A Apple negou nesta sexta-feira passada que as várias explosões das telas de seu telefone iPhone registradas na França nas últimas semanas se devam a um defeito de fabricação e as atribuiu a uma "pressão externa" exercida sobre o aparelho.
Até hoje não houve qualquer incidente relacionado com um sobreaquecimento da bateria do iPhone 3GS e o número de casos que estamos investigando chega a menos de dez", explicou o grupo americano em um comunicado transmitido à AFP pelo diretor de comunicação da Apple na Europa.
"Os iPhone com a tela quebrada que analisamos mostra, no momento, em todos os casos, que as fissuras foram causadas por uma pressão externa exercida sobre o iPhone", acrescentou.
Na França foram registrados recentemente várias explosões da tela dos iPhone, o que motivou que as autoridades deste país a abrir uma investigação.
Segundo as cifras da Apple, foram vendidos no mundo 26 milhões de unidades de seu famoso telefone.
Fonte: www.terra.com.br
segunda-feira, agosto 31, 2009
NEC, Casio e Hitachi podem fundir operações com celulares
As japonesas NEC, Hitachi e Casio Computer estão em negociações para unificar suas abatidas operações com celulares, na tentativa de reduzir custos de desenvolvimento em uma mercado saturado, disseram quatro fontes nesta sexta-feira.
Uma fusão ajudará Hitachi e Casio a diminuírem exposição dos grupos ao competitivo mercado de celulares e pode causar mais consolidação entre as fabricantes do Japão, que se arrastam em um mercado abarrotado e em retração.
Contudo, fusões entre negócios de celulares deficitários não significarão crescimento, alertou um analista.
"A consolidação significará na melhor das hipóteses que esses fabricantes de celulares continuarão em pé", disse Michito Kimura, analista da empresa de pesquisa IDC, que prevê que o mercado japonês de celulares despencará 20 por cento em 2009 pelo segundo ano consecutivo e permanecerá estável no próximo ano.
O jornal Yomiuri informou que a NEC, terceira maior fabricante de celulares do Japão, pode separar sua divisão de celulares para juntá-la com uma joint-venture existente entre a Hitachi e a Casio, assumindo uma fatia majoritária na nova instituição.
A fusão pode ser limitada às operações de desenvolvimento de celulares e não incluir produção, segundo fontes próximas do assunto.
As ações da Casio saltaram 8,5% nesta sexta-feira, atingindo o maior patamar em quase 11 meses, enquanto as da Hitachi subiram 1,6% e as da NEC 0,6%.
O mercado de celulares do Japão está despencando e fabricantes de aparelhos ainda precisam lutar com custos de desenvolvimento estimados em aproximadamente 10 bilhões de ienes (US$ 107 milhões) por nova unidade no mercado tecnologicamente mais competitivo do mundo.
Fonte: www.terra.com.br
Uma fusão ajudará Hitachi e Casio a diminuírem exposição dos grupos ao competitivo mercado de celulares e pode causar mais consolidação entre as fabricantes do Japão, que se arrastam em um mercado abarrotado e em retração.
Contudo, fusões entre negócios de celulares deficitários não significarão crescimento, alertou um analista.
"A consolidação significará na melhor das hipóteses que esses fabricantes de celulares continuarão em pé", disse Michito Kimura, analista da empresa de pesquisa IDC, que prevê que o mercado japonês de celulares despencará 20 por cento em 2009 pelo segundo ano consecutivo e permanecerá estável no próximo ano.
O jornal Yomiuri informou que a NEC, terceira maior fabricante de celulares do Japão, pode separar sua divisão de celulares para juntá-la com uma joint-venture existente entre a Hitachi e a Casio, assumindo uma fatia majoritária na nova instituição.
A fusão pode ser limitada às operações de desenvolvimento de celulares e não incluir produção, segundo fontes próximas do assunto.
As ações da Casio saltaram 8,5% nesta sexta-feira, atingindo o maior patamar em quase 11 meses, enquanto as da Hitachi subiram 1,6% e as da NEC 0,6%.
O mercado de celulares do Japão está despencando e fabricantes de aparelhos ainda precisam lutar com custos de desenvolvimento estimados em aproximadamente 10 bilhões de ienes (US$ 107 milhões) por nova unidade no mercado tecnologicamente mais competitivo do mundo.
Fonte: www.terra.com.br
Panasonic trará as melhores TVs do mundo para o Brasil.
Essa foto não faz justiça, mas acredite: o azul-radioativo do Dr. Manhattan nunca me pareceu tão azul quanto nessa TV da Panasonic, proclamada por quem entende do assunto como a melhor TV de todas com seus pretos pretos, tipo buraco-negro pretos. Fui convidado e testei em primeiríssima mão essa belezinha, conhecida carinhosamente por TH 65VX100, que chega ao mercado brasileiro (para poucos) até o fim do ano. A empresa japonesa, que com a saída da Pioneer do mercado virou a favorita absoluta dos videófilos, tem outra TV de Plasma na manga para o público mais exigente: a finíssima TC P54Z1, que além de consumir bem menos eletricidade e ter um painel anti-reflexivo, recebe o sinal de alta-definição sem fios. Tipo mágica, saca? Fotos e mais impressões em mais.Antes que eu me esqueça e para quem não sabe: as boas TVs de Plasma (caso das duas) têm a melhor imagem e o melhor contraste (em resumo: são melhores), não importa o que aquele vendedor do Extra com seus truques de luzes diga. Então vamos direto às novidades dos dois modelos que a Panasonic quer trazer especificamente para o público de nicho.
A TH 65VX100 tem 65 polegadas e usa uma versão melhorada do painel das celebradas Pioneer Kuro. O contraste estático (real) é 60.000:1. Para efeito de comparação, um bom monitor de PC tem taxa de 3.000:1. Há um modo que simula muito bem os 24 fps de filmes em blu-ray e a qualidade de imagem, de forma geral, é absurdamente rica. Se você não gostar dos perfis de fábrica, há uma quantidade enorme de ajustes de cor possíveis. Dá para gravar na memória da TV 16 padrões diferentes, que você pode nomear, tipo paleta Speed Racer sem epilepsia.
Na parte de trás há um esquema que o dono pode escolher e trocar as conexões (que ficam viradas para baixo, ótimo para pregar na parede), então a TV pode ter 5 HDMIs, 2 entradas de PC, ou 3 vídeo-componentes, a gosto e necessidade do freguês (detalhe na galeria). A VX100 é um monitor, o que significa que ela não tem alto-falantes embutidos. Também, por R$ 32 mil (preço estimado quando vier), supõe-se que o dono tem um home-theater decente. É, pois é, ela custa R$ 32 mil. Pelo preço, pra mim e para muitos, é de fato a TV dos sonhos (do tipo que só fica nos sonhos).
Por R$ 24 mil, a TC P54 Z1, de 54 polegadas, é bem mais acessível. Comparativamente. Na real ela me deixou até mais impressionado. A assessoria da Panasonic me deixou levar coisas para testar, e como o PS3 não coube na mochila, levei o Blu-ray do Watchmen mesmo.
Fonte: www.terra.com.br
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