Petrobras estimula empresários a se prepararem para prestar serviços e vender produtos no Nordeste Mais do que um mar, os investimentos na área de petróleo e gás no Nordeste abrem um oceano de oportunidades de emprego e renda. A partir das descobertas de até 16 bilhões de barris de petróleo na camada do pré-sal, o Brasil vai dobrar a produção nos próximos anos. Entre 2010 e 2014, a Petrobras prevê investimentos de nada menos que R$ 362 bilhões, com foco voltado para extração e refino dos derivados do petróleo, sem perder de vista a produção de energias de fontes renováveis. Até 2020, serão aplicados mais de R$ 600 bilhões. Deste total, são esperados pelos menos R$ 120 bilhões para o Nordeste. Montante capaz de mudar os rumos da economia e reduzir as disparidades regionais. Para atender toda cadeia produtiva do setor, que inclui ainda a construção de navios e plataformas de perfuração de poços em águas profundas, a estatal estimula a habilitação das empresas para se tornarem fornecedoras de produtos e serviços. As oportunidades são amplas e variadas. Dos micro e pequenos empreendedores aos grandes empresários. ´Nós garantimos a compra. Vocês estão desafiados a encarar os riscos e nos atender`, destacou o presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli de Azevedo, durante a primeira reunião estratégica em Pernambuco neste ano, para o desenvolvimento da Cadeia Nacional de Fornecedores de Bens e Serviços da Petrobras. O evento, que reuniu 150 empresários, foi realizado no dia 21 de março, no Recife, e contou com a participação do governador Eduardo Campos (PE). Só em Pernambuco, serão pouco mais de R$ 29 bilhões em investimentos da estatal, concentrados na Refinaria Abreu e Lima e no Polo Petroquímico, ambos no complexo industrial e portuário de Suape. Tem ainda as compras de navios e plataformas que a Transpetro, subsidiária da Petrobras, está realizando com o Estaleiro Atlântico Sul (já em funcionamento) e o Promar (que está iniciando a implantação). A ideia é concentrar esforços para que mais empresas nacionais, regionais e estaduais participem desse movimento econômico e garantam espaço para progredir. Qualidade é a palavra chave neste setor, onde a concorrência é mundial. ´É preciso ter uma visão nacional da cadeia e valorizar as competências locais, mas ter consciência de que a concorrência é global`, alertou o coordenador-geral das Indústrias de Transporte Aéreo, Aeroespacial e Naval do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e do Comércio Exterior (MDIC), Carlos Macedo. O presidente da Petrobras destacou ainda que, apesar do peso e da importância do pré-sal para as próximas décadas, a abrangência da companhia vai muito além dele. Gabrielli citou investimentos em etanol e fertilizantes para exemplificar a diversidade de segmentos e, portanto, de oportunidades, às quais os empresários devem estar atentos. ´Queremos garantir o conteúdo nacional em todas essas cadeias e, para isso, é preciso que os empresários identifiquem suas oportunidades, dificuldades e enfrentem os riscos`, ressaltou. Gabrielli destacou que com estes encontros a Petrobras incentiva a participação das empresas locais em sua carteira de fornecedores. ´Estamos trabalhando no alinhamento junto a parceiros como os governos estaduais e em relação aos nossos próprios processos, assegurando transparência para minimizar os riscos para os empresários`, comentou. Ele citou ainda instrumentos como linhas de financiamentos garantidas pela Petrobras junto a seis bancos. Fonte: Diário de Pernambuco(PE)sexta-feira, abril 22, 2011
Muitas opções para se tornar fornecedor
Petrobras estimula empresários a se prepararem para prestar serviços e vender produtos no Nordeste Mais do que um mar, os investimentos na área de petróleo e gás no Nordeste abrem um oceano de oportunidades de emprego e renda. A partir das descobertas de até 16 bilhões de barris de petróleo na camada do pré-sal, o Brasil vai dobrar a produção nos próximos anos. Entre 2010 e 2014, a Petrobras prevê investimentos de nada menos que R$ 362 bilhões, com foco voltado para extração e refino dos derivados do petróleo, sem perder de vista a produção de energias de fontes renováveis. Até 2020, serão aplicados mais de R$ 600 bilhões. Deste total, são esperados pelos menos R$ 120 bilhões para o Nordeste. Montante capaz de mudar os rumos da economia e reduzir as disparidades regionais. Para atender toda cadeia produtiva do setor, que inclui ainda a construção de navios e plataformas de perfuração de poços em águas profundas, a estatal estimula a habilitação das empresas para se tornarem fornecedoras de produtos e serviços. As oportunidades são amplas e variadas. Dos micro e pequenos empreendedores aos grandes empresários. ´Nós garantimos a compra. Vocês estão desafiados a encarar os riscos e nos atender`, destacou o presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli de Azevedo, durante a primeira reunião estratégica em Pernambuco neste ano, para o desenvolvimento da Cadeia Nacional de Fornecedores de Bens e Serviços da Petrobras. O evento, que reuniu 150 empresários, foi realizado no dia 21 de março, no Recife, e contou com a participação do governador Eduardo Campos (PE). Só em Pernambuco, serão pouco mais de R$ 29 bilhões em investimentos da estatal, concentrados na Refinaria Abreu e Lima e no Polo Petroquímico, ambos no complexo industrial e portuário de Suape. Tem ainda as compras de navios e plataformas que a Transpetro, subsidiária da Petrobras, está realizando com o Estaleiro Atlântico Sul (já em funcionamento) e o Promar (que está iniciando a implantação). A ideia é concentrar esforços para que mais empresas nacionais, regionais e estaduais participem desse movimento econômico e garantam espaço para progredir. Qualidade é a palavra chave neste setor, onde a concorrência é mundial. ´É preciso ter uma visão nacional da cadeia e valorizar as competências locais, mas ter consciência de que a concorrência é global`, alertou o coordenador-geral das Indústrias de Transporte Aéreo, Aeroespacial e Naval do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e do Comércio Exterior (MDIC), Carlos Macedo. O presidente da Petrobras destacou ainda que, apesar do peso e da importância do pré-sal para as próximas décadas, a abrangência da companhia vai muito além dele. Gabrielli citou investimentos em etanol e fertilizantes para exemplificar a diversidade de segmentos e, portanto, de oportunidades, às quais os empresários devem estar atentos. ´Queremos garantir o conteúdo nacional em todas essas cadeias e, para isso, é preciso que os empresários identifiquem suas oportunidades, dificuldades e enfrentem os riscos`, ressaltou. Gabrielli destacou que com estes encontros a Petrobras incentiva a participação das empresas locais em sua carteira de fornecedores. ´Estamos trabalhando no alinhamento junto a parceiros como os governos estaduais e em relação aos nossos próprios processos, assegurando transparência para minimizar os riscos para os empresários`, comentou. Ele citou ainda instrumentos como linhas de financiamentos garantidas pela Petrobras junto a seis bancos. Fonte: Diário de Pernambuco(PE)STJ confirma sentença sobre vazamento de petróleo
As sentenças estrangeiras contra empresas responsáveis pela plataforma de petróleo P-36, que afundou na Bacia de Campos em março de 2011, foram homologadas pela Corte Especial do Superior Tribunal de Justiça a pedido da Petróleo Brasileiro S.A (Petrobrás) e da Braspetro Oil Services Company (Brasoil). As ações tratam sobre a responsabilidade das partes envolvidas quanto à compra, conversão, adaptação e seguro da plataforma. A homologação das sentenças, proferidas em Londres, atinge a Marítima Petróleo e Engenharia Ltda. e a Petromec Inc. A Marítima diz ter ajuizado ação perante a Justiça brasileira sobre o mesmo tema, já que se trata de competência internacional concorrente. A Petromec, por sua vez, por meio de um curador especial, sustenta a nulidade de sua citação. De acordo com a empresa, não haveria prova nos autos acerca de sua representação legal. A Marítima alega que houve ofensa à ordem pública, uma vez que, a condenação dela e da Petromec ao pagamento de “elevadas somas”, as sentenças estrangeiras “atenta contra princípios consagrados explícita ou implicitamente em nossa ordem pública, do direito à propriedade, da vedação do enriquecimento sem causa e da proporcionalidade das decisões judiciais”. Apesar dos argumentos, o ministro Felix Fischer, relator do caso, disse que “as próprias requeridas optaram pelo foro inglês, e, tendo sido sucumbentes, ajuizaram ação perante a Justiça brasileira. Não podem, portanto, alegar, nesse momento, que as ora requerentes pretenderiam fraudar a lei brasileira, diante da aplicação da lei inglesa aos contratos firmados”. Por isso, ele reiterou que não faz sentido discutir o mérito da sentença estrangeira. De acordo com o relator, o ajuizamento de ação perante a Justiça brasileira não constitui óbice à homologação, como entendem pacificamente o STJ e também o Supremo Tribunal Federal. Ele destacou também que as decisões homologadas são anteriores à propositura da ação perante a Justiça brasileira. Com informações da Assessoria de Comunicação do STJ. Fonte: http://www.clickmacae.com.br/quinta-feira, abril 21, 2011
Rio de Janeiro planeja ser 'capital do petróleo'
Sem perder a marca de cidade-balneário, famosa pelas belezas naturais, e até por essa razão, o Rio de Janeiro quer passar a ser também conhecida como uma das capitais do petróleo no mundo Ocidental, rivalizando com a americana Houston, a norueguesa Stavanger e a escocesa Aberdeen. A descoberta de grandes reservas de petróleo na camada pré-sal da costa brasileira, parte considerável delas no subsolo marinho do Estado do Rio de Janeiro, seria a coroação de uma vocação enraizada nos fatos de a cidade ser a sede da Petrobras e de outras grandes empresas do setor e de o Estado já produzir cerca de 80% de todo o petróleo extraído do subsolo brasileiro. Com esse perfil e com um estudo da consultoria Booz & Company recém-saído do forno, mostrando o interesse de várias empresas do setor de se instalarem ou ampliarem suas instalações na cidade debaixo do braço, uma delegação do Rio desembarca dia 2 de maio na abertura da tradicional Offshore Technology Conference (OTC), o maior evento do calendário mundial da indústria do petróleo. Pela primeira vez a cidade do Rio de Janeiro terá um estande oficial no evento, ponto de partida para uma maratona de encontros da delegação carioca chefiada pelo diretor-executivo da Rio Negócios, a agência de promoção de investimentos do município, Marcelo Haddad. "O estudo (da Booz) comprovou que o Rio tem tudo para ser a capital de energia do Brasil e da América Latina e uma das principais do mundo", afirma Tiago Silveira, gerente da Rio Negócios responsável pela área energética, um dos membros do pelotão avançado que, além de Houston, irá também a Nova York e Washington. De acordo com Arthur Ramos, coordenador do estudo da Booz & Company, foram ouvidas cerca de 30 grandes empresas internacionais, a maioria já presentes na cidade, e dois terços delas manifestaram disposição de fazer investimentos nos próximos anos, sejam comerciais ou industriais. Entre as empresas internacionais que ainda não estão no Rio e nem no Brasil, e que a prefeitura do Rio quer atrair, estão a dinamarquesa DMT, as americanas Davis Lynch e ION e a suíça Aibel. Outras que estão sendo almejadas já estão em outros Estados, como a Rockwell, a Yokogawa, a Krohne e a Aker. Segundo Silveira, da Rio Negócios, a intenção não é canibalizar outros Estados, mas atrair futuras expansões dessas empresas que estão em outros Estados. A pesquisa, segundo Arthur Ramos, mostrou que, diante do novo ciclo da indústria do petróleo brasileira desencadeado pela descoberta do pré-sal, as empresas estão revendo seus planos de crescimento orgânico e planejando saltos mais rápidos. Ramos disse que somente os investimentos totalmente certos para os próximos cinco anos somam R$ 3 bilhões e uma geração de aproximadamente 4,5 mil empregos, números que ele considera muito conservadores e até pouco representativos das reais perspectivas para a cidade. O consultor da Booz & Company disse que o estudo buscou identificar a percepção da cadeia produtiva do petróleo em relação à cidade, partindo de evidências como as reservas de óleo, a sede da Petrobras e a formação crescente de um polo de inovação e tecnologia em torno das universidades. Ao lado do quadro favorável que emergiu da pesquisa, o trabalho detectou também as preocupações das empresas com problemas que podem dificultar os planos da prefeitura da capital fluminense. Segundo Ramos, os obstáculos mais citados foram problemas de logística, relacionados com mobilidade urbana (transporte público) e de telecomunicações, altos preços dos imóveis e segurança pública. O analista relativizou o primeiro e o último. No caso dos transportes, com as obras em curso ou programadas para os Jogos Olímpicos de 2016. No caso da segurança, Ramos ressalvou que a pesquisa foi feita antes da ação de limpeza (no sentido da segurança) e ocupação pelas Forças Armadas do Complexo do Alemão, uma espécie de marco da reversão de expectativas quanto à segurança que já havia começado com o programa de Unidades de Polícias Pacificadora (UPPs), iniciado em novembro de 2008. O secretário de Desenvolvimento da Cidade do Rio de Janeiro, Felipe Góes, disse que a maior prova do acerto da atual política de segurança, tarefa que compete ao governo do Estado, é que nos contatos com investidores para a atração de novos negócios, o problema da violência vem deixando de ser "o entrave central", como era em passado recente, para tornar-se uma "preocupação periférica". Segundo o secretário, os números recentes mostram que o Rio já superou o longo período negativo vivido desde a transferência da capital federal para Brasília (1960). No ano passado, por exemplo, o município criou 120 mil empregos formais, correspondentes a 5% da base de empregos da cidade. No campo da infraestrutura de transportes, o secretário disse que as obras em andamento, incluindo uma nova linha de metrô (Ipanema-Barra da Tijuca) e quatro linhas de BRT (sigla em inglês para corredores segregados de ônibus articulados), farão com que o transporte em meios de alta capacidade no município passe dos atuais 16% para 50% até 2016. Questionado sobre a sua ausência e a do prefeito Eduardo Paes (PMDB) na delegação que vai aos Estados Unidos, o secretário disse que o objetivo é dar um caráter eminentemente técnico à missão, cabendo à cúpula da administração municipal agir em uma etapa mais avançada de negociações para a atração de negócios. Fonte: http://www.clickmacae.com.br/
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