sábado, fevereiro 16, 2013

Petrobras terá déficit até 2020

Segundo o diretor de abastecimento José Carlos Cosenza, a estatal ainda tem um pequeno espaço para aumentar a produção de derivados até meados deste ano

Rio de Janeiro (RJ) - Desde maio no comando da deficitária área de abastecimento da Petrobras, José Carlos Cosenza prevê que a oferta menor que a demanda por combustíveis no Brasil só vai se encerrar quando todas as novas refinarias da estatal ficarem prontas, o que deverá acontecer entre 2020 e 2022. Até lá, a Petrobras estará sempre "correndo atrás do mercado". A estatal ainda tem um pequeno espaço para aumentar a produção de derivados até meados deste ano. Depois disso, explica, só com as novas refinarias. As primeiras deverão ser a Refinaria do Nordeste ou Abreu e Lima (PE) e a fase inicial do Comperj (RJ).

A refinaria de Pernambuco deve começar a processar os 230 mil barris de capacidade inicial entre novembro de 2014 e maio de 2015, e a do Comperj, com 165 mil barris/dia, em abril de 2015. Com o início de operação das duas unidades, a capacidade de refino aumentará para cerca de 2,4 milhões de barris diários. A estatal projeta que o consumo de derivados no país estará entre 3,2 milhões e 3,4 milhões de barris por dia em 2020, ainda menor que a oferta de combustíveis.

"Hoje estamos defasados em 250 mil a 300 mil barris", diz. Isso ocorrerá até que sejam construídas as refinarias Premium I (600 mil barris/dia, no Maranhão), a Premium II (300 mil barris, no Ceará) e a segunda etapa do Comperj (300 mil barris). Somente quando todas estiverem prontas a capacidade de processamento chegará a 3,6 milhões de barris. A diretoria anterior da Petrobras previa o fim do déficit, em volume, para 2017.

Sobre os resultados da área em 2013, Cosenza afirma que o déficit continuará sendo de 300 mil barris/dia, sendo as importações de diesel responsáveis pela maior parte (190 mil barris), seguidas pelas de gasolina (110 mil barris). Nem mesmo o aumento da mistura do álcool à gasolina, de 20% para 25%, fará grande diferença. A previsão é reduzir em 25 mil a 30 mil barris/dia a necessidade de importação de gasolina.

Fonte: Valor Econômico

sexta-feira, fevereiro 15, 2013

ABB fornecerá sistemas elétricos para sondas de perfuração no Brasil

A ABB, grupo líder em tecnologias de energia e automação, recebeu pedido no valor total de $ 160 milhões da Jurong Shipyard Pte Ltd. para o desenvolvimento, fornecimento, supervisão de instalação, testes e comissionamento dos principais sistemas elétricos para sete navios-sonda de última geração, que vão operar nos campos de petróleo e gás em águas profundas na costa do Brasil. Os pedidos foram registrados entre o último trimeste do ano passado e o atual.Os navios serão utilizados para perfuração de poços nos enormes campos do pré-sal na costa sudeste do Brasil.

O pacote elétrico integrado da ABB fornecerá energia confiável para subsistemas de bordo e ajudará os operadores a maximizar a eficiência energética das embarcações.As sete embarcações são as primeiras de uma série de navios-sonda de alta eficiência, projetadas para operações em águas ultraprofundas e construídas pelo Estaleiro Jurong Aracruz em suas instalações no litoral do Espírito Santo, Brasil. É um estaleiro controlado pela Jurong Shipyard, sediada em Cingapura.”A capacidade da ABB em fornecer conteúdo local para esse projeto bem como a experiência da nossa organização local no país foram fatores determinantes para receber esse pedido. Isso representa um avanço considerável para a ABB no mercado brasileiro”, disse Ricardo Hirshbruch, responsável pela divisão de Automação de Processos da ABB na América do Sul..

“A ABB tem diversas experiências na execução de projetos similares com o estaleiro Jurong em Cingapura; a confiança alcançada ao longo do tempo com o estaleiro foi essencial para fecharmos esse contrato.”O escopo de fornecimento da ABB compreende todo o sistema elétrico das embarcações, incluindo geradores, painéis de distribuição de energia, transformadores, motores e acionamentos para os sistemas de propulsão e perfuração. Todas as soluções da ABB estão de acordo com as normas vigentes da IEC (International Electrotechnical Commission), atendem os pré-requisitos de segurança do cliente e estão em total conformidade com os rigorosos regulamentos da IMO (Organização Marítima Internacional) a fim de garantir operações de perfuração ininterruptas.As entregas dos equipamentos para o estaleiro estão previstas para 2013, com o primeiro navio sendo entregue no segundo trimestre de 2015. Os navios serão entregues para a Sete Brasil, uma empresa fundada em 2010 por vários investidores Brasileiros e internacionais. Três navios serão parcialmente de propriedade e operados pela Odfjell e os outros três pela Seadrill, ambas empresas Norueguesas. Na entrega, os seis navios serão afretados para a Petrobras por 15 anos.

A ABB, grupo líder em tecnologias de energia e automação, recebeu pedido no valor total de $ 160 milhões da Jurong Shipyard Pte Ltd. para o desenvolvimento, fornecimento, supervisão de instalação, testes e comissionamento dos principais sistemas elétricos para sete navios-sonda de última geração, que vão operar nos campos de petróleo e gás em águas profundas na costa do Brasil. Os pedidos foram registrados entre o último trimeste do ano passado e o atual.

Os navios serão utilizados para perfuração de poços nos enormes campos do pré-sal na costa sudeste do Brasil. O pacote elétrico integrado da ABB fornecerá energia confiável para subsistemas de bordo e ajudará os operadores a maximizar a eficiência energética das embarcações.

As sete embarcações são as primeiras de uma série de navios-sonda de alta eficiência, projetadas para operações em águas ultraprofundas e construídas pelo Estaleiro Jurong Aracruz em suas instalações no litoral do Espírito Santo, Brasil. É um estaleiro controlado pela Jurong Shipyard, sediada em Cingapura.

“A capacidade da ABB em fornecer conteúdo local para esse projeto bem como a experiência da nossa organização local no país foram fatores determinantes para receber esse pedido. Isso representa um avanço considerável para a ABB no mercado brasileiro”, disse Ricardo Hirshbruch, responsável pela divisão de Automação de Processos da ABB na América do Sul.. “A ABB tem diversas experiências na execução de projetos similares com o estaleiro Jurong em Cingapura; a confiança alcançada ao longo do tempo com o estaleiro foi essencial para fecharmos esse contrato.”

O escopo de fornecimento da ABB compreende todo o sistema elétrico das embarcações, incluindo geradores, painéis de distribuição de energia, transformadores, motores e acionamentos para os sistemas de propulsão e perfuração. Todas as soluções da ABB estão de acordo com as normas vigentes da IEC (International Electrotechnical Commission), atendem os pré-requisitos de segurança do cliente e estão em total conformidade com os rigorosos regulamentos da IMO (Organização Marítima Internacional) a fim de garantir operações de perfuração ininterruptas.

As entregas dos equipamentos para o estaleiro estão previstas para 2013, com o primeiro navio sendo entregue no segundo trimestre de 2015.

Os navios serão entregues para a Sete Brasil, uma empresa fundada em 2010 por vários investidores Brasileiros e internacionais. Três navios serão parcialmente de propriedade e operados pela Odfjell e os outros três pela Seadrill, ambas empresas Norueguesas. Na entrega, os seis navios serão afretados para a Petrobras por 15 anos.

Fonte: TN Petróleo

terça-feira, fevereiro 12, 2013

Brasil Offshore 2013: empresas confirmam presença

A feira será realizado entre os dias 11 e 14 de junho de 2013, no Macaé Centro, na cidade de Macaé, no Rio de Janeiro.

Macaé (RJ)- A 7ª edição da Brasil Offshore - Feira e Conferência Internacional da Indústria de Petróleo e Gás registra 85% do seu espaço total de exposição vendido. O evento, organizado e promovido em conjunto pela Reed Exhibitions Alcantara Machado, Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (IBP) e Sociedade de Engenheiros de Petróleo (SPE), será realizado entre os dias 11 e 14 de junho de 2013, no Macaé Centro, na cidade de Macaé, no Rio de Janeiro.

O motivo do sucesso antecipado do evento está na evolução positiva e significativa da produção da Bacia de campos que impacta a economia local e internacional. Atualmente existem em Macaé cerca de 4500 empresas que trabalham no segmento de petróleo e gás e aproximadamente 65 mil profissionais estão vinculados com carteira assinada a empresas do setor petrolífero. A região da Bacia de Campos possui reservas em torno de 10 bilhões de barris de petróleo (sem contar a camada pré-sal).

Além, disso, a Petrobras anunciou, no semestre passado, uma nova fronteira na província petrolífera do pré-sal. Na área conhecida como Pão de Açúcar, a estatal irá promover a exploração junto com Repsol e Statoil. Anunciou também o Programa de Aumento de Eficiência Operacional da Bacia de Campos (Proef), cuja meta é consolidar o retorno da eficiência operacional da Unidade de Operações da Bacia de Campos (UO-BC) dos atuais 71% (registrado em 2011) para seus níveis históricos próximos a 90% até 2016.

Empresas

Entre os confirmados estão Aalborg Industries, ABB, Air Liquide Brasil, Aker Solutions do Brasil, Akzo Nobel, Belgo Bekaert Arames, Brasbunker Participações, Cameron do Brasil, Cosan Lubrificantes e Especialidades, Estaleiro Mauá, FMC Technologies do Brasil, Henkel, Netzsch do Brasil, National Oilwell Varco, Odebrecht Óleo e Gás, Schlumberger, Sotreq, Tomé Engenharia, UTC Engenharia, V&M do Brasil e Wartsila Brasil.

Além disso, o evento vai apresentar mais de 10 pavilhões internacionais, dentre eles o destinado ao Reunido unido, Estados Unidos, Dinamarca, China, Alemanha e Noruega.

Outro dos destaques da exposição será a apresentação de lubrificantes da Mobil e do grupo internacional Technip que vai mostrar novidades em serviços e soluções tecnológicas para campos de desenvolvimento em águas profundas, instalações offshore e unidades de processamento onshore, com recursos integrados e navios de instalação de dutos submarinos.

No Brasil, a empresa atua com 3500 profissionais, projetando, fabricando e instalando dutos submarinos e equipamentos offshore, além de construir refinarias e plantas petroquímicas.

Da Redação