domingo, fevereiro 28, 2010

"Funeral" do Internet Explorer 6 muda para lugar maior



Parece que o funeral preparado para o Internet Explorer 6 é mais sério do que se imaginava. Na tarde de ontem a Aten Design Group, agência que idealizou o evento, atualizou o site IE6 Funeral (http://ie6funeral.com/) com a seguinte mensagem:
"Mudança de Local - Aparentemente, mais pessoas querem ver o cadáver do IE6 do que nós imaginávamos. Para acomodar melhor essa demanda esmagadora, nós estamos mudando de local. Na quinta-feira, 4 de março de 2010, às 7:00, vamos nos reunir com os amigos, colegas e entes queridos IE6 na Forest Room 5, 2532 15th Street, Denver, CO 80211-3902 para prestar nossas condolências".

O site ainda convida os interessados a comparecerem dizendo que haverá um momento especial para relembrarem o finado browser, além de disponibilizarem comida e um serviço de bar completo.

Vale lembrar que segundo a agência, o anúncio feito pelo Google dizendo que a partir do mês de março deixará de prestar suporte ao IE6 foi o motivo para a criação do site. Para eles, isso significa um grande avanço na evolução da internet.

Para aqueles que não podem comparecer ao velório, a agência solicita gentilmente que mandem flores. Aos que pretendem ir, que utilizem "trajes fúnebres" - mais apropriados para um funeral. E para aqueles que não poderão comparecer e também não mandarão flores, o site abre a possibilidade de que se adquira uma pequena lembrança deste tão controverso navegador. Por esse link os interessados podem comprar camisetas com a "imagem oficial" do evento e prestar, mesmo de longe, sua última homenagem.




Fonte: http://tecnologia.terra.com.br

Cientistas autenticam tela de Van Gogh


Nem só de smartphones vive a tecnologia atual. Aqueles aparelhos celulares antigos, que contam apenas com funções como mensagem de voz e texto, estão revolucionando a economia de países como o Quênia, África do Sul e Japão. Trata-se do Mobile Money (dinheiro móvel, em uma tradução livre), serviço que tem facilitado, e muito, a vida de milhares de usuários de telefonia celular GSM.
O Moblie Money permite que pessoas que não possuem conta bancária ou cartão de crédito possam guardar, receber ou enviar dinheiro pelo celular, utilizando apenas o sistema SMS e transformando o aparelho em uma espécie de "carteira eletrônica".

De acordo com o site New Scientist, a Safaricom , maior empresa de telefonia celular do Quênia, desenvolveu o sistema M-Pesa que, atualmente, possui mais de 8 milhões de usuários.

O Pesa disponibiliza agências em diversos pontos das cidades. Seus usuários fazem uma espécie de depósito em dinheiro, que é convertido em mobile money e disponibilizado em sua conta de celular. A partir daí esse dinheiro pode ser transferido para qualquer pessoa via SMS. Caso o usuário não possua uma conta de mobile money, ele pode chegar até uma dessas agências, entregar o cógido de texto recebido via SMS e trocar pela quantia determinada.

Para maior segurança daqueles que utilizam esse sistema, o acesso ao dinheiro via SMS só é permitido após a inserção de um número e uma senha pré-determinados. Isso garante que as quantias permaneçam salvas mesmo que o celular seja perdido ou roubado.

Segundo a Reuters, no Japão, pioneiro nesse tipo de tecnologia, existem cerca de 55 milhões de telefones celulares atuando como "carteira eletrônica", e o mercado de mobile money cresce cerca de 70% ao ano. A estimativa é de que em 2012, 190 milhões de pessoas sejam usarias desse sistema.

Ainda segundo a Reuters, para Marcus Persson, analista da Berg Insight ¿ empresa especializada em soluções para companhias de telecomunicação ¿ "os aparelhos celulares estão em posição privilegiada para tornarem-se o principal canal digital para os prestadores de serviços bancários e financeiros nos mercados emergentes". E, embora grande parte da Europa e Estados Unidos utilizem o acesso a conexão de internet rápida para operações bancárias on-line, a Berg Insight acredita que ferramentas wireless como o bluetooth ajudem na propagação do sistema Mobile Money.




Fonte: http://tecnologia.terra.com.br

Brasil pode ser punido por software livre


A Aliança Internacional pela Propriedade Intelectual (IIPA em inglês) pode colocar o Brasil na lista negra do copyright por causa do apoio ao software livre e de casos constatados de pirataria.


A organização, composta por grupos como a Business Software Alliance, a MPAA e a RIAA, entende que o incentivo aos programas de código aberto significa que o país tem uma política inadequada contra o abuso dos direitos de propriedade intelectual.
O documento de 498 páginas, enviado pela aliança aos representantes do comércio dos EUA, ainda pede que países como a Índia, Tailândia, Vietnã e Indonésia também sejam incluídos na lista.


Caso ele seja aprovado, sanções de comércio poderão ser aplicadas para forçar as nações a adequarem a leis de acordo com os padrões exigidos pela IIPA.


No caso da Indonésia, por exemplo, a organização afirma que o incentivo do uso de software livre dentro de agências governamentais ajuda a enfraquecer a indústria de tecnologia, além de acabar com a competitividade.


De acordo com o documento, o setor público passaria a preferir empresas com esse tipo de solução, impedindo companhias "legítimas" de participar de negociações com os governos.


O Brasil também é citado diversas vezes como ameaça ao mercado de músicas e games, devido aos casos de pirataria e número de arquivos compartilhados em redes P2P.




Fonte: http://info.abril.com.br/