domingo, junho 13, 2010

Sony lança 4 games 3D na PlayStation Network


SÃO PAULO – A Sony anunciou esta semana o lançamento de quatro games 3D, disponíveis para download na PlayStation Network.


A fabricante alerta, no entanto, que os usuários de PS3 precisarão de óculos especiais e de uma TV 3D para jogar.
Como a INFO reportou, no final de abril, a Sony disponibilizou aos usuários de Playstation 3 a atualização mandatória do firmware 3.30, que traz suporte às interações 3D estereoscópicas.

Em um post em seu blog oficial esta semana, a empresa se diz “extremamente empolgada” com a experiência de games. Desde sábado os seguintes jogos estão disponíveis: WipEout HD, Super Stardust HD, PAIN e MotorStorm Pacific Rift.

O lançamento e as atualizações do sistema aconteceram em conjunto com a chegada das TVs Sony Bravia 3D (HX903 e LX 903) no mercado americano. Como parte da ação conjunta, as BRAVIA HDTVs adquiridas nos EUA virão com um voucher para baixar os quatro games 3D estereoscópicos na Playstation Network.

A empresa também anunciou que o game The Fight: Lights Out estará em breve disponível na nova versão.




Fonte: http://info.abril.com.br/

Físico explica velocidade da Jabulani


SÃO PAULO - A Copa do Mundo da África do Sul tem muitas estrelas, mas talvez nenhuma seja tão polêmica quanto a Jabulani – a bola oficial do mundial da FIFA.


Segundo um físico australiano, para o bem ou para o mal, ela vai sim causar diferenças nas partidas do campeonato.

“A bola será mais rápida e fará mais curvas do que a sua antecessora”, diz Derek Leinweber, chefe do Departamento de Física e Química da Universidade de Adelaide que, há seis anos, estuda a aerodinâmica de bolas esportivas. Além de bolas de críquete e golfe, seu trabalho passa também por modelos teóricos do comportamento de bolas mais antigas de futebol, como a de 32 painéis, e a Teamgeist, redonda oficial da Copa do Mundo de 2006.

A grande diferença da Jabulani para sua antecessora são as texturas, que devem criar turbulência o suficiente em volta da bola para que ela sustente seu vôo por mais tempo. Mas, para entender isso, é preciso dar uma olhada na aerodinâmica de um lance.

“Quando recebe um chute, a bola forma em volta de si uma fina camada de ar que é a principal responsável pela maneira como ela viaja”, diz Leinweber. “O ar tem que contornar a bola, passar ao seu redor quando ela é lançada. Assim, o ar que está perto dela tem que fazer uma trajetória maior do que o ar que está afastado de sua superfície, criando uma região de baixa pressão”, diz. O princípio é o mesmo de uma asa de avião.

Pensando numa bola de 32 painéis, vemos que ela tem irregularidades em sua superfície, diferenças milimétricas nos painéis que fazem com que ela não fique tão lisa – logo, o ar não “agarra” tanto a bola. “Já com a Teamgeist, o problema era justamente o contrário: ela é super lisa, quase uma esfera perfeita – o que dá um efeito similar ao de uma bola de criança”, diz o professor. A referência são aquelas grandes bolas plásticas, que ganham altura durante o vôo mas caem abruptamente – justamente porque, sem ranhuras que “segurem” o ar, ela não consegue dar “efeitos”.

Já a Jabulani, muito mais perfeitamente esférica que a de 32 painéis, porém com pequenas cristas e ranhuras que a tornam menos lisa que a Teamgeist, é radicalmente diferente. “Ela vai se curvar muito mais e ser mais rápida porque mantém o ar de baixa pressão perto dela”, diz o físico. A diferença é que essa curva acontece no final da trajetória, o que pode surpreender os goleiros preparados para receber a bola em determinado canto do gol.

Em números, isso significa que, em altas velocidades, a Jabulani tende a se manter mais tempo no ar. A aerodinâmica faz com que, a velocidades de 10 m/s, por exemplo, sua resistência seja 4 a 5 vezes menor do que a Teamgeist – o que a fará ir muito mais longe. A curvatura da Jabulani também será maior: ela pode ir parar um metro mais para o lado do que a Teamgeist faria nas mesmas condições.

E isso poderia influenciar o resultado de uma partida? “Difícil dizer. Mas acho que não... De qualquer forma, minha torcida fica com a Austrália”, diz o professor. É torcer para que, nesse caso, ele esteja errado a física não interfira no resultado.

Reino Unido buscará vida em Marte


Ilustração de como será o ExoMars


SÃO PAULO - A Agência Espacial do Reino Unido anunciou um investimento de £10,5 milhões no desenvolvimento de instrumentos para buscar evidências de vida- passada ou presente – em Marte.

Os instrumentos são parte do projeto ExoMars, um veículo de exploração do planeta vermelho que será lançado em 2018 em conjunto com a Agência Espacial Européia e a NASA.

O programa terá sua primeira etapa em 2016, quando a NASA lançará uma nave da ESA para orbitar Marte. O objetivo é descobrir a origem e distribuição de gases em sua atmosfera, em especial o metano. Segundo cientistas, esse gás deveria ser destruído na atmosfera em apenas algumas centenas de anos, mas ele parece estar continuamente se formando em algumas regiões.

A nave também lançará uma sonda experimental para testar as habilidades de pouso controlado em outro planeta.

O Reino Unido é responsável por dois dos nove instrumentos a bordo do veículo ExoMars: o Life Marker Chip e a Panoramic Camera. O primeiro usa tecnologia de diagnósticos médicos para detector a presença de compostos orgânicos que podem sugerir a presença de vida passada ou presente em Marte. Já a câmera será o olho do veículo.




Fonte: http://info.abril.com.br/