| Um estudo realizado pela Google Suíça e pelo Instituto Federal de Tecnologia da Suíça divulgou resultados que apontam que atualizações silenciosas aumentam a segurança em programas de navegação. Segundo o site The H Online, a conclusão do grupo de especialistas, depois da análise, é que se uma atualização requer muita interação ou esforço do usuário, é provável que o processo seja abortado ou que sequer seja iniciado. Em gráficos e estatísticas oferecidos pelo longo relatório, os pesquisadores exemplificam que apenas 24% dos usuários do navegador Opera utilizam a última versão do software. O baixo número é atribuído à necessidade de baixar e instalar o pacote manualmente. Ao contrário, 97% dos usuários do aplicativo Chrome, da Google, possuem a última versão do navegador. O motivo? O aplicativo realiza a chamada "atualização silenciosa", que acontece sem que o usuário aceite ou escolha instalá-la. O mesmo estudo foi incapaz de medir as estatísticas do principal navegador do mercado, o Internet Explorer, uma vez que os dados públicos sobre as atualizações são insuficientes, porém, descobriu que 85% dos usuários de Firefox atualizam seu navegador para as versões mais recentes dentro de uma janela de 21 dias, e 53% fazem o mesmo com o Safari. Por ter sido conduzido pela própria Google e mostrado toda a eficiência de seu próprio navegador Chrome em atualização, é preciso cautela ao analisar os resultados. Embora o estudo aponte para a recomendação da criação de processos silenciosos de atualização, muitos usuários devem se opor ao método por brechas na privacidade e falta de controle. Sem conhecimentos das atualizações, o usuário pode nunca saber quando novos recursos diferentes dos inicialmente anunciados foram instalados. Neste caso, uma alternativa seria permitir escolher entre ser avisado ou instalar silenciosamente, algo que já acontece com os sistemas operacionais da Microsoft, por exemplo. Interessados em conhecer os resultados divulgados pela pesquisa, podem verificá-los detalhadamente, em inglês, pelo atalho tinyurl.com/cbvd75. Fonte: www.terra.com.br |
quinta-feira, maio 07, 2009
Estudo: atualização automática aumenta segurança do PC
Ericsson vê Sony como compradora lógica da Sony Ericsson, diz jornal
| O presidente-executivo da Ericsson, Carl-Henric Svanberg, disse que a parceira Sony seria uma "compradora lógica" da sua fatia de metade da Sony Ericsson, segundo reportagem do Financial Times nesta quinta-feira. Perdas acentuadas da Sony Ericsson levaram investidores a cogitar que as companhias que constituem o negócio estão apreensivas em relação ao futuro do joint-venture. Entretanto, ambas disseram ao jornal que estão prontas para injetar mais capital no negócio se necessário. A Sony Ericsson, quinta maior fabricante de celulares do mundo, está sofrendo em meio ao declínio econômico e tem dito que se dedicará mais à produção de smartphones sofisticados. A empresa informou em abril que se concentrará nos planos de usar três diferentes sistemas operacionais —o Symbian, o Android (do Google) e o Windows Mobile (da Microsoft)— para fabricar smartphones. (Reportagem de Tarmo Virki) Fonte: www.terra.com.br |
Austrália lança menor aparelho auditivo do mundo

Um aparelho auditivo, apresentado como o menor modelo do mundo - com tamanho 50% menor do que modelo anterior -, foi lançado em Melbourne, na Austrália, nesta quinta-feira. Com recurso de regulagem sonora, o Touch, como foi batizado, traz um redutor de ruídos com tecnologia que amplifica ou diminui o volume acordo com a emissão de sons do ambiente em que o portador está.
O aparelho será oferecido a 21% da população australiana, que sofre de problemas relacionados à perda auditiva, e terá 75 modelos de cores diferentes.
O dispositivo possui um pequeno tubo que leva o som para o ouvido e uma espécie de clips, preso atrás da orelha, com o tamanho de uma unha. O tamanho ainda mais reduzido, segundo a empresa HearingLife, foi criado por ser mais discreto do que os modelos tradicionais e para atender aos clientes que se sentem constrangidos em utilizar aparelhos auditivos grandes.
O Touch custa entre 4,9 mil e 1,2 mil dólares australianos, ou cerca de R$ 7,8 mil e R$ 1,9 mil, respectivamente, variando conforme o custeio dos planos de assistência de saúde do governo ou dos seguros de saúde privados. Fonte:
www.terra.com.br
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