segunda-feira, março 08, 2010

Desktop Itautec promove jogatina em 3D


Modelo ST 4261 vem com óculos da NVIDIA, placa de vídeo e monitor especiais

Jogar em 3D é uma beleza. O duro é ficar matutando sobre cada componente na hora de montar um computador capaz de rodar os títulos que saltam pela tela. O desktop Itautec ST 4261 resolve essa parada, pois traz um conjunto preparado para trabalhar com os óculos 3D Vision, da NVIDIA, sem engasgar. Em nossos testes, a placa de vídeo e o monitor tiveram performance de sobra para games pesados em terceira dimensão. E o restante da configuração também aguentou o tranco. Mas tudo isso tem um preço: 3.999 reais.

O adaptador gráfico escolhido para o micro foi o GeForce GTS 250, com 1 GB de memória dedicada. Quanto ao monitor, não houve opção, pois o único disponível no Brasil que apresenta compatibilidade com o sistema da NVIDIA é o Samsung 2233RZ, com taxa de atualização de 120 Hz e 22 polegadas - só esse display custa 800 reais, quando vendido separadamente. Já os óculos saem por 700 reais. O bom pacote de acessórios explica o preço acima da média para um PC dessa configuração.

Para o exigente público gamer, a lista de componentes não chega a impressionar. Ele usa o processador Core 2 Duo E7500, de 2,9 GHz. Sua placa-mãe é uma Gigabyte GA-Q35M-S2. Para completar, a memória é de 4 GB, com freqüência de 800 MHz, e o disco rígido é de 320 GB. A unidade testada pelo INFOLAB veio com Windows Vista Home Premium. O visual também não tem nada de chamativo – o gabinete ATX tem cara de escritório, na cor preta brilhante.
Desempenho para o gasto


Durante os testes com benchmarks, o computador fez 5.196 pontos no exigente PCMark Vantage, um resultado apenas dentro da média para a categoria de modelos intermediários para games. O mesmo vale para o 3DMark Vantage, que mede o desempenho do conjunto com gráficos em terceira dimensão. O Itautec ST 4261 marcou 5.001 pontos. No Índice de Experiência do Vista, ele ganhou nota 5,1. O gargalo do sistema é o processador, um modelo já ultrapassado para máquinas de jogos.

Dá para fazer upgrade? Pelo espaço no gabinete e pelos slots disponíveis na placa-mãe, sim. É possível colocar dois pentes de memória, sem remover os já instalados. Outros quatro slots SATA estão desocupados, podendo ser preenchidos com HDs ou drives ópticos. Duas entradas PCI estão livres, mas a placa de vídeo fica sobre elas. Já a PCI Express pode ser utilizada. A fonte que acompanha o conjunto é de 550 watts.

Os demais periféricos poderiam ser mais caprichados. Teclado e mouse têm fio e são comuns, sem botões adicionais para ativar funções multimídia, por exemplo. No quesito conectividade, a máquina também merecia mais opções. São oito portas USB, sendo duas na parte da frente, saídas de vídeo DVI e D-Sub, conexão de rede Gigabit Ethernet e leitor de cartões de quatro tipos. Ficaram faltando HDMI, e-SATA, Wi-Fi e Bluetooth.





Fonte: http://info.abril.com.br/

Máquina imprime tecidos humanos


Máquina capaz de imprimir tecidos do corpo está à venda por US$200 mil


Uma das maiores esperanças relacionadas às pesquisas de células-tronco é a possibilidades de criar órgãos para transplante livres dos problemas de rejeição.


Embora isso ainda seja uma realidade um pouco distante, um importante passo foi dado no mês passado com o lançamento da primeira impressora biológica 3D comercial.
Chamada de NovoGen MMX, ela permite a confecção de tecidos humanos a partir de amostras de células do próprio paciente.A impressora foi criada pela empresa americana Organovo, especializada em medicina regenerativa, e pela australiana Invetech, firma de engenharia e automação.


Com custo estimado de US$200 mil, ela é fruto de um trabalho de cinco anos e deve ser usada inicialmente somente para pesquisas em instituições. Além disso, por enquanto, somente tecidos simples, como pele, músculo e veias podem ser “impressos” nela.


A máquina usa células-tronco extraídas da medula dos ossos de adultos e de tecidos adiposos. “A máquina precisa de qualquer tipo de célula aderente, ou seja, células que estejam em um tecido e não flutuando na corrente sanguínea”, explica Keith Murphy, diretor da Organovo.


A NovoGen funciona literalmente imprimindo material humano em três dimensões. As células são retiradas de um indivíduo e cultivadas para formar pequenas gotas de 100 a 500 microns de diâmetro. Cada gota contém até 30 mil células e pode passar facilmente pelo bico de impressão.


Uma segunda cabeça imprime uma espécie de andaime com base de açúcar, que serve de suporte para que as células sejam depositadas na forma desejada. Uma vez completa, a estrutura é deixada por até dois dias, para que as gotículas de células possam se fundir, formando um tecido uniforme. O “andaime” é removido com a ajuda de um pouco de água.


“Imprimir um órgão completo é uma meta a longo prazo, e não gostaríamos de especular quando isso será possível”, explica Murphy. “A esperança é que qualquer um que precise de um órgão ou tecido seja beneficiado”.




Fonte: http://info.abril.com.br/

Projeto mostra veículo marciano de 2037


Veiculos como o acima poderão estar em Marte nas próximas décadas


Em 2037, um alinhamento favorável dos planetas pode permitir que as viagens a marte durem seis meses (cerca de um mês a menos do que hoje).


Pensando nisso, a NASA planeja utilizar a data para enviar uma missão tripulada ao planeta vermelho.
Entre bilhões de dólares gastos em naves, plataformas de lançamento e equipamentos, a agência espacial planeja o mais avançado e mais caro veículo de exploração em terra já criado.


Em parceria com a empresa Montgomery Design International, engenheiros da NASA criaram um projeto, ainda puramente conceitual, mas que atende a todos os pré-requisitos para uma missão humana em Marte.


Os Mars Exploration Rovers (MERs) seriam veículos pressurizados para dois astronautas – mas que, em emergências, seriam capazes de transportar seis pessoas. Projetados para percorrer longas distâncias, eles são capazes de transportar não só os exploradores como todo o necessário para mantê-los vivos e trabalhando no planeta.


Construídos para resistir às condições adversas de Marte, eles teriam que suportar temperaturas que variam de -81º C a -31º C, uma poeira fina que gruda e danifica os componentes eletrônicos e também serem bloqueadores de radiação.


O projeto venceu o Good Design Award, na categoria Transporte, dado pelo museu de arquitetura e design Chicago Athenaeum.





Fonte: http://info.abril.com.br/