domingo, abril 19, 2009

Artista usa relógios antigos para criar insetos-robôs

Inspirado em histórias de ficção científica, o artista americano Mike Libby customiza insetos reais com mecanismos de relógios antigos e componentes eletrônicos, criando o que ele chama de "insetos-robôs". Um trabalho minucioso adiciona engrenagens a besouros, aranhas e borboletas, que depois são vendidos por preços que vão até US$ 2 mil.

Apesar do que o visual sugere, os insetos mecanizados não são funcionais - nem têm a intenção de ser, segundo Libby. O artista diz que seu trabalho é "uma celebração única das contradições e confluências entre natureza e tecnologia", e se refere também à irônica inspiração que a alta tecnologia busca na ficção científica.
Os insetos-robôs são divididos em diferentes categorias: besouros, abelhas, aracnídeos, cigarras e borboletas, além de incluir espécies de gafanhotos e outros insetos.
As pequenas esculturas de Libby são apresentadas em exposições e também vendidos, por preços entre US$ 300 e US$ 2 mil, no site Insect Lab (www.insectlabstudio.com). No site também são vendidas reproduções de fotos das obras, por US$ 120.

Fonte: www.terra.com.br

Novo smartphone da LG terá câmera de 8 MP e 90g de peso



O blog alemão oficial da LG deixou escapar informações sobre o smartphone Viewty II da fabricante, junto a algumas fotos de divulgação. Com apenas 12,4 mm de espessura e 90 g de peso, o celular tem uma câmera de 8 MP.
A segunda versão do LG Viewty tem tela de toque de 3 polegadas, Wi-Fi, GPS com recurso de geotagging, HSDPA e armazenamento expansível a até 32 GB.
A câmera de 8 MP tem ISO de até 1600 e vídeo com resolução 720 x 480.
Depois de vazadas as informações, a LG admitiu em seu blog alemão que as informações tinham vazado. "Essas informações serão divulgadas dentro dos próximos dias", informa o post, pedindo desculpas por "qualquer inconveniente".

Califórnia pode ter energia vinda do espaço até 2016

Califórnia pode ter energia vinda do espaço até 2016

A PG&E, a maior empresa de fornecimento de eletricidade da Califórnia, acabou de assinar um acordo de obtenção de energia solar espacial da Solaren.
O plano é que os painéis solares coletem energia no espaço e a enviem por radiofreqüência. O sinal transmitido seria convertido em energia usável na Terra e entraria na rede. A quantidade de energia gerada por uma estação poderia chegar a 4.8 Gigawatts.
A empreitada não traz risco para a PG&E porque eles não estão investindo dinheiro algum na companhia, mas apenas fazendo um acordo para a compra de energia a uma certa cotação se o "produto" realmente ficar disponível até 2016.

Fonte: www.uol.com.br