quarta-feira, abril 22, 2009

Vendas em 2009 podem marcar início da "era dos netbooks"

A empresa de análises de mercado ABI Research prevê que 2009 marcará o início da "era do netbook", com uma estimativa de que 35 milhões de unidades sejam vendidas nesse ano, noticiou o site Digital Trends.
De acordo com a ABI Research, o motivo no crescimento acelerado nas vendas seria o fato de que celulares, smartphones e os chamados MIDs (dispositivos móveis de internet) não serem o equipamento ideal para prover todas as necessidades do dia-a-dia.
"Quando as funcionalidades do PDA se uniram ao celular, muitos esperavam que os smartphones se tornassem o agregador de todas as informações e comunicação para profissionais que se locomovem muito. Hoje, com um melhor entendimento do que um smartphone é, percebe-se que ele não é, e talvez nunca seja, esse equipamento. Aliado à inutilidade dos UMPCs, o mercado permanece aberto para novos tipos de dispositivos", declarou Kevin Burden, presidente da ABI, ao site TG Daily.
E é aí que entram os netbooks, maiores do que um smartphone, mais baratos que um UMPC e, segundo a ABI, tão ou mais prático do que os dois. Por causa disso, a empresa ainda ressalta ser possível que esse estouro de vendas continue nos anos seguintes, com números que podem chegar às 139 milhões de unidades em 2013.
O documento que contém todas as informações da previsão pode ser encontrado (em inglês) no site da ABI pelo atalho tinyurl.com/abiresearch.

Fonte: www.terra.com.br

Novos tocadores de MP4 da Sony saem no Brasil

A Sony apresentou em Tóquio, nesta terça-feira, os novos players de música da série Walkman X, com tela de toque OLED de 3,3 polegadas. Menores que um iPod Touch, os aparelhos da Sony chegam como concorrentes ao player da Apple.
Os novos players da Sony têm conexão Wi-Fi e também recebem sinal de TV digital, segundo o site CrunchGear. Outro recurso disponível é o "noise cancelling", que ajuda a eliminar ruidos externos.
O modelo NW-X1050, com 16 GB de capacidade de armazenamento de músicas e imagens, será vendido por US$ 400. Com 32 GB de capacidade, o modelo NW-X1060 custará US$ 500, informou a AP. Ambos chegam ao mercado japonês em 25 de abril e estarão disponíveis em preto ou vermelho.

Fonte: http://www.terra.com.br/

PCs menores preocupam indústria

O setor de computadores pessoais está posicionado para vender dezenas de milhões de pequenos aparelhos de baixo uso de energia cuja função central será o acesso à Internet. Curiosamente, algumas das maiores empresas do setor consideram que isso seja má notícia.
Em uma história de sucesso que causa ressentimento, os fabricantes de computadores estão cautelosos quanto a novos tipos de computadores, porque os baixos preços poderiam ameaçar as margens de lucro já ínfimas que os fabricantes de computadores pessoais vêm mantendo.
Os novos computadores, muitas vezes designados como netbooks, ou subnotebooks, dispõem de baixa memória interna. Os chips que eles usam consomem pouca energia. O objetivo dos aparelhos é essencialmente navegar pela web e verificar e-mails. O preço é igualmente modesto, com alguns deles vendidos por apenas US$ 300 (cerca de R$ 475).
As empresas pioneiras na categoria também eram pequenas, como a Asus e a Everex, ambas de Taiwan. A despeito de sua cautela diante das pequenas máquinas, Dell e Acer, duas das maiores fabricantes de computadores pessoais, não estão a ponto de permitir que as empresas iniciantes tenham o mercado para si.
A Hewlett-Packard, maior fabricante mundial de computadores pessoais, recentemente chegou discretamente a esse segmento com um híbrido de netbook e laptop que ela designa Mini-Note. Diversos fabricantes estão falando em levar esses pequenos computadores um passo além. Nos próximos meses, a expectativa é de que introduzam "net tops", versões de baixo custo dos computadores de mesa também destinadas ao uso para acesso à Internet.
Uma empresa iniciante do Vale do Silício chamada CherryPal diz que desafiará a idéia de que grande poder interno é necessário para funções básicas de computação na era da Internet. Nesta semana, ela planeja introduzir um computador de mesa de US$ 300, do tamanho de um livro de bolso e consumo de energia de apenas dois watts, ante os 11 watts de algumas máquinas de mesa.
O objetivo é tirar vantagem da tendência de cloud computing ("computação em nuvem"), com a qual os dados são geridos e armazenados em servidores distantes e não na máquina.
Analistas do setor dizem que o surgimento dessa nova classe de máquinas de baixo custo que usam o modelo nuvem pode ameaçar gigantes como Microsoft e Intel, e até mesmo HP e Dell, porque as gigantes construíram suas empresas sobre a idéia de que os consumidores desejam mais potência e mais funções em seus computadores.

Fonte: www.terra.com.br