segunda-feira, março 29, 2010

Fone controlado pelos olhos e Android são destaque nos EUA


A CTIA Wireless, nos Estados Unidos, é a uma espécie de versão americana do Mobile World Congress - evento realizado em Barcelona, reeditando os lançamentos da feira europeia para os Estados Unidos, reservando poucas novidades - e muitas delas exclusivas para as operadoras da América do Norte. Desta vez, não foi diferente, com os aparelhos movidos a Android roubando a cena. Mas um porta-retratos digital e um fone de ouvido que responde aos movimentos dos olhos também chamarama atenção. Confira alguns dos destaques.
HTC: O EVO 4G é o primeiro aparelho com Android 2.1 compatível com redes Wi-Max. Será vendido pela operadora Sprint e atinge velocidades de download até 10 vezes mais rápidas que um telefone 3G. Nas especificações técnicas, é o smartphone mais completo que surgiu até o momento: processador Qualcomm Snapdragon de 1 GHz, duas câmeras integradas (uma frontal de 1,3 megapixel para videochamadas e uma traseira de 8 megapixels com gravação em alta definição), tela sensível ao toque de 4,3 polegadas e um transmissor Wi-Fi que permite que até outros oito dispositivos compartilhem a conexão Wi-Max, além de gravar e reproduzir vídeos em alta definição (720p).
Samsung: o novo Galaxy S (GT-I9000), também com Android 2.1 e tela sensível ao toque de 4 polegadas, chega ao Brasil no terceiro trimestre deste ano. O Galaxy S conta com tela sensível ao toque do tipo AMOLED, mais econômica e fácil de visualizar, com resolução de 800 x 480 pontos, processador de 1 GHz e câmera de 5 megapixels capaz de filmar em qualidade HD (720), além de conectividade 3G, Wi-Fi, Bluetooth e navegação via GPS.
Dell: em parceria com a operadora AT&T e sem dar muitos detalhes, a Dell anunciou o Aero, que será o primeiro smartphone Android da marca nos Estados Unidos. ¿Estará disponível em breve, com uma nova e linda interface desenvolvida pela Dell e AT&T¿, disseram as empresas em um comunicado. À primeira vista, o Aero lembra o Mini 3ix, à venda desde o final de 2009 no Brasil.
Além dos celulares e smartphones outros dois produtos chamaram bastante a atenção: um porta-retratos que recebe e envia fotos pela web, e um fone de ouvido controlado pelo movimento dos olhos.
DoCoMo: no estande da operadora japonesa, foi demonstrado um fone de ouvido controlado pelo movimento dos olhos. Eletrodos colocados nos fones capturam mudanças elétricas causadas pelo movimentos oculares e os traduz em comandos que podem controlar tocadores de música ou celulares.
Isabella Products: o porta-retratos Vizit usa um plano de dados da AT&T para receber fotos e compartilhar com amigos e familiares. O aparelho custa US$ 279, mais US$ 5,99/mês para a versão básica do plano de dados e US$ 79,99/ano para a premium.

Fonte: http://tecnologia.terra.com.br

Ferramenta oferece personalização online segura e sem custo

Uma novidade para personalizar o modelo de navegação do internauta e tornar sua experiência online mais atrativa começa a chegar aos usuários brasileiros de internet fixa. Trata-se do Navegador, solução que permite substituir grande parte do conteúdo e das ofertas que hoje são sugeridas de forma aleatória por informações que sejam realmente do interesse do usuário, proporcionando uma experiência personalizada, muito mais rica e eficiente. E o que é melhor: com total privacidade e segurança e sem custo.

A solução começa a ser oferecida, gradualmente, aos usuários da banda larga fixa da Oi - por enquanto, apenas no Rio de Janeiro. A ideia é que, até o final do ano, esteja disponível em todas as praças atendidas pela operadora no País. Além da Oi, participam do projeto Terra, UOL, IG e Estadão.

Como funciona o Navegador
Ao fazer o login em sua máquina, o usuário verá uma tela que explica a nova funcionalidade e pergunta se ele quer experimentá-la. A escolha é, desde o princípio, do internauta: a ferramenta só é ativada depois que ele aceita a oferta. Com isso, ele será levado a um site conceito, contendo informações variadas. A grande "mágica" da solução é que à medida que o usuário vai navegando, ela identifica suas preferências, em tempo real, "aprende" os conteúdos que mais interessam a ele e prioriza as informações.

Até mesmo a questão do tempo é levada em consideração. Por exemplo, digamos que você vai viajar e procura com frequência durante uma semana informações sobre Buenos Aires. Quando parar de fazer buscas sobre a capital argentina, a ferramenta vai "entender" que o tópico já não é tão interessante para você e não vai mais considerá-lo prioridade como antes.

O Navegador não guarda dados pessoais do usuário nem endereço IP da sua máquina, sequer histórico da navegação. Em vez disso, utiliza uma chave randômica de 24 dígitos, não rastreável, que é colocada no browser do usuário: todos os perfis de interesse são atribuídos a esta chave aleatória. Ou seja, não há como ligar as informações a uma determinada pessoa, nada fica associado nem ao internauta nem a sua máquina.

O sistema trabalha apenas com páginas públicas da web, isto é, não opera em e-mail e sites que tenham procedimentos de segurança que exijam senhas de acesso (como os bancos). Outra característica do Navegador é que o sistema exclui temas sensíveis como jogos de azar, drogas, álcool, laudos médicos e conteúdo adulto.




Fonte: http://tecnologia.terra.com.br/

domingo, março 28, 2010

Firefox ou Google Chrome: qual é o melhor navegador?


Um leitor do blog Lifehacker, irmão do Gizmodo, quer saber: qual navegador usar, Chrome ou Firefox? Esta pergunta tem sido feita cada vez mais ultimamente, e com bons motivos. É o seguinte: o Google Chrome consertou vários problemas do Firefox que a maioria dos usuários do Firefox nem sabia que tinha, e a raposa ainda está tentando alcançar o concorrente. (Instalação de complementos sem reiniciar o navegador; processos isolados, que evita que uma aba trave o browser inteiro etc.) Por isso, o conjunto de funcionalidades do Chrome vem conquistando vários fãs do Firefox.

A resposta à pergunta acima depende do sistema operacional do navegador. Abaixo seguem as respostas para quem usa Windows e Mac (fãs do Linux, pulem para o fim do texto).

Windows: Chrome ou Firefox?
Não há uma resposta curta para esta pergunta, então vamos considerar os prós e contras de cada navegador.

Primeiro, nos testes habituais de desempenho de navegadores que o Lifehacker faz, o Chrome vem ganhando consistentemente da concorrência, ou chega em segundo lugar na maioria das categorias, enquanto o Firefox dificilmente sai na frente. Isto não quer dizer que o Firefox seja extremamente lento: só significa que, comparado ao Chrome, ele não é o mais rápido.

Mas isto nos traz a um ponto importante: lentidão. Apesar de o Firefox se dar bem nos testes de memória (ele ganha com regularidade nos testes de memória que o Lifehacker faz), muitos usuários do Firefox se mostram frustrados com a lentidão causada pelo que eles dizem ser alto consumo de memória. O consumo de memória em si não é grande coisa (o Chrome também usa muita memória), mas o uso de memória vem geralmente acompanhado de lentidão no Firefox.

Então o que faz os usuários do Firefox ficarem com a raposa, apesar de o Chrome ser melhor na maioria das categorias dos testes? Extensões. (Ou complementos, ou add-ins!) O ecossistema de extensões do Firefox tem sido uma das grandes vantagens deste navegador open-source, e se tem alguma coisa que você gostaria que seu navegador fizesse diferente, há uma boa chance de que haja uma extensão para isso no Firefox.

O Chrome também tem uma crescente galeria de extensões, e apesar de não chegar nem perto do suporte a complementos que o Firefox tem, a cada dia mais e mais funções das extensões mais populares do Firefox aparecem no Chrome. O Xmarks, que sincroniza o Chrome com seus favoritos do Firefox; o LastPass, que sincroniza e armazena de forma segura todas as suas senhas; até mesmo a extensão essencial para todos os desenvolvedores web, o Firebug, está disponível no Chrome em versão light.

Se você usa muitos complementos para Firefox ¿ especialmente alguns mais obscuros ¿ pode ser que você não encontre substitutos para todos eles no Chrome. Mas se você só usa algumas extensões mais populares, é maior a chance de mudar para o Chrome sem sentir grandes diferenças.

Por outro lado, muita gente evita o Chrome porque ele é ligado ao Google: se você acha que o Google já tem informações demais sobre você, talvez você queira ficar com o Firefox. Sim, é possível controlar o que passa pelos servidores do Google no próprio Chrome, mas se você já está desconfiado, talvez isso não sirva de consolo.

Enfim, se você anda decepcionado com o Firefox, recomendamos testar o Chrome para ver o que você acha: se você não gostar, é só voltar para a raposa. Se, por outro lado, você estiver bem com o Firefox, não vemos nenhum motivo para mudar ¿ em time que está ganhando, não se mexe, certo?

Mac: Firefox ou Chrome?
A resposta aqui é bem diferente ¿ e bem menor. O Chrome for Mac funciona rápido no OS X, as mesmas extensões que funcionam no Chrome para Windows funcionam no Mac, ele isola processos para que uma aba que trave não comprometa o navegador todo, e assim vai.

Infelizmente, por experiência, o Chrome para OS X ainda é pouco maduro para ser adotado em tempo integral. Ele foi lançado bem depois da versão para Windows, está aí há menos de um ano, e ainda é versão beta (não existe ainda uma versão final). Por isso ele tende a dar travadinhas, parar de responder e outros problemas que uma versão para ser usada todo dia não deveria ter. Então talvez não seja ideal mudar de vez para o Chrome for Mac.

Para os fãs do Linux: o artigo original não cobriu o Linux porque os editores do Lifehacker não tiveram experiência suficiente com o Chrome para dar uma opinião embasada, e a gente do Giz Brasil também não.

Da mesma forma, sabemos que vocês podem discordar do que falamos aqui, então se você tem algo a dizer sobre o assunto, gostaríamos de ouvir você.

O artigo original (em inglês) do Lifehacker pode ser visto pelo atalho http://tinyurl.com/y9pp5ag.




Fonte: http://tecnologia.terra.com.br/