sexta-feira, janeiro 06, 2012

O Resgate Aeromédico em Offshore



Atualmente dispõe de 3 aeronaves, sendo 2 delas para Bacia de Campos e 1 para Bacia de Santos, área do pré-sal.

A evacuação aeromédica (EVAM) ou muitas vezes denominado como MEDEVAC ou MEDIVAC (Medical evacuation), é uma importante ferramenta para os profissionais de enfermagem no atendimento das emergências no âmbito offshore. Permitindo o transporte rápido de feridos em estado grave, particularmente causados por trauma, do local do acidente em alto mar para a unidade de saúde onshore, o hospital.

Desde o final da segunda Guerra Mundial o exército americano foi o pioneiro em aplicar este tipo de transporte em larga escala para salvamento. Eles estabeleceram semi-hospitais de campanha permanente instalados atrás da linha de frente, o que permitiu aos soldados feridos em batalhas receberem tratamento médico apenas em um curto vôo de helicóptero.

Porém, esta técnica teve a sua criação inspirado pelo seviço médico australiano: Royal Flying Doctor Service, que foi criado em 1928 a fim de trazer médicos para os pacientes e os pacientes para os hospitais do interior. Mas este primordial meio de transporte se potencializou quando foi explorado pelos militares com os helicópteros.

A Atuação do Resgate Aeromédico em Offshore no Brasil

No Brasil, na área de exploração do petróleo a responsável por este tipo de serviço é o Resgate Aeromédico da Petrobras. Que possui 22 anos de grande experiencias. Tendo a importante missão de resgatar profissionais embarcados em plataformas ou navios que necessitem de cuidados médicos de emergência. Ultrapassando mais de dois mil resgate bem-sucedidos.

Tendo como objetivo o atendimento em menor tempo possível buscando evitar os agravos à saúde dos trabalhadores offshore, tanto os que ocorrem de forma natural quanto os acidentais, visando a cura ou diminuir ao máximo as possibilidades de seqüelas.

Atualmente o Resgate Aeromédico da Petrobras dispõe de 3 aeronaves, sendo 2 delas em primeiro caso direcionadas para Bacia de Campos e 1 para Bacia de Santos, área do pré-sal. A sua base e centro de operações fica instalado no aeroporto de Macaé. Tendo também uma equipe de prontidão no aeroporto de Jacarepagua podendo ser acionada caso necessário. Otimizando assim o tempo de atendimento na área do pré-sal devido a sua longa distãncia.

Estas aeronaves possuem profissionais de enfermagem e médicos qualificados e treinado em módulo avançado para o atendimento em emergência. Sendo avaliados constantemente pelos seus desempenhos, principalmente no exércicio prático.

A equipe de resgate esta de prontidão 24 horas. Podendo ser acionada pelo ramal de emergência disponível a todas embarcações. É coordenada por um médico plantonista que atua na recepção dos chamados de auxílio: analisando, classificando, acompanhamento e intervindo pessoalmente na assistência ao paciente na sua chegada ao local do acidente caso seja necessário.

Fonte: ASCOM/Enfermagem OffShore

O pré-sal em um mundo sem petróleo e as Forças Armadas


Há décadas que a exaustão dos mananciais de petróleo vem sendo anunciada. O assunto foi dos mais discutidos pelo Clube de Roma, que pretendia deter o desenvolvimento econômico do mundo, com o congelamento do progresso e o crescimento zero. Os argumentos eram poderosos: como os recursos do planeta são finitos, infinito não pode ser o seu consumo, e o modelo de vida deve ser mudado.

Ocorre que os países ricos — que promoveram o encontro e soaram o alarme — pretendiam congelar o tempo: os que se encontravam à frente, à frente continuariam, enquanto os outros, não podendo desenvolver-se, pelo acordo pretendido, regrediriam. A reação dos países em desenvolvimento, com o apoio então da URSS, tornou o projeto inviável.

Fonte: http://www.jb.com.br/

quinta-feira, janeiro 05, 2012

Trabalhadores dos Estaleiros Navais ainda não receberam salários


Os 650 trabalhadores dos Estaleiros Navais de Viana do Castelo (ENVC) continuam sem receber os salários do mês de Dezembro, pagamento que, segundo fonte da Empordef, estará "iminente".

Fonte da holding pública para as indústrias de Defesa, que detém os ENVC, admitiu à Lusa que a transferência dos 700 mil euros para as contas dos trabalhadores pode ser feita "a qualquer momento".

O ministério da Defesa anunciou quarta-feira que a administração daquela holding já tinha encontrado "uma solução" para a regularização dos salários aos 650 trabalhadores.

A falta de liquidez da empresa está a provocar vários constrangimentos ao funcionamento da empresa, também pela a incapacidade de cumprir com as encomendas por não conseguir adquirir matéria-prima.

Face à indefinição sobre o futuro dos estaleiros, representantes da comissão de trabalhadores viajaram quarta-feira para Lisboa, onde foram recebidos pelo ministro da Defesa, que admitiu estarem em curso negociações com parceiros para garantir a viabilidade da empresa.

Contudo, José Pedro Aguiar-Branco também admitiu que "todos os cenários estão em cima da mesa", inclusive o encerramento da empresa.

Fonte: http://www.jn.pt/