quarta-feira, abril 01, 2009

Classes D e E usam mais celular que fixo

Estudo divulgado pela Ericsson mostra que 45% da população das classes D e E no Brasil possui um celular, enquanto apenas 12% tem uma linha fixa em casa.

O relatório, feito pelo Instituto Ipsos, baseou-se numa entrevista com 700 pessoas. A pesquisa mostra, ainda, que 65% desse público demora pelo menos cinco anos para trocar de celular.
Segundo o estudo, apenas 6% das pessoas das classes D e E possuem computador em casa, sendo que 3% acessam a internet de sua própria máquina. Somente 25% dessa população diz ter entrado na internet alguma vez na vida.
Este não é o primeiro estudo encomendado pela Ericsson com o objetivo de entender os hábitos de consumo do brasileiro de baixa renda. Recentemente a empresa divulgou que usuários de áreas rurais e favelas de São Paulo e Recife procuram aparelhos sofisticados, com funções para acessar músicas, fotos, filmes e internet.
Com essas pesquisas, a Ericsson identificou alguns serviços que poderiam ser atrativos para essa população – ela notou interesse na possibilidade de usar o celular para transferência de créditos, por exemplo. Também percebeu que oferecer descontos dinâmicos e pacotes convergentes pode ser uma abordagem rentável.
Fonte: www.uol.com.br

Dell, HP e Lenovo perdem posições em ranking 'verde' do Greenpeace

Tóquio - Nokia continua na liderança; Philips e Apple melhoram desempenho.
Por IDG News Service/Tóquio

Gestão
Dell, HP e Lenovo perdem posições em ranking 'verde' do Greenpeace
Tóquio - Nokia continua na liderança; Philips e Apple melhoram desempenho.
Por IDG News Service/Tóquio

HP, Lenovo e Dell perderam pontos, enquanto Philips e Apple estão entre as empresas que ganharam posições no mais recente 'relatório verde' do Greenpeace, publicado na sexta-feira (27/03).
>> Veja nosso especial sobre TI Verde
Esta é a 11ª edição do documento. HP (penúltimo lugar, junto com a Microsoft), Lenovo (14ª posição) e Dell (13º lugar) foram penalizadas e perderam lugares por não eliminarem as substâncias químicas PVC (polyvinyl chloride) e BFRs (Brominated flame retardants) de seus produtos até o fim deste ano.
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Os dois compostos podem envenenar o meio ambiente e causar danos à saúde humana. A Lenovo diz que seus produtos estarão livres desses compostos químicos no fim de 2010, mas HP e Dell não têm prazo para isso. A Acer também descumpriu o prometido, mas não foi penalizada pelo Greenpeace porque a organização acredita que a fabricante taiwanesa poderá cumprir o acordo este ano.
A Apple conquistou quatro posições em relação ao ano passado, ocupando o 10º lugar, especialmente por ter livrado seus produtos do PVC e BFR.
Novamente, a Nokia ocupa o 1º lugar entre as 17 companhias listadas pelo Greenpeace, principalmente devido ao programa para recolher celulares usados com quase 5 mil pontos de coleta em 84 países. No entanto, o ranking diz que a fabricante de celulares deve melhorar sua taxa de reciclagem, que está em torno de 5%.
A empresa também ganhou pontos por colaborar para reduzir as emissões absolutas de CO2 para o mínimo de 10% em 2009 e 18% em 2010, usando 2006 como ano-base.
O Greenpeace está pressionando as empresas não apenas para reduzir as emissões de CO2, mas também para realizar ações semelhantes à da Nokia. Muitas companhias concordaram em diminuir as emissões com base em suas vendas, mas isso pode significar níveis maiores de emissões se os negócios caminharem bem. Cortes absolutos reduzem as emissões mesmo em caso de mudanças na produção.
A Dell, criticada pelo uso de substâncias químicas, foi elogiada por sua meta de reduzir, até 2015, em 40% as emissões absolutas de gases nocivos à camada de Ozônio em suas instalações de todo o mundo, a partir de níveis de 2007. A empresa também economizou cerca de 35% de energia em suas unidades nos Estados Unidos e 20% nas instalações globais por usar fontes renováveis de energia.
Atrás da Nokia, no segundo lugar do ranking está a Samsung. Sony Ericsson e Philips ocupam a terceira posição. Em último aparece a Nintendo, principalmente porque a empresa não fornece muito da informação que o Greenpeace solicita.
O ranking, que é divulgado trimestralmente, pontua as empresas de eletrônicos e de tecnologia da informação de acordo com suas políticas de reciclagem, esforços ambientais, composição química e consumo de energia de seus produtos. O relatório é parte de uma campanha da organização não-governamental que pressiona essas empresas a fabricarem produtos limpos e assumirem a responsabilidade pelos equipamentos quando eles atingirem o fim de suas vidas úteis.
Fonte: www.uol.com.br

Criminosos usam Conficker para vender antivírus falso

Site oferece “cura para a praga virtual” (que deve entrar em ação hoje), e cobram por um programa que não protege a máquina
Preocupado com o vírus Conficker? Pois então é melhor tomar cuidado com os sites no qual procura ajuda. A empresa F-Secure divulgou um alerta sobre um site falso que promete a cura para a ameaça. No endereço remove-conficker.org, o visitante encontrava a oferta do Malware Remove Bot, programa com “download gratuito” capaz de barrar e remover essa e muitas outras pragas virtuais. A exemplo de outros falsos antivírus, a página exibe um design convincente. Mas, quem acredita na história, baixa um programa que não protege a máquina, exibe vários alertas de contaminação e diz que para remover os vírus encontrados é preciso pagar cerca de 40 dólares pela versão completa! A página citada não está ativa no momento, mas esse tipo de criminoso costuma mudar de site sempre que o endereço anterior é bloqueado (garantindo a oferta). Não caia nessa.
Fonte: www.uol.com.br