segunda-feira, janeiro 25, 2010

Sucessor do formato MP3 está a caminho


Arquivos de música poderão ser executados em qualquer player de MP3

Uma importante empresa de tecnologia está pronta para lançar um novo formato de arquivo digital para música que incluirá conteúdo adicional para os fãs, como notícias, letras e imagens, e pode se tornar o sucessor do onipresente MP3.
O setor de música sofreu problemas com a pirataria nos últimos 10 anos e vem procurando desenvolver novas ofertas a fim de atrair consumidores que adquiram música em sites legítimos, em lugar de obtê-la de forma ilegal.
A nova proposta, conhecida como MusicDNA, conta com o apoio do inventor do arquivo musical MP3 original, e permitiria que os fãs baixassem um arquivo MP3 portando conteúdo adicional fosse baixado para os computadores.
Gravadoras, bandas e grupos de varejo também poderiam enviar atualizações ao arquivo a cada vez que tivessem novidades a anunciar, como datas de futuras turnês, novas entrevistas ou atualizações de páginas de redes sociais.
O usuário receberia tanta ou tão pouca informação quanto desejasse, sempre que se conectasse à internet. Mas quem baixasse o arquivo ilegalmente ouviria apenas um ruído de estática e não receberia quaisquer atualizações.
A BACH Technology, grupo proponente do MusicDNA, diz que está em busca de parcerias com companhias de varejo, gravadoras, detentores de direitos autorais e empresas de tecnologia, e que está disposta a fornecer a tecnologia para que terceiros a empreguem sob suas marcas.
A BACH está instalada na Noruega, Alemanha e China, e tem como parceiro o Fraunhofer Institute for Digital Media Technology, da Alemanha.
"Estamos recebendo bons retornos, e o fato de que desejemos incluir a todos nisso, sem competir contra eles, ajuda", disse o CEO Stefan Kohlmeyer à Reuters.
Os arquivos de música poderão ser executados em qualquer player de MP3, entre os quais o Apple iPod. O music player ou a biblioteca online de música também podem ser adaptados para atender às necessidades do usuário, por exemplo pela integração a redes sociais existentes.


TAM vai oferecer internet e celular em voos


A TAM informou que vai oferecer serviços de conexão à internet e telefonia celular ainda no primeiro semestre de 2010.


Segundo a empresa, o projeto utilizará o sistema da OnAir, que fornece a tecnologia para a conexão, em uma parceria que foi firmada em outubro de 2008.
“O uso de celular a bordo sempre foi uma das demandas dos nossos passageiros”, afirma Manoela Amaro, diretora de Marketing da TAM.


O sistema, certificado pela European Aviation Safety Agency (Easa), ainda depende da aprovação da Agencia Nacional de Aviação e da Agência Nacional de Telecomunicações. Outra questão importante para que o serviço seja efetivamente instalado será a alteração da lei que autoriza o uso de celulares apenas em aeronaves que estejam em solo e com as portas abertas.
Os aparelhos passarão a receber sinal assim que a aeronave atingir 3 mil metros de altura, quando os celulares e smartphones ficarão habilitados para fazer chamadas e acessar a internet. A cobrança pelo serviço será feita diretamente na conta, com uma tarifa que será definida pela própria operadora do usuário.
Limitações


A empresa pretende testar o sistema em quatro aeronaves Airbus, onde a conexão será testada pelos passageiros. Além disso, apenas 12 pessoas poderão utilizar seus aparelhos ao mesmo tempo. De acordo com a TAM esse é o atual limite estabelecido pela OnAir.



Fonte: http://info.abril.com.br/

Cisco constrói primeiro roteador espacial


E o mundo está cada vez mais próximo de Star Wars. Porque deu certo o projeto da Cisco e seu roteador espacial, que permite o tráfego de dados, voz e vídeo entre satélites, sem passagem pela Terra.


O primeiro de uma bateria de testes do roteador espacial operou na nave Intelsat’s IS-14, lançada em novembro, e foi um sucesso.

Antes do roteador, só era possível enviar dados dos satélites para uma base em terra firme via rádio e depois transmiti-los para outros satélites. Agora bases militares podem se comunicar entre si a custos menores e mais rapidamente. A criação faz parte do programa IRIS (Internet e Roteamento no Espaço), que o Departamento de Defesa dos Estados Unidos leva junto com a Cisco e a Intelsat.

Ainda deve demorar, mas a Cisco tem planos de estender a internet por satélite para usos comerciais. Em quanto tempo não se sabe, mas isso significa transmissão de sinal para lugares do planeta onde não há cobertura 3G. Fantástico: assim a rede cobriria literalmente todos os pontos da Terra.



Fonte: http://info.abril.com.br/