terça-feira, junho 12, 2012

GE Oil & Gas investe US$ 32 milhões em unidade de serviços em Macaé

O investimento, voltado para sistema de perfuração e produção submarina, faz parte da estratégia de desenvolvimento da companhia na região
Rio de Janeiro (RJ) - A divisão de petróleo e gás da GE, um dos negócios que compõem a GE Energy (além de Power & Water e Energy Management), anunciou hoje a conclusão das obras de ampliação de sua unidade em Macaé (RJ) com o objetivo de atender às crescentes necessidades do mercado de petróleo na América Latina. No total, foram investidos US$ 32 milhões, triplicando o tamanho das instalações, além de tornar Macaé a unidade mais moderna da GE Oil & Gas destinada a serviços de produção submarina (subsea), em todo o mundo. Com a expansão, o quadro de funcionários aumentou em 150%.
 A unidade de Macaé da GE Oil & Gas é dedicada aos mercados de perfuração e subsea e oferece serviços de instalação, inspeção, manutenção e operação de equipamentos no campo. “Esse investimento faz parte da nossa estratégia de crescimento na região e é a demonstração de que o Brasil é uma plataforma importante para esse desenvolvimento. O pré-sal trouxe para o País um potencial expressivo de negócios na cadeia produtiva de petróleo e gás. A GE, em resposta às demandas do mercado, amplia sua atuação para atender seus clientes de forma ainda mais ágil e completa. Acreditamos que iniciativas como esta representam a contribuição da companhia para que o setor avance continuamente”, afirma João Geraldo Ferreira, presidente da GE Oil & Gas para a América Latina.
Com a ampliação, a unidade terá capacidade de executar 100% dos serviços localmente, o que possibilitará uma entrega mais rápida para os clientes da GE Oil & Gas. “A companhia em Macaé se tornou sinônimo de tecnologia e inovação e será importante para nos diferenciar no mercado da região. Este investimento faz parte da nossa estratégia para acelerar o desenvolvimento nos segmentos de perfuração e sistemas de produção submarina (subsea), que cresce rapidamente no Brasil, aumentando a demanda por uma estrutura local de serviços. Com essa ampliação estamos preparados para atender nossos clientes”, completa Fernando Martins, líder de Sistemas Subsea para a América Latina.
GE em Macaé
 Fundada em julho de 2001,a unidade possui tecnologia para inspeção, conserto, manutenção, peças sobressalentes, ferramentas para aluguel, serviços de campo e fabricação de tubulares para revestimentos de poços. Também é responsável pelo reparo geral de bens de equipamento de perfuração, sistemas de produção submarina e de cabeça de poço submarino, aluguel de ferramentas para sistemas de cabeça de poço, módulo de controle submarino e BOP - Blowout Preventer – equipamento utilizado para vedar, controlar e monitorar os poços de petróleo e gás.
Com a expansão, novos equipamentos e tecnologias foram trazidos para a unidade, que tem área total de 91 mil m2. Em Macaé, a GE Oil & Gas construiu quatro bunkers para testes em alta pressão. Nesse local são executados testes em equipamentos utilizando pressão de até 5000Psi. Além disso, foi construído um poço de medição a gás para realização de testes hidrostáticos para garantir que o equipamento não possui nenhum vazamento.
Essas avaliações são realizadas com gás nitrogênio em pressões de até 22000Psi, aplicando os mais rigorosos padrões de segurança durante a aplicação dos testes. Todo o monitoramento é feito utilizando um Veículo de Operação Remota – ROV, Remotely Operated Vehicle – um veículo subaquático, controlado remotamente, que permite a observação e a execução de tarefas sem a presença do operador no poço, fazendo com precisão a inspeção de equipamentos submarinos (subsea), como as ávores de natal.
Outras soluções também estão presentes, como máquinas de comando numérico, que tem capacidade de usinar de modo automático peças que pesam até seis toneladas, proporcionando ainda mais exatidão na execução dos serviços, e a Sala Limpa, estrutura que permitirá que sejam feitas montagens de alta precisão em Macaé, evitando assim o deslocamento para outros estados.
“Com todos esses recursos, a nossa unidade está preparada para atender todos os tipos de serviços para sistemas de perfuração e produção submarina”, comenta Newton Greco, líder regional de Serviços para Subsea da GE Oil & Gas e responsável pelo projeto de expansão da unidade de Macaé, que agora tem capacidade anual para realizar mais de 100 mil horas de trabalho e reparar aproximadamente mil ferramentas de árvores de natal e cabeças de poço, reduzindo o tempo empregado no ciclo de reparo.
Da Redação Macaé Offshore com informações da Assessoria da GE

Petrobras descobre petróleo de boa qualidade em área da cessão onerosa

A descoberta foi comprovada por meio de amostras colhidas em reservatórios situados abaixo da camada de sal

Rio de Janeiro (RJ) - A Petrobras anunciou, há pouco, descoberta de petróleo de boa qualidade no terceiro poço perfurado na área da Cessão Onerosa, localizado na área denominada Sul de Guará, no pré-sal da Bacia de Santos, conforme nota divulgada. De acordo com o contrato, nessa área a Petrobras tem o direito de produzir até 319 milhões de barris de óleo equivalente.
Este poço descobridor, denominado 1-BRSA-1045-SPS (1-SPS-96), está localizado na porção sul do Campo de Sapinhoá, em profundidade de 2.202 metros, e a uma distância de 320 km do litoral do Estado de São Paulo.
Ainda segundo a nota, a descoberta foi comprovada por meio de amostras de petróleo de boa qualidade (cerca de 27º API), em teste a cabo, colhidas em reservatórios situados abaixo da camada de sal.
Atualmente o poço está sendo perfurado a uma profundidade de 5058 metros, buscando determinar o limite inferior dos reservatórios e identificar a espessura total das zonas de interesse.
Após a conclusão da perfuração, está programado um teste de formação para avaliar a produtividade dos reservatórios de óleo, de acordo com as atividades e investimentos previstos no Programa Exploratório Obrigatório (PEO) do Contrato de Cessão Onerosa.
Da Redação Macaé Offshore com Assessoria da Petrobras

segunda-feira, junho 11, 2012

Rio terá o primeiro mercado de emissões de carbono do Brasil

Parceria entre o governo fluminense e a Thomson Reuters prevê redução de impactos em empresas como Petrobras e TKS

Rio de Janeiro (RJ) - O Estado do Rio de Janeiro emitiu aproximadamente 72 milhões de toneladas de dióxido de carbono equivalente (CO2e) em 2005, sendo o setor industrial responsável por aproximadamente 32% das emissões totais, segundo o último inventário de gases de efeito estufa. Para minimizar esses impactos, o Rio passará a contar com o primeiro mercado estadual de emissões de carbono do Brasil. Desenvolvido em parceria com a Thomson Reuters Point Carbon, o projeto será anunciado oficialmente nesta quarta-feira (13), com assinatura do decreto do governador Sérgio Cabral, no Pavilhão do Estado, no Parque dos Atletas, um dos locais da Rio+20.
Com início das atividade marcado para 2013, o mercado de carbono do Estado do Rio de Janeiro terá como principal foco os maiores emissores do estado. As empresas afetadas pelo mercado de carbono do Estado do Rio de Janeiro incluem a petrolífera Petrobras e a siderúrgica TKS. Outros setores industriais incluídos no mercado são os de cimento, cerâmicas, químico e petroquímico. O texto do decreto estabelece as regras do mercado, como a meta de redução, a distribuição das cotas de emissão e o uso de créditos de carbono para compensação parcial das emissões.
Segundo informações divulgadas pela Thomson Reuters, a primeira fase da iniciativa ocorrerá entre 2013 e 2015. As fases seguintes, por sua vez, terão duração de cinco anos cada. "O novo mercado estadual de carbono confirma a posição de vanguarda do Rio de Janeiro nas discussões ambientais e dá um passo a mais para que o nosso estado seja um centro de referência em ações em prol do desenvolvimento sustentável", comenta o governador Sergio Cabral.
 A subsecretária estadual de Economia Verde, Suzana Kahn, disse que o governo está em contato com governos de outros estados e também com o governo federal. “O Rio será um piloto e nós queremos engajar outros estados no processo para que, com o tempo, um mercado nacional de carbono possa surgir”, afirmou.
A assinatura contará com a presença dos secretários estaduais do Ambiente, Carlos Minc, e .de Desenvolvimento Econômico, Julio Bueno, além do diretor do departamento de consultoria da Thomson Reuters Point Carbon, Nelson Sam.
Da Redação Macaé Offshore com informações da Assessoria do Estado do RJ