segunda-feira, dezembro 21, 2009

Em MP3 players, você é mais Apple ou Sony?


Quando o assunto é MP3 player, Apple e Sony estão nas cabeças em toda pesquisa de marcas que fazemos na INFO – em 2009, elas ganharam avaliação positiva de 95% e 93% dos leitores, respectivamente. De um lado, aparelhos divertidos e com design fantástico. De outro, modelos com qualidade de áudio acima de qualquer suspeita.
Batendo produto com produto, qual é a melhor fabricante? Para tirar a dúvida, testamos cinco modelos e constatamos: o iPod touch continua sendo o tocador mais legal, principalmente por ter virado, na última geração, uma plataforma competente para games. Mas, para os audiófilos, nada portátil pode agradar mais que um player Sony.
Apple iPod touch 32 GB – Seguindo a tática de liberar a conta-gotas aqueles recursos que você sempre achou imprescindíveis, a Apple fez algumas atualizações de peso na terceira geração do iPod touch. Entre gravador de voz, compatibilidade com fones Bluetooth e pequenas melhorias no sistema operacional, a maior novidade talvez seja o processador mais rápido, que torna o player finalmente uma plataforma parruda para games. Testamos o modelo de 32 GB e ficamos felizes com o resultado. 999 reais.
Sony X1050 16 GB - Quando o assunto é qualidade de som, nenhum tocador de MP3 é melhor que o Sony NWZ-X1050. Uma penca de recursos, incluindo equalização fina e cancelamento de ruído, justifica esse título simbólico. E a tela de três polegadas OLED, tão sensível quanto a do iPhone, aumenta sua lista de predicados. Mas esse player com 16 GB de espaço vai do fantástico ao tosco em dois cliques, com um browser medonho e design discutível. 1.299 reais.
Apple iPod nano 8 GB - Quase tudo o que faltava na encarnação anterior do iPod nano está na lista de habilidades do player magricela da Apple em sua quinta geração. Agora ele sintoniza rádios FM – com direito a pausa na programação –, tem gravador de voz, alto-falante e até uma câmera para filmar, mas não para tirar fotos. Nem precisava, mas a tela ficou um pouco maior e o tocador ganhou um contador de passos. Embora não seja baratinho, pelo menos custa o mesmo que seu antecessor. 579 reais.
Sony W202 2 GB – Com o W202, a Sony inaugura uma nova categoria: a dos tocadores de MP3 quase sem fio. Nada de Wi-Fi ou Bluetooth. Aqui, o jeitinho japonês foi colocar player e fones numa única peça. O design inovador e prático torna o aparelho uma bela opção para te acompanhar na academia. Enquanto você malha, os 2 GB de música vão para seus ouvidos com uma qualidade bem decente. 359 reais.
Apple iPod shuffle 4 GB – O iPod shuffle já se consagrou como o tocador de música mais indicado para quem curte ouvir um som na academia ou na hora da corrida. Agora o caçulinha da Apple passou por um belo regime de emagrecimento e ganhou funções inteligentes. É possível controlar sua playlist sem encostar um dedo no player – basta pressionar os botões do fone para trocar de faixa, mexer no volume e até chamar uma locutora, que diz qual faixa está tocando. 329 reais.


7 aplicativos para administrar as finanças


Está com uma bolada na conta por causa da segunda parcela do 13º salário? Que tal usar a grana para botar as finanças em dia?


O Downloads INFO vai te ajudar com um pacotão de sete programas de controle dos gastos.
Para começar, os software não custam um tostão. Eles são profissionais e oferecem recursos para o internauta anotar os gastos e o que ganha por mês. Com essas características, eles deixam a administração das finanças mais fácil.

Personal Finances Free: aplicativo com bons recursos para controlar os gastos do dia a dia. Ele tem opções para o internauta criar as próprias categorias e tags de débitos e créditos. Um recurso bacana do programa é uma planilha que consolida as operações financeiras do mês. Nela, inclusive, é possível descobrir o quanto cada item representa, em percentual, nas despesas mensais. O ponto forte do programa é a interface, bastante intuitiva.
Hábil Pessoal 2: desenvolvido por especialistas brasileiros, esse programinha de controle financeiro com campo para a anotação dos gastos e dos ganhos do mês. Não para por aí. O software gera relatórios e gráficos sobre o dia a dia da vida financeira. Um recurso bacana é o cálculo do índice de endividamento do usuário.
Tecnologia pessoal7 aplicativos para administrar as finanças
1 Comentário(s)Fabiano Candido, de INFO Online
Domingo, 20 de dezembro de 2009 - 11h13
FinanceDesktop: software avançado para a gestão das finanças. Nele, além de controlar os gastos financeiros e a conta corrente, é possível administrar e simular investimentos, ações e outros tipos de operações financeiras. O software é equipado com ferramentas para o planejamento financeiro e cálculos do imposto de renda. Para baixá-lo, é necessário preencher um cadastro antes no site do fabricante.
Controle Diário de Despesas: nessa planilha, há campos para anotar todos os gastos do dia a dia, como a compra de um cafezinho, a taxa de um estacionamento, a gorjeta do garçom, o bilhete do metrô, entre outras coisas. Se preencher direitinho todos os campos, dá para descobrir, em uma semana, quanto gasta com miúdos. Com essa informação, o internauta descobre onde deve economizar.
Controle Financeiro Pessoal: com essa planilha para o Excel 2007, o internauta descobre o destino do salário do mês. Nela, você informa os valores dos gastos habituais e das contas, como educação, lazer, vestuário, animais de estimação, entre outros tipos de despesas. Feito isso, fica fácil identificar onde está o descontrole financeiro. Quem tem a conta no azul também pode usar a planilha para acompanhar os gastos mensais e planejar os investimentos.
Orçamento Mensal Pessoal: desenvolvida pelo pessoal da Microsoft, essa planilha tem recursos para o internauta organizar os gastos e os ganhos do mês. Ela, inclusive, vem com fórmulas já montadas para o internauta calcular o quanto gasta com as contas mensais, como moradia, alimentação e entretenimento, entre outras coisas. O bacana é que a planilha tem campos para o gasto planejado e o gasto real. O arquivo funciona apenas com o Excel 2007.
Contas Pessoais 2: apesar da interface um pouco complexa, esse software tem ferramentas para o registro dos gastos do dia a dia. O software é bem competente e elabora gráficos que mostram para onde está indo dinheiro ganho no mês.




Fonte: http://info.abril.com.br/

Site elege piores filmes sobre tecnologia de todos os tempos


Filmes que são tão ruins que chegam a ser engraçados são um problema em todos os gêneros, mas quando o assunto que move a trama é a tecnologia, como sites sinistros, hackers malvados ou softwares com superpoderes, o problema parece ser mais freqüente. Movidos por esta lógica, um grupo de colunistas e críticos de cinema e tecnologia, reunidos pelo site da CNN, elegeu os piores filmes de Hollywood que falam, ou tentam falar, sobre o mundo digital.
Confira abaixo uma seleção com oito destes filmes. Conforme definiu um dos colunistas chamados pela CNN, o problema dos filmes talvez exista "porque é difícil dramatizar com alguém sentado na frente de um computador ou porque Hollywood realmente não entende sobre tecnologia":

Ameaça Virtual (2001)Ryan Phillippe é um jovem gênio da informática que é contratado por uma grande empresa de softwares, cujo dono tem pretensões de construir um sistema de comunicações gigante para transformar o mundo. O que levou o filme a ser inserido na lista foi o estereótipo absurdo criado sobre a empresa, como uma corporação do mal, diabólica, que destrói qualquer coisa que estiver sobre seu caminho. O personagem do dono da empresa teria se baseado em Bill Gates, da Microsoft.

Medo Ponto Com (2002)
Quatro pessoas morrem em Nova York 48 horas após acessarem um misterioso site (www.fear.com) que mostra imagens sádicas de um médico torturando e matando mulheres. O próprio investigador policial encarregado do caso acaba entrando no site. Na opinião dos colunistas, o filme se perde ao não conseguir discutir a assustadora sedução das novas tecnologias e, ao deixar os espectadores curiosos com o endereço do site, ter como site oficial feardotcom.com (medopontocom.com, na tradução).

Hackers - Piratas de Computador (1995)
O filme se tornou uma espécie de cult clássico desde que foi lançado. Com Angelina Jolie no papel principal, como a hacker "Acid Burn", o filme conta a história de um diabólico plano de dois hackers de realizarem um grande roubo contra uma multinacional. Na opinião dos colunistas, a única coisa "decente" do filme seria Angelina Jolie no início da carreira.

Independence Day (1996)
O filme, estrelado por Will Smith, foi um sucesso de público no mundo inteiro. Um exército de alienígenas invade a Terra e começa a destruir metodicamente o planeta, começando pelas grandes metrópoles, até que um hacker cria um vírus de computadores que consegue destruir as naves alienígenas e salva o planeta. O filme foi incluído na lista pela improbabilidade de que um simples vírus de computador conseguisse destruir um exército alienígena cuja tecnologia aparentemente estava séculos a frente da tecnologia humana, com naves imunes a armas nucleares.

Johnny Mnemonic - O Cyborg do Futuro (1995)
O filme se passa em 2021 e o protagonista é o ator Keanu Reeves, cujo personagem é um mensageiro cibernético acostumado a transportar cerca de 80GB em seu cérebro. No seu último trabalho antes de se aposentar, ele aceita transportar algumas informações de extrema importância da China para Nova York, mas a quantidade de dados inserida na sua cabeça (320 GB) é muito grande e ele precisa descarregar antes de morrer. No entanto, alguns grupos inimigos querem impedir o acesso a estas informações em seu cérebro - a cura para uma doença que está afetando metade da população mundial. O filme foi incluído na lista pelo fato de que "é impossível Keanu Reeves ter muita informação em seu cérebro". "É um desastre em todos os sentidos", escreveu a jornalista Caryn James em uma resenha no The New York Times.

O Passageiro Virtual (1992)
Adaptação livre de um conto de Stephen King, este é o primeiro filme a falar sobre realidade virtual. Um jardineiro inocente tem a mente utilizada em experimentos científicos para melhorar sua inteligência. Através de remédios para aumentar a inteligência e técnicas de realidade virtual, os cientistas aumentam tanto seu poder mental que ele se torna capaz de destruir qualquer coisa. Na opinião de um dos críticos, é um "filme lendariamente ruim" que tem apenas o título em comum com o texto original de Stephen King.

A rede (1995)
Sandra Bullock interpreta Angela Bennett, uma especialista em corrigir sistemas de informática, acostumada a pedir pizzas e marcar férias pela internet. Repentinamente, ao receber um disquete com um programa para examinar, ela se vê envolvida com uma grande conspiração criminosa e tem a identidade destruída. "O pior filme de todos os tempos sobre a internet é aquele que os diretores não conseguiram achar um título melhor do que 'A rede'", resume Christopher Null, do site PC World. Já outro crítico consultado pela CNN considera o filme uma espécie de "conto preventivo". "Se você não quiser seus pais ou avós na internet, faça eles assistirem o filme, ficarão aterrorizados", resumiu.

A senha (2001)
John Travolta é um espião que planeja desviar uma enorme quantia de dinheiro do governo americano para iniciar sua própria guerra contra o terrorismo. Para isso, chantageia um hacker e ex-presidiário para entrar nos computadores do governo. As cenas mais emocionantes do filme mostram o hacker tentando descobrir a senha de diferentes computadores. O filme foi incluído na seleção justamente por tentar tornar a entediante ação de sentar na frente de um computador em uma cena sexy e movimentada. O hacker passa as horas na frente do computador dançando, tomando vinho, "agindo como se estivesse em um show de rock", afirmam os críticos.



Fonte: www.terra.com.br