sexta-feira, junho 25, 2010

Nexus One x Sony Ericsson XPERIA X10


Colocamos frente a frente os dois smartphones topo de linha com Android


O smartphone do Google chegou no começo do ano, causando a maior comoção. Mas logo surgiram competidores à altura, como o XPERIA X10, já disponível no Brasil. Ambos são modelos topo de linha, com sistema Android e sem teclado físico. E aí, vale a pena esperar o Nexus One chegar às lojas daqui (talvez no segundo semestre) ou o aparelho da Sony Ericsson é uma boa alternativa? A resposta é clássica: depende da sua necessidade.

Confira os testes completos do Google Nexus One e do Sony Ericsson XPERIA X10.

O Nexus One é um celular redondo, sem pontos negativos em sua configuração. Já recebeu até atualização para a versão 2.2 do sistema operacional, tem processador Snapdragon de 1 GHz, memória RAM de 512 MB, microSD de 4 GB e tudo o que se espera em termos de conectividade: 3G, Wi-Fi, Bluetooth e GPS. É, enfim, uma opção completa para quem deseja um smartphone para trabalho e entretenimento.

Já o modelo da Sony Ericsson é até melhor em alguns aspectos: tem o mesmo chip, 1 GB de memória interna e cartão de 8 GB. Mas tem a metade da memória RAM e Android ainda na versão 1.6 (com promessa de atualização no segundo semestre). Esses dois pontos desencadeiam uma série de problemas: lentidão evidente ao alternar entre os aplicativos e bateria que dura menos de oito horas – muito também por causa da tela excelente da 4 polegadas, com resolução de 480 por 854 pixels.
Para quem deseja um aparelho pronto para acessar redes sociais, integrando Twitter e Facebook aos contatos de e-mail e telefone, o XPERIA X10 faz isso com classe, utilizando a interface Timescape, exclusiva da Sony Ericsson. O mesmo visual serve para acessar arquivos de mídia. O Nexus One, por sua vez, tem a cara do Android básico, mas duas vantagens claras: é bem mais rápido e, em teoria, recebe atualizações de sistema com mais velocidade.

Outro ponto positivo do Sony Ericsson está na câmera de 8,1 megapixels, com foco automático e flash de LED forte. Ela não é apenas um quebra-galho – resolve bem nas situações com iluminação razoável. A câmera do aparelho do Google é muito boa, mas tem 5 megapixels. O aparelho também perde para o XPERIA X10 quando o assunto é a qualidade do som que vem do fone de ouvido.

Em resumo: enquanto o Nexus One é um aparelho completo e pronto para receber as atualizações do Android assim que elas são lançadas, o XPERIA X10 é mais voltado a dois públicos específicos: os que curtem redes sociais e querem fazer do celular um dispositivo de alto padrão para reproduzir mídia – e que também não ligam para o fato de terem um aparelho um pouco mais lento e com atualizações menos constantes.




Fonte: http://info.abril.com.br/

As regras do jogo no Google


SÃO PAULO - O Google passa pelo seu melhor momento no Brasil desde que se instalou por aqui, em junho de 2005. O clima que já era descontraído está mais divertido.

Isso é visível quando se anda pelos corredores e pelas salas nos dois andares do escritório que a empresa de buscas na internet ocupa na Avenida Brigadeiro Faria Lima, em São Paulo.
Sim, há pressão por resultado, uma paranoia saudável por aumentar a audiência das ferramentas de busca e dos vídeos na internet, e por prospectar mais e mais clientes.

Isso não impede os profissionais de curtir o dia a dia na empresa. No mês passado, por exemplo, os funcionários comemoraram o fato de terem conseguido pela primeira vez instituir o happy hour com cerveja.

Agora, todas às quintas-feiras, no final do expediente, há uma pausa para bebericar com os amigos e jogar conversa fora, dentro da própria sede, em uma grande sala decorada como se fosse um dos botecos chiques de São Paulo.

Há três ambientes diferentes e até uma mesa de sinuca que faz esquecer que se está em um escritório comercial. Ao conversar com esse pessoal, a sensação é de que todos compartilham de um sentimento de satisfação por ter ajudado a empresa a prosperar no país.

Embora o Google não revele o faturamento de seus escritórios no mundo, a importância do Google Brasil na sede da companhia, em Mountain View, nos Estados Unidos, aumentou. Regionalmente, a operação na América Latina é comandada do Brasil.

O poder de influência junto à cúpula da empresa também cresceu. Atualmente dois brasileiros fazem parte do primeiro time de executivos do Google nos Estados Unidos — os vice-presidentes Mario Queiroz (de gestão de produtos) e Nelson Mattos (de engenharia para Europa, Oriente Médio e África).
Da receita global da empresa em 2009, 47% vieram dos Estados Unidos, outros 13% da Inglaterra e os 40% restantes vieram dos outros 38 países em que o Google opera. Há três anos, os Estados Unidos respondiam por 52% da receita total de vendas, a Inglaterra contribuía com 15% e o resto do mundo com 33%.
Quando se considera os escritórios do Google fora dos Estados Unidos e Inglaterra, o maior peso de contribuição para o resultado financeiro vinha até 2009 de Brasil, Índia, China e Austrália.

Como o Google saiu da China em março, após um atrito com o governo local, os olhares de Sergey Brin e Larry Page, os dois fundadores, e Eric Schmidt, o presidente mundial, que juntos decidem tudo sobre o futuro da companhia, se voltaram principalmente para o Brasil. No mundo, o Google emprega 20 000 pessoas.

Aqui, a companhia montou em cinco anos uma operação de pouco mais de 200 funcionários, que estão distribuídos em São Paulo e Belo Horizonte, que é o centro de desenvolvimento de tecnologia e novos produtos.

Os analistas do mercado de tecnologia estimam que, no ano passado, o gigante de buscas tenha faturado no Brasil cerca de 700 milhões de reais. A direção local não confirma a cifra, pois segue a política da matriz de não falar sobre o resultado de suas subsidiárias.

Ainda assim, sabe-se que a empresa vem crescendo e que suas perspectivas para este ano são agressivas. Um dado que comprova essa premissa é o número de vagas de emprego abertas pelo Google Brasil.

Há atualmente 100 postos de trabalho à espera de um profissional. Ou seja, a operação local precisa hoje de metade do número de funcionários que contratou até o momento — lembrando que foram admitidos pouco mais de 200 funcionários em cinco anos.




Fonte: http://info.abril.com.br/

Eike Batista estreia no Twitter


Foto utilizada por Eike Batista em seu perfil


SÃO PAULO - O empresário Eike Batista, dono do grupo EBX, é o mais novo fenômeno de seguidores no Twitter. Considerado o homem mais rico do Brasil e o oitavo mais rico do mundo, segundo a revista Forbes, Batista estreou na ferramenta de microblogs na madrugada da última terça (22) e, sem seguir ninguém na rede, acumulava mais de 20 mil seguidores até a manhã desta quinta-feira (24).

Em seu primeiro post, o empresário disse que usará o Twitter para divulgar seus pensamentos, disciplinas e valores. "Só invista em ações de companhias que você conheça profundamente! Dicas de amigos não valem", escreveu algumas horas
Desde sua estreia na ferramenta, Eike vem sendo inundado de mensagens de boas-vindas e até pedidos de dinheiro. "Que comunidade carinhosa! Obrigado pelas boas vindas e contem comigo para fazer do Brazil (sic) o melhor pais do mundo!", declarou o empresário, que logo teve de se explicar pelo erro no nome do país. "O Brasil do Império se escrevia com z! He! He! Falar e escrever em alemão, inglês, francês e português it´s not easy!".

As mensagens, postadas a partir de um aplicativo para BlackBerry ou de um navegador móvel, estão carregadas de erros de digitação, acentuação e ortografia, o que levou muita gente a duvidar da veracidade do perfil. "Muito fake", escreveu @lihzamith. "Parabéns e abraço! (nem sei se é ele de verdade, enfim)", tuitou @hadjiares em mensagem direcionada ao bilionário. Procurada pela EXAME, a assessoria de imprensa do empresário confirmou tratar-se do perfil oficial de Eike.

Muitas das mensagens postadas por ele são encerradas com a letra X, que consta do nome de todas as suas empresas. Com uma foto a bordo de um iate, o empresário mostrou que não dará conselhos apenas na área de investimentos e empreendedorismo. "Esportes com constância são fantásticos! Nado e adoro correr! Engatem nessa!".

Na madrugada de hoje ele falava sobre o hotel Gloria Palace, em cuja reforma está investindo e que deve ser inaugurado no fim de 2011. "O Gloria Palace vai ter 6.3 estrelas para matar gringo de inveja! Viva o Brasil!", tuitou. "O Gloria Palace esta empregando centenas de cariocas na sua reconstrucao e vai dar emprego para mais de 600 quando iniciar".

Sobre a suposta autopromoção que está fazendo em seu perfil, ele foi categórico ao responder um internauta: "E eu lá preciso de autopropaganda? Que tal aprender alguma coisa, fofo! Quero dividir meus conhecimento muitos vão saber aproveitar!".

O perfil de Eike Batista pode ser acompanhado em www.twitter.com/eikebatista .




Fonte: http://info.abril.com.br/