domingo, maio 08, 2011

Dúvidas mais comuns entre os interessados pelas vagas de engenheiros da Agência



seguir solucionamos as dúvidas mais comuns entre os interessados pelas vagas de engenheiros da Agência.
*Esclarecemos que as respostas se norteiam nos concursos anteriores (2005 e 2008)

1- Um engenheiro pode prestar concurso para o cargo de Especialista Geral ou somente para Especialista em Engenharia?
R. Pode, sim. Vale dizer, inclusive, que é bastante provável se mostrar mais fácil o ingresso nos quadros da ANP através da prova para cargos gerais, já que relação candidato/vaga é um pouco menor. Contudo, devemos dizer, se seu desejo profissional for realmente trabalhar em funções de engenheiro, não se atenha a esta pequena facilidade. Faça a SUA prova, para engenheiros, no caso.

2- Haverá questões de língua portuguesa na prova para engenheiros?
R. Não só haverá, como é de extrema importância. A parcela da prova que se refere à nossa língua costuma valer até 20% da prova. E, convenhamos, para engenheiros, que são especializados para contas e não para cartas, gabaritar a prova de português pode ser decisivo!

3- Quem não sabe inglês tem chances neste concurso?
R. Ao contrário do português, a língua inglesa costuma valer poucos pontos. Quem não sabe inglês perderá muita energia tentando aprender uma nova língua de forma atropelada. Acredito ser a melhor estratégia investir seu tempo em outras disciplinas. Contudo, obviamente, se você tiver tempo sobrando para o estudo, não custa nada atentar para questões de vocabulário e interpretação de texto em inglês.

4- Como estou longe do Rio de Janeiro, posso comprar apenas as apostilas do Clube do Petróleo?
R. Infelizmente, não. Faz parte da nossa estratégia não popularizar o nosso material de estudo, até por um compromisso ético com os nossos alunos.

5- Qual a diferença das provas para os cargos de Engenheiro 1 e Engenheiro 2?
R. As questões específicas do Engenheiro 1 serão voltadas para o upstream da indústria do petróleo (exploração e produção), enquanto aquelas referentes ao Engenheiro 2 focarão no downstream (refino, distribuição e comercialização).

6- Moro no Rio de Janeiro, mas penso que teria mais chances se fizesse prova para a região nordeste, ou até norte. Minha idéia procede? Neste caso, que tipo de profissional é mais requisitado para fora do Rio de Janeiro?
R. Fora do Rio de Janeiro há maior demanda por servidores voltados à fiscalização do setor regulado. Quem mora fora do Rio de Janeiro dificilmente conseguiria fazer nosso curso preparatório ou qualquer outro equivalente. Logo, suas chances serão realmente muito boas. Infelizmente, para seu projeto, outros cariocas e fluminenses terão a mesma idéia. Mesmo assim, parece ser uma ótima estratégia visto que existe uma demanda real para fora do Rio de Janeiro.

7- A prova de conhecimentos gerais é idêntica para todas as profissões de nível superior?
R. A previsão é que serão, sim. Os Especialistas em Regulação de nível superior (tanto modalidade geral, quanto engenheiros, advogados...) fizeram a mesma prova de conhecimentos gerais no concurso anterior, na qual se encontravam questões de direito básico, português, inglês e informática.

8- As questões possuem sempre o mesmo peso? O que é importante priorizar no caso dos engenheiros?
R. Não. Os pesos variam muito entre as questões, que são divididas em ordem de valor ao longo da prova. Há questões de prova especifica que valem 2 pontos, enquanto outras valem até 3 pontos. Nossa equipe, através de estudos de provas anteriores, tenta preparar nossos alunos para que gabaritem a bateria de questões valendo 4 pontos, uma estratégia vencedora.

9- O Clube do Petróleo oferecerá mesmo uma turma somente para os engenheiros? Quando será ? Quais os horários das aula?
R. Ofereceremos, sim. As aulas serão aos sábados, de 9h00 da manhã às 18h00 da tarde, no centro do Rio de Janeiro. O início da próxima turma está previsto para o dia 18 de junho de 2011.

10- Qual cargo tem a melhor relação candidatos/vagas?
R. Nos concursos anteriores os cargos de Geral I e II foram aqueles que apresentaram a melhor relação, seguido dos engenheiros. O mais concorrido foi para advogados, analista ambiental, seguidos de outros mais.

11- Somente os engenheiros de petróleo podem participar da prova dos engenheiros?
R. Absolutamente não. Quase todos os profissionais de engenharia podem fazer concorrer às vagas para a área. O que é possível observar é a predileção dos engenheiros de petróleo pelo cargo de Engenharia I e a dos engenheiros químicos pelo cargo de Engenharia II.

12- Uma vez aprovado, um engenheiro receberá a mesma remuneração que um advogado ou um economista?
A remuneração é uniformizada para todos os Especialistas em Regulação da Agência Nacional do Petróleo. A previsão é que engenheiros, advogados, economistas, dministradores, e todos os demais, sejam remunerados por valor superior a Tudo indica que será superior a 10 mil reais.

Lembramos que nossa próxima turma, com inicio em 18/06/11, está com inscrições abertas pelos telefones (021) 2233-7580 e (021) 2223-1269. Para maiores informações, visite nosso website: www.clubedopetroleo.com.br

Fonte: Clube do Petróleo - Mauro Kahn

sábado, maio 07, 2011

Unisc promove Seminário sobre Pré-Sal



A Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc), por meio do Departamento de Direito, promove nos dias 12 e 13 de maio o Seminário Pré-Sal Soberania Nacional e Direito ao Desenvolvimento Sustentável. O evento ocorre no Anfiteatro do Bloco 18 da Unisc. A abertura da programação será no dia 12, às 19h30, com duas palestras, e se estende até a sexta-feira, dia 13, com atividades às 14h e às 19h30. A pré-inscrição pode ser feita pelo e-mail direito@unisc.br. Quem desejar certificado deverá assinar a lista de presença para posterior emissão no valor de R$ 5.
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Programação:

12/05: 19h30 - Pré-Sal - Soberania Nacional e Garantia do Direito a um Desenvolvimento Sustentável a Presentes e Futuras Gerações. Palestrante: James Chang - Engenheiro Mecânico-Metalúrgico, delegado regional da Associação dos Engenheiros da Petrobras (AEPet) e membro da Comissão Executiva do Comitê Gaúcho em Defesa do Pré-Sal.

-Geopolítica do Petróleo e Desenvolvimento Sustentável na América Latina. Palestrante: Carolus Wimmer - Deputado do Parlamento Latinoamericano (Parlatino) e presidente da Comissão Energia e Minas da Venezuela.

13/05: 14h - Pré-Sal: Perspectivas de Geração de Emprego, de Desenvolvimento Regional. Palestrante: Marcus Coester - Presidente da Agência Gaúcha de Desenvolvimento e Promoção do Investimento (AGDI).

13/05: 19h30 - Marco Regulatório do Pré-Sal. Palestrante: João Ricardo dos Santos Costa - Presidente da Ajuris.

-Questões Políticas e Sociais envolvendo o Marco Regulatório do Pré-Sal. Palestrante: Desembargador Dorval Braulio Marques - Representante da Ajuris no Comitê Gaúcho em Defesa do Pré-Sal.

-A Criação do Fundo Social e o Desenvolvimento Social e Regional a Partir do Pré-Sal. Palestrante: Ivan Chemeris - Representante da Ajuris no Comitê Gaúcho em Defesa do Pré-Sal.

Assessoria de Imprensa - Unisc

Fonte: http://www.planetauniversitario.com/

Nova técnica reduz tempo e custo de prospecção


Uma empresa ainda em gestação na incubadora da Coordenação dos Programas de Pós Graduação em Engenharia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Coppe-UFRJ), tocada por um geólogo e um oceanógrafo cariocas, desenvolveu uma nova tecnologia de prospecção de petróleo no mar que pode revolucionar o setor, barateando muito os custos da busca por novos reservatórios. Chamada modelagem inversa, a técnica permite descobrir, com elevado grau de certeza, o local de origem de manchas de óleo na superfície decorrentes de vazamentos expontâneos dos reservatórios por fendas geológicas, reduzindo em até 75 vezes o tamanho da área a ser investigada.

O oceanólogo Manlio Mano, de 36 anos, graduado na Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj) e doutorado em modelagem computacional na Coppe, explica que o modelo desenvolvido por ele e pelo geólogo Carlos Beisl, de 41 anos, seu sócio na empresa OilFinder, permite percorrer exatamente o caminho inverso ao da mancha, detectada por satélite, até a fenda pela qual o óleo escapou do reservatório, geralmente em decorrência de um dos muitos pequenos abalos sísmicos que ocorrem o tempo todo no solo marinho.

O cientista explica que a técnica teve origem na sua tese de doutorado e levou três anos em processo de validação (testes). Em parceria com a Coppe, a Petrobras testou com sucesso a tecnologia, inclusive no campo de Lula (ex-Tupi), quando este já estava descoberto.

De acordo com o técnico carioca, de 80% a 90% das áreas identificadas nos testes feitos pela Petrobras e pela Coppe estavam sobre estruturas compatíveis com o óleo encontrado na superfície. O índice de acerto esperado, segundo ele, era de 30% a 40%.

Como os resultados dos testes feitos pela Petrobras são segredos comerciais dela, a OilFinder decidiu fazer ela mesma um teste em uma área ainda não licitada pela Agência Nacional do Petróleo (ANP). A área em questão, de 43 quilômetros quadrados, fica a sudeste de Cabo Frio (RJ), na vizinhança dos blocos exploratórios BM-C-44 e BM-C-46 e dos campos de produção de Maromba e Papa Terra. A localização exata do seu centro é longitude 41°12'15" Oeste e latitude 26°37'07" Sul.

A modelagem inversa mostrou que três manchas, uma delas localizada a mais de 60 quilômetros do ponto de origem, convergiam para o mesmo ponto. Os resultados ainda são inéditos e serão divulgados hoje por Mano em um evento do qual participará em Curitiba.

Segundo o cientista, a convergência mínima de três manchas para a mesma origem é o critério de confiabilidade que permite a divulgação do resultado, embora haja outras variáveis envolvidas na análise. Foi estabelecida uma escala decrescente de 1 a 6 para definir o nível de confiabilidade de um teste realizado, na qual 1 corresponde à confiabilidade máxima e 6, à mínima. O teste feito pela OilFinder recebeu confiabilidade nível 4.

Como não há limite para a idade das imagens de satélite utilizadas para detectar a origem das manchas, Mano explica que fica fácil saber se determinada mancha veio de uma fenda ou de alguma poluição ambiental provocada pelo homem. Basta usar uma imagem mais antiga do que as instalações de origem humanas existentes na região que possam ter liberado uma mancha de óleo (plataformas, portos e outros).

Mano disse que a tecnologia é com certeza inédita no Brasil e quase com certeza, no mundo. Segundo ele, dois fornecedores de imagens de satélite (todos são estrangeiros) já procuraram a OilFinder para negociar a venda do pacote completo, o que seria uma prova do ineditismo da técnica também fora do Brasil.

Agora, os dois sócios vão preparar pacotes com estudos das áreas que serão licitadas na 11ª Rodada de licitações da ANP, marcada para setembro. Mano disse que o planejamento da OilFinder, fundada com investimentos de R$ 20 mil (ela usa, em regime de aluguel, o supercomputador da Coppe para fazer seus trabalhos), a empresa planejava faturar US$ 2 milhões em 2010/2011, mas está revendo esse plano após a divulgação pela ANP da realização dos leilões.

O técnico esclarece que a tecnologia que ele e Beisl desenvolveram não elimina nenhuma das etapas convencionais de um trabalho de prospecção de óleo. "Ela vem para orientar o planejamento e aumentar a taxa de sucesso", pondera o cientista.

Segundo o técnico e empresário, a tecnologia da OilFinder permite, por exemplo, que uma empresa que precisa furar dois poços para avaliar uma determinada área, mas que só tem recursos para um, decidir com segurança qual o melhor ponto para fazer essa única perfuração.

Fonte: http://portosenavios.com.br/