sexta-feira, dezembro 11, 2009

Luzes da Noruega eram de míssil russo


A Rússia admitiu nesta quinta-feira uma nova falha na tentativa de lançamento de seus mísseis intercontinentais Bulava.


Com isso, especialistas acreditam que está solucionado o mistério das estranhas luzes vistas na noite de terça-feira no norte da Noruega.
Segundo a Reuters, esta é a 13ª tentativa frustrada nos testes do míssil russo. O próprio Ministério da Defesa admitiu a falha, dizendo que o lançamento foi feito do submarino nuclear Dmitry Donskoi de uma posição submersa no Mar Branco.
A agência ainda reporta que o porta-voz do ministério confirmou que os dois primeiros estágios do míssil funcionaram normalmente, mas que houve um problema técnico na trajetória.
Segundo informações do canal ABC, apesar de admitir problemas, o Ministério da Defesa se recusou a comentar se as luzes vistas no céu da Noruega têm algo a ver com a tentativa frustrada de lançar o míssil.
Segundo a reportagem, no passado, outras tentativas frustradas de lançamento na região já geraram fenômenos atmosféricos incomuns – e que, não raro, essas luzes eram confundidas com vestígios de discos voadores.



Fonte: www.terra.com.br

Levar PC de casa para trabalho é nova tendência, diz Gartner

O número de pessoas que utilizam computador próprio no ambiente de trabalho está em alta, de acordo com pesquisa publicada pela Gartner. Segundo o estudo, as empresas estão permitindo que seus funcionários escolham o melhor computador para suas necessidades, em vez de impor o uso de máquinas padrão, escolhidas pela companhia.
Os computadores pessoais começaram a aparecer nas empresas como uma forma de contenção de custos, quando os funcionários foram encorajados a utilizar seus próprios computadores durante o expediente, de acordo com o site The Inquirer. "No atual clima de contenção de custos, grandes empresas estão explorando todas as possibilidades oferecidas por arquiteturas e soluções de computação mais alternativas, que incluam o uso de computadores dos próprios funcionários", disse Annete Jump, diretora de pesquisas da Gartner.
A contrapártida para os funcionários é, além de operar uma máquina mais a seu gosto, uma maior liberdade sobre o uso da rede da empresa e de software.
Entretanto, há resistência por parte de algumas empresas, devido aos riscos de segurança causados pela inserção de computadores pessoais no ambiente empresarial, além dos custos gerados ao fazer com que os departamentos de TI tenham que dar suporte a um grande e diverso número de softwares e hardwares, conforme informações do blog Digits, no The Wall Street Journal.
Por causa disso, cerca de metade das empresas que fizeram parte da pesquisa da Gartner preferem proibir o uso de dispositivos pessoais no ambiente de trabalho. Mesmo assim, a tendência é que os computadores pessoais estejam cada vez mais presentes dentro das empresas, principalmente no setor de telecomunicações, tido como mais liberal.
Para garantir a segurança no ambiente de trabalho e possibilitar o uso de computadores pessoais, a Gartner sugere que as companhias tenham planos de gerenciamento de seus dispositivos. Segundo o site IT Business Edge, o uso dois sistemas operacionais ou a virtualização de programas de rotina, que podem ser executados em ambientes seguros, pode ajudar a criar uma diferenciação entre as tarefas pessoais e profissionais do funcionário.
Segundo a Gartner, essas medidas podem ter um custo elevado para as empresas, mas este "é mais do que compensado pela maior satisfação do funcionário e o seu potencial aumento de produtividade" em computadores próprios.
O relatório da pesquisa realizada pela Gartner pode ser conferido no atalho bit.lyGartnerReport.



Fonte: www.terra.com.br

2009 será o 5º ano mais quente já registrado



O ano mais quente que se tem registro foi 1998, graças em grande parte ao poderoso fenômeno climático El Niño.

COPENAHGUE - Este ano deve ser o quinto mais quente e a primeira década deste século a de temperaturas mais altas desde que os registros começaram a ser feitos, afirmou hoje a Organização Meteorológica Mundial.
Falando durante a conferência climática da ONU em Copenhague, o chefe da OMM, Michel Jarraud, apontou para extremos focos de calor este ano - a Austrália teve seu terceiro ano mais quente desde o início dos registros em 1850, "com três ondas de calor excepcionais".
"Eu posso continuar. Houve a pior seca em cinco décadas que afetou milhões de pessoas na China, um monção pobre na Índia causando secas severas, escassez de alimentos associadas com a grande seca no Quênia", disse ele a repórteres.
O ano mais quente que se tem registro foi 1998, graças em grande parte ao poderoso fenômeno climático El Niño, que levou a um aquecimento anormal no leste do Oceano Pacífico e ainda pode desencadear novas devastações pelo mundo.
O El Niño se desenvolveu também este ano, explicando em parte o aumento nas temperaturas. O ano passado foi o 11o ano mais quente do histórico.
"É apenas uma questão de anos antes que quebremos o recorde", disse Jarraud, "Está ficando cada vez mais quente. A tendência do aquecimento está aumentando".
"É difícil afirmar (quando o recorde será quebrado) por causa da variabilidade. Na primeira oportunidade em que surgir um El Niño forte as temperaturas serão maiores que antes".
Jarraud rejeitou o escândalo do "climagate" relacionado a emails que vazaram da unidade de pesquisa climática da University of East Anglia, que mostrava os esforços de alguns cientistas para aumentar a credibilidade da mudança climática.
A OMM usou de dados britânicos - inclusive dessa universidade - e de duas fontes nos Estados Unidos para suas análises de temperatura. "Os três separadamente mostram quase os mesmo resultados", disse Jarraud.