A Webalo já é conhecida no mercado por suas interfaces para celulares fáceis de usar. Agora, a empresa desenvolveu uma plataforma que permite que aplicações sejam criadas em um modelo de aparelho específico e depois exportadas para quaisquer outros dispositivos. A novidade, segundo o Venture Beat poupa tempo das fábricas de software ao permitir que as aplicações sejam programadas uma única vez: não é necessário reprogramar o software para os diferentes fabricantes e seus produtos. O Webalo Mobile Dashboard 2.0 é voltado especialmente para as aplicações corporativas, já que permite aos empregados acessar os sistemas da empresa a partir de qualquer plataforma. "Fornecer aplicações móveis para os colaboradores das empresas é o foco dos nossos CIOs hoje em dia", diz Chris Hazelton, Diretor de Pesquisas para (dispositivos) Móveis e Wireless do grupo 451 da Webalo, segundo o Earth Times. Hazelton continua dizendo que os investimentos e o tempo de desenvolvimento para diversas plataformas são muito grandes e um serviço que extenda as aplicações corporativas a diversos dispositivos ajuda a reduzir e muito seus custos de criação, manutenção e administração. Para chegar ao Dashboard 2.0, a Webalo primeiramente "empacotou" os processos de acesso aos sistemas corporativos; uma vez criados os acessos tanto do dispositivo para os sistemas quanto no sentido contrário, a empresa já pode disponibilizar os dados para ambos. A agenda embutida no software também facilita a vida dos executivos, que podem ter acesso rápido às informações que precisam na interface simples e fácil de usar. Finalmente, a conexão à internet permite ao software fazer uso das interfaces web já disponibilizadas pelos sistemas corporativos para exibir conteúdos diretamente no browser do Dashboard. O software já pode ser executado em BlackBerries, Palms e dispositivos rodando Windows Mobile, Symbian ou sistemas operacionais baseados em Java. Ainda não há compatibilidade com o iPhone, mas a empresa pretende lançar uma versão para o aparelho até junho. Fonte: www.terra.com.br |
segunda-feira, maio 18, 2009
Software faz dispositivos móveis compartilharem aplicações
Software antifurto desmascara rede de drogas na Noruega
| Um MacBook munido do software Undercover foi o grande herói de um caso de polícia na Noruega, segundo conta o jornal Dagbladet. Ao ser roubado, fotografou os ladrões e ajudou, inclusive, a identificar um traficante procurado, que também foi preso. Depois de ter sua casa arrombada por ladrões, que levaram mais de 50 mil coroas norueguesas (cerca de R$ 16 mil) em bens da família, Petter Røisland recebeu a notícia de que a polícia tinha, como suspeitos do roubo, componentes de uma gangue. Todavia, a falta de provas impedia a prisão dos acusados. Para se resguardar de outra investida dos ladrões para roubar a sua residência, o jovem de 23 anos resolveu tomar uma atitude. Instalou o programa Undercover, da Orbicule, em dois dos novos Macs que a família havia comprado para substituir os roubados. Na manhã do dia 9 de fevereiro deste ano, a família Røisland percebeu que os amigos do alheio haviam visitado sua casa novamente. Desta vez, porém, Petter acionou o dispositivo de segurança dos computadores, contatando a Orbicule para avisar que seus Macs haviam sido surrupiados. Logo a central confirmou a condição de roubo e começou a rastrear o sinal do software Undercover. Passados alguns meses, depois de a polícia já ter encerrado o caso sem solução, a empresa de segurança enviou um email a Petter, avisando que um dos computadores fora ligado e que eles receberam o endereço IP da máquina. No outro dia, a Orbicule também mandou fotos enviadas através do Mac roubado, que foram imediatamente compartilhadas com a polícia. Mas o mais incrível foi o que Petter descobriu depois: um dos fotografados era um grande traficante local, a quem a polícia da Noruega estava procurando há muito tempo, sem sucesso. Durante dias, o jovem trocou emails com a Orbicule, descobrindo novas informações, dentre elas, a posição geográfica aproximada do computador, que levaram à captura dos bandidos. Fonte: www.terra.com.br |
domingo, maio 17, 2009
"Encher" um iPod com músicas pode custar US$ 30 mil
Após esforços não muito bem-sucedidos em lançar ao mercado seu próprio tocador de músicas, a Microsoft dá mais uma cartada para tentar impulsionar as vendas do dispositivo e quem sabe "roubar" uma fatia do bolo atualmente dominado pela Apple. Na tentativa de promover o Zune, a Microsoft vem afirmando em seus anúncios que o aparelho do concorrente se torna muito mais caro à medida que o dono vai acumulando mais músicas.Segundo o Engadget, a propaganda de TV mais recente do Zune mostra Wes Moss, consultor financeiro famoso nos Estados Unidos, discorrendo sobre o quanto custa encher um iPod com músicas. Levando-se em conta que as faixas comercializadas na loja do iTunes custam US$ 1 ou mais, um usuário comum gastaria até US$ 30 mil - cerca de R$ 65 mil -, para preencher o dispositivo com maior capacidade de armazenamento: o iPod Classic com 120 GB de memória.
A propaganda, porém, parece não levar em conta o acervo musical de cada usuário, comenta o Gizmodo. O site lembra que a maioria das pessoas possui uma certa quantidade de músicas próprias, quer "copiadas" de seus CDs ou compartilhadas entre amigos.
Porém, o pior é que a Microsoft parace não levar em conta que a maioria das pessoas baixam músicas da internet, mesmo sendo uma prática ilegal. Talvez a empresa tenha omitido esse fator como tentativa de parecer politicamente correta, ou de inflacionar o número para torná-lo impressionante.
Como vantagem para adoção do Zune é oferecida uma cota de 10 faixas de músicas grátis, na contrapartida de uma assinatura mensal, a Zune Pass, de US$ 15 (cerca de R$ 31). A idéia parece boa, mas o Ars Technica não acredita que o modelo de negócio empregado vá ser bem-sucedido.
Em comparação à comercialização adotada pelas lojas, o site afirma que embora levasse 166 anos e 8 meses para que uma pessoa gastasse os US$ 30 mil com a Zune Pass (sem levar em conta a inflação), também seriam necessários 200 anos para que ela tivesse acesso, sem pagar nada mais por isso, à mesma quantidade de músicas que a loja iTunes hoje disponibiliza: cerca de 30 mil canções.
A mídia especializada parece não aprovar muito as campanhas publicitárias mais recentes da Microsoft. Há poucas semanas a empresa já vinha sendo perseguida por seus anúncios envolvendo clientes que decidiram comprar um PC quando descobriram que não eram "legais" o suficiente para ter um Mac ou quando perceberam que não tinham dinheiro suficiente para isso.
Agora os produtos da empresa são mais uma vez motivo de chacota entre os sites do ramo. O vídeo da propaganda envolvendo os dois players e os valores desembolsados por seus donos pode ser conferido em tinyurl.com/pq4bl9.
Fonte: www.terra.com.br
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