domingo, janeiro 15, 2012

OSX-1 segue para Bacia de Campos


O FPSO OSX-1 deixou a baía de Guanabara rumo à Bacia de Campos, no Norte Fluminense, onde vai produzir o primeiro óleo da petroleira brasileira OGX, na acumulação de Waimea, no bloco BM-C-41. O FPSO (Floating Production Storage and Offloading), unidade flutuante de produção, armazenamento e transferência foi afretado pela OGX da OSX, outra empresa do grupo EBX.

A empresa brasileira de óleo e gás natural, que está levando adiante uma das maiores campanhas exploratória privada no Brasil, já recebeu a Licença de Operação (LO) do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama) para a unidade e respectivas estruturas submarinas que serão usadas no Teste de Longa Duração (TLD) e Desenvolvimento da Produção de Waimea.

Os equipamentos submarinos já estão instalados e passaram por inspeções dos órgãos governamentais, aguardando apenas a chegada do OSX-1. A conexão entre o FPSO e o sistema submarino será iniciada assim que a embarcação chegar ao local. A previsão da OGX é iniciar a produção até 28 de fevereiro.

A acumulação de Waimea, que está em águas rasas da Bacia de Campos e foi descoberta pelo poço pioneiro OGX-3 em 18 de dezembro de 2009, tem seu TLD previsto para iniciar no prazo excepcional de cerca de 2 anos após a descoberta, através do poço horizontal OGX-26HP, que já se encontra pronto para esse teste.

A unidade tem capacidade de produção de 60 mil barris de óleo por dia e armazenamento de até 900.000 barris.

Fonte: TN Petróleo

sábado, janeiro 14, 2012

Casco da plataforma P-55 chega a Rio Grande no domingo


O casco da plataforma P-55, que deixou o complexo industrial portuário de Suape, em Pernambuco, no dia 22 de dezembro, deve entrar no porto de Rio Grande no domingo. A data poderá ser alterada caso as condições de navegação não permitam que seja efetuada a operação de ingresso na Lagoa dos Patos.

A Superintendência do Porto de Rio Grande realizou na tarde de quinta-feira uma reunião para avaliar o planejamento de manobras para a entrada da P-55, que possui um casco quadrado, com 94,32 metros de lado. Tudo transcorrendo dentro da normalidade, o casco, em um primeiro momento, deverá ancorar no cais sul do Estaleiro Rio Grande, onde serão realizados alguns preparativos para que em meados de fevereiro a estrutura siga para o dique seco. Ali, a integração da P-55 implicará uma das maiores elevações de engenharia do mundo, ao erguer cerca de 17 mil toneladas, a mais de 40 metros de altura.

Em Rio Grande, as obras da plataforma encomendada pela Petrobras serão feitas pela empresa Quip. Entre as ações que serão executadas estão o acoplamento do deckbox (convés), as montagens de módulos, dos sistemas de geração, de processamento e exportação do óleo e gás, integração física dos sistemas e comissionamento final.

Do tipo semissubmersível, a P-55 será instalada no campo gigante de Roncador, na Bacia de Campos. A plataforma terá uma capacidade de produção de 180 mil barris diários de petróleo e compressão de 6 milhões de metros cúbicos por dia de gás natural. O investimento previsto na concretização da plataforma é de aproximadamente US$ 1,65 bilhão. Inicialmente, a finalização da P-55 estava prevista ainda para o ano passado.

Além dessa estrutura, o polo naval de Rio Grande tem como demandas confirmadas a construção, montagem de módulos e integração da plataforma P-63; a conversão do casco, construção e montagem de módulos da plataforma P-58 e a construção e montagem de oito cascos para FPSOs (complexos que produzem e armazenam petróleo).

O secretário de Assuntos Extraordinários focado na área de Desenvolvimento do município, Gilberto Pinho, comemora a chegada de mais um casco a Rio Grande para a implantação de uma plataforma. Ele destaca que desde que o polo naval começou suas atividades, com a construção da plataforma P-53, a economia da região vem colhendo os frutos. Em 2007, quando o casco da P-53 chegou à cidade, o PIB de Rio Grande, conforme dados do IBGE, era de aproximadamente R$ 4,4 bilhões. Em 2009, esse indicador já havia saltado para cerca de R$ 6,2 bilhões. "Outro fato positivo é que, cada vez mais, está sendo possível incorporar mão de obra local na realização desses empreendimentos", ressalta Pinho.

Fonte: Jornal do Commercio (RS)

sexta-feira, janeiro 13, 2012

FMC inaugura Centro de Tecnologia no Fundão, investimentos de R$ 70 milhões


Unidade tem capacidade para testar, em escala real, protótipos de equipamentos submarinos para a indústria do petróleo. Prédio da Engenharia abrigará 300 profissionais.

Líder mundial na fabricação de equipamentos submarinos para a indústria do petróleo e líder brasileira na produção de manifolds e árvores de natal, a FMC Technologies inaugurou no dia 09 de janeiro de 2012 (segunda-feira), o seu terceiro Centro de Tecnologia no mundo com a presença do presidente, chairman e CEO da companhia, John Gremp.

A nova unidade da FMC ocupa a maior área útil do Parque Tecnológico do Rio, na Ilha do Fundão, cidade do Rio de Janeiro: são 22 mil metros quadrados, divididos em duas amplas edificações. A primeira delas é o enorme pavilhão, em operação desde o mês de outubro, onde foi testado com sucesso o SSAO – Separador Submarino Água-Óleo. Esta área foi concebida para testar protótipos em escala real de equipamentos submarinos da indústria de Óleo & Gás.

Ao lado da Área de Testes está localizado o prédio da Engenharia, uma instalação moderna e bem aparelhada na qual 300 profissionais da FMC desenvolverão projetos e pesquisas de novas tecnologias submarinas para exploração de petróleo e gás no Brasil, com foco também nas novas demandas do pré-sal. A inauguração do Centro de Tecnologia – o terceiro Tech Center da FMC no mundo (ou outros dois ficam nos Estados Unidos e na Noruega) – conta com investimentos de R$ 70 milhões.

Há 55 anos no País e com base em Houston, no Texas, Estados Unidos, a FMC Technologies tem 13.500 empregados no mundo inteiro e 27 fábricas em 16 países. Seu faturamento em 2010 chegou a US$ 4,1 bilhões. A FMC foi eleita pela revista Fortune a “Empresa de Equipamentos e Serviços de Óleo e Gás Mais Admirada de 2010” e, no passado, foi escolhida pela revista Forbes como a “Empresa Mais Inovadora do Mundo” na área de Óleo e Gás. No Brasil, a FMC conta com 1.600 empregados que trabalham nas duas unidades fabris do Rio de Janeiro, na base de serviços de Macaé e, agora, também no Centro de Tecnologia do Fundão.

Fonte: Revista Fator Brasil