos। Eles substituem uma grande quantidade de matérias-primas, como madeira, vidro, algodão, metais, celulose e até mesmo as de origem animal, como lã, couro e marfim. Nesse setor, atuamos por intermédio da nossa subsidiária Petroquisa.

CRESCEM AUTORIZAÇÕES PARA ESTRANGEIROS NO SETOR OFFSHORE

Como se não bastasse a polêmica criada em torno da questão da qualificação de mão de obra disponível para o setor petrolífero, um novo dado divulgado pelo Conselho Nacional de Imigração (CNIg), na figura de seu presidente, Paulo Sérgio de Almeida, acirrou mais a discussão. Em seminário da indústria offshore no Rio de Janeiro, o executivo afirmou que as autorizações para estrangeiros em plataformas cresceram 24% no primeiro semestre desse ano.
Com isso, o setor, que já carece de pessoal, seja pela falta de experiência dos candidatos – muitas vezes por estes não receberem uma primeira chance no mercado -, seja pela escassez de profissionais especializados, como engenheiros, por exemplo, agora enfrenta mais concorrência estrangeira. Segundo os números apresentados pelo Conselho Nacional de Imigração, as autorizações para trabalhadores de fora do Brasil passaram de 6.670 de janeiro a junho de 2009 para 8.244 no mesmo período deste ano.
Quando a comparação se estende ao ano de 2008, o percentual de crescimento de estrangeiros no setor offshore aumenta para 54%. Em entrevista ao Nicomex Notícias, quando perguntado se esse é um movimento normal no mercado de óleo & gás, o presidente do CNIg afirma que a situação se explica pelo desenvolvimento do setor. “O aumento no número de autorizações de trabalho concedidas a profissionais estrangeiros para trabalho a bordo de embarcação ou plataforma estrangeira está vinculado ao forte volume de investimentos no setor, que se concretiza pela vinda de equipamentos especializados do exterior, neste caso navios e plataformas de bandeira estrangeiras não disponíveis no mercado brasileiro”, diz.

Segundo ele, os equipamentos vêm ao país tripulados com profissionais estrangeiros para operar por prazos variáveis na plataforma continental brasileira. Assim, para iniciar a atividade é preciso que os trabalhadores tenham permissão para trabalhar no Brasil. Por isso, Paulo Sérgio justifica o crescimento das autorizações pelo fato de estar havendo maior contratação de equipamentos vindos de outros países.
Via de mão dupla, segundo a CNIG
Em primeira análise, a primeira impressão que se tem do aumento de autorizações para estrangeiros no setor offshore nacional é que essa situação é prejudicial ao país. Entretanto, o presidente do CNIG oferece uma visão alternativa da questão. “Embora haja o crescimento no número de autorizações concedidas a estrangeiros, também está havendo um grande número de brasileiros contratados, conforme a permanência da embarcação ou plataforma estrangeira no Brasil”, explica Paulo Sérgio, embasado pelo fato de que após um determinado tempo no país - um ano para embarcações de apoio marítimo, por exemplo - é preciso ter a bordo dois terços de brasileiros em todos os níveis técnicos.
A afirmação é respaldada pela norma editada pelo Conselho Nacional de Imigração, vinculado ao Ministério do Trabalho e Emprego, referente ao tema discutido (Resolução Normativa nº 72, de 10/10/2006). A regra “prevê a necessidade de contratação gradual de brasileiros para trabalhar a bordo de embarcações e plataformas estrangeiras contratadas para vir ao Brasil, conforme o tipo de embarcação ou plataforma e o tempo de permanência nas águas brasileiras”, nas palavras do presidente do Conselho.

Fonte: http://www.nicomexnoticias.com.br/

Falta de engenheiros preocupa setor industrial

A falta de engenheiros qualificados preocupa o setor industrial. O déficit anual já está na casa dos 30 mil profissionais, segundo a Confederação Nacional da Indústria (CNI), número que preocupa empresários e especialistas na área de educação.

"O país tem de formar mais engenheiros urgentemente, sob pena de vir a pagar um preço muito alto mais à frente", afirma o professor da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), Vanderli Fava. Já o diretor científico da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), Carlos Henrique Cruz, é ainda mais categórico.

"Especialmente agora que o país está numa trajetória de crescimento econômico que parece sólida, é essencial que existam mais e melhores engenheiros, pois são eles que fazem as indústrias funcionarem", disse Cruz.

Ao participarem, ontem (25), em São Paulo, de um evento realizado pela CNI para debater a formação dos engenheiros brasileiros, Fava e Cruz apontaram as carências dos ensinos fundamental e médio, a dificuldade de ingressar em uma faculdade pública ou de bancar os custos de uma instituição de ensino privada e o descolamento entre os currículos universitários e as necessidades das empresas como algumas das razões para a baixa procura pelos cursos de engenharia.

"Um engenheiro que esteja desempregado tem algum problema de formação porque nós inclusive já estamos recebendo engenheiros vindos de outros países para trabalhar aqui", disse Fava, mencionando que, num país como o Brasil, de 190 milhões de habitantes, a demanda anual por novos profissionais gira em torno dos 60 mil pessoas, enquanto, hoje, são formados apenas 32 mil ao ano.

De acordo com estimativa divulgada pela CNI, até 2012, haverá ao menos 150 mil vagas não preenchidas por profissionais devidamente capacitados, ou seja, por necessidade dos empregadores, parte destes postos poderão ser destinados a pessoas com outras formações acadêmicas.
Para o presidente da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee), Humberto Barbato, o momento é oportuno para os jovens que estão prestes a ingressar numa universidade e que ainda estão em dúvida sobre qual carreira escolher.

"A oportunidade é essa. Os cursos de engenharia são atraentes e eu acredito que, neste momento, o jovem deve pensar seriamente em estudar engenharia. No setor eletroeletrônico, como em outros setores, nós já sentimos a falta de mão de obra qualificada", concluiu Barbato.

Fonte: http://www.portalnaval.com.br

sexta-feira, setembro 24, 2010

Fontes de Energia


O petróleo move o mundo moderno e está presente em nosso cotidiano. Com ele, construímos uma história de sucesso. Agora, encontramos uma reserva imensa no pré-sal, com um tipo de óleo que nos permitirá diversificar e obter produtos mais nobres. Um novo desafio.

Porém, nossa história não se limita a ele. Buscamos energia em outras fontes, como o gás natural e os biocombustíveis.
O gás natural é versátil e pode ser aplicado em casa, na indústria e como combustível veicular. Nossas pesquisas por energias renováveis nos levaram ao desenvolvimento de tecnologia única no mundo para obtenção do biodiesel e a novas técnicas de produção do etanol.

Em paralelo, estamos desenvolvendo técnicas de obtenção de energia na força dos ventos, nos raios solares, nos rios e no hidrogênio combustível.

Fonte: http://www.petrobras.com.br/pt

Para resistir à corrosão


O processo de corrosão em torres de destilação

Torres de destilação inicialmente projetadas para processar petróleos leves – com baixo índice de acidez – começam agora a se deparar com a necessidade de processar petróleos pesados – com alto índice de acidez. A presença dessas substâncias corrosivas – HCl, ácidos naftênicos, enxofre e H2S – associada às elevadas temperaturas de operação, ativa o processo de corrosão. “A temperatura elevada favorece a formação de diversos ácidos, especialmente os ácidos naftênicos, que ao entrarem em contato com a superfície metálica, iniciam um intenso processo de corrosão do material”, esclarece o professor Jesualdo Pereira Farias, titular do Departamento de Engenharia Metalúrgica e de Materiais da UFC.
As refinarias da Petrobras já trabalham com equipamentos revestidos com aços inoxidáveis AISI 316L (austenítico) e AISI 410S (ferrítico). A utilização do aço AISI 444 está sendo estudada especificamente para ser aplicado como revestimento de torres de destilação de petróleo. Sua aplicação em outros equipamentos pode ser viável dependendo das características de operação do equipamento, como temperatura de operação e fluidos processados – embora seja necessária a realização de outras análises específicas.

Dentre as principais características do aço AISI 444 destacam-se o teor de cromo de 17%, adição de 2% de molibdênio, baixos níveis de elementos intersticiais – como carbono e nitrogênio – e adição de elementos estabilizadores – como o nióbio e titânio – para evitar a formação de carbonetos e nitretos de cromo, que são responsáveis pela suscetibilidade à corrosão intergranular. Este aço foi lançado no Brasil em 2001, inicialmente com o objetivo de atender a demanda da indústria açucareira. Suas excelentes características de resistência à corrosão e corrosão sob-tensão despertaram o interesse de outros setores, motivando o estudo sobre a viabilidade de aplicação para o setor petróleo e gás.
O revestimento
O revestimento interno de equipamentos com aços inoxidáveis é comum em equipamentos na indústria do petróleo, dada à agressividade dos meios e as severas condições de serviço. Em geral, três formas de revestimento podem ser encontradas, o clad, o lining, e o overlay.

No caso do revestimento de torres de destilação – em clad – o aço estrutural é revestido com aço inoxidável, normalmente através de processos como soldagem por explosão, dando origem a uma chapa bimetálica que será usada na fabricação do equipamento.
“Em equipamentos com grandes dimensões como no caso das torres de destilação, o clad é o revestimento mais comum na construção e o lining é a técnica mais usada no reparo”, conta Cleiton Silva.

Em se tratando da relação custo x benefício, os aços inoxidáveis são, em muitos casos, a melhor opção para revestimentos de equipamentos. Ligas de níquel (monel, inconel e hasteloy) ou outras não-ferrosas, apresentam-se como alternativa de revestimento. A desvantagem é que, além de serem de custo elevado, as ligas de níquel apresentam ainda baixa resistência ao ataque pelo H2S. Outros materiais que apresentam boa resistência à corrosão naftênica são as ligas de alumínio e de nióbio.

Os aços inoxidáveis austeníticos conhecidos por série 300 são disparados os aços inoxidáveis mais comercializados em todo o mundo. Alguns austeníticos, como o AISI 316 e 317, têm sido apontados como os de melhor desempenho em aplicações nas unidades de refino, principalmente devido à presença do molibdênio em teor suficiente para aumentar a resistência ao ataque dos ácidos naftênicos – embora, na prática, problemas relacionados à corrosão sob-tensão têm sido relatados. Outros aços inoxidáveis austeníticos como os AISI 304, 321 e 347, também têm sido empregados.

Os aços inoxidáveis ferríticos utilizados em revestimentos – AISI 403, AISI 405 e o AISI 410S – não vêm apresentando desempenho satisfatório nas condições atuais de processamento de petróleo. As causas para este baixo desempenho podem ser o baixo teor de cromo (em média 13%) e a ausência de molibdênio.

Neste contexto, o aço inoxidável superferrítico AISI 444, que contem maior teor de cromo e adição de molibdênio comparado aos ferríticos, surge como alternativa para aplicações em revestimento, em substituição aos aços austeníticos.

“Os aços inoxidáveis ferríticos, de uma forma geral, são mais baratos que os austeníticos por apresentarem em sua composição química teores de níquel muito baixo. Além disso, o aço inoxidável AISI 444 tem produção nacional o que elimina a necessidade de importação”, observa o engenheiro químico Hosiberto Batista de Sant’Ana, professor adjunto do Departamento de Engenharia Química da UFC.

Fonte: http://www.petroequimica.com.br/

Praia Grande terá terminal offshore

Praia Grande foi escolhida para receber um terminal off shore (na costa) para o escoamento e a distribuição de etanol. Outros 45 municípios de São Paulo participarão do empreendimento, desenvolvido pela Uniduto Logística.

A empresa, formada por usinas que, juntas, são responsáveis por um terço da produção nacional de etanol, deverá investir R$ 300 milhões na cidade e criar cerca de 70 empregos diretos e 200 indiretos, na fase operacional.

A expectativa é que o início das obras ocorra no segundo trimestre do próximo ano. Segundo o presidente da empresa, Sérgio Van Klaveren, o Projeto Uniduto prevê a construção de uma dutovia com 612,4 quilômetros de extensão, que passará por 46 municípios do Estado. Para isso, serão investidos R$ 3 bilhões. Serão implantados quatro terminais para a coleta de etanol nas regiões de Serrana, Botucatu, Anhembi e Santa Bárbara d'Oeste; e dois terminais de distribuição para o mercado interno em Paulínia e na Região Metropolitana de São Paulo (Caieiras), além do terminal de exportação em Praia Grande, com a unidade afastada da costa.

A unidade offshore ficará a cerca de 13 quilômetros da costa, na direção do bairro Maracanã. Uma monoboia automatizada servirá de âncora para os navios, que serão acoplados e carregados ali. Já o terminal ficará em uma retroárea adquirida pela empresa, às margens da Rodovia Padre Manoel da Nóbrega, com 200 mil metros quadrados de área total. Os estudos de viabilidade técnica do empreendimento tiveram início há cerca de dois anos.

Além de Praia Grande, outras duas cidades da Baixada Santista estavam sendo consideradas para receber o investimento. Guarujá, segundo Van Klaveren,era a primeira opção. "Na realidade, desde o início, nós já havíamos identificado vários locais no litoral que poderiam recepcionar nosso projeto de porto off shore", explicou o presidente da empresa. "Selecionamos três áreas e, das três, estudamos mais profundamente uma e começamos a estudar, em paralelo, outra, que era Praia Grande".

Ao perceber que o empreendimento poderia não avançar no outro município, de acordo com o presidente da Uniduto, a empresa se aproximou de Praia Grande, que demonstrou interesse em recepcionar o projeto.
DUTOS
Segundo Van Klaveren, o terminal da retroárea contará com um parque de tancagem, onde o etanol será armazenado. De lá, o álcool será bombeado para a boia, em alto-mar, onde os navios serão carregados. "O projeto é formado por uma retroárea, ligada por dutos continentais. Depois dessa retroárea, dutos continentais e depois submarinos alcançam a monoboia", relatou o presidente da empresa. `Depois de iniciadas as operações,a empresa estima que serão tirados de circulação mais de 1.600 caminhões bi-trens das estradas brasileiras.
A capacidade total de operação do ProjetoUniduto é de 16,6 bilhões de litros de etanolporano.
RECURSOS
Para o prefeito Roberto Francisco dos Santos, os investimentos feitos no município pela Uniduto deverão ampliar a arrecadação do ICMS. "Para a Cidade, isso é muito importante, vai gerar riqueza", destacou o prefeito.
Na avaliação de Roberto Francisco, a existência do gasoduto da Petrobras, que também percorre trechos de Praia Grande,deverá facilitar a liberação ambiental. "Isso facilita bem, porque já existe uma licença ambiental dessa área".

Fonte: http://www.portalnaval.com.br/

quinta-feira, setembro 23, 2010

Gaspetro


A Gaspetro se relaciona diretamente com a ampliação da oferta do gás natural em todo o país. De Corumbá - próximo à fronteira entre a Bolívia e o Brasil - à cidade de Uruguaiana, no Rio Grande do Sul, a empresa conta com uma malha de gasodutos, pertencente à Petrobras, com mais de 7 mil quilômetros.

Essa rede se estende sob solo brasileiro atravessando estados e levando o gás natural, por meio das companhias distribuidoras estaduais, às residências, indústrias, usinas e aos veículos automotivos. Também possibilita à empresa atuar em outro importante segmento: o de telecomunicações. Um serviço que emprega a mais alta tecnologia e é requisitado por grandes empresas de todo o mundo.

Fonte: http://www.petrobras.com.br/

Petrobras Distribuidora


A Petrobras Distribuidora atua na distribuição, comercialização e industrialização de produtos de petróleo e derivados, além de atividades de importação e exportação. Nas ruas e estradas brasileiras, a empresa tem mais de 7 mil postos de combustíveis, constituindo a maior rede de postos em todo o território nacional.

A subsidiária possui mais de 10 mil grandes clientes entre indústrias, termoelétricas, companhias de aviação e frota de veículos leves e pesados. Vem desenvolvendo parcerias para a implantação de unidades térmicas a gás natural para fornecimento de energia elétrica, e programas de otimização do uso dos produtos em respeito ao meio ambiente.

Fonte: http://www.petrobras.com.br/

DESCOBERTA DE GÁS NATURAL INÉDITA EM MINAS


expectativa gerada em torno das reservas de gás natural de Minas Gerais, desde quando foram encontrados indícios das riquezas minerais no subsolo, se concretizou na última semana, com o anúncio do governo mineiro de que foi feita uma descoberta inédita no Estado. A boa notícia veio do município de Morada Nova de Minas, a 280 quilômetros de Belo Horizonte, na bacia do vale do rio São Francisco, considerada de grande potencial exploratório.

A descoberta foi realizada no poço 1ORT1MG do bloco SF-T-132, no dia 27 de agosto, e informada à Agência Nacional do Petróleo (ANP) três dias depois. Esta é a primeira vez que se encontra gás na região do São Francisco, desde o fim do monopólio estatal. Por isso, a descoberta está sendo tratada como uma nova fronteira exploratória, assim como foi a da Bacia do Parnaíba, onde o empresário Eike Batista, através da OGX Maranhão, afirmou ter encontrado “meia Bolívia” de gás natural.

O poço é o primeiro pefurado pelo consórcio formado entre a Orteng Equipamentos e Sistemas – que atua como operadora, com 30% de participação - Companhia de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais (Codemig), com 49%, Imetame Energia, 10% e Delp Engenharia, com 11%. A previsão do consórcio é de que se tenha conhecimento do volume de gás em 60 dias. No momento, foram perfurados 1.500 metros, mas pretende se chegar a 2.500 metros, a fim de se confirmar o potencial da descoberta.

De acordo com a ANP, há suspeitas de gás na bacia do São Francisco desde 1960, mas, mesmo com outros 38 blocos de exploração, a fronteira é considerada pouco desenvolvida. Apesar de o gás vazar pelo leito dos rios da região, há dúvidas se há reservatótios de grande porte. O consórcio que fez a descoberta inédita na bacia já investiu R$ 12 milhões em pesquisas no bloco SF-T-132, desde 2006, quando assumiu a área.

Desenvolvimento para o Estado

A Bacia do São Francisco tem 118 mil km² de área sob concessão, de 350 mil km² totais. A descoberta na cidade de Morada Nova de Minas vai representar desenvolvimento e investimento para Minas Gerais, que não tem petróleo, mas passará a receber royalties do gás natural. A reserva encontrada promete ter capacidade de suprir a demanda de abastecimento do Estado, além de outros locais. A partir da confirmação do volume, será conhecido o potencial de exploração comercial do poço, o que poderá servir como base para projetos de um gasoduto e industrialização da região.

Fonte: http://www.nicomexnoticias.com.br/

quarta-feira, setembro 22, 2010

Petroquisa


A Petrobras Química S.A. - Petroquisa - atua com a Petrobras nas áreas química e petroquímica. Possui participação em sociedades que se dedicam à fabricação, ao comércio, à distribuição, ao transporte, à importação e à exportação de produtos das indústrias químicas e petroquímicas, à prestação de serviços técnicos e administrativos relacionados com essas indústrias, podendo também explorar diretamente essas atividades.

A holding está presente em três pólos petroquímicos brasileiros, através da participação do capital de empresas responsáveis pela produção (a partir da nafta, matéria-prima da indústria petroquímica derivada do petróleo) de produtos petroquímicos básicos (eteno, propeno, benzeno, etc), matérias-primas para as indústrias de segunda geração fabricarem outros produtos (plásticos, borracha, etc) utilizados pelas indústrias de ponta na elaboração de artigos para o consumo público (embalagens, pneus, etc).

Fonte: http://www.petrobras.com.br/

Transporte e Comercialização


Contamos com as soluções integradas de logística e flexibilidade da Transpetro para atuar no transporte e armazenamento de petróleo, derivados, álcool e gás natural.

Todas as regiões do país estão interligadas por malha de mais de 11 mil km de oleodutos e gasodutos. Além disso, o transporte desses produtos também é realizado por uma frota de navios-petroleiros, próprios e afretados.

Outros aliados nessa tarefa são os terminais. Neles, armazenamos os produtos antes de enviá-los para as refinarias ou exportá-los.
A comercialização é uma atividade inerente a diversas de nossas operações. Realizamos negócios com clientes corporativos e com consumidores finais.

Os principais produtos comercializados são diesel, gasolina, gás liquefeito de petróleo (GLP), nafta, óleo combustível e querosene de aviação (QAV).

Fonte: http://www.petrobras.com.br/

Estaleiro STX Brazil lança ao mar o Skandi Amazonas


Encomendada pelo armador Dof Navegação, o Skandi Amazonas é o maior e mais potente navio de reboque, suprimento e manuseio de ancoras já construído no Brasil. A embarcação, construída no estaleiro STX Brazil, prestará serviços à Petrobras em operações de apoio marítimo a plataformas de petróleo, na Bacia de Campos. O lançamento ao mar da embarcação é realizado hoje no estaleiro.

Com projeto tipo STX NOD-428, desenvolvido pela STX Norway Design, a embarcação foi construída com o apoio e estímulo do governo federal e estadual do Rio de Janeiro, financiamento do Fundo da Marinha Mercante (FMM) e do Ministério dos Transportes, através do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

A propulsão é híbrida diesel-mecânica-elétrica com um total de 22.360 Kw e quatro grupos geradores de 2.000 Kw cada um. A velocidade é de 17,5 nós, com calado de 5,4 metros. O calado máximo é de 7,8 metros.

Além do Skandi Amazonas, o STX Brazil tem em carteira o Skandi Iguaçu, também da Dof, com lançamento ao mar previsto para o primeiro trimestre de 2011. Outros dois barcos de apoio encomendados pela Deep Sea Supply e Siem Consub, devem ser lançados, respectivamente, até o final do segundo e do terceiro trimestre de 2011.

Desenvolvendo serviços de construção de embarcações de apoio offshore às unidades de perfuração, sondagem e produção, da bacia petrolífera brasileira, o estaleiro STX Brazil Offshore, fica localizado na Ilha da Conceição, Niterói, em ponto estratégico na Baía de Guanabara, com uma área de 80.000 m², possui cerca de 1500 funcionários próprios e 300 subcontratados.

O STX Brazil Offshore especializou-se na construção de embarcações de apoio marítimo de altíssima complexidade e sofisticação tecnológica, realizando a maior parte dos seus contratos em sua área industrial.
SKANDI AMAZONAS: CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS

Tipo: AHTS (Anchor Handling Tug Supply)
Tração Estática (Bollard Pull): 300 ton
Porte Bruto: 4.600 t
Comprimento total: 95,0 m
Boca moldada : 24,00 m
Pontal : 9,80 m
Calado max.: 7,80 m
Velocidade: 17,5 nós com calado de 5,4 m
Propulsão: Híbrida Diesel-Mecânica-Elétrica (22.360Kw total)
Grupos Diesel Geradores: 4 x 2.000 Kw cada um
Sociedade Classificadora: DNV

Fonte: http://www.portalnaval.com.br/

EMPRESAS HOLANDESAS AMPLIAM INVESTIMENTOS NO BRASIL


Nos últimos quatro anos, 60 novas empresas holandesas se instalaram no Brasil, buscando oportunidades nos setores de petróleo e gás, naval e offshore, em um movimento que promete continuar crescendo. Essa é a meta dos europeus, que estimam investir USD 9 bilhões na indústria petrolífera e naval brasileira no período de 2007 a 2012. E essa projeção, mais cuidadosa, ainda pode aumentar, uma vez que o desenvolvimento do pré-sal deve forçar maiores aportes.

“Brasil e Holanda têm tudo para serem os melhores e maiores parceiros do mundo nos setores naval, de petróleo e offshore”, afirma o cônsul-geral dos Países Baixos no Rio de Janeiro, Paul Comenencia, que destacou, em coletiva realizada na cidade, que 25% das exportações da Holanda para a América Latina são para o Brasil e 40% das exportações do Brasil para a Europa têm como destino os Países Baixos. O cônsul-geral ainda lembra que as empresas holandesas, com sua tradição secular e experiência na exploração de gás e petróleo no Mar do Norte, têm muito a contribuir com a atividade offshore no Brasil.

Usando como motivação essa possibilidade de estreitar laços econômicos no Brasil e vislumbrando o país como o maior foco dos investimentos holandeses em toda a América, será realizado, no dia 12 de setembro, véspera do início da Rio Oil & Gas 2010, outro evento para o setor de petróleo, o Holanda-Brasil Oil & Gas, no Copacabana Palace. O encontro servirá como plataforma para a aproximação entre contratantes locais e fornecedores holandeses, assim como forma de mostrar aos brasileiros a maneira de trabalhar dos parceiros europeus.

Planos para o futuro

Do total previsto de investimentos até 2012, ao menos USD 1 bilhão virão de pequenas e médias companhias, que ajustarão seu aporte de acordo com os contratos fechados no Brasil. A Fugro Brasil, empresa de serviços submarinos e levantamentos, por exemplo, já aplicou USD 10 milhões em uma base em Rio das Ostras, no Rio de Janeiro e investe no treinamento de seus 1100 funcionários – apenas quatro estrangeiros – através da Fugro Academy, mostrando a importância em fincar raízes no país e gerar emprego e renda. “Buscamos o crescimento no Brasil, junto às oportunidades do pré-sal, além de outros clientes. Estamos aqui para ficar por muito tempo”, afirma a Diretora Presidente, Mathilde Scholtes.

Outra preocupação dos investidores holandeses é com o conteúdo local. Por isso, as empresas que já exportam para o Brasil estão substituindo essa estratégia pela fabricação no país, o que exige investimentos diretos em instalação de escritórios, linhas de produção ou parcerias. Dessa forma, as companhias podem incluir seus produtos na faixa de conteúdo local exigida para os setores offshore e naval no Brasil. É o caso da Alewijnse, fabricante de sistemas marítimos, que está disposta a se associar a uma empresa brasileira, com intenção de ter 95% de conteúdo local e investimentos, até 2011, da ordem de 500 mil a 1 milhão de euros. Nesse padrão se enquadra também a Thomassen Compressores do Brasil: “Estamos com perspectivas de crescimento bastante arrojadas”, destaca o Diretor Comercial, Francisco Edgar da Silva Filho.

Fonte: http://www.nicomexnoticias.com.br/

terça-feira, setembro 21, 2010

Produção de Biocombustíveis


Biodiesel
Com o biodiesel, apresentamos uma alternativa viável de biocombustível produzido a partir de diversas oleaginosas, como mamona, algodão, amendoim, dendê, girassol e soja, além de matérias-primas alternativas, como gordura animal, óleos de frituras e gorduras residuais.
Além do benefício ambiental, a produção de biodiesel reduzirá a necessidade de importação de óleo diesel, favorecendo o resultado de nossa balança comercial.
Contamos com três usinas que produzem biodiesel nos municípios de Candeias (BA), Quixadá (CE) e Montes Claros (MG), com capacidade total de produção de 170 mil metros cúbicos por ano.
Além delas, dispomos de uma usina em Guamaré (RN), que está sendo adaptada para a comercialização.
Todas as nossas usinas possuem o “Selo Combustível Social”, do Ministério do Desenvolvimento Agrário.
Estamos firmando parcerias com entidades representativas de agricultores familiares para fornecimento de oleaginosas. Nossa meta é trabalhar com 80 mil famílias residentes nas regiões próximas as usinas, com assinatura de contratos de longo prazo, garantia de preços justos, distribuição de sementes e prestação de assistência técnica, além de um programa inicial de correção de solo.
Etanol

O álcool ganhou espaço no cenário internacional como combustível limpo e renovável. Neste campo, temos a experiência adquirida em mais de 30 anos em armazenamento, transporte, adição à gasolina e comercialização.
A mistura do álcool na gasolina contribuiu ainda para que o Brasil fosse um dos primeiros países a eliminar o chumbo da gasolina.
Trabalhamos para atingir a meta de, em 2013, exportar 4,2 milhões de metros cúbicos de etanol. O modelo de produção que adotamos é baseado em parcerias para a construção de Complexos de Bioenergéticos (CBio), que também produzirão energia elétrica aproveitando o bagaço de cana.
Uma das ações para garantir a expansão do consumo interno e facilitar a exportação é a construção de um sistema de alcoolduto. Com ele, ligaremos os pontos de exploração, passando pelas refinarias de Paulínia e Duque de Caxias, aos terminais da Ilha d’Água, no Rio de Janeiro, e São Sebastião, em São Paulo. Outra ligação unirá cidades de Cuiabá e Campo Grande ao porto de Paranaguá (PR).
Atualmente, utilizamos os terminais marítimos da Ilha d’Água, no Rio de Janeiro, o de Maceió, além dos portos de Santos e Paranaguá, para atender às exportações. A contratação de tanques de armazenamento na Coréia foi fundamental para o aumento das exportações, atendendo não somente ao mercado coreano, como também ao japonês e ao australiano.

Fonte: http://www.petrobras.com.br/

Abenav está de olho em US$ 150 bilhões do pré-sal


Pela primeira vez, uma entidade é criada com o objetivo específico de atendimento às encomendas a serem geradas pelo pré-sal. Trata-se da Associação Brasileira das Empresas de Construção Naval e Offshore (Abenav). A entidade é presidida por Augusto Mendonça, que é vice-presidente do Sindicato da Construção Naval (Sinaval); e o presidente do Sinaval, Ariovaldo Rocha, é vice da Abenav. Mendonça afirma que a entidade foi criada para ajustar a indústria no atendimento às bilionárias encomendas do pré-sal e explica:

- Do Sinaval só podem participar estaleiros. Mas na Abenav podem se sentar usinas de aço, empresas que vendem de parafusos a guindastes. Será um fórum para mantermos no Brasil o máximo de participação nas obras e encomendas o pré-sal. Temos de ser competitivos e isso só ocorrerá se toda a cadeia de suprimento for competitiva, ou seja, temos de comprar materiais e equipamentos a bons preços.


Cita que há um componente político, pois, quanto mais comprar internamente, mais respaldo político haverá para os estaleiros. Industriais de diversos setores vão ser contatados, para se associar à Abenav, para que haja um trabalho conjunto. "Será um fórum na sala ao lado do Sinaval", diz. Segundo Mendonça, o pré-sal pode garantir mercado para estaleiros e fornecedores por 30 a 40 anos. Lembra que as reservas estão estimadas em 100 bilhões de barris, o que é o dobro do Mar do Norte e três vezes a Bacia de Campos.

- Esperamos encomendas de 35 plataformas, o que representa US$ 150 bilhões - sem falar em 28 navios-sonda e quase 200 barcos de apoio, a serem encomendados no país.

Fonte: http://www.portalnaval.com.br/

Quip está na disputa por obras de duas plataformas de petróleo

Até o final de outubro, deverá ocorrer a decisão sobre onde serão construídas as próximas plataformas de extração de petróleo e gás da Petrobras. O município de Rio Grande é um dos candidatos. "Temos hoje duas propostas com a Petrobras esperando a abertura de envelopes", revela o diretor-geral da Quip, Miguelangelo Thomé. Ele detalha que quem participa da disputa pela implantação das plataformas P-58 e P-62 são os sócios da companhia (Queiroz Galvão, UTC Engenharia, Camargo Corrêa, IESA e PJMR).

Conforme Thomé, são seis os concorrentes pelos empreendimentos. A Quip já tem experiência em desenvolver plataformas na Metade Sul gaúcha, após a finalização da P-53. Atualmente, a companhia trabalha em Rio Grande nos projetos da P-55 e P-63. Enquanto a primeira será realizada no Estaleiro Rio Grande (dique seco), a segunda, que conta com a parceria da BW Offshore, será feita na área da Quip localizada no Porto Novo. As duas plataformas sairão prontas de Rio Grande e a previsão da conclusão dos complexos é no final de 2012.

A P-63 será uma plataforma do tipo FPSO (Floating Production Storage and Offloading) e terá capacidade para processar 140 mil barris por dia de petróleo e 1 milhão de metros cúbicos diários de gás natural. A unidade, que terá um custo de US$ 1,3 bilhão, gerará 98 MWh de energia e armazenará até 1,4 milhão de barris de petróleo.

O casco do navio convertido que servirá de estrutura para a plataforma deverá chegar a Rio Grande em outubro do próximo ano. Já a P-55, que absorverá cerca de US$ 876 milhões, terá capacidade para trabalhar com 180 mil barris de petróleo por dia e 4 milhões de metros cúbicos de gás natural diários.

Outro empreendimento na área da construção naval que será realizado em Rio Grande é o estaleiro do Grupo Wilson, Sons. O diretor de estaleiros da companhia, Adalberto Renaux, relata que em um mês deve ser obtida a licença de instalação do complexo. Ele adianta que as obras serão iniciadas em 2011 e no mesmo ano deverão ser concluídas.

O dirigente comenta que a empresa já começou o projeto da primeira embarcação a ser construída no município gaúcho. O navio, do tipo PSV (para apoio de plataformas de petróleo), deverá ser utilizado pelo próprio Grupo. A embarcação, que terá capacidade para carregar de 4 mil a 5 mil toneladas de carga, deverá operar a partir de 2012. Thomé e Renaux palestraram ontem no Congresso Internacional Navegar que se encerra hoje, em Porto Alegre.

Fonte: http://www.portalnaval.com.br/

segunda-feira, setembro 20, 2010

Geração de Energia Elétrica


Energia elétrica da Petrobras? Exatamente. Pensando além do petróleo, atuamos também no setor elétrico com usinas termelétricas, eólicas e hidroelétricas.

Desde 2000, começamos a construir termelétricas e ampliamos nossa participação no setor até marcar nossa presença em toda a cadeia produtiva.

Nosso parque gerador possui 15 unidades – próprias, de subsidiárias ou de empresas que temos participação acionária. A capacidade total de geração elétrica das usinas é superior a cinco mil megawatts (MW).

A energia eólica é utilizada em larga escala no mundo e apresenta tendência de crescimento na matriz energética. Para gerar eletricidade com a força dos ventos, possuímos, desde 2004, uma unidade-piloto em Macau (RN), com potência instalada de 1,8 MW
Nossa meta é atingir, em 2010, 169 MW de energia elétrica por fonte renovável.

Pequenas centrais hidrelétricas também fazem parte de nossos investimentos. Elas possibilitam melhor atendimento às necessidades de carga de pequenos centros urbanos, regiões rurais e unidades industriais.

Nosso planejamento prevê a construção de 13 dessas hidrelétricas, instaladas em quatro estados. Com as usinas prontas, a capacidade de energia gerada será de 30 MW.

A subsidiária Petrobras Distribuidora também participa do setor elétrico oferecendo serviços como eficiência energética, cogeração, geração com biomassa, comercialização de energia e geração na ponta.

Fonte: http://www.petrobras.com.br/

Petrobras Distribuidora abre inscrições para programa de estágio


A Petrobras Distribuidora abriu inscrições para 367 vagas de estágio para estudantes de nível superior e médio profissionalizante que estejam cursando os dois últimos anos ou os quatro últimos semestres. A bolsa-auxílio varia de R$ 583,43 a R$ 865,02.

O estágio tem duração de 12 meses improrrogáveis, com exceção dos estágios de direito, que podem ser prorrogados por igual período. A carga horária diária é de 4 horas para o nível médio e superior, exceto para os estudantes do curso de direito, que têm carga horária de 6 horas.

Os estagiários de nível médio com 4 horas diárias de estágio terão direito a bolsa de complementação educacional de R$ 583,43 e seguro de acidentes pessoais. Os estagiários de nível superior com 4 horas diárias de estágio terão bolsa de complementação educacional de R$ 696,07 e seguro de acidentes pessoais. Os estagiários de nível superior em direito com 6 horas diárias de estágio terão bolsa de complementação educacional de R$ 865,02 e seguro de acidentes pessoais.

Há oportunidades em 38 cidades dos seguintes estados: Alagoas, Amazonas, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo e Sergipe.

As inscrições devem ser feitas até 19 de outubro pelo site www.br.com.br

EPC Engenharia pretende dobrar faturamento até 2012

Com os maiores investimentos da história do país anunciados no setor de óleo e gás, empresas de projetos em engenharia veem oportunidades de crescimento inéditas no Brasil. Somente pela Petrobras, foram anunciados US$ 224 bilhões para viabilizar o pré-sal, sendo US$ 118 bilhões focados em exploração. É o maior plano de expansão já previsto pela indústria brasileira. Ao todo, são 686 projetos, sendo que o mercado nacional será responsável por 67% dos contratos, o equivalente a um gasto de US$ 28,4 bilhões ao ano.

A EPC – Engenharia Projeto Consultoria S/A está animada com a perspectiva de crescimento e já vê sinais dessa movimentação. A empresa acaba de assinar dois contratos para o desenvolvimento de projetos no Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), empreendimento da Petrobras em Itaboraí que prevê investimentos em torno de U$ 8,38 bilhões. O complexo ocupará uma área equivalente a seis mil campos de futebol.

A EPC irá desenvolver para a Alusa Engenharia o projeto de detalhamento da unidade de Hidrocracreamento Catalítico (HCC) do Comperj, além de desenvolver o projeto em regime Turn Key de distribuição de energia elétrica para a Gel Engenharia, que é responsável pelo o abastecimento de água e a distribuição de energia elétrica do complexo.

A EPC está fornecendo projeto de engenharia multidisciplinar detalhada, gerenciamento de serviços de engenharia, assistência técnica à obra e à montagem e comissionamento da Unidade de HCC, que será a primeira unidade do país a realizar o processo químico de quebra de petróleo usando hidrogênio em alta pressão. Esse procedimento garante produtos finais mais nobres e diversificados do que os obtidos por meio da quebra do petróleo com altas temperaturas, sistema utilizado atualmente no Brasil.

De acordo com o vice-presidente Comercial e Marketing da EPC, Dhenisvan F. Costa, por ser uma planta inédita no país, será um grande desafio para a EPC, para a Alusa e para a Petrobras.”O trabalho em equipe vai ser fundamental para o bom desempenho desse empreendimento”, explicou.

Fonte: http://www.portalnaval.com.br/

domingo, setembro 19, 2010

Petroquímica


Você sabe o que produtos tão diferentes como batom, chiclete, plástico, tintas, resinas e velas têm em comum? Todos contêm derivados de petróleo, como parafina e nafta, em sua composição.

A parafina, por exemplo, faz parte de produtos como cera, cosméticos, embalagens, fósforos, impermeabilizantes e tecidos.

Com a nafta, obtemos produtos de primeira e segunda geração. A partir de um processo chamado craqueamento, a nafta é decomposta e gera eteno, propeno e aromáticos. Estes produtos de primeira geração são utilizados na produção de resinas, que compõem a segunda geração.

Desenvolvemos constantemente novas tecnologias para a indústria química e ampliamos nossa atuação para obtenção desses produtos.
Com a petroquímica, buscamos a diversificação de nosso portfólio de produtos, além de valorizar o petróleo e o gás natural.

Consideramos a petroquímica um segmento estratégico e fortalecemos nossa atuação no setor. Ampliamos nossa presença no Brasil e na América Latina, de modo integrado com nossos demais negócios.

Investimos em diversos projetos no setor, como, por exemplo, o Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), a Petroquímica Paulínia e a Companhia Petroquímica de Pernambuco. Desde 2010, somos acionistas da Braskem, uma das oito maiores empresas do setor petroquímico no mundo.

Para saber mais sobre a nossa atuação na Petroquímica, visite o site da Petroquisa: www.petroquisa.com.br.

Fonte: http://www.petrobras.com.br/

Obras do Programa de Desenvolvimento de Submarinos estão em andamento


Começam ainda este mês as obras marítimas do Estaleiro e da Base Naval que serão construídos em um terreno localizado na Ilha da Madeira, em Itaguaí (RJ). As obras, que fazem parte do Programa de Desenvolvimento de Submarino com Propulsão Nuclear, já obtiveram as licenças prévias e de instalação do Ibama.
Sob a coordenação da Diretoria-Geral do Material da Marinha, o Programa abrange, além da construção de um Estaleiro e de uma Base Naval, uma Unidade de Fabricação de Estrutura Metálica (UFEM), quatro submarinos convencionais e um submarino com propulsão nuclear.
Iniciadas em maio deste ano e em uma fase mais adiantada, as obras da UFEM encontram-se atualmente na etapa de estaqueamento das fundações. Classificado como área industrial, o espaço tem cerca de 90 mil metros quadrados e será responsável pelo acabamento inicial das seções dos submarinos preparadas na Nuclebrás Equipamentos Pesados S. A. (Nuclep), antes de irem para o Estaleiro.
Calcula-se que cerca de 800 pessoas irão trabalhar no empreendimento quando o Programa estiver em pleno andamento.

Fonte: http://www.portalnaval.com.br/

Estaleiro virtual fica com mais da metade de programa do governo

Foi justamente um estaleiro virtual, sem existência física no momento da contratação, que se tornou o maior vencedor de licitações do Promef (Programa de Modernização e Expansão da Frota). O Estaleiro Atlântico Sul (EAS) – consórcio formado pelos grupos Camargo Corrêa, Queiroz Galvão, PJMR Empreendimentos e Samsung – venceu metade dos lotes licitados e vai construir 22 de 46 navios encomendados até agora. O EAS, que nasceu “virtual” de um investimento de R$ 1,8 bilhão – 72% financiados pelo BNDES – em Suape (PE), já se pagou: receberá US$ 3,116 bilhões, ou R$ 5,5 bilhões, pelos contratos.

O Estaleiro Atlântico Sul (EAS) era "virtual" quando se candidatou a construir navios para o Promef, e já venceu mais da metade dos lotes licitados pela Transpetro

O estaleiro começou do zero, ao mesmo tempo em que o primeiro navio era construído lá. “Somos um exemplo vivo de que quando se tem um projeto e demanda, é possível transformar o que era virtual em real. O que temos é um estaleiro planejado que virou real. Outros investimentos vão usar a mesma fórmula”, disse o presidente do estaleiro, Ângelo Bellelis.

O montante da EAS chega a dois terços do total já contratado, com vitória nas licitações dos quatro maiores lotes de navios da Transpetro. Total dos 46 navios: US$ 4,7 bilhões – o equivalente a R$ 8,3 bilhões. Ainda falta ser licitado um lote de três embarcações, no valor estimado de cerca de US$ 300 milhões (R$ 527,3 milhões).

Os cinco lotes restantes foram vencidos pela Eisa-RJ (quatro navios Panamax, por R$ 826 milhões), Mauá-RJ (quatro navios de produtos, por R$ 501 milhões), Superpesa-RJ (R$ 81 milhões), e Estaleiro Rio Nave (cinco navios de produto, por R$ 473 milhões). Outro estaleiro virtual é o Promar Ceará (que não será mais no Ceará e deve mudar de nome), vencedor da última licitação, de R$ 959 milhões – e que nem planta tem ainda.

O presidente do Estaleiro Atlântico Sul (EAS), Ângelo Bellelis, disse ao iG “levantar o chapéu” para o governo, que “acertou em cheio” com o Promef ao exigir que os navios para a Transpetro sejam feitos no Brasil e aceitar a participação dos estaleiros virtuais nas licitações.

A medida gerou, só em Pernambuco, quatro mil empregos diretos. A empresa nem sequer existiria. O EAS foi construído, ao custo de R$ 1,8 bilhão, ao mesmo tempo em que o primeiro navio encomendado – o João Cândido, batizado e lançado ao mar em maio, mas que ainda não entrou em operação.

“Se tem alguma medida pró-ativa para geração de empregos em toda a cadeia, para manter no Brasil empregos que seriam gerados lá fora, essa medida é superassertiva. Temos de levantar o chapéu. Criamos quatro mil empregos e dez mil a 15 mil em nosso entorno – é uma indústria de mão de obra intensiva. Movimentamos a economia de cidades vizinhas, damos poder de compra e trazendo desenvolvimento, comércio e impostos. É uma medida ótima, o governo acertou em cheio”, afirmou o presidente do EAS.

O Promef é um programa de R$ 8,3 bilhões, comandado por Sérgio Machado, e que pretende encomendar 49 navios para a Transpetro

Bellelis reconhece que a Transpetro, com 22 navios encomendados ao valor de R$ 5,5 bilhões, é a principal cliente do EAS. Na página da internet, aparecem ainda a Petrobras e a Noroil, empresa de navegação representante de grupo norueguês Pacpro Norge.

Fonte: http://www.portalnaval.com.br/

sábado, setembro 18, 2010

Distribuição


Do poço ao posto. Estamos presentes em todo o processo para levar até você os melhores produtos. Com a Petrobras Distribuidora, contamos com mais de sete mil postos de serviços espalhados por rodovias e cidades de todas as regiões do Brasil.

Líder no mercado brasileiro de distribuição de derivados de petróleo, a Petrobras Distribuidora trabalha com o objetivo de prestar sempre os melhores serviços. A qualidade dos produtos é garantida com o programa De Olho no Combustível, reconhecido como o mais completo do país.
Com uma trajetória marcada por iniciativas pioneiras e resultados expressivos, a Petrobras Distribuidora mantém uma lista de clientes que vai muito além do consumidor final no posto. Mais de dez mil grandes empresas entre indústrias, termoelétricas, companhias de aviação e frota de veículos leves e pesados fazem negócio com nossa subsidiária.

Quer saber mais sobre a distribuidora? Visite www.br.com.br e conheça nossa atuação nos segmentos automotivo, de aviação, ferroviário, industrial e marítimo.

Fonte: http://www.petrobras.com.br/

Ensino básico trava admissões em Suape


Procura-se carpinteiro, topógrafo, nivelador, montador de andaimes. Precisa-se de engenheiros com urgência. Há vagas abertas nas obras de construção civil que se instalam no complexo portuário e industrial de Suape, na região metropolitana de Recife, em Pernambuco. Entretanto, falta mão de obra qualificada para as vagas abertas no Estado, que vive um "boom" da construção civil graças a grandes projetos industriais.

O PIB de Pernambuco cresceu 3,8% em 2009 - período em que o PIB brasileiro teve retração de 0,2% -, e a previsão para 2010 é de avanço de 7,2%. O foco das atenções é Suape, onde se instalaram o Estaleiro Atlântico Sul, a Refinaria Abreu e Lima e o Polo Petroquímico.


"Tivemos uma mudança de ritmo que causaria desequilíbrio entre demanda e oferta de mão de obra em qualquer parte do mundo", diz o diretor regional do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), Antonio Carlos Maranhão de Aguiar, ao ilustrar o que ele chama de "santa revolução": a procura por soldadores no Estado passou de 40 profissionais por ano - média entre 1997 e 2006 - para 2,5 mil a partir de 2007. "Suape se transformou em um pátio de obras", reforça a superintendente das Agências de Trabalho no Estado, Angela Morshel, num contexto em que um carpinteiro é chamado hoje de "mosca branca" pela construção civil, diante da dificuldade para contratação do profissional.


A batalha conjunta do governo do Estado, prefeituras, empresas e órgãos institucionais (Senai, Sesi, e Instituto Federal de Educação Tecnológica - Infet, antigo Cefet) para qualificar e aproveitar mão de obra pernambucana nem sempre tem sucesso. A estimativa é de que mais de 4 mil operários de fora vieram para Pernambuco para trabalhar somente nos três maiores empreendimentos - enquanto isso, o desemprego na região metropolitana do Recife está em 11,2%, de acordo com o IBGE.


O Estaleiro Atlântico Sul, por exemplo - que lançou ao mar, em maio, o primeiro de 10 navios petroleiros Suezmax encomendados pela Transpetro dentro do Programa de Modernização e Expansão da Frota (Promef) - investiu R$ 16 milhões desde 2007 na formação de cerca de 3 mil pessoas. Em busca de soldadores, recorreu até ao Japão: trouxe de volta 130 dekasseguis, como são chamados os trabalhadores estrangeiros no país asiático.


"A grande dificuldade é o nível de educação e qualificação da força de trabalho, porque os postos de trabalho oferecidos exigem atributos especiais de qualificação profissional", afirma o economista Jorge Jatobá, da consultoria Ceplan, ao destacar que não apenas Pernambuco, mas o Brasil como um todo, enfrenta um "apagão de qualificação".


Ensino básico. A raiz das dificuldades está na base do ensino. Hoje, segundo o IBGE, o analfabetismo puro (pessoas que não sabem ler nem escrever) e o funcional (incapacidade de entender ou interpretar o que se lê) atingem 40% da população do Nordeste com mais de 15 anos. Por conta disso, diz Jatobá, empresas exercem função do poder público, arcando com gastos de ensino para os trabalhadores.


O Programa de Mobilização da Indústria Nacional de Petróleo e Gás (Prominp), que lançou edital para a nova etapa para o processo seletivo para capacitação gratuita de candidatos, tem 8.362 vagas para Pernambuco, pela necessidade de atender aos empreendimentos de Suape. Na etapa anterior, das 7.517 vagas destinadas a Pernambuco, 20% deixaram de ser preenchidas, especialmente por conta de deficiências em educação básica. Por isso, o governo estadual está oferecendo reforço de escolaridade em português e matemática aos interessados.

A deficiência da educação básica restringe o acesso dos trabalhadores às novas vagas ofertadas pela construção civil. 2. A indústria busca pessoal qualificado e experiente para funções como a de soldador, cuja a demanda chega a 2,5 mil profissionais por ano no Estado.

Fonte: http://www.portalnaval.com.br/