quarta-feira, dezembro 02, 2009

Microsoft nega falha de "tela preta da morte" no Windows 7

A Microsoft informou que não encontrou evidência de que recentes atualizações de segurança estão causando problemas no novo sistema operacional Windows 7. Os problemas estão sendo apelidados por alguns usuários de "tela preta da morte".
O problema, que fez alguns usuários verem uma tela completamente negra após iniciarem o sistema, foi identificado pela empresa britânica de segurança de software Prevx na semana passada, e recebeu grande atenção depois de ser reportado pela BBC, na terça-feira.
A Prevx alegou que as alterações no registro do sistema operacional da Microsoft ¿ a base de dados que armazena as configurações ¿ é a causa mais provável do erro, mas a Microsoft negou.
"A Microsoft investigou relatos de que suas atualizações de novembro alteraram permissões no registro que estão resultando em questões sistêmicas para alguns clientes", disse o representante da Microsoft, Christopher Budd. "A empresa considera esses relatos imprecisos e nossa investigação mostrou que nenhuma das atualizações recentes estão relacionadas com o comportamento descrito", disse ele.
Budd acrescentou que as equipes de suporte da Microsoft não veem a questão como um grande problema para os usuários, mas pediu que os clientes entrem em contato com a equipe de suporte para assistência gratuita em caso de problemas.

Scanner especial permite necropsia sem cortes


Uma equipe de médicos suíços está realizando cerca de 100 necropsias por ano sem realizar nenhum corte nos cadáveres. A técnica é possível graças a equipamentos especiais como um scanner óptico 3D que detecta até 80% das causas da morte.

Michael Tali, responsável pelo projeto chamado "Virtopsy" e professor da Universidade de Berna, na Suíça, afirma que o sistema tem sido usado desde 2006 para examinar cadáveres e determinar casos de mortes súbitas ou de causas não naturais na capital suíça.
"Sem abrir o corpo, nós conseguimos detectar entre 60% e 80% das lesões e causas da morte", explica o médico. Segundo Thali, uma das principais vantagens das necropsias virtuais é o fato que registros digitais permanentes são criados e podem ser compartilhados através da internet.
Durante uma necropsia, que leva em torno de 30 minutos, o cadáver é colocado em uma mesa examinadora e a superfície do scanner, um pouco maior que uma caixa de sapatos e suspensa por um braço mecânico, registra os contornos do corpo. Dois técnicos avaliam então os resultados através do computador.
"Hoje este é o único lugar do mundo que combina o scanner de superfície com o exame de ressonância magnética, a biópsia e a angiografia pós-morte", afirma Thali, citando também que o custo total para a instalação do equipamento é de quase US$ 2 milhões.
O scanner registra imagens de lesões ósseas e danos no cérebro, enquanto a ressonância magnética produz imagens mais precisas dos tecidos moles e a angiografia visualiza o interior dos vasos sanguíneos.
"Esta é a grande vantagem, porque não precisamos destruir o corpo, podemos visualizar as imagens em 3D e fazer os exames pelo computador", disse Thali.
No entanto, apesar das vantagens do método digital, Thali afirma que é pouco provável que a nova técnica substitua a necropsia regular em um curto período de tempo. "Por enquanto, a necropsia regular, que é um método muito antigo, ainda é o procedimento padrão". "Podemos usar esse nosso sistema para uma vítima de um acidente de carro, mas não para uma vítima da gripe suína, por exemplo", explicou.
Mais informações podem ser obtidas no site do projeto, no endereço http://www.virtopsy.com/.





Fonte: www.terra.com.br

Gizmodo Explica: Android e como ele dominará o mundo



Mês passado tivemos o Motorola Droid, o primeiro handset com Android 2.0. Para alguém vendo de fora, parece apenas mais um smartphone Google, mas o 2.0 é mais do que isso: é a prova de que o Android finalmente veio para dominar o mundo.
Peraí, o que é exatamente o Android?Nas palavras do Google, é "a primeira plataforma verdadeiramente aberta e ampla para aparelhos móveis". Não significa muito, então eis uma explicação: é um Sistema Operacional móvel open-source baseado em Linux, completo com um gerenciador personalizável de janelas, kernel Linux 2.6 modificado, navegador baseado no WebKit e câmera embutida, calendário, mensagens, discador, calculadora, media player e aplicativos de álbum. Se isto lhe soa meio escasso, é porque é mesmo: o Android por si só não acrescenta muita coisa; na verdade, um telefone com Android puro mal pareceria um smartphone. Ainda bem que estes telefones não existem.
Mas o verdadeiro cerne da experiência do telefone Android são os aplicativos Google como Maps, GoogleChat, Gmail, Android Market, Google Voice, Places e YouTube, que são closed-source, o que significa que o Google é dono deles integralmente. Todo telefone Google vem com estes aplicativos de uma forma ou outra; assim, para o usuário, a distinção não é tão importante assim.





Fonte: www.terra.com.br