domingo, abril 18, 2010

iPad x Kindle: qual é o melhor para ler?


Passamos algumas horas com os olhos grudados nas telas e tiramos a dúvida


Comparar os recursos do iPad com os do Kindle seria covardia. Mas as perguntas que mais ouvimos dos leitores durante o teste do tablet foram “esse treco é bom para ler?”, “a tela brilhante não cansa os olhos?” ou ainda “o Kindle já era?”.

Portanto, estabelecido que o iPad é, sim, um concorrente do leitor da Amazon em sua função essencial (exibir livros na tela), colocamos os dois frente a frente para ver quem é que manda.
Enquanto o tablet possui um LCD touchscreen de 9,7 polegadas, fantástico para conteúdo multimídia e para ver as cores vivas das fotos em revistas, o Kindle aposta na experiência de leitura mais parecida possível com a de um livro. Tem 6 polegadas e usa a chamada tinta eletrônica e-ink, exibindo imagens em preto e branco.

Além de não cansar a vista, a tela do leitor de e-books não reflete as luzes do ambiente – se você curtir ler ao ar livre, com a luz do sol batendo em seu rosto, vai conseguir usá-lo numa boa. Em contrapartida, quem gosta de ler no quarto, deitado na cama, terá de acender as luzes à noite para enxergar as letras. Já o iPad reflete até as luzes mais tímidas e cansa após um período de uso entre uma e duas horas.

Quando se fala em software, o Kindle nem se compara ao brinquedo da Apple. Mesmo porque o tablet permite escolher entre várias opções, como o FreeBooks, um aplicativo do próprio Kindle e o melhor de todos, o iBooks. Neste último, a fabricante mostra o que faz de melhor, simulando no mundo virtual a experiência de pegar um livro na estante, abri-lo e folheá-lo, com animações bonitas.

A única coisa que o Kindle tem e o iBooks fica devendo é a opção de fazer notas no rodapé, recurso ainda mais interessante por causa do teclado QWERTY físico do modelo International, vendido no Brasil. No mais, o leitor da Amazon se mostra lento para virar as páginas e não permite alterar o tipo de fonte utilizado, mas apenas seu tamanho.

Google é condenado por ofensa no orkut


SÃO PAULO - Um padre que se sentiu ofendido em uma comunidade do orkut irá receber uma indenização no valor de 15 mil reais da empresa Google Brasil Internet. A decisão é da 12ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Minas Gerais.

O padre J.R. alega que um usuário anônimo inseriu, em uma comunidade no site de relacionamento, mensagens com os dizeres: “Padre J.R.: o farsante, o namorado da sacristã, o pedófilo, roubo e sexo na igreja, o ladrão que tem amante”.
Por esse motivo, ele ajuizou uma ação de indenização por danos morais.

A Google, por sua vez, alega que não caberia a ela o dever de indenizar. “As ofensas supostamente sofridas pelo padre não foram pronunciadas pela empresa, mas tão somente por um usuário que postou as mensagens tidas como ofensivas”.

A empresa defende-se, ainda, dizendo que a atividade da Google em relação ao orkut limita-se ao oferecimento gratuito aos seus usuários de um espaço na internet, onde estes podem postar o conteúdo que desejarem, respeitando o Termo de Uso e Políticas do site.

No entanto, o juiz de 1ª Instância entendeu que houve danos morais e condenou a Google ao pagamento da indenização ao padre pelos danos sofridos.

O relator, desembargador Alvimar de Ávila, entendeu que a Google, ao disponibilizar espaço em sites de relacionamento virtual, em que seus usuários podem postar qualquer tipo de mensagem, sem prévia fiscalização, com conteúdos ofensivos e injuriosos e, muitas vezes, com procedência desconhecida, assume o risco de gerar danos a outras pessoas.

Ávila considera as mensagens postadas ofensivas ao padre: “macularam sua honra, dignidade e nome, considerando que foram veiculadas em famoso site de relacionamentos, amplamente difundido e de livre acesso”.

E concluiu: “há responsabilidade objetiva dos provedores de serviços de internet que devem responder por possíveis danos gerados pelos conteúdos que disponibilizam na rede”.




Fonte: http://info.abril.com.br/

Nova tecnologia "enxerga" os mortos

Uma nova e bizarra tecnologia tem sido usada para localizar túmulos antigos e até então desconhecidos em Quebc, no Canadá.
Cientistas da Universidade McGill conseguiram identificar túmulos de animais com câmeras especiais que mdem as mudanças na luz vinda do solo e plantas. As câmaras hiperespectrais colectam e processam luz através do espectro eletromagnético não apenas pela luz visível como pela ultravioleta e infravermelha.
A pesquisa, segundo o site da MSNBC, poderá ajudar a polícia a descobrir corpos ocultos em crimes, por exemplo, ou ajudar a encontrar vítimas de massacres, mesmo depois de anos enterradas.
"Nós suspeitamos que alguns deste túmulos (de animais) tem mais de 40 anos e estamos excitados em tentar achar lugares ainda mais antigos, com centenas de anos", disse Andre Costopoulos, professor da Universidade McGill.
Costopoulos foi convocado para tentar encontrar um elefante desaparecido. Em três tentativas não apenas encontrou-o como outros sete animais, enterrados entre um e dois metros de profundidade.
De acordo com os cientistas, nos primeiros cinco anos um corpo enterrado inibe o crescimento de plantas. Aquelas que crescem sobre túmulos recentes não refletem muito bem a luz, que os cientistas podem detectar usando as câmeras especiais.