domingo, novembro 01, 2009

Netbook Sony W parece até notebook


Vaio VPCW160AB, com Windows 7, tem 2 GB de memória e disco de 250 GB


Depois da furada em que a Sony embarcou com o minúsculo Vaio P, agora a fabricante resolveu nadar a favor da maré e lançou um netbook de verdade, com as características consagradas pelo Eee PC – tela de 10,1 polegadas, touchpad, teclado decente, essas coisas. O Vaio VPCW160AB tem tudo isso, é bonito pra caramba e, na versão brasileira, já chegou falando a língua do Windows 7, o que permitiu melhorar suas configurações. Mas será que toda essa sofisticação vale 1.999 reais?Com o Vista jogado para escanteio, a Sony driblou a limitação da Microsoft, que deixa instalar o sistema em minilaptops com, no máximo, 1 GB de RAM e HD de 160 GB. Aí a coisa melhorou muito, com 2 GB de memória e disco de 250 GB. Em suma, a fabricante juntou nessa máquina um ótimo desempenho com o melhor acabamento já visto na categoria. O micro parece mesmo um pequeno Vaio, imitando as máquinas topo de linha da tampa ao teclado com botões vazados.Esse mérito também é seu maior problema: as teclas no estilo dos MacBooks acabaram ficando pequenas, na tentativa de não tomar espaço do touchpad. Isso pode deixar o micro lindo, mas certamente não é a melhor opção para quem digita muito. Com os dedos encolhidos, você sente como se estivesse escrevendo numa daquelas agendas eletrônicas. Agora, se o lance é apenas navegar e fazer pequenas anotações, não chega a incomodar.



Banana seria combustível na África


Em uma tentativa de ajudar comunidades pobres em desenvolvimento, pesquisadores do Reino Unido decidem reaproveitar os restos da bananeira.



Na Universidade de Nottingham, cientistas desenvolveram um método que utiliza cascas, tronco e folhas das plantas para criar briquetes (blocos de material orgânico combustível) que substituiriam a lenha em países realmente pobres.

O exemplo estudado foi Ruanda, na África, onde são cultivadas cerca de dois milhões de toneladas de banana todos os anos. A fruta é apenas uma porcentagem do que a planta produz e todas as outras partes acabam sendo jogadas fora – já que a bananeira só dá cachos uma única vez.
O método criado de reaproveitamento utiliza poucas ferramentas: primeiro, as casca e folhas da banana são amassadas em um moedor manual e formam uma polpa. Essa pasta é misturada com serragem para criar um material moldável. Em Ruanda, por exemplo, os pesquisadores sugerem que a serragem seja substituída pelos troncos secos da bananeira.
Essa massa é comprimida em briquetes e assada em um forno a 105 graus – novamente, no caso estudado da África, eles seriam simplesmente deixados ao Sol para secar. Os pesquisadores disponibilizaram um vídeo da fabricação das briquetes.
Isso resultaria em blocos de um combustível bom o bastante para preparar alimentos, já que queima a uma temperatura constante.
A idéia é que essa “lenha orgânica” seja usada para aquecimento de residências e preparo de alimentos em comunidades pobres. O método, realmente, não impede que sejam emitidos gases da queima do material – portanto, não pode ser considerado limpo.
Apesar disso, os locais a que se destina estão bastante longe da realidade de painéis solares, gás encanado ou energia eólica. Levando isso em conta, pelo menos reaproveitar os restos da banana impede que novas áreas sejam desmatadas.


Fonte: http://info.abril.com.br

14 polegadas, OLED e Full HD


O OLED finalmente está chegando? Uma verdadeira mosca branca no mundo dos monitores, esta tecnologia finalmente se apresenta. Depois da Sony e da sua televisão de 11 polegadas em 960 x 540 (um quarto de Full HD) vendida por mais de 2.000 dólares (no Japão), chegou à vez da AU Optronics apresentar um protótipo de monitor de 14 polegadas OLED.
modelo oferece uma definição elevada (1 920 x 1 080), o que complica o seu uso para informática (com 157 ppp, pontos por polegada), mas que o torna perfeito para quem gosta de assistir vídeos durante viagens. Um ponto interessante: o contraste (assim como em todos os monitores OLED) é elevado, com 100 000:1 anunciado (um bom monitor atinge 3 000:1). A companhia ainda não anunciou o preço e nem uma data de lançamento. Com um pouco de sorte, dentro de alguns anos essas telas serão utilizadas nos computadores portáteis, no momento em que os sistemas operacionais consigam gerenciar perfeitamente a independência da resolução, o que não é o caso atualmente.


Fonte: www.terra.com.br