terça-feira, agosto 14, 2012

Indústria brasileira perde espaço na Petrobras

A participação da indústria brasileira de máquinas e equipamentos nos projetos da Petrobras encolheu nos últimos anos, apesar da política de conteúdo local adotada pelo governo federal. Enquanto o volume de investimentos da companhia cresceu mais de seis vezes entre 2003 e 2011, a fatia dos fornecedores nacionais caiu de 24% para 17%, segundo levantamento da Associação Brasileira de Máquinas e Equipamentos (Abimaq).

Em 2005, a indústria conseguiu sua melhor participação nos investimentos da companhia, de 35%. De lá pra cá, não conseguiu repetir o resultado e recuou. “Nos últimos meses, tivemos de demitir mais de dois mil funcionários por falta de novas encomendas. O crescimento do setor não acompanhou a Petrobras”, destaca o vice-presidente da Abimaq, José Velloso, que garante que a indústria nacional tem capacidade para atender a demanda.

Nos projetos de exploração e produção leiloados pela Agência Nacional de Petróleo (ANP), há penalidades para quem não cumprir as exigências de conteúdo local, que variam de 55% a 65%. Mas nas demais áreas, como refino, não há regras. Desde que assumiu o comando da Petrobras, em fevereiro, Maria das Graças Foster – mentora intelectual das cláusulas de conteúdo local no País – tem tentado impor regras internas de conteúdo local para todos os projetos da estatal. Mas o assessor da presidente para o Programa de Mobilização da Indústria Nacional de Petróleo e Gás Natural (Prominp) e Conteúdo Local, Paulo Alonso, diz que a medida não é imediata já que depende de uma cadeia mais forte de fornecedores.

Na últimas fiscalizações da ANP, a estatal foi uma das dez empresas multadas por descumprir as regras de conteúdo local na fase de exploração dos contratos da quinta e sexta rodadas de licitações dos blocos de petróleo. As multas aplicadas a todas as empresas somaram R$ 25 milhões. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte: AE Agência Estado

Technip abre inscrições para programa de formação de estudantes

As vagas são para alunos que cursam Engenharia Química, Mecânica, Materiais, Civil, Naval, Elétrica, Produção, Meio Ambiente e Metalúrgica

Rio de Janeiro (RJ) - A Technip está com inscrições abertas para seu programa de formação de estudantes, o Futuro Engenheiro 2013. São oferecidas 27 vagas, distribuídas entre o Rio de Janeiro e Vitória. O prazo para inscrição termina no dia 30 de setembro.As vagas são para alunos que cursam Engenharia Química, Mecânica, Materiais, Civil, Naval, Elétrica, Produção, Meio Ambiente e Metalúrgica.

Para participar, os candidatos devem ter previsão de formatura para dezembro de 2013 e domínio avançado da língua inglesa. A seleção contempla ainda provas online de português, raciocínio lógico e inglês, etapas de dinâmica de grupo, apresentação de painéis e entrevistas.As inscrições são feitas pelo site www.vagas.com.br/estagio_technip_2013.Esta é a terceira edição do programa lançado em 2010 com o objetivo de formar engenheiros especialistas nas diversas atividades desenvolvidas pela multinacional.

A Technip está com inscrições abertas para seu programa de formação de estudantes, o Futuro Engenheiro 2013. São oferecidas 27 vagas, distribuídas entre o Rio de Janeiro e Vitória. O prazo para inscrição termina no dia 30 de setembro.

As vagas são para alunos que cursam Engenharia Química, Mecânica, Materiais, Civil, Naval, Elétrica, Produção, Meio Ambiente e Metalúrgica.

Para participar, os candidatos devem ter previsão de formatura para dezembro de 2013 e domínio avançado da língua inglesa. A seleção contempla ainda provas online de português, raciocínio lógico e inglês, etapas de dinâmica de grupo, apresentação de painéis e entrevistas.

As inscrições são feitas pelo site www.vagas.com.br/estagio_technip_2013 .

Esta é a terceira edição do programa lançado em 2010 com o objetivo de formar engenheiros especialistas nas diversas atividades desenvolvidas pela multinacional.

Da Redação com informações da Assessoria da Technip

segunda-feira, agosto 13, 2012

No Rio, satélites podem ajudar a monitorar exploração de petróleo

RIO – O secretário estadual do Ambiente, Carlos Minc, e a diretora-geral da ANP, Magda Chambriard, defenderam o uso de satélites para monitoramento das áreas de exploração de petróleo em alto mar, e aperfeiçoar a fiscalização de acidentes. Durante reunião na sede da Agência Nacional do Petróleo, Minc sugeriu ações preventivas para se evitar novos vazamentos de óleo nas atividades de exploração petrolífera.

De acordo com o secretário, Magda Chambriard disse acreditar que a ANP possa ser autorizada a compartilhar o primeiro satélite nacional do sistema de defesa brasileiro para suas ações de monitoramento. Segundo a diretora-geral da ANP, parte das medidas sugeridas são de competência do Ibama, como a disponibilização na internet de dados sobre os estudos geológicos realizados na área a ser explorada. Também foi discutida a disponibilização no site do órgão de informações sobre o perfil técnico dos profissionais e dos equipamentos utilizados em um eventual acidente.

Minc e Magda defenderam a capacidade da Petrobras para explorar, com segurança, as camadas de petróleo no pré-sal:

- Nós temos sim condições para operar no pré-sal, mas temos que ampliar e aperfeiçoar a nossa capacidade de monitoramento de controle das operações e de fiscalização. Queremos o monitoramento por satélite, e fico contente de que a diretora-geral da ANP tenha concordado com essa sugestão – afirmou Minc, após a reunião.

Fonte: Yahoo Notícias