terça-feira, janeiro 31, 2012

Vaga para Engenheiro ou Tecnólogo de diversas áreas (Inclusive Petróleo e Gás)


Essa vaga foi publicada no QG do Petróleo e não tem como não compartilhar com vocês, pois grande parte dos nossos leitores são formados nessas graduações. Segue abaixo:


Tecnólogo ou Engenheiro Júnior – Área Comercial (Macaé-RJ)

Para empresa prestadora de serviços na área do petróleo.


Formação superior (recém formado ou cursando) em Engenharia Elétrica, Mecânica, Petróleo e Gás ou Tecnólogo em Petróleo e Gás, Manutenção, Automação ou Instrumentação.


Atividades: Apoiar área comercial nos processos de vendas no mercado offshore; Realizar acompanhamento e diligenciamento das solicitações de propostas, orçamentos e pedidos de compra de clientes; Assegurar atendimento dos compromissos contratados; Relacionamento com clientes; Identificar oportunidades de novos negócios junto a clientes atuais ou novos clientes.

Pacote Office, inglês intermediário desejável.

Currículo para silvia@interpersona.com.br

Fonte: http://tecnopeg.blogspot.com/

Petrobras detecta vazamento no campo Carioca Nordeste



A Petrobras informou hoje que houve um acidente nesta manhã na plataforma onde está sendo realizado o teste de longa duração do campo de Carioca Nordeste, no pré-sal da Bacia de Santos. A estatal detectou um rompimento na coluna de produção do FPWSO Dynamic Producer, localizado a 300 km da costa de São Paulo, que será investigado.

Segundo a companhia, o poço foi automaticamente fechado após o rompimento, permanecendo fechado e em condições seguras. Os dados preliminares apontam para um vazamento de aproximadamente 160 barris de petróleo, não havendo possibilidade deste atingir a costa brasileira.

A Petrobras acionou o Plano de Emergência, mobilizando os recursos para recolhimento do petróleo no mar e do residual da parte superior da coluna. A Marinha do Brasil, o Ibama e a Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) foram devidamente comunicados pela empresa.

Fonte: Redação/ Agências

segunda-feira, janeiro 30, 2012

Pré-sal promete aquecer mercado de EPC em Óleo & Gás


As empresas de EPC devem crescer na parte de módulos, tanto para plataformas quanto para FPSOs

Grandes obras agregam, recorrentemente, um planejamento complexo, que vai desde a escolha e compra dos suprimentos até a construção, passando pela engenharia envolvida. No setor de Óleo & Gás, um mercado se destaca por conseguir centralizar as demandas dos projetos em uma só empresa. É o caso dos “EPCistas”, como são conhecidas as companhias que fornecem às operadoras, de forma integrada, os serviços de Engenharia (E), Suprimentos (Procurement, em inglês) e Construção (C).

Presentes em plantas petroquímicas e refinarias, entre outras áreas, as empresas de EPC devem crescer, mais acentuadamente, na parte de módulos, tanto para plataformas quanto para FPSOs (embarcações de produção e armazemamento de petróleo). É o que aposta o presidente do Centro de Excelência em EPC, Antonio Muller, se baseando nas demandas do pré-sal. “Vai ser um segmento muito grande. Com os orçamentos tanto das empresas estrangeiras quanto da Petrobras, a grande área hoje em dia é a offshore”, afirma.

Muller explica que pode ser feito EPC dentro de uma refinaria como a Regap (planta da Petrobras localizada em Minas Gerais), em uma carteira de gasolina, por exemplo. Outro caso citado pelo presidente são as unidades de coque do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), além dos sistemas de proteção contra incêndios do empreendimento fluminense.

“A vantagem é estar entregando (o serviço) a uma empresa que conhece bem a modalidade. A operadora conhece de operar o empreendimento”, justifica o presidente do CE-EPC. De acordo com Muller, dessa forma, a estrutura de Recursos Humanos diminui sensivelmente, já que as grandes companhias contratantes podem enxugar sua mão de obra, transferindo seu contingente de profissionais. “Os Epcistas têm a mão de obra intensa”, diz.

Fortalecimento
O CE-EPC trabalha baseado no tripé EPCistas, Operadores e Universidades, com foco no aumento da produtividade, melhoria e qualificação de pessoal. Muller destaca companhias como Odebrecht, Andrade Gutierrez, UTC, Promon, Tridimensional e Skanska; e Petrobras, Statoil e Shell – além do IBP, que representa o restante das operadoras – no escopo de trabalho do centro. “O futuro é tornar as empresas EPCistas internacionais, para competir fora do país”, conclui.

Fonte: NN