quinta-feira, agosto 13, 2009

Como funcionarão os PCs de tecido


Imagine caminhar para a escola ou o trabalho levando um novo tipo de laptop na mão. Você anda casualmente, balançando o laptop para frente e para trás entre seus braços, o que é fácil, já que ele pesa menos que meio quilo e não é mais grosso que um talão de cheques. Embora ele não tenha nenhuma capa, você nem pisca se ele cair no chão de concreto. Em vez disso, se abaixa para pegá-lo, espana a sujeira e continua sua caminhada. Quando chega no destino, joga o laptop na mesa e o abre. A tela imediatamente se desdobra, estendendo-se como um enorme monitor.
Embora esse cenário pareça futurista, ele não está longe de ser realidade, graças em parte a um projeto-conceito chamado Fabric PC (PC de Tecido ou PC têxtil), produzido pela Fujitsu Inc.. Surpreendentemente, o PC de Tecido não será colocado numa casca de metal como os PCs que conhecemos até agora. Em vez disso, ele será construído dentro de uma estrutura dura, mas fexível. Até a tela será capaz de ser curvada e dobrada e terá a espessura e a flexibilidade similares às de uma folha de papel laminado.
Como exatamente o PC de Tecido vai se tornar uma realidade, dado o seu afastamento radical dos atuais projetos? Além disso, como poderemos prever que ele vai chegar ao mercado em poucos anos? Especialistas dizem que ele estará disponível entre 2 e 10 anos. Descubra porque essa tecnologia realmente está logo ali e porque alguns desses recursos aparentemente futuristas não são na verdade tão diferentes do que está sendo oferecido em produtos disponíveis no mercado hoje.
Continue lendo para saber como um computador poderia ser construído dentro de uma estrutura de tecido flexível em vez de numa casca de metal duro tradicional.

Aeronave movida a energia solar e células de hidrogênio - Projeto Hy-Bird


A célula fotovoltaica é uma tecnologia antiga, promissora, porém cara no atual estágio de conhecimento.
Inicialmente foi sua aplicação se restringia a suprir veleiros e sistemas geradores em áreas isoladas de difícil acesso.
Ao longo das últimas décadas têm sido desenvolvidos outros projetos como veículos movidos a sol, pequenas centrais geradoras e recentemente as células fotovoltaicas têm sido usadas em caráter experimental em aeronaves.
Outra tecnologia muito promissora é a de células de hidrogênio. Apesar de ainda existirem algumas dificuldades técnicas, no Japão já há carros fabricados em escala industrial. Em resumo, a célula de hidrogênio faz o processo inverso da eletrólise. Ou seja, transforma hidrogênio e oxigênio em água pura, gerando energia.
O Projeto Hy-Bird pertence a Lisa Airplains e pretende construir uma aeronave combinando essas duas tecnologias.
De dia os painéis solares captarão energia para acionar hélices e fazer a eletrolise de água acumulando hidrogênio e oxigênio. A noite os motores elétricos serão movidos pela energia gerada nas células de hidrogênio. O ciclo da água é fechado de forma a permitir que o sistema funcione continuamente.
O projeto pretende lançar um protótipo que de a volta ao mundo coando dia e noite.
Quando essa tecnologia se tornar comercialmente viável, o custo da aviação será reduzido e principalmente, viajar de avião deixará de ser lesivo ao meio ambiente como é atualmente.
Apesar dos desafios que há pela frente o projeto é extremamente promissor.
Fonte: www.ofca.com

Carro movido a ar.

O grupo MDI – Moteur Development International, lançou um veículo com motor movido a ar, destinado a rodar principalmente em grandes centros urbanos.
O MDI “MiniCat” a ar pode desenvolver uma velocidade de 50km/h consumindo apenas ar comprimido ou 110 km/h com combustível auxiliar.
O consumo é da ordem de R$ 6,00 (seis Reais) para cada 200 km a 300 km.
Além de ser econômico o veículo é revolucionário pelo fato de não ser poluente.
De acordo com presidente da MDI, engenheiro francê Guy Nègre, a empresa tem mais de 50 licenças de fabricação espalhadas pelo mundo.
O motor não polui por não existir combustão. Além disso o ar da atmosfera que é utilizado é previamente filtrado, o que significa que o processo purifica 90 m3 de ar atmosférico por dia.
O veículo tem autonomia de aproximadamente 200km a 300 km ou 10 horas de funcionamento. Além disso, tem um compressor que conectado à rede elétrica que permite a recarga do reservatório de ar em 3 a 4 horas.
Além da inovação no sistema propulsor, o veículo incorporou outras tecnologias que o tornam mais leve, confortável, seguro e inteligente.
Já existem quatro modelos em produção: um táxi, inspirado nos clássicos ingleses está em circulação experimental em Londres; ele possui diversas vantagens para os passageiros e para motorista em relação a conforto, economia e ergonomia. Uma Van e uma Pick-up foram desenvolvidas para simplificar o trabalho de várias profissões urbanas, rurais ou industriais. Finalmente, existe um modelo familiar, bastante espaçoso e com configurações diferentes, que oferece diversas opções.
O preço previsto para o consumidor final é de dezoito mil Reais.

Fonte: www.ofca.com