domingo, agosto 16, 2009

Empresa lança pendrive de 128 GB mais rápido do mercado

A Corsair, empresa especializada em memória de alto desempenho para PCs, não pode se gabar de ter o primeiro pendrive de 128 GB a chegar ao mercado (o mérito é da Kingston, em junho), mas até o momento ninguém tira dela o título de "pendrive de 128 GB mais rápido", conquistado pelo modelo Flash Voyager GT 128 GB.
Segundo a empresa, seu novo pendrive usa um sistema com dois controladores USB, e atinge velocidades de transferência de dados de 32 MB/s na leitura e 25.6 MB/s na escrita. O principal fator limitante no desempenho não é o pendrive em si, mas sim o barramento USB 2.0 e a carga de processamento no PC, diz a Corsair.
De acordo com Jim Carlton, vice-presidente de marketing da empresa, o novo Flash Voyager GT é até duas vezes mais rápido que concorrentes com a mesma capacidade. O pendrive tem corpo emborrachado e é resistente à água e a impactos ocasionais.
O Flash Voyager GT 128 GB já pode ser encontrado em distribuidores dos produtos Corsair nos EUA, e vem com garantia do fabricante de 10 anos. O preço médio é de US$ 400. Não há previsão de lançamento oficial no Brasil, embora ele possa aparecer no camelô mais próximo em poucas semanas.

Fonte: www.terra.com.br

sábado, agosto 15, 2009

Saiba como golpistas da web levam internautas a sites falsos


Criminosos podem criar páginas de bancos e roubar senhas. Veja como funciona esse tipo de golpe disseminado na internet.


A Net confirmou na semana passada que o Virtua foi alvo de um ataque de envenenamento do cache DNS, o que resultou no redirecionamento do site do Bradesco para uma página clonada, operada por criminosos com o intuito de roubar informações. A confirmação também deu voz a reclamações que apareceram há duas semanas sobre redirecionamentos do Google AdSense, que serve anúncios publicitários, para cavalos de troia. A coluna Segurança para o PC de hoje explica como esse ataque funciona. Todos os computadores existentes na internet são identificados com um número chamado de endereço IP. É o Domain Name System (DNS) que consegue “traduzir” algo como “www.globo.com” para um endereço IP, o que facilita muito a localização das páginas na rede, dispensando a necessidade de lembrar e digitar longas sequências numéricas. Infelizmente, é possível interferir com esse processo de “tradução”. Ou seja, um indivíduo mal-intencionado pode fazer com que um endereço na internet seja traduzido para o IP errado. Assim, ele pode fazer com que um determinado endereço leve o internauta para o IP e, portanto, para o computador que ele deseja. Em outras palavras, um malfeitor pode fazer com que o endereço do site de um banco, por exemplo, aponte para um computador que ele mesmo controla. Ele pode criar uma página totalmente diferente, para assustar os usuários. Ou ainda colocar uma página idêntica à original, mas que, como está sob seu controle, rouba os dados que forem colocados nela.
DNS
O DNS é um sistema bem distribuído: cada provedor tem sua própria infraestrutura. Normalmente, são usados dois servidores de DNS na conexão com a internet: um principal e um reserva, caso o primeiro esteja lento ou inoperante. Os sites que existem na internet também têm dois ou mais Name Servers (NS) que são responsáveis por informar a cada servidor DNS o endereço IP correto do site. Existem ainda vários NSs operados pelas organizações responsáveis pelo funcionamento dos endereços na internet. Esses servidores têm como objetivo apenas informar ao servidor DNS qual é o NS específico de um site. Assim, a responsabilidade do sistema não está centralizada, garantindo que uma falha num único local não afete os demais usuários. Por isso, o envenenamento de cache afeta apenas usuários de um determinado DNS, normalmente um grupo de usuários dentro de um provedor. O processo de “tradução” é um pouco complicado e irrelevante, portanto a coluna não irá descrevê-lo em detalhes. Vale dizer, no entanto, que, para otimizar tudo, o DNS usa uma memória temporária chamada cache. Ela serve para que o DNS guarde as informações que obtém, para não ter de repetir o processo inteiro se um mesmo site for acessado dezenas de vezes. Eventualmente essa memória é zerada, para que sites que mudaram de IP, por exemplo, sejam retraduzidos. Para interferir com a tradução, o criminoso precisa se “disfarçar” de um NS. Ou seja, quando o DNS perguntar a um NS a respeito do IP de um endereço, o criminoso deve responder antes que o NS legítimo faça isso. Por causa da memória temporária (cache) explicada acima, a resposta falsa ficará ativa no DNS por algumas horas, dias ou semanas. Por isso, o ataque se chama Envenenamento de Cache DNS.

Australiano de 20 anos é preso acusado de infectar 3 mil computadores


Jovem também teria usado mais de 70 mil PCs para ataques de DDoS.Criminoso pode pegar até 10 anos de prisão, diz a polícia de Adelaide.


Um australiano de 20 anos foi acusado de infectar mais de 3 mil computadores em todo o mundo com um vírus projetado para capturar dados bancários e de cartão de crédito de internautas, informou a polícia local nesta quinta-feira (13).

O jovem, que vive na cidade de Adelaide, também é acusado de controlar cerca de 74 mil computadores em todo o mundo para realizar ataques coordenados de negação de serviço (Distributed Denial of Service ou DDoS, na sigla em inglês).

Ataques do mesmo tipo, que tem o objetivo de sobrecarregar um serviço para tirá-lo do ar, causaram problemas nesta semana a redes sociais populares como o Facebook e o Twitter.O homem, cujo nome não será revelado até que ele compareça a um tribunal em 4 de setembro, foi acusado de vários crimes cibernéticos que podem levá-lo a cumprir pena de até 10 anos de prisão, de acordo com o delegado Jim Jeffery. A polícia não informou, no entanto, se o acusado teria usado as informações bancárias roubadas para cometer fraudes de identidade.

O homem foi preso após três meses de investigações envolvendo as polícias estadual e federal da Austrália especializadas em crimes cibernéticos, que também obteve informações que vão permitir identificar outros criminosos.

Fonte: www.terra.com.br