sexta-feira, setembro 03, 2010

INDÚSTRIA NAVAL BRASILEIRA EM EXPANSÃO


A indústria naval brasileira passa por um momento de plena expansão, que pode ser comprovado pelo crescente volume de negócios e pela implementação de novos estaleiros. Segundo dados do Sinaval (Sindicato Nacional da Indústria da Construção e Reparação Naval e Offshore), o fornecimento de novos petroleiros, embarcações de apoio marítimo, plataformas e sondas de produção estimularam a construção de 18 novos estaleiros no país. Calcula-se que a carteira de pedidos nos estaleiros nacionais, até 2014, chegue a 300 embarcações, sendo fortemente concentrada no atendimento da Petrobras e de outras empresas do segmento offshore, o que vai demandar um investimento próximo a R$ 10 bilhões.


Fonte: http://www.universodopetroleo.com.br/

RETOMADA DA INDÚSTRIA NAVAL AUMENTA OFERTA DE EMPREGOS


A retomada da indústria naval no Brasil segue em ritmo acelerado. Apesar do Rio de Janeiro continuar sendo o grande polo naval do país, o setor vem se expandindo para regiões como o Nordeste e Sul. Prova disso é que o primeiro navio do Programa de Modernização e Expansão da Frota (Promef), da Transpetro, foi lançado no Estaleiro Atlântico Sul, em Pernambuco e a OSX luta para obter uma licença ambiental para instalar em Biguaçu, Santa Catarina, um estaleiro em parceria com a sul-coreana Hyundai Heavy Industries.

Esse desenvolvimento substancial da indústria naval brasileira ganha força apoiado nas perspectivas positivas do setor petrolífero. Com a área offshore crescendo, aumenta a demanda de embarcações de apoio e petroleiros, junto com a necessidade de mão de obra para atender às encomendas. É nesse cenário que se encaixa a relevância do curso técnico de Construção Naval, que forma profissionais completos em um período de tempo mais curto, perfeito para a urgência do setor. “As áreas abordadas vão de encontro as necessidade de um estaleiro que trabalham com embarcações de metal, principalmente o aço, atendendo principalmente a produção e acompanhamento de projetos”, explica o coordenador do curso de Construção Naval do Senai Itajaí (SC), Donald Falconer, ao Nicomex Notícias.

O curso técnico em Itajaí tem duração de dois anos e destina-se a pessoas que já atuam na área, ou a estudantes com Ensino Médio completo ou que estejam cursando, no mínimo, o 2° ano. A formação aborda disciplinas como desenho técnico, matemática e física aplicada e processo de soldagem, nos primeiros semestres, até desenho de tubulação, gestão de pessoas e motores diesel, nos períodos finais. Com esses conhecimentos, o profissional está pronto para atuar em estaleiros, oficinas de construção e reparação naval, empresas de vendas de produtos navais e na Marinha Mercante. “O curso é estruturado a partir de um comitê técnico setorial formado por empresários da área e profissionais da educação visando atender as necessidades do mercado”, ressalta Donald.

A rotina de um técnico em Construção Naval engloba atividades como desenho de estruturas e peças para embarcações, avaliando e orientando o uso dos materiais para a construção naval. Além disso, o profissional participa da supervisão, instalação e manutenção de equipamentos, sistemas e máquinas marítimas, assim como possui a tarefa de realizar inspeções, ensaios, testes e reparos em embarcações e seus componentes. Através do curso, com um foco totalmente voltado para o mercado, o aluno está preparado para exercer funções como soldador, montador, mecânico, e eletricista com formação técnica na área naval, por exemplo, e receber uma remuneração média de R$ 1,2 mil.

Fonte: http://www.universodopetroleo.com.br/

Sondas terrestres ganham destaque pela Petrobras

Autor: Queiroz Galvão Óleo e Gás S.A.

A Petrobras, através de sua unidade de negócios no Amazonas (UN-AM), divulgou resultado que destaca o formidável desempenho das sondas terrestres da Queiroz Galvão Óleo e Gás de janeiro a agosto de 2009. O IISPC (Índice de Indisponibilidade de Sonda de Perfuração Contratada), que mede o percentual de tempo, mês a mês, em que a sonda ficou indisponível apontou cinco das seis sondas terrestres da empresa entre as 10 melhores performances. Confira a seguir, as colocações de nossas sondas no ranking que avalia todas as trinta e uma sondas onshore contratadas no Brasil:

1º lugar: QG-IV
2º lugar: QG-III
3º lugar: QG-VII
4º lugar: QG-II
8º lugar: QG-VI

Tal fato é motivo de extrema satisfação para a empresa e reflexo direto do compromisso e empenho de seus colaboradores. “Com estes resultados, temos a certeza que a visão da empresa está sendo atendida por nosso trabalho e por nossos colaboradores", comentou Maurício Approbato - Gerente da Base Manaus.

Fonte: http://www.qgp.com.br/