terça-feira, janeiro 26, 2010

Feira no Japão destaca tecnologia de reconhecimento facial



Uma empresa japonesa está lançando em uma feira de tecnologia em Yokohama, no Japão, um software para reconhecimento de rosto para uso comercial.

Com o aumento da preocupação com a segurança em todo o mundo, a empresa Omron decidiu oferecer um programa que ajuda as companhias a identificar se os funcionários estão entrando em áreas onde não deveriam, por exemplo.


"Este programa pode ler várias características faciais, como a posição dos olhos, do nariz ou da boca, comparando com imagens já capturadas pela câmera de segurança", diz Ryoji Ohashi, representante da Omron. "Pode detectar o rosto de pessoas específicas."

A companhia disse que vem trabalhando nesse tipo de tecnologia desde 1995, e que possíveis avanços podem ser aplicadas em veículos. Ao identificar o rosto do motorista, o computador define a altura programada com antecedência para o assento dentro do carro.




Fonte: www.terra.com.br

Caneta digitaliza arquivos enquanto escreve





Guardar cadernos é um problema: as folhas se deterioram, ocupam um espaço e principalmente: não são indexáveis. Para achar um trecho é preciso checar todas as páginas, e às vezes nem assim encontra-se o que queria. Com uma caneta digital, a situação seria diferente: enquanto você escreve - escreve mesmo, com carga normal e substituível, encontrada em papelarias - um receptor reconhece a posição das letras no papel e armazena o texto em uma imagem digitalizada.
E para saber se já dá para trocar sua Bic por uma dessas, testamos a caneta digital da Maxprint. Ela vem num estojinho de metal junto com um receptor recarregável - com capacidade para armazenar até 100 páginas A4 - e um cabo USB, para transferência das imagens digitalizadas.

O uso é bem simples: basta posicionar o receptor no topo da página e utilizar a caneta normalmente. Um software de reconhecimento de escrita (OCR) para PC acompanha o kit, e possibilita a conversão da imagem da folha manuscrita em texto digital. Funciona até para letras garranchadas, mas falha em alguns casos, como ao escrever fórmulas matemáticas.

A caneta também tem uma interessante função "mouse": enquanto o receptor estiver conectado ao PC, é possível usar a caneta como em um tablet, sem necessariamente precisar de uma superfície de apoio - estranhamente, é possível usar a caneta "no ar".


Funciona em Windows 2000, XP ou Vista.



Fonte: www.terra.com.br

Siemens bate recorde na transmissão de dados com LEDs


Pesquisadores da Siemens anunciaram que conseguiram, em parceria com o instituto Heinrich Hertz, de Berlim, na Alemanha, quebrar o atual recorde mundial de velocidade na transferência de dados usando luz branca, que era de 200 Mbit/s. Usando um novo LED branco de alta potência produzido pela subsidiária Osram, a empresa conseguiu atingir a marca de 500 Mbit/s a uma distância de até cinco metros.
A transmissão é feita modulando a intensidade da luz emitida pelo LED, processo tão rápido que a variação na luminosidade é imperceptível ao olho humano. A luz emitida é captada por um fotodetector, que se encarrega de "decodificar" as variações de volta em impulsos elétricos que podem ser manipulados por um computador. A técnica não usa fibras óticas ou outro meio especial para a transmissão: a luz é emitida e recebida diretamente pelo ar.

A empresa também demonstrou a transmissão a "longas distâncias" (embora não especifique o quão longas) usando cinco LEDs em conjunto, com taxa de transferência de 100 Mbit/s. É o mesmo que uma interface Ethernet das mais comuns, presente em qualquer computador produzido nos últimos anos.

Segundo a Siemens, a tecnologia pode ser aplicada para a transmissão de dados em locais onde o "espectro" de radiofrequência já está saturado com redes Wi-Fi e de telefonia celular, o que resulta em interferência e queda de desempenho. As lâmpadas (na verdade conjuntos de LEDs) no teto de um escritório, por exemplo, poderiam funcionar como emissores, e pequenos aparelhos sobre as mesas, ligados aos computadores, seriam receptores.

A tecnologia de transmissão de dados usando "links" ópticos pode parecer ficção, mas já está ao alcance de qualquer "hobbysta" interessado: o projeto RONJA, originado na República Tcheca, tem instruções detalhadas para a construção de interfaces que permitem a conexão de locais a até 1.5 km de distância usando LEDs vermelhos. Em todo o mundo, 153 links RONJA já estão em operação.




Fonte: www.terra.com.br