quarta-feira, maio 13, 2009

Novo celular tem flip que abre em duas direções

Com tecnologia e-ink, espécie de papel eletrônico usados em leitores de e-books, foi lançado nesta semana nos Estados Unidos o celular Alias 2, da Samsung. Um dos principais diferenciais do aparelho, da operadora Verizon Wireless, é o flip, que pode ser aberto em duas direções, mudando a função dos botões conforme for posicionado.
O aparelho também vem com câmera de 2 mega pixels e conexão Bluetooth, além de controles para música e entrada para cartões microSD com capacidade de 16 GB. O preço sugerido do Alias 2 é de US$ 130 (cerca de R$ 280).
Quando aberto na horizontal, o smartphone mostra o padrão QWERTY de teclado, no mesmo modelo de digitação do computador. Se for aberto na vertical, aparecem setas de navegação e teclas numéricas.

Fonte: www.fonte.com.br

Frontier vai comprar linhas telefônicas da Verizon


A Frontier Communications concordou em comprar 4,8 milhões de linhas de acesso da Verizon Communications por US$ 5,25 bilhões em ações, em um acordo que triplica seu tamanho e a torna a maior provedora de comunicação dos Estados Unidos em áreas rurais.
O acordo consolida a posição da Frontier entre fornecedores de redes telefônicas em espaço rural, muitos dos quais enfrentam dificuldades diante da decrescente receita com linhas de acesso. No entanto, tal aquisição também ajuda a Verizon a focar em serviços de banda larga e rede sem fio.
"Com mais de 7 milhões de linhas de acesso em 27 Estados, nós seremos o maior provedor puramente rural de serviços de voz, banda larga e vídeo nos Estados Unidos", afirmou a presidente-executiva da Frontier, Maggie Wilderotter, em um comunicado.
Com o acordo, a Verizon criará uma companhia separada para os ativos que estão sendo vendidos. A empresa será simultaneamente retirada da estrutura acionária da Verizon para uma fusão com a Frontier. A Frontier também assumirá uma dívida de 3,3 bilhões de dólares como parte do acordo.

Fonte: www.terra.com.br

Pirataria de software cresce no mundo mas recua no Brasil


A pirataria de software no mundo cresceu no ano passado, respondendo por 41% de todos os programas instalados, com perdas de US$ 53 bilhões estimadas para as empresas produtoras, anunciou a Business Software Alliance (BSA), nesta terça-feira. Entretanto, no Brasil, a pesquisa indica redução de 1 ponto percentual, chegando aos 58%. No acumulado dos últimos três anos, entre 2005 e 2008, o país registrou queda de 6% no índice.
Os índices mundiais de pirataria subiram de 38% dos programas instalados em empresas e residências, em 2007, para 41% em 2008, apesar do sucesso da China e da Rússia em esforços para reprimir o comércio ilegal, de acordo com um estudo conduzido pelo grupo de pesquisa de mercado IDC para a BSA.
O valor monetário de software pirata no Brasil aumentou 1,73% em relação a 2007, alcançando R$ 1,645 bilhão.
"Apesar de figurar na nona colocação na lista dos países cuja pirataria de software provoca maior dano financeiro, esse resultado revela uma significativa contenção de perdas em 2008, já que, entre 2005 e 2007, o valor havia subido 111,1%", informa a BSA no levantamento.
As vendas mundiais de software para computadores pessoais cresceram 14%no ano passado, para US$ 88 bilhões.
Embora tenha surgido progresso na repressão à pirataria em alguns países, com quedas em cerca de metade dos mercados pesquisados, o valor pirateado em dólares "na verdade subiu", disse Robert Holleyman, presidente da BSA.
Holleyman disse que embora a pirataria nos Estados Unidos responda por cerca de 20% do total do mercado, a menor porcentagem no mundo, ela ainda assim representa um sério problema, porque mais software é vendido nos EUA do que em qualquer outro país.
Boa parte das perdas vêm de pequenas empresas que utilizam cópias não licenciadas de softwares populares. Elas podem ter 50 máquinas, mas pagam licenças para o software de apenas 25 delas. "Os EUA apresentam o maior prejuízo em termos de valor", disse Holleyman.
O índice de pirataria na China caiu de 90% dos softwares vendidos, em 2004, para 80% no ano passado, enquanto na Rússia o índice de pirataria se reduziu em cinco pontos percentuais em 2008, para 68%, constatou o estudo.
O progresso na China surgiu porque o governo decidiu usar apenas software legítimo, porque os provedores de acesso à Internet cooperaram para tirar piratas da rede, quando solicitados, e devido a outras medidas, disse Holleyman.
O estudo identificou cinco países com índices de pirataria de 90% ou mais: Geórgia, Bangladesh, Armênia, Zimbábue, Sri Lanka, Azerbaijão e Moldova.

Fonte: www.terra.com.br