sexta-feira, maio 25, 2012

Grupo Brasbunker adquire duas embarcações norueguesas

Elas servirão para atuar em serviços de recolhimento de óleo derramado acidentalmente

Rio de Janeiro (RJ) - O Grupo Brasbunker acaba de concluir a aquisição das embarcações do tipo PSV (Plataform Supply Vessel) Viking Surf e Viking Thaumas, de bandeira norueguesa. As embarcações já vêm operando, desde 2010, em contrato de quatro anos com a Petrobras para serviços de recolhimento de óleo derramado (OR – Oil Recovery) – acordo que poderá ser prorrogável por mais quatro, até 2018. Atualmente, as embarcações estão atuando em Aracaju, Sergipe (Surf), e em São Luís, no Maranhão (Thaumas).

O Viking Surf e o Viking Thaumas são barcos de apoio e suprimento a plataformas de petróleo, com 14 tripulantes por turno em cada, altamente capacitados. Segundo informações da assessoria do grupo, as embarcações têm como diferencial equipamentos de última geração para atuação em contingências de qualquer natureza no mar, em especial serviços de recolhimento de óleo derramado acidentalmente. Construídas em 2002 e 2005, respectivamente, elas possuem alto grau de performance e apresentam em média 95% de operacionalidade anual.

“A aquisição está em consonância com nossos objetivos de crescimento estruturado e alinhado à crescente demanda dos serviços do mercado Offshore. Estamos atualizando nossa frota própria, adquirindo embarcações com tripulação experiente e motivada, o que nos mantém no escopo das operações com embarcações de OR e, mais ainda, fortalece nossa parceria de médio prazo com nosso principal cliente, a Petrobras”, avalia o diretor de Offshore do Grupo Brasbunker, Carlos Cruz.

Fonte: Redação Macaé Offshore

quinta-feira, maio 24, 2012

Eike Batista continua com foco em petróleo

Empresário diz em evento que descarta investimentos no setor de siderurgia

Rio de Janeiro (RJ) -"Garanto a você que não vou investir em siderurgia, vou investir em campo de petróleo", foi o que disse o empresário Eike Batista durante entrevista de encerramento do Rio Investors Day, descartando investimentos no setor siderúrgico. Segundo ele, o setor "não é a prova de idiota", como os demais ativos do grupo, que não teriam chance de dar errado. Para o empresário, o setor está com capacidade excedente e não está nos planos do grupo EBX.

Ele afirmou, ainda, que vai intensificar a parceira com a Petrobras, conforme já havia informado no mês passado, quando a presidente Dilma Rousseff visitou o Porto do Açu, em São João da Barra.

"A visita da presidente Dilma consolidou isso, por que não dois grandes grupos nacionais trabalharem juntos?", perguntou.

Ele disse que pretende fornecer navios e plataformas para a Petrobras dos seu estaleiro, que está sendo construído ao lado do Porto do Açu, e prometeu preços 20% inferiores em relação a outros estaleiros nacionais. "O (Roger) Agnelli, da Vale, e o (José Sérgio) Gabrielli, da Petrobras, falavam mal de mim para o Lula, para a Dilma. Eu continuo aqui e agora vamos fazer parcerias", disse o empresário referindo-se ao fato de que os dois executivos foram demitidos dos seus cargos, para delírio da plateia do evento.

Fonte: Folha de São Paulo

Petrobras posiciona-se como a 75ª empresa mais valiosa do mundo

O estudo refere-se ao ano de 2011. Apple manteve a liderança

Rio de Janeiro (RJ) - De acordo com estudo Brandz, da consultoria Milward Brown, divulgado ontem, revelou que a Petrobras figura entre as principas empresas do mundo. A estatal petrolífera foi a única brasileira a aparecer na lista, ocupando a 75ª posição, com valor de US$ 10,5 bilhões. A empresa despencou da 61ª posição do ranking do ano passado, quando foi a brasileira melhor colocada. Os bancos Itaú e Bradesco, que ficaram em 90º e 98º lugar em 2011, respectivamente, não aparecem no ranking deste ano.

O valor da marca Apple subiu 19% no ano passado, para US$ 183 bilhões, ou 37% de seu valor de mercado, de acordo com o BrandZ, estudo anual sobre as marcas mais conhecidas realizado pela companhia de pesquisas de mercado Millward Brown.

O Facebook, com valor de mercado de US$ 82 bilhões após a oferta pública inicial de ações na semana passada, teve a mais alta ascensão entre os 100 primeiros colocados, com salto de 74% no valor de marca, para US$ 33,2 bilhões, o que deixou a rede social em 19º lugar.

Sete das dez marcas mais conhecidas são de empresas associadas à tecnologia, embora McDonald's e Coca-Cola tenham se mantido respectivamente em quarto e sexto lugares.

O diretor-executivo da consultoria responsável pela pesquisa, Nick Cooper, disse que a força das marcas é um indicador do papel central e transformador que a tecnologia desempenha na vida contemporânea.

"(A tecnologia) é onipresente, e há muito entusiasmo e novidades. É nesse o ramo em que tudo acontece, o que tende não só a aumentar a demanda e melhorar o desempenho financeiro como a ampliar o papel da marca", afirmou Cooper.

A Millward Brown, parte do grupo publicitário mundial WPP, considera o valor financeiro da companhia ou da parte dele que responde pela marca e combina esse cálculo à capacidade da marca de gerar fidelidade.

Marcas de tecnologia corporativa também ocuparam posições importantes na lista, com a IBM trocando de posição com o Google e subindo ao segundo posto, enquanto a Microsoft manteve o quinto lugar.

Brasil

"Uma de cada cinco marcas do BrandZ de 2012 veio de países emergentes, mas o valor total dessas marcas caiu pela primeira vez, levemente, para US$ 330,8 bilhões, por causa do desaquecimento na China e no Brasil", afirmou o estudo.

Apesar disso, o levantamento cita que 70% dos brasileiros acreditam que a situação financeira do país está indo "bem" ou "razoavelmente bem" ante uma média global de 39%.

No ranking por setor, a Petrobras ocupa a quinta posição no segmento de petróleo e gás, que a ExxonMobil lidera com US$ 18,1 bilhões.

O setor em que mais aparecem companhias brasileiras é o de cervejas. A Skol aparece em quinto lugar, valendo US$ 4,7 bilhões, e a Brahma vem na oitava posição, com US$ 2,3 bilhões. As duas marcas são da Ambev.

A Natura representa o Brasil no segmento de cuidados pessoais, ocupando a 11ª posição e com valor de marca de US$ 3,3 bilhões.

Fonte: Reuters