quarta-feira, março 31, 2010

Como fugir do antivírus falso


Programa simula detecção feita por um antivírus real


O scareware, também conhecido como falso antivírus, é uma modalidade de golpe virtual criada para assustar as pessoas, simulando a detecção de diversos vírus no computador.


Em muitos casos, ele é capaz de travar o acesso ao sistema até que o usuário siga uma série de procedimentos que terminam com o pagamento de um “resgate” aos criadores da ameaça. As soluções costumam liberar o uso da máquina, mas não apagam o código malicioso.
“O antivírus falso funciona como uma solução de segurança, mostrando ao usuário uma série de arquivos supostamente infectados, incluindo programas autênticos. Então, ele informa que só é possível se livrar da contaminação se uma quantia específica for paga. Esse valor pode chegar a US$ 50”, explica Fioravante Souza, especialista em segurança digital da Trend Micro.


Ele aponta que essa contaminação funciona de várias formas, todas envolvendo técnicas de engenharia social. Os criminosos criam armadilhas para as pessoas que acessam páginas comprometidas, baixam e instalam os arquivos.


Uma das práticas mais comuns para atrair o usuário utiliza o Black Hat SEO (Search Engine Optimization) como base. Ela consiste na introdução de links contaminados em motores de busca como o Google e o Bing, por exemplo.


“São criados sites sobre eventos recentes, como tragédias e notícias de celebridades, onde são aplicadas técnicas que auxiliam o desempenho nas buscas. Quando eles aparecem nas primeiras colocações, links são alterados, levando à contaminação”, afirma Fioravante.


Site mostra rostos do mundo em fotos


O Facity é um projeto internacional de fotografia criado em Berlim. O nome surgiu da contração das palavras "face" e "cidade". O site é um amplo mosaico que expõe uma coleção de fotos espontâneas, mostrando na web rostos femininos e masculinos de todas as partes do mundo.

Qualquer internauta pode enviar a sua foto para ser exibida no www.facity.com/, com seu nome e o nome da cidade em que vive.


Para isso, entretanto, é necessário obedecer a algumas regras do criador do projeto, Hannes Castar. Por exemplo: os modelos não podem, de maneira nenhuma, aparecer sorrindo.

Além disso, os rostos devem ser retratados em primeiro plano, voltados para frente, com os olhos bem abertos, cabelo puxado, com maquiagem leve ou sem maquiagem. As fotos não podem mostrar roupas nem acessórios (piercings, brincos, óculos).

Todos os dias são expostas cerca de 15 novas imagens no site, num projeto que começou há dois anos, para mostrar as diferentes faces do mundo.


É possível participar como fotografo também. Para isso, basta se cadastrar no site e ter disponibilidade para fazer, ao menos, uma foto por semana, durante seis meses. Interessados em participar podem obter mais informações pelo atalho http://bit.ly/2Rpoci.




Fonte: http://tecnologia.terra.com.br

Software faz pregão dentro do bar


SÃO PAULO - Painéis de LED importados da China mostram a cotação das bebidas no Wall Street Bar, em São Paulo.


O sistema funciona como uma bolsa de valores: o custo dos drinques varia de acordo com o consumo. Desde que o bar foi inaugurado, em dezembro, a Bohemia já chegou a 29 reais em um dia movimentado e caiu para 2 reais em uma noite tranquila. Os donos não revelam como funciona o software regulador de preços, mas garantem que ele nunca dá prejuízo. Quando um dos preços sobe, o outro cai. Petiscos, bebidas e músicas são pedidos diretamente nas telas touchscreen de cada mesa. O cliente só vê os garçons quando a comida chega, ou para pagar a conta.



Fonte: http://info.abril.com.br/