sábado, agosto 28, 2010

BDO marca presença na Rio Oil&Gas Expo and Conference

Através de seu escritório no Rio de Janeiro estará de 13 a 16 de setembro no Riocentro.

A BDO, quinta maior rede mundial de auditoria, tributos e advisory services, irá participar da Rio Oil & Gas Expo and Conference. Esta será a 15ª edição do evento, considerado o mais importante do setor de Petróleo e Gás da América Latina e o segundo maior do mundo.

Desde sua primeira edição, em 1982, a feira e a conferência colaboram para a consolidação da cidade do Rio de Janeiro como "capital do petróleo" – o estado concentra 80% de todo o óleo produzido no país, além de 50% da produção de gás. A Rio Oil & Gas desempenha, dessa forma, o papel de importante vitrine para as empresas nacionais e estrangeiras apresentarem seus produtos e serviços, além de estimular discussões relativas a inovações tecnológicas.

Com o objetivo de fomentar contatos e negócios do segmento de petróleo e gás, os sócios e gerentes do escritório da BDO do Rio de Janeiro estarão presentes ao evento, em um estande da empresa. Vale destacar que a BDO conta com uma equipe internacional de auditores e consultores que integram um grupo de Natural Resources com capacitações especificamente demandadas pelas empresas de petróleo e gás.

Rio Oil & Gas Expo and Conference 13 a 16 de setembro de 2010 (segunda a quinta), das 12 às 20 horas (feira) e das 9 às 18h30 (conferência) Riocentro - Centro de Convenções, Av. Salvador Allende, 6555 - Barra da Tijuca CEP 22780-160 - Rio de Janeiro – RJ.

iBDO Auditores Independentes, uma empresa brasileira de sociedade simples, é membro da BDO International Limited, uma companhia limitada por garantia do Reino Unido, e faz parte da rede internacional BDO de firmas membro independentes.

BDO é o nome comercial para a rede BDO e cada uma das Firmas Membro BDO.

A receita combinada de todas as firmas-membro BDO foi de US$ 5,1 bilhões até setembro de 2009. A rede global possui 1.138 escritórios em 115 países. Mais de 46 mil profissionais prestam serviços de consultoria de negócios em todo o mundo.

É uma das cinco maiores firmas de auditoria em número de clientes do Brasil. Em 2008, faturou R$ 97 milhões, com crescimento de 32% em relação aos resultados do ano anterior. Em 2009, a empresa registrou faturamento 11% maior que o do exercício de 2008, somando R$ 103 milhões. Mantém 17 escritórios no País, localizados em São Paulo, Campinas, Ribeirão Preto e São José dos Campos (SP); Belo Horizonte (MG); Brasília (DF); Campo Grande (MS); Curitiba e Londrina (PR); Florianópolis (SC); Fortaleza (CE); Goiânia (GO); Porto Alegre (RS); Rio de Janeiro (RJ); e Salvador (BA).

Fonte: http://www.revistafator.com.br/

sexta-feira, agosto 27, 2010

PETROBRAS DISPUTA PRÉ-SAL DE ANGOLA




A última semana começou com a notícia de que a Petrobras está se preparando para participar da licitação de blocos no pré-sal angolano. Organizado pelo governo local, o prazo para a entrega das propostas termina no próximo dia 31. De acordo com fontes, apesar de ter reduzido seus investimentos no mercado internacional, a Petrobras tem interesse estratégico em descobrir petróleo no pré-sal de Angola. Com menos recursos para investir no exterior, a ideia da estatal é participar da licitação como operadora detentora de 20%, associada a outras empresas que ficariam com 80%.

Para participar dessa disputa, a Petrobras já vem se preparando para enfrentar dois fortes competidores que são a China e a índia. O país africano tem estabelecido relações mais próximas nos últimos anos com esses gigantes asiáticos, usando, inclusive, as linhas de crédito do China Eximbank. No entanto, o governo angolano tem sinalizado que deseja diversificar os investidores, buscando interessados de outros países, em especial do Brasil.

Ainda na terça-feira, dia 20, o destaque nos principais jornais do país foi a notícia de que o Porto do Rio terá uma área destinada a embarque de equipamentos e cargas do pré-sal da Bacia de Santos. Segundo o presidente da companhia Docas, Jorge Luiz de Mello, será licitada área equivalente a dois terços do terminal público do Porto carioca para atividades offshore. Mello afirmou ainda que a Petrobras já realiza operações no porto, porém ainda como teste. Não há estimativa de volume, mas é provável que a estatal deverá usar também outros terminais para atender suas atividades no pré-sal, além dos já existentes e do porto do Rio.

No dia seguinte, a estatal voltou a ser notícia. Desta vez, por conta da declaração do diretor de investimentos do Fundo de Pensão dos funcionários da Petrobras (Petros), Luiz Afonso, que demonstrou o grande interesse de participar da capitalização da estatal. Além disso, o Fundo está avaliando investimentos em projetos ligados à cadeia produtiva do pré-sal, inclusive a possibilidade de virar sócio de empresas que construirão as 28 sondas encomendadas pela Petrobras e cujo processo licitatório termina neste mês. As encomendas têm um custo total avaliado em US$ 22 bilhões. Uma das possibilidades estudadas pela Petros para as sondas seria usar o modelo de Fundos de Investimento em Participações (FIPs) que a organização já utiliza em investimentos de infraestrutura, transporte e energia.
Braskem desenvolve resinas para atender pré-sal

As oportunidades geradas com a exploração de petróleo no pré-sal animaram a Braskem, companhia que atende o setor petroquímico, a desenvolver novos produtos. A companhia anunciou que está lançando neste mês duas resinas de polipropileno, resina derivada de petróleo, para atender o crescente mercado de revestimentos plásticos para tubulações de aço utilizados da exploração de petróleo e gás em águas marítimas profundas. Até então, o mercado brasileiro era atendido por importações. Para o diretor de negócios de polipropileno da companhia, Walmir Soller, a atividade tem tudo para ser promissora. “Nossa perspectiva imediata é realizar vendas de seis toneladas em 2010 e dobrar o volume até 2013” – afirmou o executivo.

Fonte: http://www.universodopetroleo.com.br/

Saiba como acontece o processo de coqueamento


O Coqueamento Retardado é um processo de craqueamento térmico utilizado em refinarias de petróleo, com o objetivo de aumentar a conversão dos resíduos de destilação do petróleo (resíduos de vácuo, resíduos atmosféricos, óleos decantados), transformando-os em produtos mais leves e de maior valor agregado.

O coque de FCC é um produto que se deposita na superfície dos órgãos de catalisador, resultante da degradação do gasóleo nas Unidades de Craqueamento Catalítico. É queimado no processo de regeneração contínua do catalisador fornecendo energia para o aquecimento de carga e para a geração de vapor.

O coque do petróleo é um produto sólido, negro e brilhante obtido por craqueamento dos resíduos pesados (coqueamento). Queima sem deixar cinzas.

Uma das características deste processo é a geração de um material sólido muito concentrado em carbono chamado coque. O coque pode apresentar três estruturas físicas distintas: shot, esponja e agulha. E a sua estrutura física e suas propriedades químicas é que vão determinar a sua utilização final como combustível; anodos para indústria de alumínio; eletrodos para indústria metalúrgica, dentre outros.

Nas refinarias o coque é produzido nas Unidades de Coqueamento Retardado (UCR).

O processo de coqueamento é muito importante para óleos pesados, que é o caso brasileiro. Esse processo é altamente rentável e está sendo cada vez mais implantado nas refinarias.

Por Alexandre Guimarães, fonte: Nicomex

Fonte: http://www.universodopetroleo.com.br/