quarta-feira, setembro 30, 2009

Dell lança notebook ultrafino voltado a usuário empresarial


A Dell lançou um sofisticado notebook ultrafino, trazendo um novo design aos modelos voltados para o segmento empresarial. A companhia descreveu o novo Latitude Z como o laptop de 16 polegadas mais fino e leve do mundo, pesando dois quilos e com menos de 2,5 centímetros de espessura. Contudo, o modelo não é barato e custa a partir de US$ 1,9 mil.
A Dell, segunda maior fabricante de computadores do mundo, informou que está focando em públicos como o de profissionais criativos. Leveza e pouca espessura são certamente características prioritárias para fabricantes de computadores neste final de ano, tanto no segmento voltado para uso doméstico como no corporativo.
Os avanços tecnológicos estão permitindo que fabricantes de computadores consigam um desempenho ainda melhor em um formato cada vez menor.
A Dell lançou o modelo Adamo, um notebook ultrafino, no começo deste ano.
"Estamos vendo a propagação de modelos finos e leves em nosso portfólio", disse Todd Forsythe, vice-presidente do grupo de produtos ao cliente comercial da Dell.
A Dell informou que o Latitude Z é o primeiro laptop que oferece dock sem fio e carregamento "indutivo" de bateria. O aparelho pode ser recarregado sem o uso de um cabo de energia, basta colocá-lo em um acessório especial, vendido separadamente.



Fonte: www.terra.com.br

Celular vem com câmera de 12 megapixels e zoom óptico


O novo smartphone Amoled 12M, da Samsung, é o mais novo híbrido entre celulares e fotografia: além de capturar imagens com resolução de 12 megapixels, o aparelho, que começa a ser vendido em outubro na Coreia do Sul, tem zoom óptico de 3x.
Segundo a Samsung, o Amoled 12M (SCH-W880) tem tela AMOLED (mais brilhante) de 3,3 polegadas sensível ao toque com resolução WVGA (800 x 480). A câmera digital é ativada por um botão especial e tem ajuste de controles de cena em um disco, como em uma câmera convencional, e ainda possui foco automático e flash Xenon.
Além disso, o novo celular/câmera consegue filmar em alta definição (720p) a 30 quadros por segundo. A Samsung não deu mais detalhes sobre as especificações técnicas do telefone. Esse não é o primeiro celular com câmera de 12 megapixels da Samsung: em junho, a companhia coreana havia anunciado o Pixon12, também com essa resolução de imagem.



Fonte: www.terra.com.br

Blackberry "mais caro do mundo" é vendido por R$ 356 mil


O Blackberry "mais caro do mundo", feito em ouro 18 quilates e incrustado com 4.459 diamantes, foi vendido para um comprador no Oriente Médio por 125 mil libras (R$356 mil). A peça faz parte de uma série de três modelos criados pelo designer Alexander Amosu.
A fabricação levou cerca de 350 horas e o equipamento é personalizado com o nome do cliente e conta ainda com serviço de apoio 24 horas.
Amosu fez sua fortuna compondo e vendendo toques de celular e ficou conhecido no mercado de alto luxo por personalizar celulares, iPods e outros gadgets eletrônicos.
Em abril, o designer vendeu um terno feito com a "lã mais cara do mundo" por 70 mil libras (equivalente a pouco mais de R$ 227 mil).
Segundo a empresa de Amosu, entre seus clientes estão o piloto Lewis Hamilton, o rapper 50 Cent, o empresário Richard Branson e as cantoras Lilly Allen e Alicia Keys.



Microfone a laser pode aprimorar captação de som em gravações


A empresa americana Schwartz Engineering & Design anunciou recentemente em Nova York o lançamento da sua tecnologia de captação de áudio a laser, que promete conseguir, pela primeira vez, obter o "som puro" de um microfone.
Enquanto a maioria dos microfones traduz ondas sonoras em sinais elétricos utilizando membranas vibrantes, ímãs e outros componentes eletromecânicos, a invenção funciona através da detecção do impacto do som no movimento de partículas em uma corrente de ar com fumaça. A perturbação no fluxo da fumaça seria detectada por um feixe de lasers e, então, transformada em sinal de áudio.
O engenheiro de áudio David Schwartz, que já possui diversas patentes em áudio digital ¿ uma delas, relacionada à criação do MP3 -, conseguiu criar um sistema que evita as distorções causadas pelo formato e peso do diafragma dos microfones comuns, já que as partículas de fumaça são virtualmente sem peso. Outro problema do diafragma comum é o fato de sua excursão ser limitada, o que resulta em deformações e novas distorções. O sistema "gasoso" em princípio não possui nenhum desses inconvenientes.
O resultado ainda não é o esperado, mas o engenheiro justifica que o projeto está em fase inicial. Segundo o site TechMagNews, o experimento será apresentado no 127º Audio Engineering Society Show, que ocorre entre os dias 9 e 12 de outubro no Javits Center em Nova York.
O blog Gadget Labs da revista Wired disponibilizou um vídeo demonstrando a tecnologia do novo microfone, que pode ser visto pelo atalho http://tinyurl.com/yb8tqj2.

Grandes empresas entram na batalha dos leitores eletrônicos


O mercado florescente para aparelhos eletrônicos de leitura deve receber dois novos e poderosos concorrentes, em breve: a operadora de telefonia móvel Verizon e a cadeia de varejo Best Buy.

Na quarta-feira, a iRex Technologies, uma empresa criada pela Philips que já fabrica um dos mais conhecidos leitores eletrônicos europeus, planeja anunciar seu ingresso no mercado dos Estados Unidos com um aparelho dotado de tela de toque que será vendido a US$ 399.
Os proprietários do novo iRex DR800SG poderão adquirir livros e jornais digitais por meio de uma conexão sem fio, utilizando a rede de telefonia móvel de terceira geração (3G) da Verizon, que agora vai concorrer com a Sprint e a Nextel na oferta de serviços 3G. E a partir do mês que vem o iRex também começará a ser vendido em algumas centenas de lojas da cadeia Best Buy, em companhia do Sony Reader e outros produtos semelhantes.
Todas as informações indicam que os leitores eletrônicos parecem estar tendo um ano vitorioso. Pouco mais de um milhão desses aparelhos foram vendidos em todo o mundo em 2008, de acordo com o grupo de pesquisa de mercado iSuppli. A empresa prevê que este ano o total vendido será de 5,2 milhões, mais de metade dos quais na América do Norte, com a ajuda da popularidade e dos esforços de promoção da Amazon.com para o seu Kindle, que só está à venda no site da Amazon.
O envolvimento da Best Buy pode estimular ainda mais as vendas. A empresa começou a treinar milhares de funcionários sobre como divulgar e demonstrar o Sony Reader, o iRex e modelos concorrentes, e acrescentará uma nova área a cada uma de suas 1.048 lojas com o objetivo de destacar os novos modelos. A Best Buy anteriormente só vendia leitores eletrônicos em seu site, e em algumas lojas, para testes limitados.
"O leitor eletrônico é um produto que atrai bastante atenção, mas a maioria das pessoas ainda não os viram, tocaram ou interagiram com ele", disse Chris Homeister, vice-presidente sênior de entretenimento da Best Buy. "Sentimos que essa é uma tecnologia que está começando a emergir e que podemos oferecer uma experiência única ao mercado".
O maior desafio para o iRex, especialmente, será o baixo reconhecimento de sua marca entre os consumidores norte-americanos. Mas, em muitos aspectos, o aparelho branco e cinza é semelhante a rivais como o Kindle DX, que oferece tela de 10 polegadas e custa US$ 489, ou o Sony Reader Daily Edition, com tela de sete polegadas e preço de US$ 399.
O iRex tem uma tela de toque de 8,1 polegadas, e oferece links diretos para adquirir livros eletrônicos na loja digital de livros da Barnes & Noble e periódicos da Newspapers Direct, serviço que oferece mais de 11 mil jornais e os apresenta na tela do leitor em forma bem semelhante à de suas versões impressas.
No começo do ano, a iRex negociou com a Barnes & Noble sobre a possibilidade de vender o aparelho com a marca da rede de livrarias, e não com sua, mas as empresas não conseguiram chegar a um acordo, diz Kevin Hamilton, presidente-executivo da divisão norte-americana da iRex e da Amerivon Retail Sales, uma companhia de capital para empreendimentos que liderou uma rodada de capitalização de US$ 8 milhões para a empresa iniciante, no começo do ano.
William Lynch, presidente de operações online da Barnes & Noble, se recusou a dizer se a empresa estava preparando o lançamento de um leitor próprio, mas anunciou que "planejava comercializar livros digitais de maneira ambiciosa e interessante" junto aos 77 milhões de consumidores que visitam suas lojas a cada ano. A lojas eletrônica de livros da Barnes & Noble também estará acessível para os usuários de um leitor de tela grande que será lançado no ano que vem pela iniciante Plastic Logic, e que deve chegar ao mercado no ano que vem.
A iRex fez um percurso bastante complicado para chegar ao mercado. Quando era uma divisão do grupo eletrônico holandês Philips, seu papel era fornecer a tecnologia de tela do Sony Librie, um dos primeiros aparelhos a utilizar o chamado "papel eletrônico", que imita a aparência do papel comum em uma tela digital. Como companhia separada, desde 2004, ela desenvolveu aparelhos dotados de telas grandes e orientados ao mercado de profissionais liberais, médicos e pilotos, especialmente na Europa.
Seus novos produtos oferecem recursos tecnológicos que não estão disponíveis nas máquinas rivais. O iRex contém um chip 3G Gobi, da Qualcomm, e isso permitirá que os proprietários do aparelho adquiram livros por meio de conexões sem fio mesmo que estejam fora dos Estados Unidos. Em contraste, o modem sem fio do Amazon Kindle só funciona na rede de telefonia móvel Sprint e no território dos Estados Unidos. Como no caso do Kindle, o preço do iRex inclui acesso sem fio ilimitado.
O iRex também pode trabalhar com o formato de arquivos ePub, um padrão setorial amplamente aceito, o que significa que proprietários do aparelho poderão adquirir títulos em outras livrarias online que utilizem o formato ePub e transferir textos ao iRex.
A empresa afirmou que está preparando o lançamento de uma versão em cores do modelo em 2011, algo que outros fornecedores, dependentes de tecnologia da eInk, uma subsidiária da Prime View International, de Taiwan, dizem estar ainda a anos de distância para os modelos rivais.
Preço é desafio para popularização


Google planeja novo espelho para energia solar mais barata


O Google está decepcionado com a falta de ideias avançadas nas quais seja possível investir, no setor de tecnologia ecológica, mas a empresa está trabalhando para desenvolver tecnologia de espelhos própria que poderia reduzir o custo de construção de usinas de energia solar em 25% ou mais.
"Estamos estudando materiais muito incomuns para espelhos, tanto para a superfície reflexiva quanto para o substrato sobre o qual o espelho é montado," disse Bill Weihl, líder dos projetos de energia ecológica do Google, na Reuters Global Climate and Alternative Energy Summit, em San Francisco, na quarta-feira.
O Google, conhecido por seu serviço de buscas na internet, no final de 2007 anunciou que nos anos vindouros investiria em empresas e pesquisaria por conta própria no ramo de produção de energia renovável e a preço acessível.
Os engenheiros da empresa estão concentrados na tecnologia térmica solar, pela qual a energia do sol é utilizada para aquecer uma substância que gera vapor capaz de acionar uma turbina. Os espelhos concentram os raios do sol na substância a aquecer.
Weihl disse que o Google estava reduzindo o custo de produção dos heliostatos, os campos de espelhos que precisam acompanhar o movimento do sol, a pelo menos a metade, "mas idealmente a um terço ou um quarto."
"Tipicamente o que vemos é de US$ 2,50 a US$ 4 (por watt) em custos de capital," disse Weihl. "Com isso, uma instalação de 250 watts custaria entre US$ 600 milhões e US$ 1 bilhão. É muito dinheiro."
Isso equivaleria a preços de entre 12 e 18 centavos de dólar por quilowatt/hora. O Google espera desenvolver tecnologia viável que possa ser exibida aos demais departamentos da empresa dentro de dois meses, disse Weihl. Os testes precisarão ser acelerados para demonstrar o impacto de décadas de uso sobre os espelhos em condições desérticas.
"Ainda não chegamos lá," ele disse. "Mas tenho esperança de desenvolver espelhos mais baratos que os usados pelas companhias envolvidas nesse mercado."

terça-feira, setembro 29, 2009

Futuro traz chips cada vez menores em gadgets mais poderosos


A Intel encolheu ainda mais os processadores, e vê o futuro com chips cada vez menores em dispositivos móveis, incluindo a televisão, cada vez mais poderosos. Em resumo, isso é o que aconteceu na última semana durante o Intel Developer Forum, evento anual de desenvolvedores da companhia realizado em San Francisco.

Na abertura, o presidente e executivo-chefe da companhia, Paul Otellini, mostrou os primeiros chips feitos no processo de fabricação de 22 nanômetros. Para comparação, um fio de cabelo tem 90 mil nanômetros. É apenas um protótipo, e cada transistor dentro do processador mede muito pouco: cabem 2,9 bilhões de transistores na área de uma unha, segundo a Intel.
Com o feito, Otellini reafirmou a Lei de Moore para os microprocessadores (que diz que o número de transistores em um chip dobra a cada dois anos). Apesar de não ter previsão para o lançamento dos primeiros processadores com 22 nm, a Intel lança ainda no último trimestre de 2009 seus chips feitos em 32 nanômetros.
"Já começamos a produzir esse chip, que também será o primeiro processador de alto desempenho a integrar vídeo com a CPU", disse Otellini. "Ao mesmo tempo, estamos desenvolvendo a tecnologia de fabricação em 22 nanômetros e já criamos os primeiros chips que vão levar à produção de novos processadores ainda mais poderosos e capazes".
Para os portáteis, a Intel lançou os processadores Core i7 Mobile e Core i7 Mobile, que prometem deixar os notebooks ainda mais rápidos. Essas são versões "móveis" de processadores que só existiam para desktop, como o Core i7, topo de linha da Intel atualmente, voltados a alto desempenho como games, edição de vídeo e outros aplicativos que "comem" poder do processador. Fabricantes como Dell, Asus e HP devem lançar as primeiras máquinas com Core i7 Mobile nos próximos meses.
Durante o IDF, a Intel aproveitou para demonstrar o projeto codinome Larrabee, uma GPU (unidade de processamento de vídeo) já anunciada diversas vezes pela fabricante, mas que não tem previsão de lançamento ainda. Na demo, a Intel afirmou que desenvolvedores de hardware e software já começaram a ter acesso ao produto para testes.
E, finalmente, a televisão. A Intel lançou um sistema-em-um-chip (SoC) baseado no processador Atom para uso em eletrônicos de consumo, já que existe uma visão de que a internet vai convergir em algum momento com a televisão, com experiências mais visuais, pessoais e interativas.
Para conseguir isso, a Intel precisa de parceiros, como Adobe, CBS, Cisco e TransGaming, que estão fazendo essa "ponte". "Para 2015, prevemos a existência de 15 bilhões de dispositivos capazes de mostrar conteúdo de TV com bilhões de horas de vídeo disponível", explicou Justin Rattner, diretor de tecnologia da Intel. "Precisaremos de meios muito mais sofisticados para organizar conteúdo e entregá-lo sob demanda. As pessoas poderão ter TV com o que, quando e onde quiserem", concluiu.
Todos os anos, a Intel reúne parceiros, clientes, fabricantes de hardware e software no IDF. É seu principal evento para mostrar as novidades e projetos de pesquisa que vão mexer com o mercado de tecnologia a médio prazo. Além de palestras técnicas, o IDF conta com apresentações dos principais executivos da Intel e seus parceiros e com uma "feirinha" para demonstrar as novidades.


Vaio W é novo netbook no mercado brasileiro


A Sony também entrou na briga pelos netbooks no mercado brasileiro, com o lançamento do modelo Vaio VPC-W150XB (série W). O portátil, que pesa 1,19 kg, começa a ser vendido ainda este mês na cor branca.
O Vaio W tem como principal diferencial a tela de alta definição, com 1.366 x 768 pontos, contra 1.024 x 600 pontos de definição na maioria dos netbooks com tela de 10,1 polegadas.
Segundo a Sony, sua bateria dura de duas a três horas e a máquina tem configuração com processador Intel Atom de 1,66 GHz, 1 GB de memória, 160 GB de disco, Wi-Fi, Bluetooth e roda Windows XP Home Edition. Seu preço sugerido é de R$ 1.999.
A fabricante já vende um ultraportátil no país, da série Vaio P, mas nem o considera um netbook graças ao tamanho reduzido da tela (8 polegadas widescreen) e seu preço mais elevado (R$ 3.999)




Fonte: www.terra.com.br

União Europeia quer limitar volume de MP3 players

A União Europeia anunciou nesta segunda-feira que pretende impor regras para que os fabricantes dos MP3 players recomendem aos seus usuários que abaixem o volume dos seus aparelhos a fim de conservarem sua capacidade auditiva.
A Comissária Europeia para Assuntos dos Consumidores, Meglena Kuneva, afirmou que especialistas e empresários do setor estão elaborando medidas mais enérgicas para frear os problemas de audição.
"Se quiserem aproveitar suas músicas preferidas pelos próximos 20 ou 30 anos, os usuários deverão diminuir o volume", aconselhou Kuneva ao apresentar a proposta à jornalistas.
Ela também explicou que a adoção destas medidas é necessária porque existem motivos para se preocupar com os riscos à saúde, em especial dos mais jovens.
Um instituto de assessoria científica da União Europeia calculou que entre 2,5 e 10 milhões de pessoas poderiam perder a audição por escutar música em MP3 players a níveis de volume nocivos, ou seja, de mais de 89 decibéis, durante mais de uma hora por dia durante pelo menos 5 anos.
A comissão executiva da União Europeia alegou que o volume máximo de som nos aparelhos oscila entre 80 e 115 decibéis. Com fones de ouvido, o som pode aumentar em até 9 decibéis, chegando ao mesmo nível (120 decibéis) de barulho provocado por um avião decolando.
Kuneva afirmou que as novas regras determinariam um volume máximo de 80 decibéis nos aparelhos.
O risco de lesão auditiva depende também do tempo contínuo de escuta, disse a comissária, que aconselhou os fabricantes a reforçarem as advertências sobre o volume dos equipamentos.
Várias empresas receberam favoravelmente a proposta. Segundo a comissária, as novas regras podem entrar em vigor já em 2010.

Google Docs ganha mais espaço dentro de empresas

O chamado "office pela web" vem ganhando cada vez mais adeptos no ambiente corporativo e ameaça a liderança da Microsoft no campo de aplicativos para edição de textos. Uma pesquisa realizada com cerca de 300 empresas norte-americanas revelou que 20% delas usam o aplicativo Google Docs, enquanto cerca de 25% alegam que o uso do aplicativo será implementado até o ano que vem.
De acordo com o site PC World, um relatório semelhante, divulgado em dezembro de 2007, informava que apenas 5% dos entrevistados "utilizavam largamente" o Google Docs no local de trabalho.
Melissa Webster, analista da empresa responsável pela pesquisa, divulgada há duas semanas, alerta que se essa taxa continuar em crescimento, a Microsoft poderá ser afetada. "O Google Docs ainda não está suplantando a Microsoft, mas o fato do aplicativo web estar sendo escolhido tão rapidamente é uma grande ameaça", aponta a analista da IDC.
Entretanto, segundo o site IT PRO, mesmo que 20% afirmem que usam o Google Docs, o relatório também mostra que 97% dos participantes ainda utilizam o Microsoft Office em paralelo. Dessa forma, a Microsoft ainda está longe de ser superada.
Vale lembrar que, apesar de alternativas bastante eficientes como o gratuito OpenOffice, o mercado do Microsoft Office não havia sofrido impacto significante até o aparecimento do Google Docs - o suficiente para a empresa anunciar seu Microsoft Office "nas nuvens", que chega em 2010.

Windows 7 deixa PCs até 56% mais rápidos, diz empresa

Windows 7 deixa os computadores realmente mais rápidos, pelo menos é o que diz a fabricante chinesa Lenovo. A empresa informou nesta segunda-feira que "em modelos selecionados, o Windows 7 se inicializa 56% mais rápido em comparação ao Windows XP ou Vista, e se desliga em menos de cinco segundos". Para isso, entretanto, é preciso ter instalado um pacote especial de aplicativos criados pela Lenovo.
A companhia, que ainda não comenta sobre o lançamento de novas máquinas com Windows 7 no Brasil, lançou um programa de certificação para determinados computadores rodarem melhor o sistema operacional da Microsoft, que chega às lojas em 22 de outubro. O "Windows 7 Lenovo Enhanced Experience" é um pacote de recursos e ferramentas que tornam melhor o desempenho da máquina com a versão 7 do Windows.
Entre os recursos estão o aumento na velocidade de boot em comparação a outros produtos sem esse novo pacote e a melhoria no desempenho geral do desktop ou notebook. As máquinas voltadas ao consumidor final da linha Idea, por exemplo, com o "Enhanced Experience" rodam o Windows 7 cerca de 33% mais rápido do que aquelas sem o serviço, assim como desligam em metade do tempo.
Já em máquinas corporativas, da linha Think, o Windows 7 liga o PC 56% mais rápido do que no XP ou Vista. O pacote Enhanced Experience inclui ainda ferramentas de manutenção, otimização e segurança de sistema.
A Lenovo já está vendendo máquinas com o Enhanced Experience nos Estados Unidos. As máquinas serão identificadas com um selo especial no site da empresa (www.lenovo.com/win7ee).

Brasil: Banda Larga Wireless Já!

Depois de mais de dois anos de sucessivos adiamentos, a Anatel está tomando atitudes para disponibilizar o espectro para a banda larga sem fio no Brasil tanto na banda de 2.5 GHz, quanto na de 3.5 GHz. A Consulta Pública nº 31, publicada pela Anatel no dia 3 de agosto de 2009, foca a banda de 2.5 GHz e está esperando respostas de todas as partes interessadas até o dia 16 de outubro.Essas são ótimas notícias para os brasileiros de todas as classes sociais. A penetração da banda larga sem fio está fortemente relacionada em todo o mundo com a redução da exclusão digital, com a aceleração do desenvolvimento social e econômico e com a concorrência no mercado de conectividade de banda larga. Atrasar a disponibilidade de mais de uma operadora 4G por mercado significa um prejuízo irreversível para a sociedade como um todo. Cada mês de atraso na implementação da banda larga sem fio resulta em um prejuízo econômico real para o país, já que as melhorias na economia e na qualidade de vida são postergadas. Calcula-se que o impacto de cada ano de atraso na disponibilidade da conectividade de banda larga sem fio resulte na perda de benefícios sociais para os brasileiros entre R$ 5,79 B e R$ 10 B (“Benefício Social do Licenciamento de Novos Espectros WiMAX no Brasil: Uma análise Econômica”, Guerreiro Consult, outubro de 2008). Também existe uma forte relação entre o crescimento da penetração da conectividade de banda larga com a criação de empregos. Estima-se que para cada ponto percentual de aumento na penetração da banda larga, o número de postos de trabalho aumente entre 0,2 e 0,3% ao ano. (Brookings Institution, Washington D.C.). Aplicado à força de trabalho do Brasil (IBGE 2007) isso significaria 250.000 novos empregos para cada 1% de crescimento na penetração da banda larga. O acesso à Internet por meio da conectividade de banda larga colabora com inúmeras novas atividades econômicas e empregos, bem como com atividades e infra-estruturas de apoio à economia brasileira, incluindo áreas como mercados financeiros, serviços de saúde, energia e transporte. Além disso, a conectividade de banda larga wireless cria empregos na indústria de telecomunicações. Esses são empregos que exigem qualificação técnica e oferecem altos salários em prestadoras de serviços e provedores de infra-estruturas em áreas que incluem negócios, área jurídica, engenharia, desenvolvimento de infra-estrutura e software e manufatura de dispositivos. Grandes e pequenos fabricantes de produtos para infra-estrutura e dispositivos estão prontos para o grande crescimento da indústria do acesso de banda larga sem fio no Brasil e mal podem esperar pelo início dessa explosão. Isso resultará na tão aguardada concorrência real no mercado de banda larga no Brasil ao ampliar dramaticamente o acesso de banda larga e fornecer uma alternativa superior a ADSL e 3G, cujos operadores não estão conseguindo suprir a demanda por serviços confiáveis e de qualidade. A Internet já não é mais um serviço ou aplicativo, mas uma maneira universal de fornecer todos os tipos de serviços e opções de entretenimento por meio de uma ampla variedade de redes, com ou sem fios. Os serviços de dados podem ser qualquer coisa, desde acesso à Internet a transmissão de voz, vídeo, ou até de conteúdo televisivo, via IP. Apesar dos significativos e importantes benefícios associados a essa tendência, ela cria desafios significativos para os políticos. Para oferecer um ambiente competitivo vibrante e inovador por mais tempo, é fundamental que as leis sejam estruturadas de maneira que a evolução tecnológica seja permitida e incorporada à indústria sem restrições artificiais. Quanto mais neutras e flexíveis forem as condições que determinam o uso do espectro, mais adaptável e evolucionário será o operador. Isso cria um ciclo virtuoso que resultaria em serviços melhores e/ou mais baratos para o usuário final. A conectividade de banda larga wireless está cada vez mais se tornando uma maneira rápida e inovadora de atingir massas e levar uma ampla variedade de serviços para os usuários finais. A natureza desses serviços varia significativamente, desde aplicativos de voz a transmissão de vídeo. O crescimento das redes sociais na Internet ainda não atingiu todo o seu potencial. No entanto, a história demonstrou que serviços de voz possuem um perfil simétrico e os serviços de dados são fundamentalmente assimétricos.O Capítulo brasileiro do WiMAX Forum apoiado pelo WF RWG está atualmente engajado em formular uma resposta para a Consulta Pública da Anatel nº 31 com base nos seguintes princípios:Neutralidade do serviço – Liberdade para que uma operadora/prestadora de serviço escolha a base de clientes, serviços e aplicativos para criar uma oportunidade de mercado. Uso flexível da freqüência – Permitindo que os operadores e usuários finais usem seus equipamentos em locais fixos, de maneira nômade ou com toda a capacidade de mobilidade, como preferirem. Neutralidade tecnológica – A habilidade da operadora para selecionar a solução wireless que melhor atenda o mercado, os serviços e o modelo empresarial escolhido, bem como o espectro de rádio. Se um dos pilares da atual Consulta Pública é pavimentar o caminho para o crescimento futuro da banda larga wireless, é essencial que o que quer que a Anatel regulamente, seja feito de maneira flexível para acomodar a inovação tecnológica no espectro. Estratégias autoritárias certamente limitarão as possibilidades de aplicativos futuros ou até mesmo resultarão no uso ineficiente do espectro. Luiz Rego é Diretor Regional do WiMAX Fórum para o Brasil

segunda-feira, setembro 28, 2009

Como a voz viaja pela internet?


Entenda como funciona a nova mania dos usuários de internet, que estão cada vez mais substituindo o telefone convencional pelo VoIP. É cada vez mais frequente utilizar a internet para, literalmente, conversar com outras pessoas, graças a popularização da banda larga. O dinamismo e praticidade desse novo – que já não é tão novo assim – meio de comunicação, conquista mais e mais usuários a cada dia. Basta um computador conectado a internet, um headset (aquele microfone com fone de ouvido), um software instalado no PC e pronto! A conversa é realizada em tempo real, com qualidade de linha telefônica convencional. Essa tecnologia tem um nome, VoIP, que significa voz sobre IP (Internet Protocol) e é ela quem permite a conversa pela internet, transformando os sinais analógicos de voz em um conjunto de dados digitais para transmissão. O computador receptor transforma esse pacote de informações digitais em informações de voz novamente. Tudo isso em fração de segundos. Encontramos vários programas que utilizam essa tecnologia como o Skype, Gtalk e o MSN Messenger. Com aplicativos desta natureza instalados no computador, o usuário pode fazer ligações para outras pessoas que também tenham instalado um software compatível, sem qualquer custo adicional – como este software tem ‘cara de telefone’, é chamado também de Softphone (mistura de software e telefone). Existem ainda as opções de fazer ligações com VoIP de computador para telefones fixos ou celulares, ou de telefone para telefone.Na ligação de computador para telefone, a conexão sai do PC, passa pela internet até o servidor e através de um gateway (conversor de sinal que converte os dados e já os entrega à operadora de telefonia convencional), os dados são transformados em voz e encaminhados para o número chamado. Nesse caso, há a tarifação do serviço prestado pela operadora do gateway, mas mesmo assim, os valores são muito menores quando comparados às operadoras tradicionais. A outra forma de fazer ligações é de telefone para telefone. É necessário que o usuário possua um gateway VoIP, ou ATA – adaptador de telefone analógico –, para fazer a ponte entre o aparelho telefônico comum e a internet, e também, que contrate os serviços de uma empresa VoIP. Tanto o Softphone quanto o ATA possuem a mesma função, ou seja, fazer com que a voz seja transformada num formato que possa trafegar pela internet.


Microchip ocular pode devolver visão a cegos


Pesquisadores do MIT estão desenvolvendo um microchip que adere ao olho para recuperar a visão, e testes em humanos podem começar em três anos.
O chip, coberto em titânio para aguentar as torturas do corpo humano por 10 anos, gruda na parte externa do olho. Aparentemente, a lente do olho ainda é usada, mas a luz atinge eletrodos implantados que, por sua vez, fazem o chip transmitir imagens direto no nervo ótico.
Quem usar o chip ainda terá que usar óculos, mas não pelos motivos que você talvez imagine. Os óculos possuem uma fonte de energia que transmite energia para o chip sem precisar de fios.
Os pesquisadores admitem que as imagens geradas pelo chip não serão substitutos exatos para a visão normal, principalmente no começo, quando voluntários ajudarão a refinar os algoritmos do MIT. Mas o dispositivo teoricamente permitiria que uma pessoa cega andasse por um ambiente e reconhecesse rostos, o que tornaria interações sociais mais fáceis. [Wired via Newlaunches]





Fonte: www.terra.com.br

Google Wave abre para testes na nessa semana


O Wave, novo serviço do Google que promete criar um novo meio de se comunicar na internet, terá uma versão aberta para testes no próximo dia 30 de setembro voltada ao público em geral. Até o momento, o Wave é voltado apenas para desenvolvedores de aplicativos na internet selecionados pelo Google.

O Google já havia confirmado a data de 30 de setembro no blog do Wave, assim como em grupos de discussão de desenvolvedores. Serão, inicialmente, 100 mil convites distribuídos. O Wave é uma nova plataforma de troca de informações na internet, substituindo e-mails, mensagens instantâneas e permitindo o uso de aplicativos em tempo real (como tradução, por exemplo).
Para tentar conseguir uma conta no Wave, é preciso se cadastrar no endereço http://wave.google.com. Segundo o Google, a base de testes será distinta da usada pelos desenvolvedores, que já conta com mais de 6 mil cadastrados.





Fonte: www.terra.com.br

Conexões fixas de banda larga crescem 10,5% mundialmente



O número de residências com conexões fixas de banda larga deve bater em 422 milhões em todo mundo este ano, um crescimento de 10,5% sobre as 382 milhões de 2008, segundo estimativas da consultoria Gartner. Até 2013, 580 milhões de residências devem estar conectadas, prevê ainda a análise.
Esse crescimento será puxado, principalmente, por Brasil, Rússia, Índia e China, que juntos vão responder por 47% da ampliação de casas com acesso à internet sendo o ritmo mais forte entre os chineses, que nas contas do Gartner, sozinhos, responderão por 31% do crescimento.
No fim do ano passado, 21 países contavam com banda larga em, pelo menos, metade das residências. As maiores disparidades se dão, sem muita surpresa, na Ásia, que abriga países com as maiores e menores taxas de penetração. Enquanto na Coreia do Sul 86% dos lares têm internet rápida, na Indonésia isso acontece em apenas 1% deles, até porque o país reúne mais de 18 mil ilhas.
Pequenas e prósperas, Hong Kong e Cingapura também devem alcançar taxas altas, com 88% e 78% de residências com banda larga. Fora da Ásia, percentuais semelhantes também devem ser vistos na Holanda, Canadá e Dinamarca.
Ainda segundo a Gartner, com aumento de 98 milhões em quatro anos, as conexões DSL devem continuar sendo o principal meio de acesso das residências, especialmente entre os países em desenvolvimento – embora deva se manter em 60% das conexões totais até 2013.
Já os serviços baseados em fibra ótica também vão crescer nos próximos anos. Com conexões FTTH (fiber-to-the-home), FTTP (fiber-to-the-premises) e Ethernet devendo alcançar 20% do mercado global de banda larga em 2013.
Muito desse crescimento se dará nos países desenvolvidos, como Japão, Coreia do Sul e Estados Unidos. A exceção é a China, que deve responder pelo maior número de novas conexões FTTH/FTTP/Ethernet, calcula o Gartner.
Também para os próximos quatro anos, a consultoria prevê que o faturamento com os serviços de banda larga vão ajudar a equilibrar o declínio dos ganhos com serviços de voz. A receita com o produto deve cresponder por 40% da demanda por serviços fixos de voz, internet e banda larga em todo o mundo, algo estimado em US$ 347 bilhões.


Câmara debate universalização da Banda Larga



Uma parceria do Conselho de Altos Estudos e Avaliação Tecnológica e da Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática (CCTCI) da Câmara dos Deputados vai realizar na próxima terça-feira, 29/9, o seminário A Universalização do Acesso à Informação pelo Uso das Telecomunicações.
Durante todo o dia, parlamentares e debatedores do governo, do setor privado e da sociedade civil vão discutir propostas de políticas públicas para a democratização do acesso à internet em banda larga no país.
O objetivo do evento, proposto pelo deputado Paulo Henrique Lustosa (PMDB-CE), é avaliar as principais demandas da população brasileira pelo serviço de banda larga, a viabilidade técnica e econômica da oferta universal das soluções tecnológicas disponíveis e as alternativas regulatórias e legais necessárias para estimular a democratização do acesso ao conhecimento.
É esperada a presença do presidente da Anatel, Ronaldo Sardenberg, e de autoridades como Augusto Gadelha, secretário de Política de Informática do Ministério da Ciência e Tecnologia e Coordenador do CGI.br; Carlos Calazans, diretor-geral do Guia das Cidades Digitais; Átila Augusto Souto, diretor de Serviços de Universalização do Ministério das Comunicações; José Guilherme Moreira Ribeiro, diretor de Infraestrutura em Tecnologia Educacional do Ministério da Educação; e Juliano Castilho Del’Antonia, diretor de Tecnologia de Serviços do CPqD./P>
Para o painel sobre tecnologias estão convidados como debatedores César Rômulo, superintendente da Telebrasil, representando a Abrafix; Luiz de Melo Júnior, presidente da Acel; Manoel Carlos Almeida, presidente da Abrasat; José Félix, presidente da NET; e Pedro Jatobá, presidente da Aptel.
O painel sobre políticas públicas terá como debatedores Roberto Martins, secretário de Telecomunicações do Ministério das Comunicações; André Barbosa, assessor especial da Casa Civil da Presidência da República; Emília Ribeiro, conselheira da Anatel; e Rogério Santanna, secretário de Logística e Tecnologia da Informação do Ministério do Planejamento.



Fonte: www.terra.com.br

Ataques em massa assustam o ecossistema da Internet


Insegurança sem precedentes na web. Essa é a principal conclusão apontada pela IBM em seu Relatório de Tendências e Riscos X-Force 2009 - 1º semestre. Segundo o estudo, o número de links nocivos na Internet cresceu mais de 500% nos seis primeiros meses do ano. O relatório, elaborado pela equipe de pesquisadores da área de segurança que trabalha para detectar vulnerabilidades e ameaças na Internet, mostra também um aumento na presença de conteúdo nocivo em sites de alta credibilidade e confiabilidade, incluindo mecanismos de busca populares, blogs, painéis de divulgação, sites pessoais, revistas online e importantes sites de notícias.Outra tendência apontada é que os hackers estão utilizando-se de métodos cada vez mais sofisticados para obter acesso e manipular dados dos usuários. Isso é demonstrado pelo alto nível de explorações na web ainda não detectadas, especialmente em arquivos PDF. “É o maior já visto, superando todas as vulnerabilidades desse tipo descobertas em todo o ano de 2008”, informa João Gaspar, gerente da IBM ISS (Internet Security Systems) no Brasil.“Todas essas ameaças de conteúdo estão criando um cenário insustentável de risco. Só no primeiro e segundo trimestres, praticamente dobrou a quantidade de conteúdo suspeito, oculto ou disfarçado monitorado pela equipe X-Force”, completa.Os índices destacados pelo relatório indicam que não existe um navegador seguro hoje, e os sites com alerta vermelho já não são os únicos responsáveis por malware. “Alcançamos o ponto em que cada homepage deve ser vista como suspeita e cada usuário está sob risco iminente. A convergência de ameaça do ecossistema da Web está criando um clima perfeito para a atividade criminosa”, afirma Gaspar.A segurança na web não é só mais um problema de navegador ou do cliente. Os criminosos estão aproveitando alguns aplicativos web que não são seguros para atacar os internautas. O relatório X-Force identificou um aumento significativo de ataques a aplicativos com o objetivo de roubar e manipular dados e, assim, assumir o comando de computadores infectados. Por exemplo, os ataques de injeção SQL – nos quais criminosos injetam o código nocivo em sites legítimos, geralmente com o propósito de infectar os visitantes – aumentaram 50% do quarto trimestre de 2008 para o primeiro trimestre de 2009, e praticamente dobraram do primeiro para o segundo trimestre de 2009.“Dois dos principais temas para o primeiro semestre de 2009 são o aumento de malware hospedado em sites e o dobro de ataques ocultos na Web”, continua João Gaspar. “As tendências parecem revelar uma fraqueza de segurança no ecossistema da Web em que a interoperabilidade entre navegadores, plugins, conteúdos e aplicativos de servidores aumentam significativamente a complexidade e o risco”, finaliza.O relatório X-Force 2009 – 1º semestre também mostra que:As vulnerabilidades alcançaram um nível estável - A taxa de descobertas de vulnerabilidades nos últimos anos parece ter alcançando certa estabilidade. No primeiro semestre de 2009 foram descobertas 3.240 novas vulnerabilidades, uma queda de 8% em relação ao primeiro semestre de 2008;As vulnerabilidades em PDF aumentaram - As vulnerabilidades de Formato de Documento Portátil (PDF) descobertas no primeiro semestre de 2009 já ultrapassaram as descobertas de todo o ano de 2008;Os Cavalos de Tróia (trojans) respondem por mais da metade de todos os novos malwares - Seguindo tendência apontada no último relatório, os Cavalos de Tróia responderam por 55% de todos os novos malwares. Isso significa um aumento de 9% em relação ao primeiro semestre de 2008. Dentre os diversos tipos de Cavalos de Tróia, aqueles que roubam informações são os mais disseminados;O phishing caiu significativamente - Os analistas acreditam que os Cavalos de Tróia voltados à atividade bancária estão assumindo o lugar dos ataques de phishing voltados a alvos financeiros. No primeiro semestre de 2009, 66% do phishing foi direcionado ao setor financeiro, abaixo dos 90% de 2008. Os alvos de pagamentos online responderam por 31%;Spam de URL continua em primeiro lugar, mas o spam baseado em imagem está retornando- Após ser praticamente extinto em 2008, o spam baseado em imagem retornou, respondendo por quase 10% de todos os spams; eAproximadamente metade de todas as vulnerabilidades permanecem sem correção. Similar ao final de 2008, aproximadamente metade (49%) de todas as vulnerabilidades descobertas no primeiro semestre de 2009 não tiveram correção fornecida pelo fornecedor até o final do período.


domingo, setembro 27, 2009

Google Wave abre para testes na próxima semana


O Wave, novo serviço do Google que promete criar um novo meio de se comunicar na internet, terá uma versão aberta para testes no próximo dia 30 de setembro voltada ao público em geral. Até o momento, o Wave é voltado apenas para desenvolvedores de aplicativos na internet selecionados pelo Google.

O Google já havia confirmado a data de 30 de setembro no blog do Wave, assim como em grupos de discussão de desenvolvedores. Serão, inicialmente, 100 mil convites distribuídos. O Wave é uma nova plataforma de troca de informações na internet, substituindo e-mails, mensagens instantâneas e permitindo o uso de aplicativos em tempo real (como tradução, por exemplo).
Para tentar conseguir uma conta no Wave, é preciso se cadastrar no endereço http://wave.google.com. Segundo o Google, a base de testes será distinta da usada pelos desenvolvedores, que já conta com mais de 6 mil cadastrados.


Empresa diz que 90% dos e-mails hoje são spam


Neste mês, o volume de mensagens não solicitadas, ou spam, aumentou em 5,1%, chegando a 90,4% de todos os emails em circulação. Segundo o site IT Pro, maio foi o mês que viu o maior nível das inoportunas mensagens desde setembro de 2007, e é um número elevado se comparado a março passado, quando o volume era de 75,7%.
Colaborando para o número elevado de spams estão técnicas para a quebra do chamado captcha, verificadores que tentam coibir a criação automática de contas pedindo ao usuário que digite uma palavra que aparece em diferentes tipografias e ângulos dentro de uma imagem distorcida. Quebrando os captchas, os spammers são capazes de criar rapidamente e usar contas em serviços populares, que não são colocados em listas negras de spam.
Outra técnica usada é o envio de um e-mail apenas com uma linha de assunto e, no corpo da mensagem, um link para um perfil em uma rede social, que traz a "oferta" que anteriormente era anexada no corpo da mensagem.
O estudo também descobriu que as mensagens são enviadas normalmente durante os horários comerciais nos Estados Unidos e Europa, possivelmente como forma de aproveitar a hora em que os usuários "alvo" estão em frente ao computador e costumam responder mais rapidamente às mensagens.
O site Tech.Blorge acredita que a boa notícia nisso tudo é que os filtros anti-spam estão cada vez melhores na triagem das mensagens indesejadas, mas que isso cuida apenas do sintoma, e o spam não será diminuído até que medidas legais mais enérgicas sejam tomadas.

Garoto de 19 anos é digitador de SMS mais rápido do Brasil


O garoto Marcondes Alves, 19 anos, sagrou-se o digitador mais rápido de SMS do Brasil nesta quarta-feira à noite em um concurso realizado em São Paulo (SP). O menino, do Rio de Janeiro, digitou a frase "Meu gato ta verde e o cachorro ta parado e o bar esta lotado e o caderno esta cheio" em 24 segundos. O concurso envolveu, no total, mais de 260 mil pessoas em todo o País.
Alves ganhou um prêmio de R$ 10 mil além de dois celulares. Cerca de 1,2 mil pessoas participaram da final da etapa brasileira do campeonato mundial LG Mobile WorldCup, que ocorre em 16 países e premia o digitador mais rápido e preciso de SMS.


sábado, setembro 26, 2009

Palm vai lançar smartphone Pre na Inglaterra


A primeira versão do smartphone Palm Pre para redes GSM será lançada na Inglaterra em outubro, pela operadora O2. O aparelho, até então, só existia em versão para redes CDMA nos Estados Unidos.

O Pre foi lançado em janeiro deste ano, durante a Consumer Electronics Show, em Las Vegas. O smartphone roda o sistema operacional webOS, que acessa aplicativos e serviços da internet. Com tela sensível ao toque e teclado QWERTY integrado, o Pre chegou às lojas pela operadora norte-americana Sprint em junho.
A O2 (ligada ao grupo espanhol Telefonica) vai começar a vender o Pre em 16 de outubro, e o aparelho será gratuito a clientes que assinarem planos de 24 meses (mensalidade de 44,05 libras, ou RS 127) ou 18 meses (73,41 libras, ou R$ 212 ao mês), com acesso à rede 3G e hotspots Wi-Fi da operadora.
Além do Pre, a O2 também vai vender acessórios da Palm, como a base Touchstone, que recarrega a bateria sem usar fios e vai custar 44 libras (R$ 127).
Procurada pelo Zumo Notícias, a Palm, via departamento de comunicação nos Estados Unidos, informou que, por conta da política da empresa, "não pode comentar sobre produtos que não foram anunciados ainda".


Fabricante japonesa anuncia celulares de madeira


Em parceria com uma organização não-governamental japonesa, a empresa NTT Docomo anunciou nesta quinta-feira que está desenvolvendo um aparelho celular com corpo de madeira. O protótipo da criação inédita será apresentado na próxima edição da Ceatec, uma das maiores feiras de eletrônicos do mundo que ocorre em outubro no Japão.

O celular, chamado Touch Wood, foi desenvolvido em conjunto com a Sharp, a Olympus e a organização More Trees, afirma a empresa em um comunicado. O corpo do aparelho será feito de autêntica madeira cipreste, excedente de árvores abatidas durante operações de manutenção de florestas no Japão.
A utilização da madeira, sem corantes ou tintas artificiais, na fabricação do aparelho foi possível graças à técnica de moldagem por compressão 3D desenvolvida pela Olympus. Com este processo, explica o comunicado da NTT Docomo, a madeira mantém sua durabilidade e resistência originais à água, insetos e mofo.
Segundo a empresa, até agora foram utilizados nos protótipos apenas madeiras extraídas de uma floresta na cidade japonesa de Kochi, que passa por um processo de reflorestamento.
A interface gráfica do aparelho é baseada em fotografias da artista Mikiya Takimoto, integrante da ONG "More Trees", fundada por artistas japoneses.


Intel mostra protótipo de notebook com quatro telas


Em vez de apenas uma, por que não quatro telas, sendo uma principal e três intermediárias na carcaça do notebook? Na visão da Intel, isso é possível, de acordo com um protótipo demonstrado esta semana no IDF, encontro anual de desenvolvedores da fabricante de chips, em San Francisco.
Em vez de apenas uma, por que não quatro telas, sendo uma principal e três intermediárias na carcaça do notebook? Na visão da Intel, isso é possível, de acordo com um protótipo demonstrado esta semana no IDF, encontro anual de desenvolvedores da fabricante de chips, em San Francisco.


Chineses anunciam laptop com "0,5 cm" de espessura


Depois que a Apple chamou a atenção do mundo todo com seu ultrafino MacBook Air, várias empresas tentam superar a fabricante de Cupertino com máquinas mais finas ainda. Desta vez são os chineses da desconhecida Shenzen Zichuang Technology, que alegam que seu novo netbook CZC C9 tem apenas meio centímetro de espessura.

Mas há uma pegadinha: meio centímetro medindo a parte mais fina, a "ponta" da máquina. No miolo, onde realmente importa (já que lá estão o conector do teclado, portas USB, placa de circuito e bateria) ele é bem mais grosso - embora seja, sim, mais fino que um netbook tradicional.
Mas o mais interessante na máquina não é sua espessura, mas sim sua arquitetura. Ao contrário da maioria dos netbooks, que adota processadores Intel, o CZC C9 usa um processador ARM 11 de 1 GHz, com 1 GB de RAM e 8 GB de espaço em disco, monitor LCD de 8.9 polegadas com resolução de 1024 × 600 pixels, webcam e uma bateria com autonomia entre 6 a 8 horas. Tudo isso em uma máquina que pesa apenas 750 gramas.
O CZC C9 roda uma distribuição Linux (não especificada), com um tema "Mac-Like", provavelmente baseado no lançador AWN (awn-project.org) ou semelhante. O preço, na China, é de cerca de US$ 220.


14 milhões de casas têm acesso à internet



Dados apresentados pelo IBGE revelam que, no ano passado, três em cada dez domicílios possuíam computador.
Segundo os dados divulgados nesta sexta-feira (18) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e constam da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) relativa ao ano de 2008, pelo menos três em cada dez domicílios brasileiros tinham computador em 2008, o que totaliza 18 milhões de residências. Além disso, dois em cada dez eram conectados à internet, somando quase 14 milhões.
Embora os números mostrem algum avanço em relação aos dados de 2007, ainda revelam desigualdade no acesso a essa tecnologia.
Mais da metade dos domicílios do país que têm computador está localizada no Sudeste (10 milhões), região que também concentra a maior proporção de domicílios conectados à internet (31,5%). Em seguida vêm o Sul (28,6%) e o Centro-Oeste (23,5%). Nos últimos lugares aparecem as regiões Norte (10,6%) e Nordeste (11,6%).
Os O estudo, publicado anualmente, traz uma radiografia da situação econômica do país, com informações sobre população, migração, educação, trabalho, família, domicílios e rendimentos.
De acordo com Elis Monteiro, relações públicas do Comitê para Democratização da Internet (CDI), organização não governamental que atua na inclusão digital de pessoas de baixa renda, especialmente nas favelas do Rio de Janeiro, os números revelam que as classes sociais mais baixas ainda têm muitas dificuldades no acesso principalmente à internet.
“O acesso ao computador ficou mais fácil nos últimos anos, com a queda de preços e programas de financiamento para aquisição desse bem. Ao mesmo tempo, o acesso à internet requer investimentos mais altos tanto por parte do governo como da iniciativa privada. Muitas vezes as empresas que levam a infraestrutura, que é a base de tudo, acabam concentrando sua área de atuação, em que também está concentrado o dinheiro, especialmente nas regiões Sul e Sudeste. O governo precisa fazer um trabalho de convencimento para que essas companhias universalizem a estrutura e melhorem a qualidade do acesso”, defendeu Monteiro.



Jovens de até 25 anos não se previnem na web

Segundo levantamento feito pela Symantec, no Brasil, os jovens são os que passam a maior parte do tempo compartilhando fotos online e acessando sites de relacionamento.
Uma pesquisa encomendada pela Symantec constatou que 62% dos jovens do Reino Unido, com até 25 anos postou fotos pessoais e divulgou dados privados em rede sociais ou em outro ambiente da web, um em cada 10 pessoas com menos de 25 anos colocou dados confidenciais de banco e um em cada 20 enviou número de passaporte. A pesquisa mostra o quanto os jovens estão despreocupados com a segurança virtual, uma vez que, mesmo quando o conteúdo é apagado, de alguma forma fica gravado no ambiente virtual, criando o que podemos chamar de ‘tatuagem digital’ que, muitas vezes, é difícil de remover.

Outro levantamento solicitado pela Symantec aponta que os brasileiros de 8 a 17 anos ficam cerca de 70 horas mensais na internet, seja em sites de relacionamento, conversando on-line ou postando fotos, ao passo que os pais acreditam que eles fiquem conectados apenas 56 horas por mês. Dos países pesquisados, os brasileiros são o que passam a maior parte do tempo compartilhando fotos online, quatro horas por semana, e os que mais gastam tempo em redes sociais – 13 horas semanais.

Levando-se em consideração ambos os estudos, vê-se a importância dos jovens se conscientizarem que esse compartilhamento de dados, fotos e comentários sem medir consequências pode comprometer a reputação e, ainda, colocar a segurança pessoal e financeira em risco. Isto ocorre, pois são informações que podem ser utilizadas por criminosos virtuais para descobrir senhas e sequestrar o e-mail do usuário para enviar spam ou malware para a lista de contatos com o intuito de obter ganhos financeiros.

Embora o estudo no Reino Unido aponte que os mais jovens sejam os menos cuidadosos quando o assunto é informações na internet, cerca de 60% dos entrevistados de todos os grupos de idade admitiram estar preocupados que essa ‘tatuagem digital ’possa afetar sua reputação ou possa ser utilizada por criminosos. E, pensando no quanto os comentários postados possam prejudicar os jovens em início de carreira, mais de 32% afirmam que gostariam de apagar parte das informações de sua ‘tatuagem digital’.

Política de segurança
Para manter os dados pessoais em sigilo, a Symantec recomenda que as pessoas verifiquem as configurações de privacidade em sites de redes sociais para impedir que visitantes indesejados vejam qualquer coisa que não deveriam e alterem suas senhas com frequência. Uma senha com mistura de letras maiúsculas e minúsculas – bem como números – ajuda a manter os hackers afastados. Independentemente dos mecanismos de proteção virtual, no entanto, é sempre bom ponderar antes de postar um conteúdo o qual você pode se arrepender depois.

O levantamento foi realizado no período de 18 de agosto de 2009 a 20 de agosto de 2009 em todo Reino Unido pela OpinionMatters, com 1.115 jovens. Já o estudo Norton Online Living Report foi conduzido em 12 países – EUA, Canadá, Reino Unido, França, China, Alemanha, Itália, Suécia, Japão, Índia, Austrália e Brasil – pela Harris Interactive a pedido da Symantec, entre 13 de outubro e 05 de dezembro de 2008. Participaram 6.427 adultos com 18 anos ou mais – incluindo 1.297 pais de jovens com idade entre 08 e 17 – e 2.614 jovens e crianças entre 08 e 17 anos que gastam pelo menos uma hora online por mês.
Os resultados foram medidos conforme a necessidade de serem representativos da população de usuários de Internet adultos, jovens e crianças de cada país.

sexta-feira, setembro 25, 2009

Honda apresenta monociclo que simula movimento humano


A companhia japonesa Honda apresentou nesta quinta-feira um curioso dispositivo para facilitar os movimentos composto de apenas uma roda, mas que pode deslocar o ocupante em todas as direções, simulando o movimento humano.

O U3-X permite realizar deslocamentos sobre uma roda e mantém o equilíbrio, graças a uma tecnologia semelhante à que o fabricante japonês desenvolveu com o robô Asimo.
O compacto aparelho, em forma de oito, é colocado entre as pernas - como um banco - e pode ser dirigido através das inclinações do corpo do ocupante, uma técnica parecida à usada com o patinete elétrico Segway.
O novo aparelho permite ao usuário ajustar a velocidade, girar e se movimentar em todas as direções, assim como parar e manter o equilíbrio.
A Honda, que ainda está experimentando e trabalhando no desenvolvimento deste dispositivo ultracompacto, quer aplicar esta tecnologia a ambientes cotidianos para ver suas possibilidades de aplicação.
O U3-X foi elaborado para melhorar a mobilidade das pessoas, por exemplo, no local de trabalho, e mantém o usuário a uma distância próxima do chão e na mesma altura visual que os transeuntes.
A nova criação da Honda será apresentada junto com outras novidades no Salão do Motor de Tóquio, que começará em 24 de outubro.

EFE

Novo gadget sem fio conta calorias gastas e horas de sono


O Fitbit é um pequeno dispositivo com tela azul que consegue, no final do dia, dizer que o usuário deu 4 mil passos, queimou 600 calorias e caminhou 3 Km. Além disso, ele mede seu tempo de sono e transfere todos os dados para um serviço online para acompanhamento diário.

O aparelho, que começa a ser vendido esta semana nos Estados Unidos, custa US$ 99 e se baseia em um sensor de movimento (como o do Nintendo Wii) para fazer as medições em três dimensões. O usuário deve prendê-lo em uma pulseira ou à roupa para ele começar a funcionar.
Segundo a Fitbit, o aparelho mede a intensidade e duração das atividades físicas, queima de calorias, passos dados, distância percorrida, quanto tempo você demorou para dormir, quantas vezes acordou durante a noite e até quanto tempo de sono você teve (em comparação ao tempo que ficou deitado).
O único dado que precisa ser inserido manualmente no serviço online são as refeições feitas pelo usuário, de acordo com a fabricante. Os dados obtidos durante o uso são sincronizados por meio de uma base sem fios que funciona com Macs e PCs e envia os dados para a internet. A base serve para recarregar a bateria do Fitbit também.
O Fitbit está à venda, por enquanto, apenas nos Estados Unidos. A fabricante diz que precisa certificar os recursos sem fio para outros países, mas que pretende vender para outros mercados. Mais informações no site http://www.fitbit.com/.


Empresa lança primeiro "supercomputador pessoal"



Houve um tempo em que Silicon Graphics era sinônimo de computação de altíssimo desempenho. Seus servidores, baseados na arquitetura MIPS e rodando um sistema operacional Unix próprio (o IRIX) eram o que havia de melhor para computação científica e computação gráfica de alto desempenho.
Mas com a drástica queda nos preços de PCs comuns, que ganharam alta capacidade gráfica com baixo custo, e a popularização de soluções de computação em cluster baseadas em Linux ou BSD, a SGI perdeu mercado. Após uma quase-quebra em 2005, e um pedido de concordata no início de 2009, a empresa foi adquirida pela Rackable Systems, em abril deste ano.
A Rackable mudou seu nome para Silicon Graphics International, aproveitando a aura que a antiga sigla "SGI" ainda tinha no mercado, e parece dedicada a retornar o nome à velha forma. Segundo a empresa, o recém-anunciado SGI Octane III é o primeiro "supercomputador pessoal" a chegar ao mercado.
Abrigada em um gabinete de 31×70×66 cm, a máquina pode receber até 10 "nós" (placas), cada um com 2 processadores Intel Xeon 5500 Quad-Core e até 1 TB de memória RAM. Na prática, é um cluster de PCs de alto desempenho em um formato compacto.
Segundo a SGI, a máquina une o poder de um cluster com a portabilidade e praticidade de uma estação de trabalho. Cada Octane III sai de fábrica testada e pré-integrada para rodar os mais comuns aplicativos em computação de alto desempenho (HPC), como dinâmica de fluidos, mecânica quântica, dinâmica molecular, processamento sísmico, análise de dados, renderização, visualização e CAD, entre outros.
Os sistemas operacionais suportados são o Microsoft HPC Server 2008, SUSE Linux Enterprise Server e Red Hat Enterprise Linux. As configurações com Linux incluem os softwares de gerenciamento de clusters SGI ProPack e ISLE.
A SGI Octane III já está disponível no mercado norte-americano, com preços a partir de US$ 7.995 na configuração básica com dois processadores Intel Xeon 5500, 144 GB de RAM e uma GPU NVIDIA Quadro ou NVIDIA Tesla. Mais informações em www.sgi.com/OctaneIII


Indústria de tecnologia aposta em cuidado ambiental

indústria de informática e telecomunicações, pressionada pelos ambientalistas diante do volume de lixo eletrônico gerado, está indo além das iniciativas que incluem apagar lâmpadas em ambientes que não estejam sendo usados ou desligar elevadores mais cedo.
Um grande número de empresas desse segmento decidiu implantar programas globais e agressivos de preservação ambiental que estendem a preocupação para os processos produtivos.
A HP, por exemplo, maior fabricante mundial de computadores, fez do programa Design for Environment o guarda-chuva sob o qual pensa cada novo produto do ponto de vista dos seus impactos no meio ambiente, segundo Kami Saidi, diretor de operações da companhia para o Mercosul.
"Essas preocupações vão desde o tipo e a quantidade de matéria-prima que o novo produto vai usar, quanto de combustível ele vai consumir e até que ponto ele poderá ser reciclado", explicou Saidi, em entrevista à Reuters.
No Brasil, os calços de proteção das embalagens de impressoras e multifuncionais eram feitos de isopor, um material que a companhia queria abolir diante das dificuldades que ele tem para se decompor. A idéia era encontrar um novo produto sem aumentar os custos ou perder a qualidade, segundo Saidi.
Depois de dois anos de desenvolvimento, a HP criou um material feito a partir de polpa de celulose com fibra de coco. "Já substituímos 500 mil calços por mês no Brasil", afirmou.
Segundo Saidi, "o processo produtivo é tão importante quanto o produto na indústria eletrônica". Desde 2006, a HP decidiu eliminar o uso de chumbo e, para isso, aboliu a solda de placas eletrônicas. Hoje, não há mais solda nos cerca de 5 mil produtos que compõem a linha da empresa.
De acordo com o executivo, ainda não é possível saber com precisão se uma pessoa compra um produto HP por esse tipo de iniciativa ambientalmente ecológica, "mas acreditamos que existe um valor", reiterou.
Ele lembra também que tal decisão pode envolver custos em um primeiro momento, mas eles geram uma economia que, ao longo do tempo, compensa o investimento. O calço feito de polpa de celulose, por exemplo, é mais caro que o de isopor, "mas ele ocupa menos espaço no chão-de-fábrica e gera economia no transporte, enfim, tem uma série de fatores que garantem um custo total menor", explicou.
Cinco mil caminhões a menosA Nokia, maior fabricante de celulares do mundo, reconhece que algumas medidas parecem pequenas, mas lembra que mais de 900 milhões de pessoas em todo o mundo têm um celular da empresa, o que amplia o alcance de qualquer medida adotada.
A companhia adicionou um recurso aos modelos que avisa o usuário quando a bateria já está totalmente carregada. Assim, ele pode tirar o celular da tomada e evitar o gasto que acontece mesmo quando o aparelho está em modo de espera.
"Se todos os usuários de um celular Nokia tirarem o carregador da tomada quando avisados, a energia poupada é suficiente para abastecer o consumo de 100 mil casas de classe média" afirma Jô Elias, diretora de comunicação da Nokia Brasil.

Fonte: www.terra.com.br

Comércio eletrônico em franca expansão

Um fator que impulsionou esta mudança “cultural” no mundo dos negócios foi a popularização da Internet, proporcionada pela queda nos preços dos computadores (desktops e notebooks) e pelo acesso cada vez maior à conexão de banda larga.
Define-se por comércio eletrônico todo tipo de transação comercial feita, como o próprio nome diz, por meio de um equipamento eletrônico. O maior exemplo são as compras feitas pela Internet, para as quais se faz necessário o uso de um computador.Esta modalidade de negócios que está em franca expansão no mercado brasileiro, uma vez que as grandes redes varejistas que possuem lojas físicas estão dedicando maior atenção para o comércio eletrônico. A maior prova deste crescimento é que, de acordo com pesquisas divulgadas no site www.ecommerce.org.br, o comércio virtual brasileiro representava faturamento de R$ 540 milhões em 2001 e passou a representar R$ 8,20 bilhões em 2008. Nestes sete anos, o aumento foi de exorbitantes 1.518%. Fazendo uma comparação de períodos mais recentes, o faturamento registrado em 2008 representou um crescimento de 28% sobre os R$ 6,40 bilhões registrados em 2007.Atualmente, 95% das marcas, sejam elas nacionais ou regionais, já possuem sistemas de vendas pela Internet. Uma grande rede varejista, por exemplo, possui como segunda maior fonte de renda o portal de vendas na Internet, que perde apenas para as vendas da loja presente em um shopping center de São Paulo.Este “boom” do comércio virtual foi impulsionado em novembro de partir da criação da marca B2W Companhia Global do Varejo, um “gigante” do comércio eletrônico originado a partir da fusão das marcas Americanas.com, Submarino.com e Shoptime.com. É uma tendência natural que os lojistas passem a investir no e-commerce, por três motivos essenciais: oferece maior praticidade e comodidade ao cliente; não apresenta custo de estoque; e diminui o risco de inadimplência, uma vez que as transações são efetuadas por meio do cartão de crédito e passam por um processo de avaliação junto às instituições financeiras, para que o lojista tenha garantia de receber o valor equivalente à transação.Outro importante benefício gerado pelo comércio eletrônico é o aumento da confiabilidade dos fabricantes que expõem suas marcas, pois os sites tornam-se excelentes fontes de consultas para os consumidores. Os portais de vendas não orientam apenas sobre preços, mas apresentam alto nível de informações de todos os tipos de produtos, sejam eles do setor de informática, áudio e vídeo, eletrodomésticos, perfumaria etc.Porém, o mercado virtual ainda gera alguns desconfortos, mesmo que estes sejam perceptíveis em número bem menor. Para os consumidores, a principal barreira ainda é cultural, pois muitos ainda relutam em fornecer o número do cartão de crédito, com medo que os dados sejam clonados. Para os empresários, o maior empecilho é a logística, pois é necessário ter a garantia de que haverá eficiência no processamento de pedidos, na disponibilidade dos produtos solicitados e, finalmente, nas entregas ao cliente.A realidade que vemos hoje é que o e-commerce pode ser considerado a porta de entrada para muitos empresários que desejam gerar novas oportunidades de negócios e aumentar sua participação de mercado. Definitivamente, o comércio eletrônico chegou para ficar no Brasil e continuará crescendo exponencialmente. Porém, vale o alerta para empresários e consumidores: por maior que seja o desenvolvimento do e-commerce, as lojas físicas não deixarão de existir.* Wagner Fontenele é gerente comercial da D-Link para o varejo

Base de celulares no Brasil chega a 164,5 mi em agosto

A base de celulares no Brasil cresceu 1,62% cento em agosto em relação a julho, e o País tem agora 164,5 milhões de assinantes. A informação foi dada pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) nesta quinta-feira. As adições no mês passado totalizaram 2,6 milhões de linhas.
Do total de acessos, 82,06% são pré-pagos e 17,94%, pós-pagos. No acumulado de janeiro a agosto, foram adicionados 13,9 milhões de celulares à base no País, o que representa o segundo maior resultado para esse intervalo desde 2000. O melhor desempenho ocorreu nos oito primeiros meses de 2008, com 17,4 milhões de novas linhas na telefonia móvel, conforme a Anatel.
A líder Vivo manteve em agosto a mesma participação de mercado que detinha em julho, de 29,38%. Em seguida, a Claro ¿ controlada pela mexicana América Móvil ¿ aparece com 25,45% de market share no mês passado, acima dos 25,35% em julho.
A TIM figura na terceira posição, com 23,83% no último mês, contra 23,75% na comparação com o mês anterior. A Oi detinha 20,97% dos usuários de celular no Brasil em agosto, abaixo dos 21,15% registrados em julho, segundo a Anatel.