quinta-feira, setembro 24, 2009

Novos laptops ultrafinos chegam ao mercado brasileiro




A Positivo Informática mudou sua linha de notebooks e netbooks e investiu em design nos novos produtos para a linha 2010. Entre os destaques estão novos netbooks coloridos e notebooks mais finos que chegam às lojas em outubro.
A linha Mobo, de netbooks, ganha novas cores. O modelo Mobo Black tem quatro configurações distintas com tela de 10 polegadas, sistemas operacionais Linux ou Windows (7 ou XP) e preços sugeridos entre R$ 999 e R$ 1.699 (para a máquina com modem 3G integrado, 2 GB de memória, 320 GB de disco rígido e duas baterias). Já o Mobo Red, voltado ao público feminino, vem com Windows 7 Starter Edition, 2 GB de RAM, 120 GB de disco e teclado slim. Vai custar R$ 1.499, de acordo com a Positivo.
Para os notebooks, são duas novas linhas: Platinum e Aureum, ambas sem leitor ou gravador de disco óptico. O Platinum é o topo de linha, com 1,5 kg de peso e 2,2 centímetros de espessura. Tem tela de 13,3 polegadas, processador Intel Core 2 Solo de baixo consumo de energia (ULVSU3500) de 1,4 GHz, 120 GB de disco rígido, 3 GB de RAM, webcam, Bluetooth e leitor de impressões digitais. Seu preço sugerido é de R$ 3.799.
Finalmente, a linha Aureum também usa processadores de baixo consumo (Intel Celeron ou Pentium) e tem oito configurações distintas, com tela de 13,3 polegadas e Windows 7. Os preços sugeridos vão de R$ 1.699 a R$ 2.599 (máquina com modem 3G integrado, 4 GB de RAM, 500 GB de HD e Windows 7 Home Premium).
Assim como os novos desktops Union da Positivo, os portáteis chegam às lojas em meados de outubro, com o lançamento do Windows 7 no dia 22.
Zumo Notícias



Conheça o Courier, o tablet secreto da Microsoft


Parece que o mundo inteiro está ansioso para ver o tablet da Apple. Mas talvez nós estivemos esse tempo todo sonhando com o gadget errado. Apresentamos o Courier, a sensacional ideia que a Microsoft tem de como deve ser um tablet.
O Courier é um gadget real, e ouvimos que está em um estágio de desenvolvimento avançado, nos últimos protótipos. Não é um tablet, é um booklet, onde você pode ver as duas páginas ao mesmo tempo. As duas telas de 7'' (ou algo próximo) são multitouch e projetadas para que se escreva, desenhe ou clique com uma stylus, além dos dedos. As duas telas são conectadas por uma dobradiça que traz o único botão, como o "home" do iPhone. As informações fundamentais, como o sinal de Wi-Fi e a carga da bateria aparecem ao longo da moldura de uma das telas. Na "contracapa" há uma câmera, e ele poderá talvez ser recarregado sem tocar na base, como o touchstone do Palm Pre.
Até bem recentemente, o Courier era um projeto bem secreto, conhecido apenas por alguns poucos engenheiros e executivos que trabalham nele - entre esses algumas das mais brilhantes pessoas que trabalham na Microsoft, como o chefe de tecnologia de Entretenimento & Dispositivos: o mago J. Allard, que capitaneia o projeto. Hoje, o Courier parece estar em um estágio em que a Microsoft está desenvolvendo a interface e experiência do usuário e mostrando os conceitos de design para agências externas.
A Microsoft tem uma história de colaboração com outras empresas e estúdios de design, especialmente na divisão de Entretenimento & Dispositivos: tanto o Zune quanto o Xbox passaram por processos similares. (E planos para uma Microsoft store vazadas de uma agência terceirizada foram confirmadas como protótipos e conceitos genuinos.) Esse vídeo tem a marca do Pioneer Studios, uma subdivisão da Microsft E&D que é especializada nesse tipo de trabalho, em parceria com outra agência que é uma antiga colaboradora da Microsoft em projetos confidenciais.
A experiência do usuário apresentada aqui é quase que o exato oposto do que todo mundo espera que um tablet da Apple tenha; em kung fu, é um estilo Garra de Águia contra o estilo Tigre da Apple: duas telas, uma mistura de interface dominada pela canetinha com vários tipos de gestos multitouch possíveis, e múltiplos modos, aplicações e temas graficamente complexos. (Nosso pedaço de interface favorito? A dobradiça fazendo o papel de "bolso" para armazenar itens que você queira mover de uma página para outra.) A linhagem da Microsoft é mais orientada para a tinta digital (em contraponto ao e-paper, monocromático), e essa interface, apesar de não ser nada parecido com qualquer coisa que tenhamos visto antes, claramente bebe dessa fonte, do trabalho da MS com o Surface e até do Zune HD.
Nos próximos dias nós vamos mergulhar mais e mais fundo no que é o Courier, então fiquem ligados.


O Novo Snow Leopard,


Apesar do discurso da Apple sobre as melhorias do novo Snow Leopard, há quem continue criticando a segurança do sistema operacional. O especialista em segurança digital e conhecido hacker Charlie Miller declarou recentemente ao TechWorld que "a Apple não mudou nada". Segundo o especialista, algumas falhas cruciais foram herdadas da versão anterior do Mac OS X, Leopard, sem serem consertadas.

Miller aponta uma falha em especial, que considera o pior problema, no subsistema ASLR, que força a aleatorização da distribuição do endereçamento de memória (Address space layout randomization, em inglês).
Apesar do nome e descrição complicados, a tecnologia é bem simples de entender: por meio dela, os programas são carregados em diferentes posições de memória toda vez que são executados. Isso dificulta a ação dos hackers e constitui uma boa defesa, pois faz o sistema e programas se mostrarem diferentes para o malware a cada instância, dificultando a automatização de ataques.
O problema é que a ASLR do Snow Leopard (Mac OS X 10.6) não mudou nada em relação à de seu antecessor, o Leopard (versão 10.5), considerada ineficiente. "É a mesma ASLR presente no Leopard, o que significa que não é muito boa".
O especialista alerta que, diferente do Windows 7, que traz uma ASLR robusta, a implementação do Snow Leopard não faz o "sorteio" apropriadamente, o que torna mais fácil o ataque via injeção de código maligno, uma técnica utilizada por hackers.
O especialista, conhecido por ser vencedor do concurso Pwn2Own duas vezes consecutivas e autor do livro The Mac Hacker's Handbook, no entanto, aponta outros aspectos positivos do novo sistema. A nova implementação do QuickTime foi escrita do zero, corrigindo diversos bugs e brechas de segurança, uma delas descoberta pelo próprio Miller.
Ele também aponta a relativa eficácia na implementação da DEP (prevenção contra execução de dados), outra técnica de proteção de memória (também inclusa no Windows).
"O Snow Leopard é mais seguro que o Leopard, mas não é tão seguro quanto o Vista ou Windows 7. Quando a Apple tiver ambas (as técnicas de DEP e ASLR), será o momento em que eu vou parar reclamar sobre a segurança (nos Macs)", finaliza o especialista.