segunda-feira, setembro 06, 2010

Novidade no mercado global atrai atenção para Rio Oil & Gas


A grande novidade no mercado mundial de gás natural é o shale gas, extraído de reservatórios cuja exploração só recentemente a tecnologia vem conseguindo tornar econômica. As perspectivas para o produto, que está atraindo a atenção de toda a indústria, serão debatidas na Rio Oil & Gas, em painel durante o qual será apresentado um estudo de caso dos Estados Unidos.

A produção de shale gas começou nos Estados Unidos e já está mexendo com preços e perspectivas do mercado no mundo todo. Há cinco anos, as previsões eram de que os Estados Unidos seriam os grandes importadores globais de gás natural, mas as perspectivas mudaram a partir do shale gas e os analistas começam a revisar suas projeções.

Outro painel será o “Gás Natural no Brasil” que tratará do impacto da nova Lei do Gás no mercado brasileiro, além da influência do desenvolvimento da produção das novas reservas do pré-sal. Os participantes deverão debater como a regulamentação da nova legislação poderá impulsionar os investimentos do setor, além de perspectivas de oferta e demanda para o gás do pré-sal.

O terceiro painel será sobre o Gás Natural Liquefeito (GNL) e vai discutir novas tecnologias, a evolução dos contratos e projetos de GNL de pequeno porte. Esse debate deve atrair atenção especial devido à instalação das unidades de gaseificação da Petrobras na Baía de Guanabara, no Rio de Janeiro, e de Pecém, no Ceará, que colocaram o Brasil no circuito mundial do GNL.

A conferência plenária dedicada ao Gás Natural terá como uma das palestrantes Maria das Graças Foster, diretora de Gás e Energia da Petrobras.

Fonte: http://www.ibp.org.br/

BP JÁ GASTOU US$ 8 BILHÕES COM VAZAMENTO DE PETRÓLEO

BP informou que gastou cerca de US$ 8 bilhões até agora na resposta ao grande vazamento de petróleo no Golfo do México e disse que espera retomar a perfuração do poço de alívio em breve.

Os custos registrados até agora incluem contenção do vazamento, perfuração do poço de alívio, operação de injeção de barro e cimento no local, auxílio aos estados do Golfo, indenizações e custos federais. Desde 15 de julho, não houve vazamento de petróleo no Golfo a partir do poço Macondo, afirmou a BP em um comunicado.

Segundo a petroleira, mais de 42 mil pedidos de indenização foram apresentados por indivíduos e empresas desde que o processo foi transferido para a Unidade de Queixas da Costa do Golfo, em 23 de agosto. No total, a BP já pagou 127 mil indenizações, que somam cerca de US$ 399 milhões até agora.

Fonte: http://www.nicomexnoticias.com.br/

domingo, setembro 05, 2010

MAIS EMPREGO NO SETOR DE ENERGIA ALTERNATIVA


O rápido crescimento do interesse por energias alternativas capazes de combater o aquecimento do planeta terá um impacto significativo na criação de empregos neste setor. Um estudo inédito divulgado pelo Programa de Meio Ambiente das Nações Unidas (Unep) prevê a geração de pelo menos 20 milhões de novos postos até 2030, em todo mundo - 12 milhões apenas na indústria de bionergia, onde o Brasil é um dos principais players. O resultado econômico dessas mudanças será um mercado global de serviços e produtos verdes de cerca de US$ 2,74 bilhões em 2020.

Ricardo Baitelo, do Greenpeace Brasil, diz que no país a ampliação do emprego virá do setor de biocombustíveis. Projeções individuais para países indicam forte potencial para criação de empregos nos próximos anos. Os empregos verdes estão claramente em alta, afirma o estudo, divulgado em meio ao furacão financeiro que assola o mundo. Nem mesmo a crise deverá mudar esse quadro no longo prazo: as inovações tecnológicas continuarão a despontar já que as mudanças climáticas são um processo comprovado e irreversível.

Quase 1,2 milhão de pessoas estão empregadas no setor de geração de energia com biomassa, sobretudo biocombustíveis

A área abrange uma vasta gama de profissões: de engenheiros e pesquisadores a designers, arquitetos, auditores e agricultores. Tudo o que, de uma forma ou outra, estiver ligado à preservação de ecossistemas, à redução do consumo de água e energia e à mitigação ou prevenção da geração das diferentes formas de lixo e de poluição. De acordo com estimativas do setor, o Brasil tem cerca de 500 mil pessoas trabalhando com biomassa, número que pode duplicar nas próximas décadas se houver sinalização política correta.

O segmento de energia renovável tende a ser um dos mais beneficiados. Globalmente, cerca de 300 mil pessoas trabalham hoje com energia eólica e 170 mil com energia solar. Quase 1,2 milhão de pessoas estão empregadas no setor de geração de energia com biomassa, sobretudo biocombustíveis, em apenas quatro países - Brasil, Estados Unidos, Alemanha e China.

Se os números ainda são modestos, o mesmo não pode ser dito do potencial de crescimento em energias alternativas. O estudo prevê uma guinada no número de empregos de 600% no setor de energia eólica, para 2,1 milhões de postos em 2030. A energia solar deverá ter um incremento de 3.605% no mesmo período, chegando aos 6,3 milhões de postos. As 1,2 milhão de pessoas ligadas atualmente aos biocombustíves se transformarão em um exército de 12 milhões de pessoas, como se a cidade de São Paulo inteira se dedicasse unicamente à produção de etanol.

Fonte: http://www.nicomexnoticias.com.br/