segunda-feira, maio 11, 2009

História da Energia Nuclear

A Teoria Atomística foi edificada inicialmente no quinto século antes de Cristo pelos filósofos gregos Leucipo e Demócrito.
Na sua Teoria Atomística, Demócrito afirma que o Universo tem uma constituição elementar única que é o átomo, partícula indivísivel, invisível. impenetrável e animada de movimento próprio. As vibrações dos átomos provocam todas as nossas sensações. Lito Lucrécio Caso, célebre poeta romano (95-52 AC), reproduziu em seus poemas as idéias de Demócrito no seu livro "DE RERUM NATURA", muito divulgado na época do Renascimento.
Os raios de Becquerel foram estudados, também, por Kelvin, Beattle, Smoluchwski, Elster, Geitel, Schmidt e o célebre casal Curie (Pierre Curie * 1859-+ 1906, e Maria Slodowska Curie * 1867-+1934). Em 1898, Madame Curie, em Paris, descobriu, ao mesmo tempo que Schmidt,na Alemanha, que entre os elementos conhecidos, o Tório apresentava características radioativas do urânio. O casal Curie já explicava a ra-dioatividade como uma propriedade atómica. Ajudados por Bemont, separaram quimicamente vários elementos radioativos e descobriram, em 18 de julho de 1898, o Polónio, nome que foi dado em homenagem à pátria de Maria Slodowska Curie. O rádio foi descoberto por Madame Curie em 1910, após longo trabalho, já que,para extrair 1 grama do elemento,teve que tratar aproximadamente 10 toneladas de mineral.
"O único caminho que poderá permitir, a agressão do núcleo do átomo é aquela que permite a aceleração artificial dos projéteis naturais dos elementos radioativos em grande número e com grande velocidade, o que exigirá tubos carregados e alimentados a uma diferença de potencial de dez milhões de volts. Somente dificuldades técnicas e financeiras, não a priori insuperáveis, se opõem a realização deste grande pro-jeto. O objetivo não é somente a transmutação dos elementos químicos em quantidades sensíveis, mas a constatação da grande produção energética que deverá se manifestar na pulverização ou reconstituição dos núcleos atômicos".
Estavam previstas a Fissão e a Fusão nucleares.

domingo, maio 10, 2009

Defesa dos EUA vai beneficiar tecnologia e segurança na web

À medida que o Departamento da Defesa dos Estados Unidos reformula sua capacidade militar e se equipa melhor para enfrentar operações de combate irregular, as empresas que se concentram na tecnologia de informação e em prevenir novas ameaças de segurança estarão bem posicionadas para se beneficiar.
O governo Obama esta semana solicitou ao Congresso US$ 663,8 bilhões para o Pentágono, que mudará de foco e passará a dedicar mais recursos a combater insurgentes do que a inimigos tradicionais. O orçamento, que precisa de aprovação do Congresso, pode resultar no encerramento da produção do F-22, o caça stealth da Lockheed Martin, do helicóptero presidencial VH-71 e do avião de carga militar C-17, da Boeing.
Mas também reforçaria as verbas de sistemas que coligem, monitoram e disseminam informações, e ofereceria cobertura adicional do campo de batalha por veículos aéreos não tripulados. Também está prevista uma expansão de mais de 2,4 mil soldados no efetivos das forças de "operações especiais".
"As empresas que estão produzindo tecnologias que auxiliam os soldados no campo de batalha de maneira prática" devem se beneficiar, disse Brian Ruttenbur, analista de defesa da Morgan Keegan. "Coisas que apresentam custos muito elevados e retornos questionáveis estão chegando ao fim", acrescentou.
Jim McAleese, um consultor de defesa, disse estar surpreso pela forte concentração da Casa Branca em cancelar cerca de US$ 5 bilhões de verbas adicionais para armamentos em uma proposta de orçamento de guerra suplementar, quando está a ponto de apresentar um orçamento de US$ 3,55 trilhões.
Dado o esforço para cortar programas de armas, alguns representantes do setor estão começando a temer que "defesa talvez se torne um nome feio na Casa Branca".
Mas Alex Hamilton, diretor executivo sênior da Jesup & Lamont Securities, disse que a mudança de foco do governo Obama demonstra que as autoridades estão cada vez mais preocupadas com as operações de inteligência e a proteção de redes de computadores contra ameaças, e não com a produção de equipamentos militares mais tradicionais.

Fonte: www.terra.com.br

Apple pode lançar dois modelos do iPhone em junho

Dentro de um mês, a Apple deve apresentar o novo modelo - ou os dois novos modelos, como tem sido cogitado - do iPhone, o 3.0. A nova geração do smartphone será mostrada durante a Worldwide Developers Conference, em São Francisco, nos Estados Unidos, evento que reúne os maiores desenvolvedores de tecnologia do mundo, em junho.
A especulação que já rende burburinho é que o novo iPhone - aparelho que já vendeu mais de 21 milhões de unidades em todo o mundo desde o seu lançamento, em 2007 - deva oferecer pelo menos novas 100 funções, com destaque para o compartilhamento de dados.
O modelo vigente do smartphone traz 35 mil aplicativos e já teve um bilhão de downloads feitos em apenas nove meses. Para a geração futura do aparelho, a Apple divulgará o slogan publicitário "Há um App para isso", como chamariz para as novas funcionalidades.
Dentre elas, o sistema operacional permitirá compartilhamento de dados como copiar e colar fotos com envio simultâneo de várias imagens, cópia e envio de aplicativos, controles para visualização de programas de TV, filmes e um nova memória de voz, Bluetooth estéreo, envio e compartilhamento de MMS com imagens e ficheiros de áudio com novas notas de aplicação.
Outro forte rumor sobre o lançamento é que o iPhone poderia vir em duas novas versões. O primeiro seria o iPhone Pro e o segundo o iPhone Lite ou iPhone Nano. O Pro teria 32 GB de armazenamento (o máximo atual é de 16 GB, embora o iPod Touch ofereça uma opção com 32GB) e poder vir com processadores capazes de executar aplicativos. O Lite chegaria ao mercado com um formato menor e um preço mais competitivo.

Fonte: www.terra.com.br