O comitê permanente do Legislativo chinês revisou nesta segunda-feira pela primeira vez a Lei de Proteção de Segredos de Estado, a fim de evitar as filtragens através da internet, como informa a agência oficial de notícias chinesa Xinhua.
A minuta está sendo revisada depois que o Conselho de Estado (órgão executivo) discutiu e aprovou a modificação, em abril passado.
O documento revisado inclui medidas técnicas para proteger das conexões públicas as redes que contêm segredos de Estado e para isolar computadores e outros meios de armazenamento de dados que contenham esse tipo de informação.
A lista de segredos de Estado na China é tão longa que sua ambiguidade em termos de aplicação permite condenar desde um ativista que fale com a imprensa estrangeira e um estudante que cole na prova, até a pessoa que divulgue números de mortos em desastres naturais.
A sessão semanal do Comitê Permanente da Assembleia Nacional Popular (ANP) revisará também outras leis conflituosas, como a de direitos sobre a terra dos camponeses, a de estatísticas, compensações do Estado e a legislação sobre os agentes diplomáticos.
Fonte: www.terra.com.br
segunda-feira, junho 22, 2009
Sites e redes sociais traduzem conteúdo para a língua do Irã
A revolução 2.0 que está ocorrendo no Irã é notícia diária em todo mundo, além dos updates constantes no Twitter, Facebook e blogs espalhados pelo mundo. Para ajudar nessa batalha, grandes sites e redes sociais estão anunciando a tradução de seu conteúdo para o persa, língua natal do país em conflito.
Não há muito que as empresas na internet possam fazer para apoiar o grupo pró-democracia no Irã. O Twitter adiou uma manutenção em seu sistema para que os microblogs que cospem notícias sem parar possam continuar funcionando. Assim, tudo o que podem fazer é adaptar seus sistemas para beneficiar os iranianos.
Por isso, o Google anunciou em seu blog que a partir de agora seu serviço de tradução também possui o persa como opção. "Sentimos que colocar o persa é particularmente importante agora, dado os eventos que acontecem no Irã. Assim como o YouTube e outros serviços, o Google Tradutor é mais uma ferramenta que os oradores persas poderão utilizar para se comunicar diretamente com o mundo, e vice-versa ¿ aumentando a oportunidade de acesso a informação de todos", diz Franz Och, cientista da empresa.
Por enquanto, apenas a opção persa-inglês, inglês-persa está disponível. "Estamos trabalhando duro para que a tradução do persa para os outros 40 idiomas estejam disponíveis no Google Tradutor. Se você observar algo traduzido de forma incorreta, convidamos a clicar em 'contribua com uma tradução melhor' e aprenderemos com sua correção.", informa o post.
Segundo o blog Danger Room, da Wired, assim que a ferramenta ficou disponível, apoiadores do opositor iraniano Moussavi começaram a utilizá-la para começar a traduzir seu site oficial para o inglês.
No embalo está o Facebook, que mesmo após ter seu domínio bloqueado no país na semana passada, declarou em seu blog oficial que passará a oferecer o site em persa, ainda em versão beta. "Não poderíamos ter feito isso tão rapidamente sem os mais de 400 oradores persas que submeteram milhares de traduções individuais ao site. Obrigada a todos que contribuíram de algum modo. Se você fala persa ou qualquer outro idioma ainda não completamente traduzido, você pode ajudar usando nosso aplicativo de tradução", relata o post escrito por Eric Kwan, engenheiro do Facebook.
Ambos os posts em seus respectivos blogs oficiais mostram que as medidas foram tomadas por causa do conflito, e também por causa de pessoas residentes nesse país que não só pediram por essas atualizações como ajudaram em sua concretização, enviando correções e traduções às empresas.
Fonte: www.terra.com.br
Não há muito que as empresas na internet possam fazer para apoiar o grupo pró-democracia no Irã. O Twitter adiou uma manutenção em seu sistema para que os microblogs que cospem notícias sem parar possam continuar funcionando. Assim, tudo o que podem fazer é adaptar seus sistemas para beneficiar os iranianos.
Por isso, o Google anunciou em seu blog que a partir de agora seu serviço de tradução também possui o persa como opção. "Sentimos que colocar o persa é particularmente importante agora, dado os eventos que acontecem no Irã. Assim como o YouTube e outros serviços, o Google Tradutor é mais uma ferramenta que os oradores persas poderão utilizar para se comunicar diretamente com o mundo, e vice-versa ¿ aumentando a oportunidade de acesso a informação de todos", diz Franz Och, cientista da empresa.
Por enquanto, apenas a opção persa-inglês, inglês-persa está disponível. "Estamos trabalhando duro para que a tradução do persa para os outros 40 idiomas estejam disponíveis no Google Tradutor. Se você observar algo traduzido de forma incorreta, convidamos a clicar em 'contribua com uma tradução melhor' e aprenderemos com sua correção.", informa o post.
Segundo o blog Danger Room, da Wired, assim que a ferramenta ficou disponível, apoiadores do opositor iraniano Moussavi começaram a utilizá-la para começar a traduzir seu site oficial para o inglês.
No embalo está o Facebook, que mesmo após ter seu domínio bloqueado no país na semana passada, declarou em seu blog oficial que passará a oferecer o site em persa, ainda em versão beta. "Não poderíamos ter feito isso tão rapidamente sem os mais de 400 oradores persas que submeteram milhares de traduções individuais ao site. Obrigada a todos que contribuíram de algum modo. Se você fala persa ou qualquer outro idioma ainda não completamente traduzido, você pode ajudar usando nosso aplicativo de tradução", relata o post escrito por Eric Kwan, engenheiro do Facebook.
Ambos os posts em seus respectivos blogs oficiais mostram que as medidas foram tomadas por causa do conflito, e também por causa de pessoas residentes nesse país que não só pediram por essas atualizações como ajudaram em sua concretização, enviando correções e traduções às empresas.
Fonte: www.terra.com.br
Web cria 1,2 mi de empregos diretos em um ano nos EUA
De um ano para cá, a internet gerou 1,2 milhão de empregos, todos diretos. Os dados, de acordo com o site BusinessWire, são oriundos de um estudo realizado pelo Hamilton Consultants para o Internet Advertising Bureau (IAB), e declara também que os empregos gerados pela internet representam 2,1% - ou US$ 300 milhões - do PIB norte americano.
O estudo foi concebido para fornecer uma análise imparcial e abrangente de toda a economia da internet e responder a perguntas sobre a sua dimensão, o que a compreende e os benefícios econômicos e sociais que os cidadãos americanos retiram disso. Os resultados serão utilizados pelo Buerau para autorregulação em questões como a privacidade.
Segundo John Deighton, um dos autores do estudo e professor de administração de negócios de Harvard, a receita publicitária na internet cresceu em mais de US$ 20 bilhões nesse mesmo período. Cerca de 10% das compras são feitas em lojas virtuais, agora.
"Este é o primeiro estudo rigoroso e de olhar abrangente sobre o tamanho do alcance e impacto do ecossistema da publicidade interativa", declara Randall Rothenberg, presidente e CEO da IAB, que representa uma série de empresas de mídia e internet.
Os empregos contabilizados incluem tanto pessoas que trabalham diretamente para manter a infraestrutura da internet como aquelas que tem algo a ver com anúncios ou comércio eletrônico, noticiou o site The Inquirer. Se a esse número forem somados também os empregos indiretos, mais 1,9 milhão, o total sobe para mais de 3 milhões.
Fonte: www.terra.com.br
O estudo foi concebido para fornecer uma análise imparcial e abrangente de toda a economia da internet e responder a perguntas sobre a sua dimensão, o que a compreende e os benefícios econômicos e sociais que os cidadãos americanos retiram disso. Os resultados serão utilizados pelo Buerau para autorregulação em questões como a privacidade.
Segundo John Deighton, um dos autores do estudo e professor de administração de negócios de Harvard, a receita publicitária na internet cresceu em mais de US$ 20 bilhões nesse mesmo período. Cerca de 10% das compras são feitas em lojas virtuais, agora.
"Este é o primeiro estudo rigoroso e de olhar abrangente sobre o tamanho do alcance e impacto do ecossistema da publicidade interativa", declara Randall Rothenberg, presidente e CEO da IAB, que representa uma série de empresas de mídia e internet.
Os empregos contabilizados incluem tanto pessoas que trabalham diretamente para manter a infraestrutura da internet como aquelas que tem algo a ver com anúncios ou comércio eletrônico, noticiou o site The Inquirer. Se a esse número forem somados também os empregos indiretos, mais 1,9 milhão, o total sobe para mais de 3 milhões.
Fonte: www.terra.com.br
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