| HP comercializa baterias que duram três anos e recarregam em 30 minutos Por Stella Dauer Foram iniciadas as vendas da Sonata, bateria da empresa Hewlett-Packard que prometem manter sua capacidade total por três anos mesmo com recargas constantes, noticiou o site CNET . Baterias comuns têm um decréscimo em sua capacidade de carga com alguns meses de uso contínuo. Além da alta durabilidade, as novas baterias também têm um tempo de recarga muito menor do que o das baterias convencionais disponíveis no mercado, estando prontas para uso em apenas 30 minutos. Pertencentes à série de produtos “Enviro” (redução de Environment, ambiente em Português), as baterias Sonata foram fabricadas pela empresa Boston Power. E por estarem tão confiantes da capacidade de seu produto, a Boston Power está oferecendo três anos de garantia pelas baterias, muitas vezes um tempo maior do que a garantia do próprio notebook. Por serem mais duráveis, sua freqüência de substituição será muito menor, produzindo menos lixo eletrônico no planeta. O fato de utilizarem menos produtos químicos e aplicarem múltiplos controles protetores também tornam o produto mais “verde”, com selo de certificação ecológica. A bateria está disponível para 10 modelos de notebooks da HP, mas os usuários de Mac também poderão comprar o produto, que será vendido como uma bateria externa para o MacBook e MacBook Pro. De acordo com o site TG Daily a Quickertek, distribuidora do produto para a Apple, informou que a Sonata permite entre oito e doze horas de independência para os notebook da empresa. De acordo com o site Übergizmo , o preço inicial das baterias é de US$ 149,00, e podem ser encontradas no endereço tinyurl.com/hpsonata . www.geek.com.br |
domingo, março 22, 2009
Chega ao mercado bateria para notebook mais durável e ecológica
EUA: Justiça investiga acordo Google/Yahoo
| Órgãos reguladores dos Estados Unidos abriram investigações antitruste para avaliar se a parceria de publicidade firmada recentemente entre o Google e o Yahoo restringe a competição no mercado, noticiou o jornal The Guardian. Nos Estados Unidos, o Google é usado em cerca de 60% das buscas na Internet. O Yahoo, segundo colocado entre os mecanismos de pesquisa, é usado em 16,6% das buscas. No mês passado, o Yahoo fechou um acordo com o Google para a colocação de anúncios junto aos resultados de busca do site. O contrato de US$ 800 milhões por ano foi feito logo após o Yahoo declarar encerradas as negociações com a Microsoft, que havia oferecido US$ 47,5 bilhões pela empresa. Segundo o Guardian, a Microsoft havia criticado o acordo Google/Yahoo, alegando que o controle de 90% da receita de publicidade na Internet poderia aumentar os custos para anunciantes. O acordo de publicidade entre Yahoo e Google não precisa ser aprovado por autoridades antitruste norte-americanas, já que não há uma fusão das duas empresas. Por outro lado, a parceria pode ser colocada em risco caso a Justiça conclua que ela seja prejudicial à concorrência no mercado. Redação Terra |
Micro-robôs serão parte do futuro, diz diretor da Intel
| Dentro de alguns anos, carregaremos no bolso micro-robôs que assumirão funções de celular e computador. Tarefas domésticas também ficarão a cargo de habilidosos robôs, alguns tão pequenos que serão imperceptíveis ao olho humano. Seremos reconhecidos pelo nosso computador e até pelo controle remoto da TV. Tecnologias de conexão sem fio integrarão diversos dispositivos automaticamente, e sensores espalhados pela casa irão monitorar nossa saúde. Essa é a visão de Justin Rattner, diretor de Tecnologia Corporativa e CTO da Intel, que expõe em um artigo publicado no site DiarioTI cinco previsões sobre tecnologias que hoje não existem, mas que "se nos atrevermos a imaginar e a pesquisar, serão uma realidade amanhã". Homens-bots e robótica microscópicaImaginemos robôs em nossa casa que farão muito mais do que limpar o chão ou ser nossos mascotes. No futuro, prevê Rattner, os "homens-bots" lavarão e limparão tudo e acomodarão nossas roupas. O que é mais importante: serão capazes de aprender a mover e manipular objetos, terão um aguçado sentido de percepção espacial e reconhecerão o movimento ao redor deles, o que permitirá que se adaptem a novas situações. Alguns serão tão pequenos que serão imperceptíveis ao olho humano. Milhões destes micro-robôs poderiam tomar qualquer forma para mudar de cor e estilo por si mesmos. Assim, um robô de mão poderia caber facilmente no seu bolso, para depois converter-se em um telefone móvel capaz de realizar chamadas ou enviar mensagens de texto, ou até em um computador com teclado e tela ampla para navegar pela internet. Tecnologias amigáveis com o meio-ambienteNo futuro, seremos capazes de encontrar novas formas para aproveitar diferentes fontes de energia de forma que os dispositivos eletrônicos não dependam apenas de eletricidade. Nos próximos anos usaremos dispositivos capazes de absorver energia "gratuita" proveniente do meio-ambiente. Viver, trabalhar e jogar melhorGraças aos avanços da tecnologia de sensores e multi-core, os computadores serão capazes de reconhecer rostos, prédios e outros objetos. O controle remoto da TV reconhecerá diferentes usuários e automaticamente oferecerá uma seleção dos programas favoritos de cada um. Conexão sem fio por todos os lugares e dispositivos com longa vida útilA tecnologia sem fio estará disponível em qualquer lugar, o nos permitirá desfrutar de dispositivos cada vez menores. O celular ou o dispositivo para internet se conectará automaticamente com vários pontos de conexão (acess points) para compartilhar diferentes aplicativos, onde quer que se encontrem. O conteúdo de vídeo armazenado nestes dispositivos portáteis poderá ser visto automaticamente na tela de um automóvel ou na TV, em nossas casas. Estar conectado vai melhorar o cuidado com a saúdePensemos numa rede de sensores composta por dezenas, centenas ou até milhares de pequenas baterias para computadores, espalhadas por nossas casas e que estarão permanentemente coletando dados de nosso corpo, para serem enviados a laboratórios que os analisem. Esse sistema poderá melhorar a qualidade de vida dos idosos, que não precisarão se deslocar a laboratórios ou hospitais para coletar esses dados. Os dados também poderiam ajudar a melhorar a assistência através da prevenção e detecção antecipada de certas doenças, reduzir os custos derivados do atendimento e facilitar seu cuidado aos membros da família e outros cuidadores. "Pessoalmente", diz Ratter, "penso que o futuro será o fruto de nossa própria inventividade. É para isso que nós, cientistas de todo o mundo, trabalhamos: tornar realidade o inimaginável". Fonte: www.terra.com.br |
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