quarta-feira, julho 17, 2013

Workshops aprimoram técnicas e práticas voltadas à eficiência da indústria naval

Especialistas em galvanização, soldagem e construção naval expõem melhores práticas e enfatizam a necessidade de profissionalização do

setor em evento que acontece em agosto, no Rio de Janeiro.

Aumentar o nível de qualificação técnica é um dos principais desafios da indústria naval e offshore, além de ser fator determinante para o

gerenciamento de novas demandas e desenvolvimento do setor. Atentos, os profissionais estão em busca de programas de profissionalização visando

poder ocupar um dos mais de 24 mil novos postos de trabalhos que devem ser gerados na indústria até 2015, segundo números recém anunciados pelo

Sindicato Nacional da Indústria da Construção e Reparação Naval e Offshore (Sinaval).

Uma oportunidade prática de qualificação para quem vai pleitear uma destas vagas são os workshops técnicos que acontecerão nos dias 14 e 15

de agosto, no Rio de Janeiro (RJ), durante a 10ª Navalshore – Marintec South America, e que tratarão dos temas: galvanização, soldagem e

construção naval. Segundo o gerente do evento, promovido pela UBM Brazil, Renan Joel, os workshops foram elaborados com a intenção

oferecer soluções para as dificuldades que permeiam a qualificação de mão de obra. “O objetivo é promover o aprimoramento e contribuir para a

formação profissional da indústria naval e offshore”, diz.

Com a temática galvanização por imersão a quente, o primeiro workshop será ministrado pelo Instituto de Metais Não Ferrosos (ICZ) e oferecerá

ao profissional a prática e a eficiência de proteção contra a corrosão de ferro e aço. “Apresentaremos o processo realizado na indústria

siderúrgica, suas aplicações e benefícios”, adianta o gerente de Desenvolvimento de Mercado do Instituto, William Marques.


Já no segundo encontro, ministrado pela Associação Brasileira de Soldagem (ABS), serão apresentadas soluções e desafios em um dos

segmentos que mais demanda de mão de obra, a soldagem. “É muito importante o profissional conhecer os equipamentos e os consumíveis de

soldagem que podem garantir a qualidade e a produtividade dos trabalhos”, lembra o diretor executivo do ABS, Daniel Almeida. Deste

encontro participam ainda o conselheiro da ABS, engenheiro Ricardo Fedele, o gerente e engenheiro da Fronius Internacional, Christoph

Kammerhuber e o consultor sênior e engenheiro da Petrobrás, José Cunha Lima.

Para se inscrever nos workshops (que custam de R$ 210 a R$ 250, dependendo da data de compra) basta acessar o site oficial do evento:

www.navalshore.com.br

Programação completa:

14 de agosto – Galvanização a Quente (9h às 12h)

1.Galvanização por Imersão a Quente Geral – Apresentação do processo e

aplicações na Indústria Naval;

2.Anodos de Sacrifício – Características dos produtos e suas aplicações

na proteção contra corrosão em embarcações e instalações submersas.

3.Galvanização por Imersão a Quente Contínua – Apresentação do processo

e aplicações na Indústria Naval.

15 de agosto – Soluções, Construção e Desafios – Soldagem (9 às 13h)

1.Soluções em Soldagem no Segmento Offshore

2.Desafios e Soluções na Área Naval e de Offshore

3.Construção Naval e Plataformas Offshore: Soluções e Aplicações

Sobre a Navalshore 2013

www.ubmnavalshore.com.br

Consagrado como o maior e mais importante evento da indústria naval e offshore da América Latina, a 10ª edição da Navalshore – Marintec South

America – Feira e Conferência da Indústria Naval e Offshore – acontece entre os dias 13 e 15 de agosto de 2013, no Centro de Convenções

SulAmérica, no Rio de Janeiro. Serão mais de 11 mil m² de área de exposição e mais de 350 marcas expositoras de 16 países, reunindo as

últimas novidades em produtos e serviços para construção e reparo naval, equipamentos e suprimentos para estaleiros, além de soluções para o

setor de petróleo e gás. Paralelamente à feira são realizados a 2ª Série de Workshops Técnicos, ministrados por experts do setor para

aprimoramento das estratégias de gestão e produção na indústria naval e offshore, e a 2ª Conferência WorkBoat South America, com mais casos

práticos sobre setor de apoio marítimo.


Sobre a UBM e UBM Brazil

www.ubmbrazil.com.br

No País desde 1994, a UBM Brazil foi a primeira multinacional a entrar no mercado brasileiro de feiras. É uma das 50 subsidiárias da UBM

Internacional e, atualmente, a maior organizadora de eventos da América Latina para os setores de transporte de cargas e infraestrutura,

responsável pela realização da Intermodal South America, Navalshore – Marintec South America, NT Expo, Infra Portos South America e Concrete

Show South America. A UBM Brazil promove, ainda, outras 11 feiras de outros segmentos da indústria, tais comoprodução agrícola, design e

fabricação de equipamentos médicos, sistemas embarcados, ingredientes farmacêuticos, ingredientes alimentícios, produtos e ingredientes

nutracêuticos e responsabilidade social.


Assessoria de Imprensa – NAVALSHORE:

Conteúdo Empresarial – Comunicação Integrada

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terça-feira, julho 16, 2013

6 razões para se preocupar com as ações da Petrobras

São Paulo – Uma análise do banco HSBC apresenta seis motivos para o mercado se preocupar com as ações preferenciais da Petrobras (PETR4) no médio prazo. No ano os papéis têm queda acumulada de 17,7%.

Contabilidade oportunista

Luiz Carvalho e Filipe Gouveia, analistas que assinam o relatório, afirmam que com a alteração na contabilidade, os resultados serão ofuscados e haverá menos visibilidade sobre os números da empresa.

“A Petrobras tem 70% da dívida exposta ao dólar, o que, com a desvalorização recente, afetaria seu lucro líquido em 8,9 bilhões de reais, se a empresa não alterasse a contabilidade”, explicam.

A mudança proporcionou impacto imediato de 4,1 milhões de reais sobre os lucros do segundo trimestre, ajudando também a Petrobras a distribuir dividendos para as ações ordinárias.

“Vemos potencial para uma distribuição mais elevada de R$0,50 para as ações ordinárias, devido ao aumento de lucros decorrente da adoção da nova norma contábil”, afirmam Carvalho e Gouveia.

Paridade dos preços

“Acreditamos que diminuiu significativamente a possibilidade de aumentos de preço antes das eleições de outubro de 2014, devido às atuais taxas de inflação e protestos sociais”, explicam os analistas.

A expectativa é que a Petrobras venda gasolina e diesel importados com descontos de 22% e 18%, respectivamente. Isso levará a uma perda no segmento de refino de 15,6 bilhões de reais em 2013.

Desde 2011, a empresa já teve prejuízo de 42 bilhões de reais com a política de não reajustar os preços de acordo com a volatilidade internacional.

Menor flexibilidade de investimentos

Os analistas explicam que, de acordo com o que foi dito pela presidente da Petrobras, Graça Foster, a empresa não dispõe de flexibilidade em seu plano de investimento para 2013 e 2014.

“Ao analisarmos os projetos da Petrobras entre 2015- 2017, em nossa opinião, a empresa dispõe de uma flexibilidade de cerca de 20% para reduzir os investimentos, um impacto de R$15 milhões em seu balanço”, explicam.

Interferência do governo

Na opinião de Carvalho e Gouveia, a percepção de interferência negativa do governo cresceu substancialmente com o aumento de capital em 2010, com a política adotada para o preço dos combustíveis; com os investimentos em refino, com custos elevados e margens mais baixas, com a rodada de licitação de Libra e a nova norma contábil.

Produção abaixo do guidance

Embora o mercado tenha uma visão mais otimista, os analistas do HSBC têm uma opinião mais cautelosa. “Vemos atrasos na P-63, paradas de manutenção acima do esperado e taxas de declínio dos campos do pós-sal mais elevadas que as anteriores”, justificam.

Balanço alavancado

“Vemos uma deterioração substancial nas condições do balanço da Petrobras, devido ao valor massivo da dívida levantada desde 2007 sem nenhuma contrapartida de geração de caixa e crescimento de apenas 1,6 na produção no mesmo período”, afirmam Luiz Carvalho e Filipe Gouveia.

Segundo a projeção do banco, a alavancagem da Petrobras atingirá 3,1 vezes em 2013 e 3,6 vezes em 2014. Os analistas temem que este novo nível de alavancagem possa desencadear outro aumento de capital, dívida ou injeção de instituições estatais controladas pelo governo.

Embora a lista de preocupações seja grande, os analistas acreditam que há soluções para todos. “O problema é que, provavelmente, a maioria delas está fora do alcance da Petrobras”, ponderam.

Por conta disso, o banco reduziu o preço alvo de 20 reais para 17 reais para as ações preferencias, e a recomendação é neutra.

Fonte: Exame de Beatriz Souza

Queiroz Galvão anuncia afretamento de dois FPSOs para o campo de Lula

O valor total do contrato é de US$ 3,5 bilhões.

Rio de Janeiro (RJ) - A Queiroz Galvão Óleo e Gás (QGOG) anunciou nesta segunda-feira que firmou contratos, em conjunto com seus parceiros no Consórcio BM-S-11, operado pela Petrobras (65%), BG E&P Brasil Ltda. (25%) e Petrogal Brasil S.A. (10%), para afretamento e operação de dois FPSOs (Floating Production Storage and Offloading, na sigla em inglês) - Cidade de Maricá e Cidade de Saquarema . Os contratos terão duração de 20 anos.

De acordo com a empresa, o valor total do contrato para aquisição dos dois FPSOs é de, aproximadamente, US$ 3,5 bilhões.

Ainda segundo a QGOG, as unidades irão pertencer e serão operadas pela joint venture formada entre as empresas QGOG, SBM Offshore, Mitsubishi Corporation e Nippon Yusen Kabushiki Kaisha (NYK Line).

Os FPSOs irão operar no Campo de Lula, no pré-sal da Bacia de Santos. As unidades são similares ao FPSO Cidade de Ilhabela, com capacidade diária de produção de óleo de 150 mil barris e capacidade de produção de gás de 6 milhões de metros cúbicos por dia.

A previsão de entrega do Cidade de Maricá e Cidade de Saquarema é no final de 2015 e no início de 2016, respectivamente.

Da Redação